22.01- A obsessão e a desobsessão

Prolegômenos
22 de julho de 2018 Pamam

O astral inferior se encontra povoado de espíritos pertencentes a várias categorias de natureza obsessora, cujo número é incalculável, tal como se fosse uma outra humanidade, talvez ainda até em maior número, só que de espíritos desencarnados, e como todos eles também possuem poder e ação, portanto, a vida, uns possuem poderes e ações espirituais mais desenvolvidos do que outros, mas todos com força e energia o suficiente para atuarem perniciosamente no ambiente terreno. E assim, estando quedados no astral inferior, quando já se encontram conscientes dos seus estados de desencarnados, em condições de fazer uso da força e da energia que possuem, através dos sentimentos inferiores e dos pensamentos negativos que produzem, eles passam a engendrar, ao seu bel prazer, as mais hediondas figuras, para que através delas possam atemorizar aos espíritos que se encontram encarnados e que são videntes, por pura perversidade, ou, então, por simples divertimento, pois que se tornam espíritos gozadores, que se comprazem em perturbar aos ignorantes, mostrando toda a sua covardia, já que estando quedados no astral inferior eles nada têm a fazer que seja útil e proveitoso para quem quer que seja, e muito menos para si mesmos.

Após exibir neste tópico as figuras dos espíritos obsessores, as quais se encontram contidas na obra básica A Vida Fora da Matéria, publicada pela doutrina do Racionalismo Cristão, eu vou mostrar no site pamam.com.br ainda mais imagens reais, obtidas através de satélites, principalmente pela NASA, das ações dos espíritos obsessores em vários segmentos da vida neste planeta, para que então todos os seres humanos possam adquirir a consciência plena dessas suas ações nefastas, e para que os cientistas parem de procurar a existência da vida fora deste planeta, passando a se preocupar com a vida fora da matéria nele existente, colaborando com a nossa Grande Causa de espiritualização da nossa humanidade, certificando-se do grande perigo por que passa atualmente este nosso mundo-escola, passando a cooperar para a limpeza da atmosfera terrena.

São muitas as formas assumidas pelos espíritos obsessores quedados no astral inferior, dentre muitas dessas formas, a figura abaixo mostra um espírito decaído na atmosfera terrena em corpo fluídico, que assumiu uma forma horripilante. Note-se que geralmente quando os espíritos obsessores se encontram procedendo às suas ações perniciosas, eles aparecem somente com formatos de cabeça, no entanto, quando eles procuram atemorizar aos incautos, eles engendram as formas mais horripilantes, assim como também outras formas, consoante os seus objetivos malignos.

Muitas são as formas horripilantes que os espíritos quedados no astral inferior adotam para atemorizar as suas vítimas, em conformidade com as suas próprias baixezas, por isso eles nem sempre se apresentam sob a forma de um corpo humano inteiro, muitas vezes preferindo se exibir em figuras de cabeças monstruosas, em que todas essas deformações são propositais, por estarem esses espíritos inferioríssimos movidos pelo desejo de aterrorizar aos seres humanos medrosos que possuem a faculdade mediúnica da vidência, ainda não esclarecidos acerca da vida fora da matéria.

E eles adotam as formas horripilantes não somente para os portadores da mediunidade da vidência, mas também quando os ambientes fluídicos são propícios para essas suas ações, como no caso dos que são viciados em bebidas alcoólicas ou drogas ilícitas, que os psiquiatras ignorantes da vida fora da matéria denominam de delirium tremens, assim como em outros ambientes fluídicos pesados que se formam. No caso dos monges que passaram a viver uma vida ascética, eles assumiram formas femininas, conforme foi exposto no tópico anterior.

Eu mesmo já fui vítima de uma dessas aparições horripilantes na minha adolescência, após uma bebedeira, quando ainda nem sequer sonhava em conhecer a doutrina do Racionalismo Cristão. Ora, eu nunca tive o mínimo medo do que quer que fosse, e mesmo sendo adolescente eu era disposto a enfrentar o que me viesse pela frente, mesmo com uma corpulência bem mais avantajada, e mesmo sendo apenas um ou então vários, já que não me dispunha a enfrentar a quem me era menos avantajado, dispondo-me apenas a brincar de brigar, e nunca fui derrotado por quem quer que fosse, já que nunca provoquei qualquer briga, por isso sempre me defendia. Porém, após essa bebedeira, estando eu dormindo em uma rede, em alta madrugada, sem querer abrir os olhos, mas, ao mesmo tempo, abrindo. O que me aparece? A figura de uma cabeça, parecida com o Lampião, mais conhecido no nordeste brasileiro como o rei do cangaço, com os olhos bem arregalados, mais para esbugalhados, e fixos diretamente nos meus próprios olhos, a uma distância aproximada de uns 30 cm. Caso esse espírito inferior tivesse aparecido para mim de corpo inteiro, mesmo sendo ainda completamente ignorante, eu fatalmente partiria para o confronto direto. Mas como eu poderia me confrontar com apenas uma cabeça? Então me enrolei completamente no lençol, dos pés à cabeça, para não mais ver a figura horrenda, e esperei adormecer novamente. Era somente isto o que me cabia fazer.

Como são muitas as formas sem a aparência do corpo humano inteiro que os espíritos quedados no astral inferior assumem para atemorizar aos seres humanos, a figura abaixo mostra uma dessas formas em que eles assumem a forma de uma cabeça.

Todas as formas assumidas pelos espíritos quedados no astral inferior têm os seus objetivos voltados para a prática do mal. Portanto, quando eles não assumem as formas com o objetivo de atemorizar aos seres humanos, é porque as outras formas assumidas têm algum outro objetivo voltado para a maldade. Assim, utilizando-se dos fluidos do próprio planeta Terra, podem com eles formar as imagens fluídicas que quiserem, como na figura abaixo, em que se encontram três dessas imagens: um macaco no galho de uma árvore, um gato e uma bola, esta última com uma cauda na parte inferior. Ressalte-se aqui que o branco das formas é apenas fluídico, mostrando-se na figura inteira, portanto, não representa a aura desses espíritos.

Como os espíritos quedados no astral inferior não possuem qualquer ocupação, pois que este planeta é um mundo-escola, sendo destinado apenas para o aprendizado dos espíritos encarnados, com vistas à evolução espiritual, sendo eles todos ignorantes acerca da espiritualidade, tudo aquilo que eles procuram fazer tem como mira sempre a prática do mal, na ânsia por obsedar aos encarnados, engendrando meios e modos para infelicitá-los, geralmente procurando desencarnar aos que obsedam, quando estes não lhes servem como instrumentos, para que assim venham a engrossar as fileiras das falanges que eles formam.

Todos os seres humanos são cientes da existência dos acidentes de caça, sendo por demais abundantes os acidentes de tal natureza. Mas ninguém, até hoje, conseguiu explicar com satisfação a causa de tantas desencarnações provocadas por esses tipos de acidentes, pois se torna difícil compreender como é que dois ou mais caçadores, todos experientes e versados na arte da caça, podem confundir a forma de um animal silvestre com a forma de um ser humano, por isso aceitam a esses tipos de acidentes com resignação, mas sempre intrigados, sem que se disponham a dar trato ao raciocínio para as investigações das suas causas, que invariavelmente acontecem em função das atividades perniciosas dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, que provocam tais tipos de acidentes, sempre da seguinte maneira:

Em conformidade com a figura posta abaixo, dois caçadores, que são amigos e companheiros, encontram-se em plena atividade de caça. O que se encontra no fundo da figura não vê o que está na frente, por se encontrar encoberto pela folhagem. A posição deste possibilita a que um espírito quedado no astral inferior, transformado em um animal silvestre, coloque-se na altura da cabeça do caçador, de modo a iludir ao seu companheiro, que dispara a arma em direção àquilo que julga seja o animal, caso seja portador da mediunidade da vidência.

Sem o exercício de qualquer atividade que lhes possibilite a atenção do pensamento que esteja voltado para uma labuta qualquer, os espíritos obsessores quedados no astral inferior empregam toda a sua concentração para engendrar os mais variados truques, a fim de avassalar aos seres humanos. Quando conseguem lhes despertar a atenção para um determinado assunto que os interessa, já estão com a metade dos seus intentos maldosos em andamento.

Na figura abaixo, encontra-se um amante das caçadas, que é médium vidente e ouvinte. Os espíritos obsessores quedados no astral inferior, conhecedores desses particulares pendores, esboçaram a cena. Um deles se transformou em porco do mato, e mais dois em cachorros, que perseguem a caça, enquanto outros ficam de longe observando o resultado da patifaria. O caçador maníaco se encontra empolgado, com a sua emoção resultando em vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas, que favorecem a recepção de descargas fluídicas enviadas pelos espíritos obsessores que tomam parte no “trabalho”. Com tais descargas fluídicas, esses espíritos obsessores procuram estabelecer os meios adequados para as suas aproximações com o caçador, e o consequente avassalamento. Assim, estando avassalado, ele é intuído para pensar que tem uma arma na mão, assim como também para perseguir a caça.

Tendo conseguido despertar a atenção do caçador para aquilo que lhes interessava, já com a metade dos seus intentos maldosos em andamento, os espíritos obsessores quedados no astral inferior conseguem passar para uma fase mais adiantada do avassalamento. Assim, conforme a figura mais abaixo, o caçador gesticula e fala, pensando que o está fazendo com pessoas que se encontram encarnadas. É tamanha a sua perturbação mental que pode até disparar a arma que tem em seu poder. Estando, pois, avassalado, pela absoluta falta de esclarecimentos acerca da vida fora da matéria, e, também, por não haver levado uma vida regrada, e, ainda, pelo desconhecimento da verdade sobre a existência desses espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior, chegou a esse estado lamentável de perturbação mental.

O dogmatismo pregado pelos inúmeros credos e seitas que pululam por esse mundo afora, obstinando-se em não revelar a verdade sobre a mediunidade da vidência e da audição, assim como também sobre as demais mediunidades, como a da intuição, em função dos interesses escusos da classe sacerdotal, contribui decisivamente para conservar na ignorância os seres humanos, que em decorrência disso chegam com facilidade à obsessão. E não somente a classe sacerdotal, como também os psiquiatras e os psicólogos, que nada sabem a respeito da verdadeira loucura, não passando de charlatães. A vida humana precisa ser conhecida na sua realidade, para que assim todos os seres humanos possam se defender dos perigos a que ficam expostos em suas encarnações, simplesmente por ignorância.

Além disso, inúmeros e inúmeros outros acidentes são causados pelos espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior, tais como os acidentes de trânsito, em que uma falange fica situada em determinados pontos das ruas e das estradas para causar acidentes, que os especialistas de trânsito denominam de pontos negros; as quedas das árvores, dos prédios e de vários outros locais; os escorregões desastrosos; e muitos e muitos outros acidentes, todos eles causados em função da má assistência astral.

A figura abaixo mostra um desses acidentes. O domador é habituado a lidar com o animal por ele domado, mas nesse dia entrou na jaula ainda irritado, após haver altercado com um companheiro, pelo qual não podia ocultar o ódio ou o rancor que produzia, sendo vítima dos seus próprios atributos individuais inferiores. Os espíritos quedados no astral inferior estão por toda a parte, sempre na expectativa, aguardando a oportunidade de se associarem àqueles cujos atributos individuais inferiores e relacionais negativos mais se afinem com os seus, como ocorreu com o meu próprio caso, porém, somente através de alguns atributos individuais inferiores que eu deixei conservar estrategicamente em minha alma, para que assim eu pudesse realizar as minhas experiências científicas acerca da baixa espiritualidade. Estando sempre organizados em falanges, fazem de tudo para as desencarnações dos seres humanos com quem mantêm pensamentos afins, para que estes, depois de desencarnados, passem a engrossar as suas hostes, como já é sabido.

Todos aqueles que são toxicômanos ou ébrios passam a fazer parte integrante do astral inferior, após as suas desencarnações. Em decorrência, os espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior são ávidos também por tóxicos e bebidas alcoólicas, por isso eles sempre se aproximam dos encarnados viciados e os intuem para o aumento do consumo, formando o ambiente fluídico propício até para as suas visões nas mais diversas formas que engendram, sendo esta a verdadeira causa do delirium tremens. Daí a razão pela qual esses viciados fazem de tudo para saciar aos seus vícios, cometendo os mais diversos tipos de crimes em busca dos recursos para as suas aquisições.

A figura abaixo mostra a triste figura de um ébrio se segurando em um poste, rodeado da má assistência que trouxe do antro pernicioso de onde saiu. Ele é viciado em bebida porque não possui uma disposição necessária para enfrentar a luta pela vida, sendo, pois, um fraco. Os seus dias trágicos estão sendo preparados por ele mesmo e pela sua perniciosa companhia, pois assim são todos aqueles que vivem sem saber o porquê da existência, que é eterna e universal, como assim não poderia deixar de ser. Poderiam até raciocinar com mais profundidade, mas acham que pensar dá muito trabalho, que pensar dói, por isso preferem permanecer na negligência da vida, porque gostam do meio ambiente em que vivem, por já estarem habituados a ele. E assim a vontade fraca continua sempre na mesma intensidade, debilitando-o cada vez mais, sendo por isso que milhões e milhões de seres humanos perdem encarnações sucessivas, e somente os cataclismos que estremecem o mundo, de vez em quando, conseguem fazer com que parte deles venha a acordar.

Além de serem ávidos por tóxicos e bebidas alcoólicas, os espíritos quedados no astral inferior são também ávidos por sexo e tudo aquilo que satisfaz ao corpo carnal. A explicação para toda essa avidez é que eles são tremendamente materializados, afeitos aos prazeres carnais, pois que assim eram quando encarnados. Desta maneira, para satisfazer aos seus desejos materiais e carnais, apegam-se aos seres humanos que também são materialistas e afeitos aos prazeres carnais, e nessa afinidade conseguem justapor o seu corpo fluídico ao corpo carnal do encarnado, passando a sentir os mesmos prazeres materiais e carnais, como se encarnados estivessem. Deste modo se satisfazem e continuam alimentando aos vícios.

Como mostra claramente a figura abaixo, a assistência astral nas boates, nas casas noturnas, nos bares dançantes, nos cassinos, e tudo o mais do gênero, via de regra, é muito má, muito pesada, por demais deletéria, pois aonde prevalece o vício e a sensualidade, predomina sempre a assistência dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, que adoram a todos esses ambientes, pois que também são afins a eles. Nesses lugares de fumo, de álcool, de drogas ilícitas e de jogo, a conversa tende sempre para o sensualismo. Tudo aí concorre para a atração desses espíritos inferiores, quando então a afinidade dos desencarnados com os encarnados presentes se torna completa. Os pensamentos animalizados dos encarnados são ali poderosamente fortalecidos pelas intuições afins dos desencarnados. São lugares próprios para atrair e passar a ser assistido pelos espíritos obsessores habituais desses ambientes. E depois, nas vidas social e do trabalho, tornam-se os colaboradores mais eficazes das falências materiais e morais que todos presenciam no dia a dia.

As crianças dependem fundamentalmente dos ambientes fluídicos que são formados nos lares pelos pais, principalmente pelas mães, que por essa razão têm que manter os seus lares sempre sadios, limpos dos fluidos deletérios e doentios espargidos pelos espíritos inferiores, por isso elas não devem abandonar aos seus lares em busca da satisfação profissional, tendo que estar presentes nos horários em que os filhos não se encontram nos colégios. A ausência das mães nesses horários constitui um crime de abandono dos próprios filhos, pois que uma mãe sensata e raciocinadora não pode colocar a sua realização profissional acima da educação dos seus próprios filhos.

A figura abaixo mostra uma criancinha adoentada, enquanto a mãe se prepara para um encontro clandestino. Essa tendência leviana é um forte atrativo para os espíritos obsessores quedados no astral inferior. A figuras pretas das cabeças aí estão, envolvendo-a por completo. Na condição de maior vítima desses espíritos inferiores, encontra-se a indefesa criancinha, sujeita a participar da má assistência materna. Os resultados desses ambientes fluídicos podem ser funestos para as criancinhas, daí o fato da ocorrência de numerosas desencarnações na idade infantil, que têm como causa a falta de cultivo da educação materna, os erros de conduta, a ausência dos predicados morais e éticos, e a completa ignorância sobre a vida espiritual.

O espírito encarna com o sexo feminino para ser a rainha do lar, enquanto o homem encarna para ser o rei do mundo, mas ignorando a grandeza do universo que o próprio lar representa, a mulher se arvora da pretensão de ser igual ao sexo oposto, que por sua vez é o rei do mundo, mesmo tendo a consciência de que o seu corpo carnal é delicado e dotado da sensibilidade necessária para perscrutar as almas dos filhos e lhes prover da educação que eles necessitam. Assim, esses espíritos, que encarnaram como mulher, comprometeram-se a proceder quando ainda em plano astral. Mas querendo ser iguais aos homens, elas clamam por liberdade, com tal liberdade se situando no âmbito da sexualidade, das realizações profissionais, muitas vezes exclusivas para o homem, das frequências aos ambientes noturnos, e tudo o mais do gênero, quer dizer, é a estúpida pretensão mundana, quando a verdadeira liberdade se encontra em seus próprios lares. E assim fatalmente elas perdem as suas encarnações.

Em conformidade com a figura abaixo, os caminhos que conduzem uma jovem à encarnação perdida muitas vezes se encontram nas noitadas, as denominadas baladas, em que se revelam os hábitos do fumo e do álcool, às vezes dos tóxicos, que revelam uma vida desregrada. Essa mulher não pode ser uma mãe capaz de conduzir os seus filhos pelo caminho da honra e do dever. A má assistência astral evidencia a decadência e a queda de um espírito transviado que encarnou como mulher.

Ao invés das noitadas, das baladas, as mulheres devem frequentar os ambientes sociais que sejam mais sadios, mais limpos, mais amenos, que sejam frequentados por pessoas do seu nível espiritual, para que assim possam se divertir com tranquilidade, sem maiores preocupações com os fluidos negativos dos ambientes considerados tipicamente noturnos, que se caracterizam como sendo sensualistas. Porém, estando sempre atentas às investidas, pois mesmo esses lugares mais tranquilos contam com a presença de obsedados.

De acordo com o que mostra a figura abaixo, nem sempre se pode impedir que nas reuniões sociais estejam presentes conquistadores contumazes, que se aproveitam da oportunidade para dirigir às senhoras galanteios inconvenientes, com intenções de conquista. Esses indivíduos estão sempre cercados de má assistência astral, como se pode constatar através das bolas negras representadas por espíritos obsessores que estimulam aos seus intentos condenáveis. A senhora que aparece na figura, sendo detentora de excelentes atributos individuais superiores que formam a moral, mantém sempre limpo o ambiente que a cerca, resultando disso que as investidas “dom-juanescas” do “cavalheiro”, não produziram o resultado por ele desejado.

A figura abaixo demonstra com clareza um dos caminhos que levam à obsessão. O homem que é farrista tem frequentemente na sua imaginação a silhueta de mulheres. Se ele for médium vidente, obviamente sem o devido esclarecimento espiritual, poderá ser envolvido por formas que representam a silhueta de mulheres em trajes sensualistas. São os espíritos obsessores quedados no astral inferior que assim se apresentam para se divertirem à custa das inclinações sensuais e mal governadas do indivíduo. E nesse ambiente fluídico em que recebe intuições de insinuações sensualistas, que são muito do seu agrado, ele vai se tornando aos poucos um joguete dessas influências inferiores, sem que de tais sequer se aperceba.

É muito comum os animais irracionais serem dotados de mediunidade da vidência. Para que possam espantá-los, os espíritos quedados no astral inferior engendram formas diversas, inclusive as formas de animais furiosos, como já visto mais acima. A figura posta mais abaixo mostra um cavalo empinando, que o cavaleiro considera como sendo “passarinheiro”, quando, na realidade, o susto que espantou o animal foi causado pela sua mediunidade de vidência, que lhe deu a impressão de que a cobra era real, lançando-se contra ele, quando ela era fluídica. O cavaleiro não pôde enxergar a falsa cobra, pelo fato de não ser médium vidente, e pouco faltou para ser atirado ao solo com violência.

Esses acontecimentos, que também causam sérios acidentes, chegando inclusive a desencarnar aos desprevenidos, poderiam ser evitados, caso os cavaleiros possuíssem a noção da vida fora da matéria e fizessem um preparo mental antes de cavalgarem, para impedir que espíritos maléficos venham perturbá-los durante a cavalgada.

As brigas e as discussões que ocorrem entre aqueles que se encontram em roda de bebidas e participando de outros hábitos decorrentes dos vícios, as brigas e as discussões no ambiente de trabalho, no trânsito, nos jogos de futebol, e até entre familiares e amigos, inclusive nos próprios lares, são todas ocasionadas pelos espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior.

A figura abaixo mostra dois contendores em acalorada discussão, agredindo-se mutuamente. Os espíritos obsessores quedados no astral inferior aí estão, pressurosos, envolvendo a ambos, em vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas, estimulantes de ódio e de rancor, ansiosos por obterem um desfecho funesto.

Os espíritos quedados no astral inferior geralmente tendem a manter a mentalidade que tinham quando encarnados. E se tornam ainda muito mais perigosos e nocivos aos seres humanos ao descobrirem as suas condições de desencarnados, quando então tomam ciência dos poderes que detêm e das ações de que são capazes de realizar, tanto em relação aos demais espíritos desencarnados, que como eles se encontram quedados no astral inferior, como em relação aos encarnados. Por isso, conforme já exposto, eles passam a viver em aglomerados, como cidades medievais, com reis, presidentes, políticos, juízes, policiais, papas, sacerdotes, e outros cargos, com todos exercendo as suas funções em conformidade com as mentalidades que tinham quando encarnados. E assim eles formam inúmeras e inúmeras falanges, em conformidade com as suas próprias afinidades. Vejamos alguns exemplos das mentalidades desses espíritos quedados no astral inferior:

  1. Aqueles que são ansiosos pelo poder e que possuem um maior adiantamento espiritual em relação aos demais que se agregam em suas hostes, passam a ser os chefes das falanges, colocando-se nas posições de reis, presidentes, e outras similares, não esquecendo dos anjos negros que pertencem às falanges de Jeová, o deus bíblico, e de Alá, o deus alcorânico. Estes tendem a obsedar aos chefes de Estado e aos poderosos;
  2. Aqueles que eram políticos corruptos e demagogos, os traidores da pátria, tendem a obsedar aos políticos que têm afinidades com eles;
  3. Aqueles que eram funcionários públicos corruptos, também traidores da pátria, tendem a obsedar aos funcionários públicos que têm afinidades com eles;
  4. Aqueles que eram traficantes de drogas, tendem a obsedar aos traficantes que têm afinidades com eles;
  5. Aqueles que eram ladrões, arrombadores, estelionatários, assaltantes, latrocidas, assassinos, estupradores, sequestradores, tendem a obsedar aos da mesma laia que têm afinidades com eles;
  6. Aqueles que eram ávidos por noitadas, por sexo, por fumo, por bebidas alcoólicas, por drogas ilícitas, tendem a obsedar aos orgíacos que têm afinidades com eles;
  7. Aqueles que eram traidores dos maridos, os espíritos que encarnaram com o sexo feminino, tendem a obsedar às mulheres casadas que têm afinidades com eles;
  8. Aqueles que passaram algum tempo doentes em leitos de hospital, tendem a permanecer nesses locais, obsedando aos que têm afinidades com eles;
  9. Aqueles que eram infelizes em seus lares, tendem a adentrar nos diversos lares e obsedar aos que têm afinidades com eles;
  10. Aqueles que eram partidários de brigas, intrigas, confusões, fofocas, e tudo o mais do mesmo gênero, tendem a obsedar aos que têm afinidades com eles;
  11. Aqueles que eram empresários e executivos de altos escalões, os denominados tubarões da economia, tendem a obsedar aos que têm afinidades com eles;
  12. Aqueles que eram funcionários da iniciativa privada, os que eram invejosos, despeitados, os que queriam subir de cargo a todo custo em detrimento dos colegas, tendem a frequentar os locais de trabalho e obsedar aos que têm afinidades com eles;
  13. Aqueles que eram perturbados, ou loucos, e que viviam nos hospícios, nos manicômios, tendem a frequentar a esses locais e obsedar aos que têm afinidades com eles;
  14. Aqueles que eram sacerdotes e fanáticos credulários, afeitos aos inúmeros e inúmeros credos e seitas que pululam por esse mundo afora, tendem a obsedar aos que têm afinidades pelos credos e seitas, a fim de arrebanhá-los para os credos e seitas das suas preferências, e, quando já arrebanhados, frequentam essas igrejas, com o objetivo de intuí-los para fanatizá-los, tornando-os escravos da classe sacerdotal;
  15. Aqueles que eram desenvolvidos criptoscopial e intelectualmente, religiosos e cientistas, respectivamente, os eruditos, os detentores de maior cultura, tendem a obsedar aqueles que são mais desenvolvidos espiritualmente, tendo ou não afinidades com eles, uma vez que desejam dar vazão às suas tremendas vaidades, além de os intuírem para as tecnologias nocivas, pois que têm os privilégios das suas visões astrais.

Estas são as quinze principais mentalidades dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, que são mentalidades análogas aos espíritos que ainda se encontram encarnados, portanto, aos seres humanos, com o agravante de que eles conseguem a visão das auras dos encarnados, o que lhes permite perscrutar as suas tendências, as naturezas dos seus sentimentos e pensamentos, e os seus desejos desordenados, tornando-os verdadeiramente perigosos. Daí a importância fundamental das vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas procedidas nas casas racionalistas cristãs, nos lares, e nos outros ambientes em que elas se fizerem necessárias, para a limpeza do corpo fluídico e para o afastamento desses espíritos inferiores.

Todos os sacerdotes são tremendamente obsedados pelos espíritos quedados no astral inferior. Os macumbeiros, chefes de terreiros, são uma espécie de sacerdote. A figura abaixo mostra alguns espíritos inferiores expondo ao macumbeiro as figuras que sabem engendrar para servirem às suas ordens. Como geralmente esses macumbeiros são médiuns videntes e ouvintes, apreciam as habilidades dos seus auxiliares desencarnados, para depois melhor aproveitar nos seus “despachos”. Ao alto e à direita, um desses espíritos forja uma figura de “guia”, da qual muito se servem os obsessores para ludibriar aos incautos e ignorantes. O macumbeirismo pratica as ações mais nefastas e criminosas, com o auxílio da baixa classe de espíritos quedados no astral inferior. Muitos sacerdotes são também médiuns videntes e ouvintes.

Todo o Universo é fluídico. Então logicamente este mundo Terra não poderia deixar de ser também fluídico. Esses “despachos” originados da macumba, as macumbas realizadas contra as pessoas, os cultos para cangar aos inimigos, e tudo o mais do gênero, não têm o mínimo efeito nas vítimas, desde que estas não comam e nem bebam aquilo que lhes for oferecido, uma vez que os alimentos e as bebidas se encontram impregnados de fluidos grosseiros e doentios, os quais foram espargidos por esses espíritos quedados no astral inferior e que se encontram ao serviço desses macumbeiros cangueiros.

Quando também os lares não são psiquicamente limpos através das vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas, dirigidas a Deus e ao Astral Superior, os espíritos quedados no astral inferior vagueiam por eles, que assim, na falta de qualquer ocupação, praticam todo o mal que podem conseguir, inclusive o de impregnar os alimentos de fluidos pestíferos, repletos de miasmas deletérios, que produzem as enfermidades mais variadas, mormente se os que ingerirem tais alimentos tiverem o organismo já um tanto combalido. Assim se manifestam, numerosas vezes, as enfermidades nos lares, sem que os clínicos possam determinar as suas causas. Somente quando os ensinamentos racionalistas cristãos estiverem realmente divulgados, sendo aceitos também pela comunidade científica, é que os porquês de muitos fatos serão melhor compreendidos pela nossa humanidade. A figura abaixo mostra esta ação desses espíritos obsessores.

O lar é o local mais sagrado que existe na face da Terra, por isso os pais, que são os chefes de família, e as mães, que são as educadoras da sua prole, têm por obrigação se esclarecerem acerca da alta e da baixa espiritualidades, não deixando se arrebanhar por qualquer dos credos e seitas que pululam por esse mundo afora, portanto, não frequentando qualquer das suas igrejas, e nem permitindo o assédio da classe sacerdotal, pois que toda ela se faz acompanhar por espíritos obsessores quedados no astral inferior, por isso a classe sacerdotal é a mais perigosa de todas as classes sociais humanas, pois que semeiam a ignorância em todos os recantos do mundo, com o intuito de encabrestar aos incautos, com o fim do enriquecimento ilícito. Os pais devem zelar do mesmo modo pelos seus filhos.

Caso os pais não ajam assim, as forças do astral inferior, impregnadas de maus fluidos, todos doentios, por serem cheios de miasmas deletérios, passam a frequentar aos seus lares, deixando parte desses fluidos nos alimentos, propositadamente, a fim de produzirem as enfermidades mais variadas naqueles que os ingerem, sem que as vítimas se apercebam das suas verdadeiras causas. Os lares em que os sentimentos superiores e os pensamentos positivos não predominam, encontram-se expostos à ação livre e desenfreada dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, como mostra a figura abaixo.

Geralmente os médiuns videntes e ou ouvintes são ignorantes acerca da vida espiritual, principalmente acerca da baixa espiritualidade, quando não assim, encontram-se ao serviço dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, em qualquer das modalidades dos seus credos e seitas, seja no kardecismo, na umbanda, no quimbanda, ou outra das suas modalidades.

Assim, quando os espíritos obsessores constatam a mediunidade da vidência em algum ser humano, eles passam imediatamente a persegui-lo. A figura abaixo mostra as figuras atemorizantes em que eles se transformam, por saberem do efeito terrível que elas produzem na infeliz vítima. Por isso, os hospitais psiquiátricos e os hospícios andam cheios de doentes mentais, que são médiuns videntes e ou ouvintes, ou de incorporação, além de outros médiuns que possuem a vontade fraca, obedecendo às intuições dos obsessores, com a Medicina andando às tontas sem que os seus estudiosos consigam detectar as causas de tudo isso, pelo fato de pesquisarem o cérebro, ao invés da espiritualidade.

Todo e qualquer ser humano que produz sentimentos inferiores e pensamentos negativos, obviamente que também produz vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas de baixíssimo nível, que emanam da sua aura, e logo são detectadas pelos espíritos obsessores quedados no astral inferior, que passam de imediato a persegui-lo.

Os médiuns videntes que são esclarecidos, e que por isso mantêm limpos os seus corpos fluídicos, podem observar as ações dos espíritos obsessores quedados no astral inferior envolvendo a esse tipo de ser humano, ao produzir sentimentos inferiores e pensamentos negativos. A figura abaixo mostra as bolas pretas, que nada mais são do que espíritos malignos no seu estado normal. A cor negra é denunciadora dos sentimentos inferiores e dos pensamentos negativos, portanto, baixos, perversos, odiosos. A transformação que o espírito maléfico opera em si mesmo, tem como ponto de partida a bola preta, quando o ódio é tamanho que ele perde até a capacidade de pensar. Desta forma é que ele parte para se transformar em carantonhas, em monstros ou em outras figuras aterradoras quaisquer.

E a perseguição continua, contínua, intensa, sem tréguas para a vítima, que sendo ignorante acerca da vida espiritual, termina por sucumbir ao assédio constante dos espíritos obsessores. Tendo sucumbido, esses espíritos obsessores passam a engendrar as mais terrificantes figuras, além de interferir predominantemente nos seus sentimentos e nos seus pensamentos, como que se apossando de todo o ser do obsedado, que assim fica à mercê dos seus obsessores. Nestas ocasiões, surge aquilo que a Medicina denomina de surto psicótico, pelo fato dos seus estudiosos ignorarem completamente a vida fora da matéria.

Eis, pois, o triste estado a que chegou o obsedado, envolvido pelos espíritos obsessores quedados no astral inferior, transformados nas mais variadas formas, conforme mostra a figura abaixo. Geralmente os sentimentos inferiores e os pensamentos negativos, provenientes dos órgãos mentais, que são comandados pelos atributos individuais inferiores e pelos atributos relacionais negativos, além dos vícios e outras mazelas, decorrentes da fraca vontade do obsedado, são sempre os veículos de atração dos obsessores. Para afastá-los, existe somente um meio: as modificações dos sentimentos inferiores e dos pensamentos negativos, com o abandono dos vícios e de outras mazelas. Deste modo, é o próprio obsedado que terá de se valer a si mesmo, com o auxílio de seres humanos de boa vontade, que sejam esclarecidos, e nunca à custa exclusiva do esforço alheio, pois que o esforço tem que partir do próprio obsedado.

Os ambientes dos hospitais psiquiátricos e dos hospícios agravam ainda mais o estado psíquico do obsedado. Todos os psiquiatras e psicólogos que não se dispõem a se esclarecer sobre a vida fora da matéria, cometem um crime terrível contra a nossa humanidade, pelo fato de se disporem a tratar dos doentes mentais sem que também se disponham a investigar e a pesquisar com denodo a espiritualidade, optando por medrar sempre na matéria, que não existe. E assim eles procedem por simples covardia, pelo fato de terem um medo terrível de serem ridicularizados pelos colegas de profissão, demonstrando deste modo um tremendo preconceito em relação à própria profissão que exercem.

Para mim, que já fui tratado por vários desses profissionais, pois os meus familiares e amigos sempre consideraram que eu era um doido, um perturbado, um obsedado comum, além de outros adjetivos que também me deram, sendo todos contundentes, o que nunca me importou, pois que eu me encontrava em cumprimento estrito da minha missão neste mundo, esses tais profissionais que atuam na área da saúde não passam de uns verdadeiros charlatães, sendo todos impostores, exploradores da boa-fé do público. E o que é pior: falam somente asneiras!

Porém, nem todos os loucos têm a mediunidade da vidência desenvolvida, alguns têm a mediunidade da audição, outros têm a mediunidade da incorporação, e muitos que enlouquecem têm a força de vontade praticamente nula. Mas todos têm a força de vontade mal-educada, sendo carentes da indispensável disciplina que deve regular as suas vidas no cotidiano da vida. Em consequência, sofrem o que a figura abaixo ilustra. Muitas vezes o obsedado chega ao enfurecimento, na ânsia por se ver livre dessas terríveis influências oriundas dos espíritos obsessores quedados no astral inferior.

Desde que o obsedado adquira a força de vontade necessária para se curar, por conseguinte, para se ver livre dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, valendo-se dessa sua força de vontade, ou seja, de si mesmo, do seu próprio esforço, pois que o esforço alheio é improfícuo, mas contando com o auxílio de seres humanos de boa vontade, que sejam esclarecidos, ele poderá ser curado. E somente assim ele poderá ser curado, pois que os tratamentos adotados pela ciência oficial são todos ineficazes, uma vez que sendo medrosos e covardes os seus profissionais, não podem jamais com esses atributos individuais inferiores promover qualquer tipo de cura nos doentes mentais, como todos disso são plenamente cientes.

Na figura abaixo, vê-se o esforço que o obsedado emprega para se libertar, em uma das suas crises de fúria. As bolas pretas evidenciam a presença de espíritos obsessores quedados no astral inferior. Quatro homens bem-intencionados, mas que podem ser três, ou mesmo apenas dois, de boa formação moral e ética, conhecedores da disciplina racionalista cristã, são suficientes para livrar um obsedado dos espíritos obsessores. O poder das vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas a Deus e ao Astral Superior se faz sentir nas ações desses homens honrados, limpando com rapidez o ambiente em que se encontra o infeliz obsedado, porque essas vibrações, radiações e radiovibrações produzidas por eles se encontram em harmonia com o Todo, estabelecendo a ligação com os espíritos que integram o Astral Superior, sendo por isso altamente esclarecidos, deste modo formando uma corrente que atrai e arrebata tais espíritos perturbadores para os Mundos de Luz que lhes são próprios, que decaídos no astral inferior estavam envoltos nas negruras das suas mazelas, que tantos males causam à nossa humanidade.

O quadro abaixo mostra o estado de angústia em que se encontra o obsedado, diante da perseguição que lhe move a falange obsessora. As figuras monstruosas que se veem na gravura, surgem diante dos seus olhos amedrontados como se fossem realmente reais, em função da extrema materialidade, e não como se fossem fluídicas, fazendo-o acreditar que precisa se defender dos ataques dos espíritos obsessores. Em função disso, ele tenta de todas as maneiras se defender dos golpes que o ameaçam, o que faz com que ele mais ainda se perturbe. Porém, com a formação da corrente fluídica das práticas racionalistas cristãs, em torno do obsedado, todos esses espíritos obsessores são arrebatados pelo Astral Superior para os seus respectivos Mundos de Luz de origem, onde recebem os devidos esclarecimentos e não mais retornam ao planeta Terra, se não para reencarnarem, a fim de reiniciarem a evolução espiritual que se encontrava paralisada pelo mau uso que fizeram do livre arbítrio.

A desobsessão não ocorre de um dia para o outro, sendo, pois, gradativa, uma vez que o corpo fluídico, ou perispírito, ou corpo astral, ou duplo etéreo, do obsedado, encontra-se muito sujo, impregnado em demasia dos fluidos pestilentos e nocivos que foram espargidos pelos espíritos obsessores, por isso tem que ser limpo gradativamente, através das vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas produzidas pelos homens de boa vontade, que o auxiliam na sua recuperação, formando o ambiente fluídico adequado para essa limpeza. Além do mais, a recuperação do obsedado depende também dos ensinamentos espirituais que for apreendendo e da força de vontade que vai empregando em sua recuperação.

Sendo posto em alguma atividade que seja útil, para que não possa estar ocioso, como ficam os doentes mentais nos hospitais psiquiátricos e nos hospícios, à medida que o obsedado for sendo esclarecido e empregando cada vez mais a sua força de vontade, pouco a pouco começa a compreender o que se passa com ele, e assim, mais calmo, vai se impressionando menos com tudo aquilo que vê ao seu redor. É quando começa a combater o erro do seu antigo modo de produzir sentimentos inferiores e pensamentos negativos, que se refletiam nas suas ações, quando então principia a sua reeducação mental, o fortalecimento da sua vontade e caminha célere para o completo restabelecimento e a desfrutar uma nova vida.

Nos momentos em que o obsedado ainda se sente impotente para se libertar das influências malignas dos espíritos obsessores, os que se encontram no auxílio da sua recuperação devem sempre intervir, pois que estão em boas condições psíquicas para a formação higiênica do ambiente fluídico, portanto, para a limpeza astral. Deste modo, assim que a corrente fluídica se estabelece, todas essas influências malignas desaparecem, pelo fato de serem removidas pelos espíritos integrantes do Astral Superior. Assim, enquanto não ocorrer o restabelecimento por completo do obsedado, por intermédio do seu esclarecimento espiritual e da utilização da sua força de vontade, outras influências malignas dele se aproximarão, razão pela qual as normalizações às vezes são tão lentas. A figura abaixo mostra o momento em que o obsedado ainda se sente impotente em relação às influências malignas, e a intervenção dos homens de boa vontade que se encontram em seu auxílio.

Enquanto o obsedado estiver cooperando com a sua própria desobsessão, fazendo uso da sua força de vontade e se esforçando por apreender os devidos esclarecimentos acerca da vida espiritual, o processo da sua normalização tem que continuar o seu curso, pois assim a sua cura poderá ser considerada como certa.

A figura abaixo mostra o mesmo enfermo que se apresenta mais lúcido na fase final da desobsessão, já então podendo reagir contra as más influências dos espíritos obsessores, apenas ainda se ressentindo da vida anímica que os espíritos inferiores lhe sugaram, estando ainda combalido organicamente dos efeitos da perturbação sofrida. Dois homens esclarecidos, de mente sã, conduzem-no ao treino das vibrações magnéticas, radiações elétricas e radiovibrações eletromagnéticas. Esta prática sendo assídua e em conformidade com a disciplina racionalista cristã, passa a ser uma garantia eficaz para ele, pois, por esse meio, não mais voltará a se obsedar, tornando-se então um ser humano útil a si mesmo e à coletividade.

Com o processo da normalização do obsedado continuando o seu curso, o resultado de tudo isso é a devida cura do enfermo. Agora, estando já perfeitamente normalizado, o ex-obsedado deve procurar aprofundar os seus conhecimentos espirituais, lendo, estudando e meditando acerca das terríveis experiências pelas quais passou, a fim de que assim possa se conduzir na vida com o melhor aproveitamento possível, uma vez que agora ele pode coordenar os conhecimentos que está adquirindo com as experiências sofridas. Viver pode ser até fácil, pois que todos vivem, mas o difícil é saber viver, em conformidade com os padrões espirituais, ou seja, em conformidade com as leis espaciais, os princípios temporais e os preceitos universais, integrando-se totalmente à natureza, que não contém a matéria e nem o sobrenatural, pois que ambos não existem.

E saber viver não é nada difícil, desde que o ser humano seja esclarecido acerca da espiritualidade, para que então possa se conduzir pelos caminhos da ordem, da disciplina e do progresso, como assim determina a evolução espiritual. Com esta explanação acerca de A Filosofia da Administração, tudo isso se encontra agora ao alcance de todos, inclusive da comunidade científica e da classe sacerdotal, para que todos aprendam e passem a dar um maior trato ao raciocínio, traçando as normas que regulam a conduta humana de acordo com as leis espaciais, os princípios temporais e os preceitos universais, e assim, postos à margem das perturbações, das mazelas, dos vícios, dos crimes, e tudo o mais do gênero, portanto, livres dos obsessores, como agora se encontra o ex-obsedado estudando o Racionalismo Cristão, como mostra a figura abaixo.

 

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