24.06- Alguns fatos acerca da reencarnação

Prolegômenos
12 de setembro de 2018 Pamam

Existem alguns fatos espiríticos que são bastante curiosos, cujos significados dos termos empregados em que eles se enquadram devem ser antes esclarecidos, para que assim o leitor possa apreender por inteiro os fatos ocorridos acerca da reencarnação.

A palavra xenoglossia é um vocábulo proveniente dos termos grego xeno, que significa estranho, estrangeiro, e glosso, que significa língua, que consiste no fato de alguém falar, de modo espontâneo, uma ou mais línguas que não foram previamente aprendidas.

De acordo com Ernesto Bozzano, um pesquisador da metapsíquica, na introdução da sua obra intitulada de Xenoglossia, o termo foi criado pelo fisiologista Charles Robert Richet para identificar o fenômeno através do qual pessoas falam línguas que eles mesmos e as demais pessoas ignoram completamente, tratando-se, porém, de línguas hoje existentes ou que existiram no passado. A necessidade da criação do termo se deu em razão do termo glossolalia, então já existente, ser considerado como sendo um distúrbio observado em determinados doentes mentais — obsedados — que creem inventar uma linguagem nova, enquanto que na xenoglossia a língua realmente existe, ou existiu no passado.

O psiquiatra Ian Stevenson, que chefiou o Departamento de Psiquiatria e a Divisão de Estudos da Personalidade na Universidade da Virginia, escreveu a obra intitulada de Unlearned Language: New Studies in Xenoglossy, em que registrou as suas investigações sobre alguns casos que, segundo ele, sugerem a real existência do fenômeno. Já o psiquiatra Brian Weiss, em sua obra intitulada Muitos Corpos, Uma Só Alma, conta que aplicando a terapia de vidas passadas em seus pacientes, viu que alguns deles expressaram xenoglossia, o que concluiu enfaticamente serem provas extraordinárias da reencarnação.

A palavra metapsíquica, considerada pelos estudiosos como sendo a precursora da pseudociência denominada de parapsicologia, criada por Charles Robert Richet, professor da Sorbonne e cientista, ganhador do Prêmio Nobel de Fisiologia de 1913, uma distinção científica atribuída anualmente pelo Instituto Karolinska, regulado pela Fundação Nobel, que distingue descobertas notáveis nos campos das ciências da vida, da fisiologia ou da Medicina, foi definida pelo seu criador da seguinte maneira:

Ciência que tem por objeto o estudo da produção de fenômenos mecânicos ou psicológicos, devido a forças que parecem ser inteligentes ou a poderes desconhecidos, latentes na inteligência humana”.

Estudando a mediunidade, Charles Robert Richet  dividiu a metapsíquica em dois grupos: metapsíquica subjetiva e metapsíquica objetiva; classificando-os com base na sua divisão em mediunidade de efeitos físicos e mediunidade de efeitos psíquicos, compreendendo a primeira os telecinésicos, e a segunda os criptestésicos. A telecinésia descreve a capacidade de uma pessoa movimentar, manipular, abalar, ou exercer uma força sobre um sistema físico, sem a interação física, utilizando apenas a mente. A criptestesia é a faculdade que consiste no conhecimento de coisas ou fatos, cujo conhecimento tem o paciente por intermédio da percepção paranormal, através de estímulos, e não pelos órgãos sensoriais.

A internet se encontra repleta de fatos acerca da reencarnação. Então vamos a alguns deles, desprezando-se aqui a interferência do astral inferior, porventura existente, que para a questão é irrelevante, pois que, de qualquer maneira, demonstra claramente a existência da espiritualidade e os seus fatos espiríticos. Que o leitor tire as suas próprias conclusões.

FATO 01

Conta-nos o Dr. Humberto Rodrigues, ex-presidente do Racionalismo Cristão, e que hoje se encontra no seu Mundo de Luz, que um pesquisador hindu, filósofo, professor catedrático da Universidade de Calcutá, na Índia, com escritório internacional na Califórnia, veio há tempos ao Brasil, onde proferiu duas palestras. Esse pesquisador escreveu um livro no qual compilou o estudo de dez anos. Neste último catalogou trezentos casos incontestáveis do preceito da reencarnação.

Um deles constitui o exemplo clássico de uma menina de apenas dez anos, na Índia, que não conhecia país algum, não falava nenhuma língua, à exceção do dialeto hindu. Em transe mediático, ela revelou a sua encarnação passada, ocorrida durante a Segunda Guerra Mundial. Durante o transe, a menina revelou o nome, o local, a maneira como desencarnou, vitimada de um petardo lançado pelas forças em luta na Itália.

Após ter tomado as anotações necessárias e de também ter conseguido testemunhas que assinaram um documento comprovador da realidade do transe, o pesquisador hindu se dirigiu a Itália e lá pôde constatar que tudo o que tinha ouvido, de fato, era verdade, incluindo a existência do óbito da menina, quando da sua desencarnação passada.

FATO 02

A impressão digital é única em cada indivíduo, assim como a caligrafia. Taranjit Singh, uma criança de apenas seis anos de idade, afirmava desde os seus dois anos de idade que o seu nome era Satnam Singh, e que havia nascido em um outro vilarejo, 60 km distante do seu.

Taranjit Singh afirmava ser um estudante do 9º ano e que o seu pai se chamava Jeet Singh. Satnam Singh teria morrido em uma colisão com um piloto de lambreta, enquanto ele mesmo dirigia uma bicicleta, em 10 de setembro de 1992. Ele deu, inclusive, detalhes do acidente, como, por exemplo, que tinha trinta rúpias no bolso e que os livros que carregava ficaram molhados com o seu sangue que havia jorrado.

Intrigado, o pai do garoto resolveu investigar a procedência da sua história, indo ao tal vilarejo mencionado pelo garoto, e qual não foi a sua imensa surpresa quando descobriu que a história era verdadeira, pois Ranjit, o pai do garoto falecido que se chamava Satnam Singh, assim como a sua própria família, confirmou toda a história, inclusive mostrando fotos do garoto falecido e confirmando os detalhes das rúpias e dos livros.

Tendo tomado ciência do fato, um cientista forense chamado de Vikram Raj Chauhan, resolveu confirmar a veracidade da história, decidindo comparar a caligrafia do garoto encarnado com a do garoto desencarnado, e ainda que o garoto encarnado não estivesse ainda acostumado a escrever, as caligrafias eram praticamente idênticas.

FATO 03

Edward Austrian, uma criança de apenas quatro anos de idade, filho de Patricia Austrian, tinha uma fobia por dias chuvosos e cinzentos. Sem qualquer causa plausível, ele passou a desenvolver um problema na garganta, queixando-se de dores intensas, dizendo que o “tiro” que havia levado estava doendo. Nesse ínterim, ele passou a contar para a sua mãe histórias muito detalhadas sobre a sua vida pregressa nas trincheiras em que se encontrava, aparentemente na Primeira Guerra Mundial, afirmando que tinha apenas dezoito anos quando foi baleado na garganta e morreu na guerra, descrevendo todo o cenário da sua desencarnação. Um tanto abalada, a sua mãe resolveu levá-lo a uma consulta médica, mas os médicos não conseguiram encontrar uma causa para a sua dor de garganta, decidindo remover as suas amígdalas, como medida de precaução.

Após esse procedimento, um cisto passou a se desenvolver na garganta de Edward Austrian, mas os médicos não sabiam como tratá-lo. Sendo impelido a contar aos seus pais e a outras pessoas um pouco mais sobre a sua vida passada e como havia sido morto, o garoto revelou mais detalhes, quando então o cisto desapareceu. Os médicos nunca descobriram a causa que fez o cisto sumir.

FATO 04

Em sua obra intitulada Your Past Lives na the Healing Process, o psiquiatra Adrian Finkelstein conta o caso de Robin Hull, que espantava a sua mãe falando uma linguagem que ela não entendia, mais tarde revelada ser tibetano por um professor asiático. Quando questionado, Robin Hull afirmava ter aprendido aquela língua em uma escola situada em um monastério, que havia frequentado por diversos anos, mas, na verdade, ele nem mesmo havia ainda ido à escola.

Com as descrições do garoto, descobriram que o local do qual ele se lembrava era o das Montanhas Kunlun, para onde se dirigiu o psiquiatra, no intuito de conhecer as origens das lembranças do garoto.

FATO 05

Em 1990, o canadense Bruce Whittier começou a ter sonhos recorrentes de ser um homem judeu se escondendo em uma casa com a sua família. Em conformidade com as suas lembranças, o seu nome era Stefan Horowitz, um judeu holandês que foi descoberto em seu esconderijo junto com a sua família e levado para Auschwitz, onde lá desencarnou.

Durante os sonhos, e após a estes, ele se sentia inquieto e em pânico. Intrigado, começou a gravar os seus sonhos, quando então, certa noite, ele sonhou com um relógio, o qual era capaz de desenhar com muitos detalhes. Ele sonhou também sobre onde se encontrava atualmente o relógio, que era em uma loja de antiguidades, quando então resolveu conferir se realmente lá se encontrava. E, efetivamente, lá se encontrava o relógio, na vitrine, exatamente como ele recordava dos sonhos.

De acordo com o vendedor da loja, o relógio havia sido comprado na propriedade de um alemão aposentado na Holanda, quando então Bruce Whittier se convenceu de que realmente o que havia sonhado era efetivamente sobre a sua vida passada.

FATO 06

Entre os estudos de Charles Richet estava o de uma mulher de 37 anos, identificada como T.E., que havia nascido na Filadélfia, sendo filha de imigrantes que falavam inglês, iídiche e polonês, além de russo, tendo ela estudado francês na escola, e jamais tinha ouvido a língua sueca, além de umas palavras soltas ouvidas na televisão.

Apesar disso, após oito regressões por hipnose, a mulher se lembrou da vida de um homem chamado de Jensen Jacoby, um aldeão sueco, que era o seu marido, e nessa fase ela falava apenas a língua sueca. Depois de diversos testes realizados, como o teste do polígrafo, testes de palavras, perguntas em sueco e até um teste de aptidão, foi comprovado realmente que ela tinha o domínio pleno sobre a língua sueca.

Além disso, ela falava desse seu marido na vida passada, de alguns membros da família, e até da sua vida. Entretanto, o seu vocabulário era menor do que cem palavras, algo incomum para um adulto, e ela raramente falava frases inteiras, o que tornou o caso polêmico e discutível.

FATO 07

Peter Hume, originário de Birmingham, na Inglaterra, começou a ter um sonho muito específico sobre a vida de guarda na fronteira escocesa, em 1646. De acordo com as suas lembranças, ele era um soldado do exército de Cromwell, e o seu nome era John Raphael.

Quando colocado sob hipnose, Peter Hume se lembrou de mais detalhes sobre a sua vida e dos locais em que havia vivido. Ele então partiu para visitar os lugares que se lembrava com o seu irmão, tendo lá encontrado até pequenos itens que pareciam ter vindo da época em que havia vivido.

Com a ajuda de um historiador em Culmstock, ao sul da Inglaterra, ele ainda conseguiu identificar positivamente os detalhes dos seus sonhos sobre uma igreja que havia conhecido e foi capaz de dizer que a igreja tinha uma torre com uma árvore. Este era um fato não divulgado e surpreendeu que Peter Hume soubesse desse detalhe. Nos registros locais, John Raphael foi um homem que se casou nessa mesma igreja.

Apesar dessas evidências incontestáveis, Peter Hume foi entrevistado por hipnose por um historiador cético, que alegou não estar satisfeito com os resultados, alegando que o homem não estava em sintonia com os fatos da época.

FATO 08

Um caso famoso é o de uma garota chamada de Ma Win Tar, nascida em 1962, que aos três anos começou a falar sobre a sua vida como sendo um soldado japonês que foi capturado e queimado vivo, preso em uma árvore.

Durante a sua vida, a garota exibia também comportamentos da sua vida passada, gostando de cortar o cabelo ao modo militar, usar roupas masculinas, sendo cruel e tendo o costume de estapear o rosto dos seus amigos, sendo este um costume comum para os soldados japoneses no vilarejo onde ela, na sua vida anterior como soldado, havia sido capturada.

A garota também renegava o budismo e visitava sempre os túmulos dos seus antigos colegas japoneses. Para completar o quadro, ela nasceu com vários defeitos de nascença nos dedos e nos pulsos, que se assemelhavam muito com as marcas deixadas por cordas pegando fogo.

FATO 09

Em 1979, Kevin Christenson morreu, aos dois anos de idade, vítima de uma metástase. Ele recebia quimioterapia na lateral do pescoço, no lado direito, mas isso não impediu que diversos tumores o angustiassem, em especial um localizado no olho esquerdo, e outro localizado acima da orelha direita.

Doze anos depois da morte da criança, a mãe de Kevin Christenson teve um outro filho chamado de Patrick, com um outro homem. O fato é que o garoto tinha marcas nos locais exatos da quimioterapia e dos tumores. Patrick, por sua vez, lembrava-se nitidamente das cirurgias por que havia passado e dos hospitais que havia ficado internado, inclusive sabendo apontar o local acima da orelha direita onde ele, na encarnação passada, agora sendo irmão de si mesmo, digamos assim, tinha um tumor, perguntando frequentemente acerca da sua casa antiga, embora somente tenha morado em um único lugar durante toda a sua vida.

FATO 10

Gus Taylor tinha apenas um ano e meio de idade quando começou a dizer que ele era Augie, o seu próprio avô. É um fato que as crianças de tenra idade podem realmente se confundir com a sua própria identidade e as dos seus familiares, mas este caso é diferente.

O seu avô havia desencarnado um ano antes de Gus Taylor encarnar. Porém, a família guardava um segredo antes nunca revelado na presença ou mesmo perto da criança, qual seja, a irmã do seu avô havia sido assassinada e jogada na baía de São Francisco. Mas esse segredo foi citado por Gus Taylor, quando ele já contava com quatro anos de idade, ao começar a falar a respeito da sua irmã morta, tendo a família ficado chocada.

Ainda de acordo com as lembranças passadas de Gus Taylor, Deus lhe deu um bilhete logo depois que ele desencarnou e, com esse bilhete, ele foi capaz de viajar por um túnel e, depois, voltou à reencarnar com uma nova identidade, como sendo o seu próprio neto.

FATO 11

Imad Elawar, um garoto libanês de cinco anos, começou a falar sobre a sua vida em uma aldeia vizinha, citando os nomes de Mahmoud e Jamile desde que tinha dois anos de idade, afirmando que essas pessoas haviam sido seus vizinhos.

Com esses fatos sendo repercutidos no seio da família, a criança e os seus pais passaram a ser investigados por um especialista. Imad Elawar fez 55 revelações diferentes sobre a sua vida passada, tendo o especialista visitado a aldeia que o menino citava, juntamente com a família, tendo lá encontrado a casa que o garoto afirmava ter vivido e ainda identificaram 51 fatos e experiências por ele mencionados, tendo sido confirmados como sendo exatos. Através de fotos, o garoto identificou um tio distante, que era justamente Mahmoud, e a sua amante da vida passada, que era justamente Jamile.

FATO 12

Duas brasileiras são parte de um estudo feito por médico americano, que há quarenta anos investiga casos de reencarnação. Uma diz que desencarnou atropelada por um trem, a outra diz que desencarnou na Segunda Guerra Mundial.

Mesmo não tendo comprovação científica, o que pouco importa, já que as ciências não possuem competência para atuar nesta área, a teoria da reencarnação é estudada pelo médico psiquiatra Jim Tucker, da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. Esse médico dá continuidade à pesquisa iniciada há mais de trinta anos pelo também psiquiatra Ian Stevenson, que desencarnou no ano de 2007.

Jim Tucker afirma que foram estudados 250 casos em todo o mundo. As histórias ganharam projeção internacional, ao serem exibidas pela TV inglesa. Os pesquisadores colheram dados impressionantes, inclusive no Brasil. A corretora de imóveis Yvone Martha, conta o seguinte:

Fizeram alguns testes e perguntaram coisas, bom, até então eu não sabia absolutamente nada da reencarnação da minha tia”.

A tia-avó de Yvone Martha havia desencarnado durante a Segunda Guerra Mundial, ao ser atingida na nuca por estilhaços de uma bomba em Viena, na Áustria. “Morreu com uma bomba, justamente no local que eu tenho uma marca”, explica a corretora de imóveis. Para os estudiosos, a marca de nascença é um sinal de que Yvone Martha seria a reencarnação da sua tia-avó. Mas há outros fatos, tidos como se fossem coincidências, como que as duas nasceram no mesmo dia: 11 de setembro. Há ainda o seguinte diálogo mantido com a sua avó, enquanto dormia com ela e brigava, abrindo a gaveta e falando, quando a corretora de imóveis tinha apenas dois anos de idade, da seguinte maneira:

— Como você é desordeira! — disse Yvone Martha.

— Mas como você fala assim comigo? — perguntou a avó.

— Você não me responda, porque eu sou a sua irmã mais velha. — retrucou Yvone Martha.

O fato de Yvone Martha, ainda tão pequenina, repetir o comportamento da tia-avó, foi mais um indício da realidade das reencarnações para os pesquisadores.

OUTROS FATOS

Após essa dúzia de fatos acerca das reencarnações, vem o Racionalismo Cristão afirmar as encarnações anteriores de Jesus, o Cristo, como tendo sido Hermes, no Egito, Krishna, na Índia, Confúcio, na China, e Platão, na Grécia. Assim como afirmar as encarnações anteriores de Luiz de Mattos, como tendo sido Afonso Henriques, São Bernardo, D. Dinis, Nuno Álvares Maia e Cavaleiro de Oliveira. O próprio Luiz de Mattos afirma a encarnação anterior de Gustavo Macedo como Frei Solanus, quando em sua obra Cartas Oportunas Sobre Espiritismo, afirmando inclusive que Gustavo Macedo, quando como Frei Solanus, saía para torturar os cristãos novos. E o chefe da nossa humanidade afirma também a encarnação anterior de São Pedro, como tendo sido Cícero, em Roma. Somente um cego proposital pode ser capaz de duvidar do instituto redentor da nossa humanidade e do seu fundador, o espírito detentor da moral mais elevada entre todos os seres humanos que encarnaram neste mundo, com a exceção de Jesus, o Cristo.

Eu afirmo que fui Ruy Barbosa na minha encarnação passada, e provo a esta minha afirmativa, mas não posso incuti-la nas mentes dos céticos, daqueles que são renitentes aos fatos espiríticos, desprovidos de bom senso. Os dois próximos tópicos se referem à comprovação desta minha afirmativa de quem fui na encarnação passada.

 

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