24- A REENCARNAÇÃO

Prolegômenos
6 de setembro de 2018 Pamam

No âmbito da espiritualidade, a reencarnação pode ser definida como sendo a ação dos espíritos encarnarem por sucessivas vezes em um mundo-escola que foi destinado à humanidade a que pertencem, na qual se encontram indissoluvelmente integrados.

O Universo é regido por leis espaciais, princípios temporais e preceitos universais. A reencarnação é um preceito universal estatuído por Deus, para que através dele os espíritos possam proceder às suas evoluções espirituais, em conformidade com o ritmo universal por Ele estabelecido.

Cada uma das humanidades que rolam pelo Universo tem um mundo-escola que lhe é destinado, justamente para que nele possam os seus integrantes encarnar. Isto se torna absolutamente necessário para que nesse mundo-escola possa haver uma interação universal entre todos os seres. O planeta Terra é o mundo-escola que foi destinado à nossa humanidade, é um mundo formado essencialmente por seres hidrogênios, que são os seres mais imperfeitos, limitados e ignorantes que existem no Universo, e para o seu mundo vão os demais seres atômicos mais evoluídos, os seres moleculares, e outros seres mais evoluídos, inclusive os espíritos que formam a nossa humanidade, para que assim possa haver realmente uma verdadeira integração universal em um único mundo, com todos interagindo entre si, em conformidade com a lei da afinidade e o princípio da atração.

Cabe à nossa humanidade proceder tanto a sua evolução espiritual, encarnando neste mundo-escola que lhe foi destinado pela Providência Divina, como também proceder a evolução dos seres que aqui se encontram, principalmente a evolução dos seres hidrogênios, que são os seus formadores originais, pois que a finalidade é transformar o seu mundo, no futuro, em um Mundo de Luz, com os seus integrantes alcançando o estágio evolutivo de espíritos, sendo destinado a eles um mundo-escola formado por seres hidrogênios que vieram do Ser Total e que se encontram sob a égide de uma estrela similar ao Sol, quando então a nossa humanidade se reintegra ao Criador, levando consigo todo o seu acervo para ser entregue a Deus.

Em razão disso, a nossa humanidade deve estar preparada para as grandes mudanças que estão por vir, pois que os seres hidrogênios que formam este nosso mundo-escola devem alcançar um novo estágio na escala evolutiva universal, abandonando a condição de seres hidrogênios e alcançando a condição de seres hélios, pois que o ritmo da evolução universal estabelecido por Deus tem que se fazer valer em todo o Universo.

Além dos espíritos que integram a nossa humanidade encarnarem neste mundo-escola, um dos dois expoentes da humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo, quando na condição do seu Antecristo, deslocou-se dessa sua humanidade e se integrou à nossa, para que então pudesse formular um plano para a nossa espiritualização, tendo encarnado por diversas vezes neste nosso mundo-escola para a consecução desse seu fabuloso plano de espiritualização, quando então encarnou pela última vez, alcançando a condição do Cristo, não do nosso Cristo, mas sim do Cristo da humanidade a que pertence.

Desde a sua integração à nossa humanidade, através da elaboração desse seu fabuloso plano para a nossa espiritualização, todos os espíritos que integram a nossa humanidade vem reencarnando neste nosso mundo-escola em obediência àquilo que foi planejado, inclusive ele, quando encarnou como Hermes, no Egito, há quatro mil anos atrás, dando início a uma Grande Era, a Era da Sabedoria, ou a Era da Saperologia. Posteriormente, quando da sua encarnação como Jesus, o Cristo, deu início a uma nova Grande Era, a Era da Verdade, ou a Era da Veritologia.

Esse fabuloso plano de espiritualização formulado pelo espírito que se deslocou da sua humanidade para a nossa, teve o seu êxito pleno com a fundação do instituto do Racionalismo Cristão, cujo fundador foi Luiz de Mattos, um dos dois expoentes da nossa humanidade. O Racionalismo Cristão é o embrião do instituto do Cristo da nossa humanidade.

Com a desencarnação de Luiz de Mattos, esse espírito que se deslocou da sua humanidade para a nossa, nomeou-o como sendo o chefe da nossa humanidade, função que havia exercido desde o seu deslocamento para a nossa humanidade, quando então retornou para a sua própria humanidade, para lá exercer o pesado encargo de conduzir a sua própria humanidade para Deus, ou para o Pai, como assim ele chamava a Deus, já que afirmava que “Somente poderá se chegar ao Pai, através de mim”, porém dele não como simples espírito, mas sim como sendo o representante do instituto do Cristo, que foi estatuído por Deus para espiritualizar a todas as humanidades e conduzi-las em retorno para Ele.

Tendo sido fundado o Racionalismo Cristão por parte Luiz de Mattos, restava enfim reencarnar neste nosso mundo-escola um cientista, para que nesta condição pudesse realizar as devidas experiências científica acerca da espiritualidade, mais propriamente acerca da baixa espiritualidade, utilizando métodos científicos por ele adotados, fazendo deste mundo-escola o seu grande laboratório de pesquisas, quando então pôde enfim comprovar cientificamente a existência dos espíritos obsessores quedados no astral inferior.

Posteriormente, utilizando-se do Discurso do Método e Meditações da 1ª Filosofia, elaborado por Descartes, passou da condição de cientista para filósofo, ou saperólogo, como queiram, para que nesta condição pudesse realizar as devidas experiências filosóficas, ou saperólogas, acerca da espiritualidade, mais propriamente acerca da alta espiritualidade, utilizando métodos saperológicos por ele adotados, ou seja, utilizando-se da sua ética para se transportar ao Tempo Futuro, e lá compreender e criar as experiências físicas acerca da sabedoria, tendo como fonte os conhecimentos metafísicos acerca da verdade transmitidos por Luiz de Mattos e os seus seguidores.

A finalidade de tudo isso era para verificar se os conhecimentos metafísicos acerca da verdade transmitidos por Luiz de Mattos e os seus seguidores correspondiam plenamente com as experiências físicas acerca da sabedoria por ele compreendidas e criadas, para que assim a verdade e a sabedoria pudessem ser unidas, irmanadas, congregadas, com a nossa humanidade alcançando por fim a razão, já que ela ainda se encontrava na fase da imaginação, como realmente ainda se encontra.

Enfim, restava realizar ainda mais uma experiência. Como os veritólogos se utilizavam da sua moral para se elevar ao Espaço Superior, para lá perceber e captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade, uma vez que o Espaço Superior é o seu repositório, estando ele se utilizando da sua ética para se transportar ao Tempo Futuro, para lá compreender e criar as experiências físicas acerca da sabedoria correspondentes, ele então teria que completar a sua moral, para que também, assim como os veritólogos, pudesse igualmente se elevar ao Espaço Superior, para do mesmo modo poder perceber e captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade.

Ora, estando elevado ao Espaço Superior e, concomitantemente, transportado ao Tempo Futuro, torna-se óbvio que ele conseguiu transcender totalmente a este mundo, estando posto no Universo, tendo se tornado, portanto, um ser universal, alcançando por fim a razão, uma vez que a verdade estando coordenada com a sabedoria dá como resultado a razão. Todo ser universal lida com a razão, e como o seu tratado é denominado de Ratiologia, ele se torna, portanto, um ratiólogo, o único em toda a nossa humanidade que conseguiu alcançar a esse desiderato.

A sua próxima meta agora seria se deslocar para as coordenadas universais mais distantes, para que nelas pudesse se situar adequadamente pelo Universo, fazendo delas os seus postos de observação, para que assim, à luz da razão, pudesse observar a este nosso mundo-escola e a sua participação nas injunções universais.

Jesus, o Cristo, quando na condição do Antecristo da sua humanidade, dela se deslocou para se integrar à nossa, a fim de elaborar um plano para a nossa espiritualização. Assim, estando deslocado nas coordenadas universais mais distantes, contemplando os rastros luminosos desse grande espírito, o nosso ratiólogo pôde seguir a esses rastros luminosos, desde a sua encarnação como Jesus, o Cristo, até o deslocamento da sua humanidade para a nossa. Sim, o nosso ratiólogo havia alcançado a condição do Antecristo da nossa humanidade.

Desta maneira, na condição do Antecristo da nossa humanidade, o seu próximo passo seria explanar o Racionalismo Cristão, que ainda se encontrava sob a sua forma original de doutrina, acrescentando a ele um método, pelo qual passou de cientista para saperólogo e, posteriormente, já como sendo um ser universal, ou um ratiólogo, acrescentando um sistema e uma finalidade, tornando completa a doutrina da verdade.

Nessa sua explanação, o ratiólogo, na condição do nosso Antecristo, realiza um perfeito equilíbrio entre os conhecimentos metafísicos acerca da verdade, com os acréscimos pertinentes aos já transmitidos, e as experiências físicas acerca da sabedoria que lhes correspondem, pois que a razão somente pode ser alcançada por intermédio de um perfeito equilíbrio entre a verdade e a sabedoria, pois que estamos tratando do Racionalismo Cristão, o embrião do instituto do Cristo em nossa humanidade, que por isso exige um perfeito equilíbrio.

Além de tudo isso, cabe ao Antecristo fixar os seus ideais no seio da nossa humanidade, após a explanação do Racionalismo Cristão, cujos ideais ele trouxe consigo do seu Mundo de Luz, antes de reencarnar neste nosso mundo-escola. Esses ideais dizem respeito diretamente à razão, à realidade universal da vida, uma vez que a nossa humanidade ainda vive na irrealidade da vida, já que toda ela ainda se encontra na fase da imaginação.

Em sendo assim, como realmente é assim, e como jamais poderia ser diferente, vem o nosso Antecristo decretar o final de uma Grande Era e determinar o início de uma nova Grande Era, a Era da Razão, ou a Era da Ratiologia, quando então a nossa humanidade deverá se deslocar da fase da imaginação em que ainda se encontra e adentar na fase da razão.

Note-se que com a primeira encarnação desse notável espírito que deslocou da sua humanidade para a nossa, tal como Hermes, no Egito, deu-se o início de uma Grande Era, a Era da Sabedoria, ou a Era da Saperologia. Com a sua encarnação como Jesus, o Cristo, ele decretou o final dessa Grande Era e determinou o início de uma nova Grande Era, a Era da Verdade, ou a Era da Veritologia. Com a encarnação do nosso Antecristo, portanto, este vem decretar o final da Era da Verdade, ou da Era da Veritologia, e determinar o início de uma nova Grande Era, a Era da Razão, ou a Era da Ratiologia.

Como se pode constatar claramente, a Era da Sabedoria, por que passamos, e a Era da Verdade, por que estamos a passar, duraram ambas um período de 2.000 anos. Como a razão compreende a verdade e a sabedoria coordenadas entre si, a Era da Razão que deverá ser adentrada pela nossa humanidade, deverá durar cerca de 4.000 anos.

Isto se explica pelo fato do nosso Antecristo, após se desincumbir das suas obrigações e dos seus deveres para com a nossa própria humanidade, haver que se deslocar para a humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, para que lá possa elaborar um plano para a sua espiritualização, desempenhando o mesmo papel que Jesus, o Cristo, desempenhou em nossa humanidade.

Nessa humanidade, em sua primeira encarnação, o nosso Antecristo deverá decretar o início de uma Grande Era, a Era da Sabedoria, ou a Era da Saperologia, que deverá perdurar por cerca de 2.000 anos, devendo lá encarnar por outras vezes. Lembrando aqui que a natureza do nosso Antecristo é a de um cientista, que depois se tornou um saperólogo e, por fim, um ratiólogo, ou um ser universal, daí a razão de ser decretada em primeiro lugar essa Grande Era. Lá, ele deverá alcançar o estágio evolutivo do Cristo, encarnando nesta condição, para que nessa humanidade possa estabelecer a esse instituto do Cristo, que foi estatuído por Deus, quando então deverá decretar o final da Era da Sabedoria e decretar o início de uma nova Grande Era, a Era da Verdade, ou a Era da Veritologia, que por sua vez deverá perdurar por cerca de 2.000, quando então um dos seus dois expoentes deverá fundar o seu Racionalismo Cristão, o embrião do instituto do Cristo dessa humanidade, e assim o seu plano de espiritualização elaborado para essa humanidade deverá ser coroado de pleno êxito.

Com a desencarnação do fundador do Racionalismo Cristão dessa humanidade, o nosso Antecristo, agora na condição do nosso Cristo, deverá nomeá-lo como sendo o chefe dessa humanidade, função que exerceu durante 4.000 anos, e retornar para a nossa humanidade, a fim de conduzi-la em retorno para Deus. O outro expoente dessa humanidade, tendo sido adredemente preparado pelo nosso Cristo, deverá encarnar em seu mundo-escola para explanar o seu Racionalismo Cristão e fixar os seus ideais no seio da sua humanidade, deslocando-se posteriormente para a humanidade que segue a sua na esteira evolutiva do Universo, para lá desempenhar o mesmo papel, e assim o instituto do Cristo vai se perpetuando por todas as humanidades que rolam pelo Universo.

Note-se que a nossa humanidade deverá abandonar a fase da imaginação, em que ainda se encontra, vivendo na irrealidade da vida, e ingressar na fase da razão, passando a viver na realidade da vida, cuja Grande Era deverá perdurar por cerca de 4.000. Ora, este é justamente o período em que o nosso Antecristo deverá se encontrar deslocado para a outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, retornando após esse período para conduzir a nossa humanidade em retorno para Deus.

Estando compreendido tudo isso, pode-se perfeitamente também compreender que nós sempre encarnamos neste nosso mundo-escola, sem que jamais pudéssemos nos espiritualizar, uma vez que a espiritualização de cada humanidade somente ocorre quando ela se encontra madura, quer dizer, quando ela se encontra devidamente preparada para o estabelecimento do instituto do Cristo em seu seio, na forma do seu embrião, que é o Racionalismo Cristão.

E que quando nos encontrávamos já maduros, quando nos encontrávamos preparados para o estabelecimento do instituto do Cristo em nosso seio, nós encarnamos neste nosso mundo-escola sempre em obediência ao plano que foi elaborado pelo espírito que se deslocou da sua humanidade para a nossa, a fim de nos espiritualizar.

E que estando todos os espíritos devidamente esclarecidos pelo Racionalismo Cristão, todos deverão encarnar neste nosso mundo-escola em obediência a um novo plano elaborado, em conformidade com os ideais estabelecidos pelo nosso Antecristo no seio da nossa humanidade, com vista à formação de um Estado Mundial.

Praticamente todas as nações já se encontram formadas e fixadas em seus respectivos territórios, isto não ocorreu ao acaso, pois que o acaso não existe, mas sim em obediência ao plano elaborado para a nossa espiritualização. A nação francesa é um grande exemplo da formação das nações, em que foi preciso a encarnação de um grande espírito integrante da plêiade do Astral Superior, que se chamou Joana D’Arca, para que pudesse coroar ao seu rei e assim estabelecer a nação francesa no mundo.

Neste site que trata de A Filosofia da Administração, além do que ora se encontra exposto, eu vou mostrar todos os fatos que dizem respeito à reencarnação. Neste caso, que as ciências aceitem as evidências factuais, com os seus cientistas se tornando espiritualistas, ou, então, que refutem, comprovando devidamente as suas refutações. No entanto, não ocorrendo nem um e nem outro, que os cientistas que formam as ciências tenham a decência, a hombridade e a dignidade de afirmarem: não sabemos!

Em sendo assim, que fiquem calados e não se intrometam nos assuntos que não são das suas competências, deixando de combater de modo velado a um preceito universal, a um instituto que é de fundamental importância para todos os espíritos: a reencarnação.

 

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