23.03- A mediunidade de ectoplasmia

Prolegômenos
25 de agosto de 2018 Pamam

Compreende-se atualmente por célula a unidade microscópica e funcional dos seres que são considerados como sendo vivos, constituída fundamentalmente de um núcleo, do citoplasma e da membrana plasmática. Ressaltando-se que as células eucariontes apresentam núcleo definido e estão presentes em protozoários, fungos, animais e plantas, portanto, sendo aquelas que apresentam um núcleo delimitado por um envoltório nuclear, em que nesse tipo celular o material genético não se encontra espalhado pelo citoplasma, como nas células procariontes, mas sim restrito à região do núcleo. Enquanto que as células procariontes são bastante simples, em tese, pois não possuem um núcleo verdadeiro, estando presentes em bactérias e cianobactérias, portanto, sendo aquelas que a grosso modo podem ser definidas como as células que não possuem material genético delimitado por um envoltório nuclear, o que implica em dizer que o seu material genético se encontra disperso no citoplasma.

Como este capítulo pertencente ao site A Filosofia da Administração diz respeito diretamente à mediunidade, mais propriamente à mediunidade dos seres humanos, então nós devemos tratar especificamente da célula humana, que é considerada como sendo a menor unidade que forma o organismo humano, assim como a família é a menor unidade que forma a sociedade humana, devemos sempre repetir, sendo ela constituída fundamentalmente de um núcleo, com o seu envoltório nuclear, do citoplasma e da membrana plasmática, para que então possamos compreender o que seja verdadeiramente o ectoplasma, assim como também o protoplasma e a importância deste para a mediunidade.

O núcleo celular, que possui o seu envoltório nuclear, é o que caracteriza os organismos eucariontes — os seres eucariontes compõem a maior parte dos organismos vivos da Terra — e os diferencia dos procariontes, que são os organismos unicelulares que não possuem núcleo. O núcleo celular, pois, é a região da célula onde se encontra o material genético (DNA) dos organismos tanto unicelulares como multicelulares. Muitos estudiosos consideram o núcleo como se fosse o cérebro da célula, pois que é a partir dele que partem as principais decisões que são inerentes aos seres celulares, já que é nele onde se localizam os cromossomos, compostos de moléculas de ácido desoxirribonucleico, mais conhecido como DNA, que carrega consigo todas as informações acerca das características da espécie e participa dos mecanismos hereditários.

O citoplasma é o espaço intracelular situado entre o envoltório nuclear e a membrana plasmática, em seres eucariontes, enquanto que nos seres procariontes corresponde à totalidade da área intracelular. O espaço que corresponde ao citoplasma é preenchido por uma matéria coloidal e semifluida denominada de citosol, ou hialoplasma, na qual se encontram suspensos as organelas celulares, bolsas e canais membranosos, que desempenham funções específicas nas células, pois que tudo são seres com as funções que lhes são próprias e inerentes. De um modo geral, pode-se afirmar que o citoplasma é tudo aquilo que compreende a célula, menos o núcleo, com o seu envoltório nuclear, e a membrana plasmática. Em sendo o espaço que se situa entre o envoltório nuclear e a membrana plasmática, o citoplasma compreende a parte mais volumosa da célula, não possuindo uma forma definida.

A membrana plasmática, ou plasmalema, é uma estrutura que se apresenta em todas as células, que funciona como uma barreira a impedir livremente tanto a saída do conteúdo celular para o meio, como o fluxo de qualquer partícula para o interior da célula. A sua compreensão é de suma importância para que também se possa compreender como uma célula interage com outra e como ela mantém o seu meio interno de modo constante.

Temos assim, pois, os três fundamentos da formação da célula, que são os seguintes:

  1. O núcleo celular, como o seu envoltório nuclear;
  2. O citoplasma;
  3. A membrana plasmática.

A imagem posta logo abaixo mostra os três fundamentos da formação da célula, juntamente com os elementos que os compõem.

O que vai interessar nesta minha explanação de A Filosofia da Administração, neste capítulo que trata acerca da mediunidade, é o citoplasma, em que nele vamos encontrar o citosol, ou hialoplasma, um líquido que preenche todo o interior do citoplasma, visto ser este o espaço compreendido entre o núcleo celular e a membrana plasmática.

Esse líquido denominado de citosol, ou hialoplasma, que preenche todo o interior do citoplasma, é considerado como sendo uma complexa mistura de substâncias dissolvidas em água. É no citosol onde ocorre a maioria das reações químicas da célula, assim como o armazenamento da sua energia. As funções do citosol são basicamente a sustentação, a glicólise, a formação de microtúbulos e a sede de reações químicas citoplasmáticas.

Em sendo assim, embora a água venha a compor uma grande parte do citosol, a sua verdadeira estrutura e propriedades na célula ainda não foram totalmente esclarecidas pelas ciências, pois que elas não tratam a célula e nem os seus componentes como sendo seres, com as funções que lhes são próprias e inerentes, interagindo uns com os outros.

As concentrações de íons — o íon é uma espécie química eletricamente carregada, que resulta de um átomo ou de uma molécula que perdeu ou ganhou elétrons — no citosol, como o sódio e o potássio, diferem das concentrações do líquido extracelular, em função da membrana plasmática que os separam. Os estudiosos consideram essas diferenças na concentração de íons deveras importante em processos como a osmorregulação — capacidade que possuem alguns animais em manter a pressão osmótica constante, independentemente do meio externo, dentro de uma determinada faixa de variação — e a comunicação celular, em que essa comunicação ou sinalização celular se caracteriza como sendo o foco da questão, pois que o citosol contém ainda grandes quantidades de macromoléculas, as quais podem alterar significativamente o comportamento molecular, a partir da sua elevada concentração.

As concentrações de todos os elementos que se encontram no citosol variam entre o endoplasma e o ectoplasma, que são os seus formadores.

O endoplasma, também denominado de citoplasma central, ou plasmassol, é a porção que possui a consistência mais fluida do citosol, a qual representa a parte interna do citoplasma que circula o envoltório nuclear de uma célula, ou a parte mais direcionada ao centro do citoplasma.

Já o ectoplasma, também denominado de córtex celular, é considerado pelas ciências como sendo a camada periférica do citoplasma, situada logo abaixo da membrana plasmática, que em muitas células se distingue do endoplasma, que é a parte mais interna do citoplasma que circunda o núcleo celular e se estende em direção à membrana plasmática, por isso se diz que as duas camadas se sucedem gradualmente.

Em geral, o ectoplasma é semissólido, tal como um gel, neste caso podendo ser denominado de plasmagel, contendo normalmente poucas granulações, como no caso de muitos óvulos — o óvulo é uma célula sexual feminina que dá origem ao zigoto, depois de fertilizada por um gameta masculino, durante o processo de reprodução sexuada — e nos protozoários. Enquanto que o endoplasma corresponde à parte líquida do citosol, que tem uma consistência mais fluida.

A comunicação celular, ou a sinalização celular, faz parte de um complexo sistema de comunicação que governa e coordena as atividades e as funções celulares, haja visto que a célula é um ser, e todos os seres possuem as funções que lhes são próprias e inerentes. Assim, dentre as funções que cabem à célula, vamos encontrar a faculdade em perceber e reagir corretamente ao ambiente que a envolve, que os estudiosos do assunto consideram como sendo a base do desenvolvimento da reparação dos tecidos, da imunidade e de outras funções de homeostasia em tecidos. É nessa percepção e reação ao ambiente que a envolve que a célula realiza a sinalização, que através dos elementos que formam o protoplasma são direcionados para a aura do corpo fluídico do ser humano, ocorrendo assim as mediunidades, como veremos mais adiante.

Há que se esclarecer aqui que a homeostasia, palavra derivada do grego homeo, que significa similar ou igual, e stasis, que significa estático, é a condição de relativa estabilidade da qual o organismo — formado por células — necessita para realizar as suas funções adequadamente para o equilíbrio do corpo, ou, em outros termos, é a propriedade de um sistema aberto, especialmente dos seres vivos, de regular o seu ambiente interno, de modo a manter uma condição estável mediante múltiplos ajustes de equilíbrio dinâmico — em Física, é o estado de um corpo que se encontra em movimento retilíneo uniforme, em que nesta situação a resultante de todas as forças que atuam sobre esse corpo será igual a zero —, controlados por mecanismos de regulação inter-relacionados.

Compreende-se assim que, caso as células exercessem corretamente as funções que lhes são próprias e inerentes, como seres que são realmente, ao que podemos denominar de seres celulares, não haveriam as doenças. Mas acontece que os espíritos obsessores quedados no astral inferior conseguem interferir nas sinalizações celulares, ocasionando os erros existentes nos processamentos das suas informações, dando origem às mais diversas doenças. Quando os estudiosos que formam a comunidade científica se dispuserem a incluir em seus estudos a Espiritologia, livrando-se das suas pirrônicas considerações sobre a matéria, que não existe, poderão compreender melhor os processos de sinalização celular, quando então muitas doenças poderão ser tratadas de maneira mais eficaz, até finalmente serem erradicadas da face da Terra.

Assim, a sinalização celular pode ser considerada como sendo a forma pela qual as células conseguem se comunicar entre si, em que esta comunicação se estende até ao corpo fluídico dos seres humanos, o que ocorre de aura para aura. Durante o processo de sinalização celular as moléculas sinalizadoras são produzidas pelo citosol, alterando assim a estrutura do ectoplasma, haja visto que ele compreende a parte mais externa da célula, situada mais próxima da membrana plasmática, quando então se liga à célula-alvo.

Pode-se assim compreender com clareza que a sinalização celular é a forma pela qual uma célula se comunica com outra a partir de sinais por elas emitidos. São esses sinais que irão determinar quando e como uma célula deverá exercer as funções que lhes são próprias e inerentes. É por intermédio do processo da sinalização celular que se torna possível a integração das células que formam um organismo multicelular.

Para que a sinalização celular venha a ocorrer, torna-se importante a presença de alguns elementos, tais como:

  1. Célula sinalizadora: é a célula responsável pela produção das moléculas sinalizadoras;
  2. Moléculas sinalizadoras: são as moléculas responsáveis por levar as informações entre as células;
  3. Célula-alvo: é a célula responsável por receber as moléculas sinalizadoras, que se ligarão a receptores específicos, os quais podem se encontrar tanto na membrana como no interior da célula;
  4. Receptores de membrana: são proteínas que se encontram na membrana celular, sendo específicos para certas moléculas sinalizadoras, pois quando os receptores têm contato com essas moléculas sinalizadoras passam a desencadear reações químicas tanto no exterior como no interior da célula, as quais modificam o comportamento celular, em função das interações que ocorrem entre os seres que fazem parte do processo.

É por isso que o ectoplasma é formado por filamentos de actina e por uma variedade de outras proteínas que se ligam a esses filamentos de actina. Essa camada rica em actina controla tanto a forma como os movimentos de superfície das células animais, por isso desempenha um importante papel em muitos tipos de movimentos celulares, incluindo a divisão celular e os movimentos ameboides.

Tomando por base o esquema simplificado do processo de sinalização celular, posto mais acima, podemos identificar as principais etapas da sinalização celular, da seguinte maneira:

  1. As células sinalizadoras sintetizam e liberam as moléculas sinalizadoras;
  2. As moléculas sinalizadoras seguem em direção às células-alvo, as quais podem se encontrar localizadas próximas ou não das células sinalizadoras;
  3. As moléculas sinalizadoras se ligam aos receptores específicos, localizados nas células-alvo;
  4. Os sinais são emitidos;
  5. As modificações no metabolismo da célula garantem uma resposta celular.

As ciências identificam diferentes tipos de sinalização celular, que se diferenciam entre si principalmente pelas rotas estabelecidas pelas moléculas sinalizadoras, até alcançarem as células-alvo. Temos assim os seguintes tipos de sinalização celular:

  1. Sinalização autócrina: as moléculas sinalizadoras são produzidas por uma célula sinalizadora que também é a célula-alvo;
  2. Sinalização parácrina: as células sinalizadoras liberam moléculas sinalizadoras que atuam em células que se encontram próximas a elas;
  3. Sinalização endócrina: as células sinalizadoras liberam moléculas sinalizadoras, denominadas de hormônios, que são lançadas na corrente sanguínea para atuar em células-alvo distantes;
  4. Sinalização sináptica: as células sinalizadoras liberam moléculas sinalizadoras, denominadas de neurotransmissores, que são lançadas em junções especializadas entre neurônios e células-alvo, cujas junções especializadas são denominadas de sinapses;
  5. Sinalização neuroendócrina: esse tipo de sinalização ocorre em neurônios especializados, que liberam os neurormônios, os quais são lançados na corrente sanguínea, desencadeando respostas em células distantes.

Em todo esse processo de sinalização celular surge aquilo a que se denomina de protoplasma. Para alguns estudiosos, o protoplasma é um nome antigo pelo qual era conhecido o citosol, por isso não muito utilizado. Para outros, os termos protoplasma e citoplasma funcionam como sendo sinônimos, como que em referência à zona da célula situada entre o núcleo e a membrana plasmática, mas como essa referência inclui os elementos que se encontram alojados no citoplasma, vamos encontrar aqui o citosol, o qual é composto pelo endoplasma, também denominado de plasmassol, e pelo ectoplasma, também denominado de plasmagel.

Alguns estudiosos especialistas em Biologia reconhecem algumas diferenças entre essas noções. Neste sentido, o protoplasma se refere à totalidade da estrutura da célula, incluindo o citoplasma e o carioplasma. O carioplasma é o fluido repleto de moléculas orgânicas, como água, proteínas e outras substâncias, que ocupa totalmente o núcleo celular, daí ser denominado também de nucleoplasma, onde ficam alojados os nucléolos.

Mas essa consideração por parte dos estudiosos especialistas em Biologia não tem procedência, uma vez que o nucléolo é o local, no núcleo celular, onde regiões de diferentes cromossomos se encontram, os quais contêm os genes para o DNA ribossomal. Neste local, o RNA é sintetizado e combinado com proteínas para formar as subunidades ribossomais, tanto a maior como a menor, que ao se dirigirem para o citoplasma, através dos poros do envoltório nuclear, ou carioteca, poderão se unir para formar o ribossomo no momento em que ocorrer a tradução, mais propriamente a síntese proteica. Os nucléolos, pois, são organoides presentes em células eucarióticas, ligados principalmente à coordenação do processo reprodutivo das células, embora desapareçam logo no início da divisão celular, e ao controle dos processos celulares básicos, pelo fato de conter trechos de DNA específicos, além de inúmeras proteínas que se encontram associadas ou não ao RNA.

Na realidade, o protoplasma é composto pelas moléculas sinalizadoras e pelos receptores de membrana, sendo constituído majoritariamente por água, que contém hidratos de carbono, proteínas, enzimas, lipídios e eletrólitos, além de partículas atômicas, elétrons, prótons ionizados e outras partículas ainda não identificadas, cujos componentes lhe permite desenvolver diversas funções metabólicas e outras. O protoplasma, pois, caracteriza-se como sendo uma mistura organizada de várias substâncias.

São raros, mas existem os estudiosos que se desprendem das peias impostas pela comunidade científica e, em um rasgo de coragem e independência mental, decidem por conta própria adentrar no campo da Espiritologia. Willian Crookes foi um desses estudiosos.

Nascido em Londres, Willian Crookes viveu no período de 1832 a 1919, tendo atuado tanto no campo da Física como no campo da Química, tendo frequentado o Royal College of Chemistry, em Londres, trabalhando em espectroscopia. Apenas a título de ilustração, em Física e Química, o termo espectroscopia é a designação para toda a técnica de levantamento de dados físico-químicos, através da transmissão, absorção ou reflexão da energia radiante que incide em uma amostra. Por extensão, o termo espectroscopia ainda é utilizado na técnica de espectroscopia de massas, em que íons moleculares são manipulados por campos magnéticos, elétricos e eletromagnéticos, embora o termo largamente aceito venha a ser espectrometria de massa.

Em 1861, esse estudioso descobriu um elemento que tinha uma linha de emissão verde brilhante no seu espectro, ao qual deu a denominação de tálio, do grego thalos, que é o elemento químico de número atômico 81. Em 1895, identificou a primeira amostra conhecida de hélio. Foi também o inventor do radiômetro de Crookes e o desenvolvedor dos tubos de Crookes, ao investigar os raios catódicos. Em suas pesquisas sobre a condutividade da eletricidade, em gases de baixa pressão, descobriu que à medida que se diminuía a pressão, o eletrodo negativo emitia raios, denominados de raios catódicos, que hoje se sabe serem feixes de elétrons livres, utilizados nos dispositivos de vídeo padrão. Foi um pioneiro na construção e no uso de tubos de vácuo para estudar determinados fenômenos físicos. Foi também um dos primeiros a pesquisar o que hoje é denominado de plasma. E foi ainda o criador de um dos primeiros instrumentos para estudar a radioatividade nuclear, o assim denominado espintariscópio.

Como se pode claramente constatar, Willian Crookes não era um ser religioso, portanto um investigador, mas sim um ser cientista, portanto um pesquisador, daí a razão pela qual a sua vida foi caracterizada por uma constante atividade científica, incluindo-se a pesquisa psíquica, o que fez dele uma personalidade bastante conhecida, tendo recebido muitas honrarias públicas e acadêmicas. Em 1897, foi nomeado cavaleiro. Em 1910, recebeu a Ordem do Mérito do rei Eduardo VII. Foi presidente por diversas vezes da Sociedade de Química, da Instituição dos Engenheiros Eletricistas, da Sociedade de Indústria Química, da Associação Britânica e da Royal Society, esta última de 1913 a 1915, onde se encontra o seu retrato, por E. A. Walton, havendo ainda outro na National Portrait Gallery, por P. Ludovici.

Willian Crookes passou a se interessar pela Espiritologia no final dos anos de 1860, ao que tudo indica influenciado pela morte prematura do seu irmão mais novo Phillip, aos 21 anos de idade, em 1867, de febre amarela, contraída durante uma expedição para implantar uma linha telegráfica de Cuba para a Flórida. Nesse ano da morte do irmão, sendo influenciado por Cromwell Varley, um médium vidente, participou de uma sessão espírita para tentar entrar em contato com o seu irmão, embora sendo cético acerca da Espiritologia.

Em princípio, Willian Crookes penetrou no campo da experiência espiritológica com o intuito de desmascarar a possibilidade espirítica de materialização por parte de um espírito desencarnado, de encontrar fraude nessa prática espirítica. No entanto, não conseguindo encontrar nessa prática espirítica qualquer tipo de fraude, resolveu partir para a sua pesquisa, quando então pôde constatar que os casos eram realmente verídicos, sendo concretamente insofismáveis. Ele então teve que se render às evidências dos fatos, quando então afirmou:

Não digo que isso seja possível. Digo: isso é real!”.

As suas mais notáveis experiências mediúnicas foram realizadas com a médium Florence Cook, quando através dela conseguiu obter as materializações do espírito que se apresentava com o nome de Katie King. No livro intitulado Fatos Espíritas, há o relato de todas as experiências realizadas com o espírito materializado de Katie King, o que não deixa qualquer dúvida quanto ao poder que o espírito possui para dar a forma desejada que quiser, utilizando a matéria física do médium, digamos assim.

Pode-se comprovar com bastante clareza que as materializações, comprovadas cientificamente por Willian Crookes, processam-se naturalmente por intermédio da condensação do protoplasma. Mas como o ectoplasma se situa próximo ao envoltório celular, o protoplasma passa a ser com ele confundido, daí a razão pela qual as materializações mediúnicas são também denominadas de ectoplasmia.

Em conformidade com os ensinamentos ministrados pelo Dr. Gustave Geley, referindo-se ao ectoplasma, mas, na realidade, descrevendo o protoplasma, este se caracteriza como sendo uma substância amorfa, ora sólida, ora vaporosa, transparente ou de cor branca leitosa, que os médiuns segregam pelos poros do corpo, assim como pela boca, nariz e ouvido. São os fluidos produzidos pelos médiuns.

Os médiuns possuem a faculdade de produzir a essa substância amorfa, ora sólida, ora vaporosa, transparente ou de cor branca leitosa, por intermédio do protoplasma, cuja substância eles segregam pelos poros do corpo, assim como pela boca, nariz e ouvido. Os espíritos, geralmente do astral inferior, possuem a faculdade de moldar o protoplasma, produzindo objetos ou novas formas com característicos anatômicos ou fisiológicos de órgãos do corpo humano, iguais aos dos seres considerados como vivos.

Pode-se concluir, então, que as pesquisas científicas realizadas por Willian Crookes, no âmbito da Espiritologia, são autênticas e verdadeiras, embora elas tenham sido realizadas na baixa espiritualidade, pois, de qualquer maneira, a baixa espiritualidade não deixa de ser formada por espíritos, em que essas experiências eu também realizei, à minha maneira, até que enfim formasse o ambiente fluídico propício para que pudesse ver os espíritos quedados no astral inferior, com os meus próprios olhos da cara.

E como não existe o acaso na natureza, e muito menos as coincidências, vamos encontrar a comprovação dessas experiências científicas realizadas por Willian Crookes, por intermédio de Luiz de Mattos, o nosso veritólogo maior, quando em sua obra Cartas Oportunas Sobre Espiritismo, as páginas 172 e 173, vem nos comprovar da seguinte maneira:

… quem se abalou para ir a Belém para falar com o espírito da filha… Poderíamos dizer-lhe que, apesar de Tomé, nada o autoriza a afirmar que falou com a filha. Foi, sim, muito bem ludibriado, porque o espírito que o médium recebeu e que lhe traçou a biografia e os traços característicos da que foi sua filha, nada mais fez do que, orientado pela imagem gravada na aura do consulente, transformar-se no corpo astral da filha e transmitir-lhe palavras que o pensamento dele, pai, revelavam (grifo meu).

Vendo o corpo astral, apalpando-o e falando-lhe, tudo se deu através da materialização do espírito atuante, que para isso se serviu do fluido do médium (protoplasma, digo eu) e do consulente (ambiente fluídico, digo eu), e este em grande estado de emoção avassaladora, prestou-se a dizer ter visto o que não viu, apalpado o que não apalpou (no caso o corpo da filha, digo eu), e falado o que a sua retina mental em delírio concebeu (leia-se imaginou, digo eu)”.

A ignorância se vence naturalmente por intermédio do esclarecimento espiritual, pelos porquês acerca da vida fora da matéria, a única via pela qual se revelam os segredos da vida e os enigmas do Universo. Mas a ignorância daqueles que se julgam sapientes é tamanha, que aliada à renitência própria dessas suas “sapiências”, tornam a esses infelizes pirrônicos uns verdadeiros estúpidos, pelo que eles se armam dos argumentos mais pueris possíveis para negar a existência da espiritualidade, recusando-se de todas as maneiras a enveredar pelo caminho da Espiritologia, que é o tratado acerca do espírito.

As afirmações de Willian Crookes considerando a existência de espíritos conscientes que se manifestam através da mediunidade, levaram a diversos questionamentos em relação à imparcialidade do pesquisador e dos métodos por ele adotados, pela ignorância do que seja realmente o método e o fim a que ele se destina. Deveriam esses questionadores terem também questionado as descobertas que foram realizadas por esse pesquisador em outras áreas de estudo, mas que assim não fizeram, o que comprova inquestionavelmente que as ciências atuais tratam somente daquilo que julgam poder explicar. Mais próprio para esses questionadores, seria questionar o método utilizado pelas galinhas para desinçar a terra em busca do seu alimento, pois que mesmo não sendo considerado um método científico é eficaz para a alimentação desses animais da espécie Gallus gallus domesticus.

Os psicólogos Leonard Zusne e Warren H. Jones, que nada entendem acerca da Psicologia, e nem sequer atentam para a etimologia da palavra, descrevem o pesquisador de ingênuo, apesar do seu saber nas áreas da Física e da Química, por ter levado em consideração médiuns fraudulentos. Melhor ser ingênuo do que ser estúpido!

O antropólogo Edward Clodd vem com o argumento pueril, ridículo até, que Willian Crookes possuía uma visão muito fraca, o que poderia explicar — assim mesmo, com o verbo poder no futuro do pretérito do indicativo — a sua crença nos fenômenos que afirmou presenciar, para tanto o antropólogo cita William Ramsay, o qual afirma que Willian Crookes possuía “uma visão tão limitada que não pode ser confiável no que afirma ter visto”, ou seja, a materialização de um espírito por intermédio de uma médium. Entretanto, o biógrafo William Brock vem afirmar a miopia de Willian Crookes, da seguinte maneira:

Era evidentemente míope, mas não usou óculos até os anos de 1890. Até então deve ter usado um monóculo ou uma lente de aumento portátil quando necessário. As limitações que isso impôs em suas pesquisas sobre os fenômenos psíquicos pode apenas ser conjecturado”.

Em fevereiro de 1875, em uma série de experimentos em Londres, na casa de Willian Crookes, a médium Anna Eva Fay conseguiu convencer ao pesquisador que possuía poderes psíquicos genuínos, tendo posteriormente confessado a sua fraude, revelando os truques que havia utilizado. Mas não é fácil enganar a um pesquisador da estirpe de Willian Crookes. Na realidade, os fenômenos mediúnicos eram autênticos, mas como todos os médiuns mistificam, quer queiram, quer não, e em sendo ela também uma médium de incorporação, os espíritos obsessores nela atuaram com o intuito de fazer zombarias.

No que diz respeito a Willian Crookes e as suas experiências realizadas com médiuns, o mágico Harry Houdini sugeriu que o experimentador havia sido enganado. Ora, o fato é que para realizar os seus truques de mágica, esse grande mágico era bastante acostumado a enganar as pessoas, em seus ilusionismos, o que fatalmente o levou a considerar que assim como ele enganava as pessoas, outros poderiam enganar ao pesquisador.

Esses e outros questionamentos improcedentes indicam apenas o afloramento do ceticismo exacerbado por parte de estudiosos, que preferem medrar na ilusão da matéria, que não existe, em suas pirrônicas renitências. Mas eles tentam explicar o que seja a matéria e não conseguem. Tentam explicar o que seja a vida e não conseguem. Aliás, eles nada conseguem explicar, pois que tratam somente de efeitos, ignorando completamente as causas desses efeitos que se dispõem a tratar. O querido leitor há de concordar comigo, no seguinte: caso esses estudiosos fossem realmente honrados, deveriam proceder a essas experiências mediúnicas e, a partir delas, afirmar se realmente têm procedência ou não, explicando os porquês das suas conclusões.

O barão Albert von Schrenck-Notzing, que viveu no período de 1862 a 1929, nascido em Munique, foi um médico que também se livrou das peias impostas pela comunidade científica, tendo se notabilizado por sua pesquisa acerca dos fenômenos mediúnicos, ao realizar experiências com alguns médiuns famosos do seu tempo, como Willi Schneider, Rudi Schneider e Marthe Beráud, esta última mais conhecida como Eva Carrière.

Cabe aqui ressaltar que o barão Albert von Schrenck-Notzing, na qualidade de médico, mandou fazer em laboratórios de Berlim e de Viena a análise química do protoplasma, entendendo que estava tratando do ectoplasma. Essas análises revelaram se tratar de material orgânico, com muitas células epiteliais soltas, ou seja, do revestimento do tecido de revestimento da pele e das mucosas, uma vez que o protoplasma exsuda pelos poros, nariz e ouvido, como visto anteriormente. Com isso fica definitivamente comprovado que esse material orgânico provinha realmente do organismo do médium, como diferente não poderia ser.

As imagens postas abaixo mostram claramente ao que se denomina de ectoplasmia.

No tópico que trata acerca do corpo fluídico foram feitas várias afirmativas em relação à sua natureza, mas algumas delas, embora tenham sido aceitas pelos que vem lendo esta obra explanatória relativa aos Prolegômenos, contida neste site intitulado A Filosofia da Administração, desde o seu início, passaram ao largo das suas compreensões, pelo menos no que diz respeito à verdadeira ligação que existe entre o corpo fluídico e o corpo humano, por conseguinte, em relação aos seres infra-humanos que o formam. Daí a razão pela qual eu devo repeti-las e estendê-las, até ao seu completo entendimento.

É sabido que está próximo o tempo em que a ciência reunirá as condições necessárias para estudar o corpo fluídico com a mesma minúcia com que hoje se disseca o corpo humano. Há indícios de que já começa a se generalizar entre os cientistas da atualidade, pelo menos aos menos renitentes, o conceito de que os males e as doenças se encontram alojados no corpo fluídico, antes de atingir ao corpo humano. Deve-se, então, pelo método da indução, começar a definir também a via que o conduzirá a ele. Para tanto, as religiões e as ciências têm que se fazerem valer em seus domínios, com a primeira transmitindo os conhecimentos metafísicos e as ciências realizando as suas experiências físicas correspondentes, com as religiociências coordenando esses conhecimentos com as suas correspondentes experiências.

É sabido também que pelo método objetivo que a ciência pode utilizar e que já se encontra ao seu alcance, não será assim tão difícil a penetração no corpo fluídico. Para tanto, deve-se partir do princípio de que o corpo humano é como o próprio mundo Terra. Este, em sua composição, possui a dita matéria desde o mineral bruto até os rios e oceanos, que com a ação do calor se tornam gasosos, alimentando a camada fluídica que envolve o planeta e o liga aos demais planetas do sistema solar. Aquele, em sua composição, possui também a matéria em todos os seus estágios, do mais denso, compacto, como os ossos, os dentes, as unhas, ao mais fino, neste caso os nervos, que em sua própria composição de neurônios, possui estágios que chegam ao gasoso, alimentando igualmente a camada fluídica que o envolve e o liga ao corpo fluídico, onde neste ponto certamente o alcançaremos, usando aparelhos eletrônicos mais sofisticados de que já se servem as ciências.

É sabido ainda que o corpo humano é uma espécie de depurador do corpo fluídico, entre as outras funções que exerce, tendo sido ele idealizado para limpá-lo constantemente, pois que um dia tem que voltar completamente limpo para o seu Mundo de Luz, quando o espírito se tornar realmente virtuoso. Assim, o corpo humano absorve as impurezas do corpo fluídico, quando então os fluidos deletérios escorrem para ele na forma das inúmeras doenças por que padece a nossa humanidade. E que, além dessas doenças ocasionadas pelas impurezas do perispírito que escorrem para o corpo humano, existem também as doenças epidêmicas, que são as doenças decorrentes do próprio mundo, e que a elas todos estamos sujeitos, posto que temos uma parcela de culpa pelo fato delas existirem, pois que se elas são decorrentes do próprio mundo, é porque o mundo está doente, então a maioria dos seus habitantes também está doente, já que a recíproca é verdadeira, pois que são eles que estão gerando as suas doenças para o mundo, por intermédio das produções dos seus sentimentos inferiores e dos seus pensamentos negativos, que se revelam por intermédio das suas vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas, o que implica em dizer que este nosso mundo-escola, este planeta em que habitamos, denominado de Terra, somente estará sadio quando estiver limpo dessas vibrações, radiações e radiovibrações grosseiras e doentias, portanto, quando os seres humanos adquirirem a consciência plena da prática da limpeza psíquica realizada nas sessões públicas das casas racionalistas cristãs, nos lares, ou onde se fizerem necessárias.

Assim, como os fluidos deletérios escorrem para o corpo humano na forma das inúmeras doenças por que padece a nossa humanidade, que são tanto causadas como agravadas pelas ações dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, pode-se afirmar que a via é de mão dupla, digo melhor, como há uma verdadeira interação entre todos os seres infra-humanos, que formam o corpo humano, e o corpo fluídico, um vez que este sendo a sua matriz se liga àquele, então enquanto o espírito não se tornar virtuoso, com o seu corpo fluídico estando materializado com os fluidos pesados e deletérios absorvidos do ambiente terreno, estando decaído no astral inferior, torna-se óbvio que ele vai necessitar dos fluidos desses seres infra-humanos que se encontram nos corpos humanos dos espíritos encarnados, tal como se ele estivesse encarnado, pois que a energia anímica é fundamental para as suas ações quando no astral inferior. Para uma melhor compreensão acerca do assunto, vejamos como isso se processa:

O termo plasma é uma palavra proveniente do grego plásma, que significa obra modelada. Para a parcelas do Saber denominadas de Física e de Química, o plasma é um dos estados físicos do que se entende por matéria, similar ao gás, no qual certa porção das suas partículas é ionizada, ou seja, essas partículas ganham ou perdem elétrons. A premissa básica é que o aquecimento de um gás provoca a dissociação das suas ligações moleculares, convertendo-o em seus átomos constituintes. Além disso, esse aquecimento adicional pode levar à ionização dessas moléculas e dos átomos do gás, transformando-o em plasma contendo partículas carregadas de elétrons e íons positivos. É por isso que foi dito que neste ponto certamente alcançaremos o corpo fluídico, usando aparelhos eletrônicos mais sofisticados de que já se servem as ciências.

A ionização é necessária para o plasma existir. O termo densidade do plasma utilizado pelas ciências, refere-se usualmente à densidade de elétrons, ou seja, ao número de elétrons livres por unidade de volume. O grau de ionização de um plasma é a proporção de átomos que ganharam ou perderam elétrons, sendo controlado principalmente pela temperatura, em aqui se encontra o princípio do calórico. Mesmo em um gás parcialmente ionizado, em que somente 1% das suas partículas esteja ionizada, ele pode apresentar as características de um plasma, quer dizer, uma resposta aos campos magnéticos e alta condutividade elétrica. E aqui deve ser lembrado que os espíritos quedados no astral inferior, estando materializados, necessitam de energia anímica para as suas ações, já que a energia contém a eletricidade.

A palavra protoplasma é formada das palavras gregas prótos, que significa primeiro, e plásma, que significa obra modelada, em que ela representa o conteúdo existente no interior da célula, que se estende por intermédio da sinalização celular, daí a razão pela qual os espíritos, geralmente do astral inferior, possuem a faculdade de moldar o protoplasma, produzindo objetos ou novas formas com característicos anatômicos ou fisiológicos de órgãos do corpo humano, iguais aos dos seres considerados como sendo vivos. Inicialmente pouco se sabia sobre o protoplasma, pois com os primeiros microscópios se podia distinguir apenas o núcleo e o citoplasma das células eucariontes. Com o advento dos microscópios ópticos mais sofisticados e dos microscópios eletrônicos, foi possível se descobrir mais acerca do protoplasma, ficando bastante claro que a sinalização celular é extremamente complexa.

Na realidade, o protoplasma é composto pelas moléculas sinalizadoras e pelos receptores de membrana, sendo constituído majoritariamente por água, que contém hidratos de carbono, proteínas, enzimas, lipídios e eletrólitos, além de partículas atômicas, elétrons, prótons ionizados e outras partículas ainda não identificadas, cujos componentes lhe permite desenvolver diversas funções metabólicas e outras. O protoplasma, pois, caracteriza-se como sendo uma mistura organizada de várias substâncias, que em suas interações podem se ligar diretamente ao corpo fluídico, daí o porquê da existência das mediunidades. Salientando-se que tanto essas interações como essas ligações ocorrem de aura para aura.

Cada ser humano possui a sua aura específica. A cor que essa aura apresenta é o somatório das auras dos seres infra-humanos que formam o corpo humano e a aura do seu corpo fluídico. Salientando-se que a aura do corpo fluídico dos seres humanos por ser vista diretamente pelos médiuns videntes.

A partir de 1908, em Londres, o Dr. Walter Kiler descobriu que uma película de diasina, um produto químico geralmente obtido por carvões minerais, era um estimulante da visão, e que através dessa película era possível enxergar uma luz em volta das pessoas observadas.

A partir de 1939, os russos passaram a estudar o corpo fluídico, utilizando as câmaras kirlian, adaptadas a poderosos microscópios eletrônicos. Essas experiências se encontram relatadas na obra intitulada Experiências Psíquicas Atrás da Cortina de Ferro, escrita por Sheila Ostrander e Lynn Scroeder, publicada pela editora Cultrix. As câmaras kirlian são máquinas fotográficas que tiram fotografias da aura humana, que é o campo que circunda o corpo fluídico.

A fotografia kirlian é uma fotografia sem luz. A luz é substituída por uma radiovibração eletromagnética, na faixa de 75 a 200 mil ciclos por segundo, sendo, portanto, uma fotografia tirada com alta frequência. Opera-se da seguinte maneira: coloca-se a mão, um dedo ou uma folha de árvore sobre um filme colorido, em uma câmara escura, dispara-se um fluxo de radiovibração de alta frequência, ressaltando-se que como todos os seres têm aura, isto se aplica tanto a objetos orgânicos como inorgânicos. Revelado o filme, aparece a figura do objeto fotografado, saindo das suas pontas uma efluviografia com diversos raios de luz colorida de vários matizes, em que a coloração e a forma da efluviografia determinam o estado emocional e a saúde do ser humano. A imagem abaixo mostra claramente o filme revelado.

Essa descoberta propiciou a construção de microscópios e também de máquinas filmadoras cinematográficas para fazer pesquisas sobre o corpo fluídico, que os pesquisadores denominam de corpo bioenergético. Deste então, outras descobertas foram feitas, tais como:

  1. As doenças dos seres humanos, assim como a dos animais e das plantas, podem ser diagnosticadas primeiro no corpo fluídico, através da fotografia da aura;
  2. Os estados de espírito, como o ódio, o pessimismo, a infelicidade, o sofrimento, etc., aparecem com efluviografias escuras, sem brilho, puxadas para a cor marrom lodosa e de formatos irregulares;
  3. Outros estados de espírito, como a amizade, o otimismo, a felicidade, o prazer, etc., aparecem com efluviografias lindamente coloridas, luminosas, regulares e fulgurantes;
  4. Quando dois seres humanos que são simpáticos entre si se encontram, as suas auras se fundem, formando um ovoide brilhante, abrangendo aos dois seres humanos;
  5. Quando dois seres humanos que são antipáticos entre si se encontram, as auras se repelem.

Em Curitiba, o médico psiquiatra Dr. Alexandre Sech, um grande pesquisador das efluviografias e do corpo fluídico, em algumas conferências por ele realizadas em Santos, afirmou que a aura de um espírito desencarnado pode causar interferência na aura de um encarnado. Em casos de obsessão, essa interferência é tão grande que chega a predominar na efluviografia do encarnado somente a aura dominadora do espírito obsessor. Isto implica em dizer que a mediunidade de incorporação ocorre diretamente da aura do espírito atuante para a aura do espírito atuado, não se fazendo necessária a sinalização celular.

Ao que tudo indica, em um futuro próximo, a efluviografia será mais um importante recurso ao alcance da Medicina para a realização de diagnósticos de doenças, como o são atualmente a radiografia, a tomografia e a ultrassonografia.

 

Continue lendo sobre o assunto:

Romae