20- A NOSSA FORMAÇÃO ASTRAL

Prolegômenos
17 de julho de 2018 Pamam

É sabido que nós não somos originários do mundo Terra, que é apenas um mundo-escola no qual nós encarnamos para que possamos proceder à nossa evolução espiritual, assim como também proceder a evolução dos seres que formam o planeta e ainda proceder a evolução dos demais seres infra-humanos que para ele vêm com o objetivo de igualmente evoluir, para que assim possa haver ainda uma interação universal em um único mundo, razão pela qual ele é denominado de mundo-escola, embora depois essa interação universal vá deixando aos poucos de se realizar, em razão do próprio processo da evolução, pois quando os seres hidrogênios evoluírem para o estágio seguinte, passando para a condição de seres hélios, não mais interagirão em seu próprio mundo com os seres hidrogênios, pois serão eles que se deslocarão do seu mundo para um outro mundo formado por seres hidrogênios, assim como os seres hélios vêm para este mundo que ainda é formado por seres hidrogênios.

Então a vida começa com os seres mais imperfeitos que existem no Universo, que são os seres hidrogênios, os quais formam este mundo Terra, estendendo-se até nós que somos seres humanos, uma vez que somos espíritos originários dos nossos Mundos de Luz, dos mundos os quais somos realmente originários, consoante o estágio evolutivo em que nos encontramos no processo da evolução, e que aqui nos encontramos temporariamente encarnados.

Mas os seres humanos ainda não possuem uma mínima noção acerca do que seja realmente a vida, que se realiza na existência eterna e universal, pois que eles raciocinam apenas através das suas imaginações, naquilo que os olhos da matéria veem, cuja visão é apenas de corpos formados por átomos, moléculas e outros seres infra-humanos, e nada mais. E como os seus raciocínios ainda são por demais elementares, pelo fato deles raciocinarem apenas com base naquilo que se encontra a lhes rodear, cujo rodeamento eles restringem em função deste próprio planeta em que estão temporariamente a habitar, torna-se óbvio que assim continuando eles jamais teriam a noção do que seja verdadeiramente a vida, em seu verdadeiro teor posto pela existência eterna e universal, que revela todo o esplendor da natureza.

O fato é que todos os seres possuem vida, sem que haja uma única exceção sequer, já que não existe a matéria, que não passa de uma ilusão, pois que todos os seres vêm do Ser Total, para que possam evoluir pelo Universo, adquirindo parcelas das propriedades da Força e da Energia, posteriormente da Luz, ao se tornarem espíritos. O grande problema em relação à definição da vida, é que os seres humanos se encontram cativos do ambiente terreno, e assim eles raciocinam somente em função daquilo que veem diretamente com os olhos da cara, e através destes não poderão jamais enxergar a realidade para que possam definir a vida naquilo que ela possui de real e verdadeiro.

Em sendo assim, torna-se preciso que os seres humanos sejam esclarecidos acerca das suas formações astrais, que são comuns também a todos os demais seres infra-humanos. Quando eu me refiro à nossa formação astral, quero com isso dizer que todas as coisas que existem são universais, mesmo sendo locais, como são os seres hidrogênios, ou seja, restritas a este mundo Terra, ou mesmo a qualquer outro mundo, pois que todas as coisas evoluem, uma vez que todas são universais. Deste modo, a nossa formação astral designa que todas as coisas que existem, sendo universais, têm as suas formações comuns umas às outras, pois que somos as coisas celestiais, habitantes únicos do Universo, pois que somente os seres existem, dos seres hidrogênios, que são os mais imperfeitos de todos, e que formam este mundo Terra, que se encontram na companhia dos demais seres vindos de outros mundos, aos seres humanos, vindos dos seus Mundos de Luz, nas suas qualidades de espíritos, e não de corpos carnais, que por sua vez são formados por outros seres menos evoluídos. Daí a razão pela qual a nossa existência é eterna e universal.

Os astros podem ser considerados como sendo todos os mundos que existem e que rolam pelo Universo, com a exceção das estrelas, que não são mundos, mas sim as inúmeras e inúmeras combinações que existem entre as propriedades da Força e da Energia, que possuem os seus próprios padrões de cores em todas essas combinações, fornecendo assim cada uma dessas combinações as coordenadas do Universo, consoante cada um desses padrões de cores, que mantêm sob as suas égides os mundos que lhes correspondem. E os mundos que existem e que se encontram sob a égide de cada uma das coordenadas do Universo, são formados por seres, o que implica em dizer que a nossa formação é astral, portanto, sideral, pois que relativa aos astros, ou própria deles.

É somente assim que se pode compreender e definir a vida, que é comum a todos os seres, no contexto da existência eterna e universal, pois que todos os seres evoluem em demanda de Deus, do nosso Criador, do Todo, também muito propriamente denominado de Inteligência Universal, já que também somos todos inteligências. Mas os seres humanos não possuem qualquer noção acerca das suas existências eternas e universais, assim como também das dos outros seres, pois que procuram definir a vida tendo como posto de observação o próprio mundo em que temporariamente habitam, tornando assim impossível a sua verdadeira definição.

Então eu me vejo na obrigação de primeiramente expor, em resumo, aquilo que os seres humanos conseguiram expor das mais variadas maneiras em relação à definição de vida, sendo tudo isso originário das suas próprias imaginações, pelo que obviamente eles não conseguiram chegar a conclusão alguma, com essas representações imaginativas sendo todas divergentes umas das outras, razão pela qual não existe um mínimo consenso entre eles e nem mesmo entre os estudiosos do assunto, pois que tudo isso é posto no âmbito da irrealidade; para somente depois explanar o que seja a vida na realidade, conforme a razão, definindo-a, tendo para tanto que explanar a nossa formação astral.

Este planeta Terra faz parte integrante do Universo, que se encontra sob a égide de uma estrela denominada de Sol, que tem o seu próprio padrão de cor, e que por isso estabelece e fornece uma das coordenadas do Universo, que se encontra contido no Todo, uma vez que o Todo é o Ser Total — de onde nós somos provenientes, as Suas partículas individualizadas —, assim como também a Força Total, a Energia Total e a Luz total.

Note-se que os seres humanos têm como o único posto de observação para os seus estudos a parte em que ora se encontram temporariamente a habitar, que é o próprio mundo Terra, para tentar definir a vida que nele existe e daí comprovar a vida que existe no contexto do Universo, que é parte da formação do Todo. E assim as posições em relação aos postos de observações se encontram invertidas, com eles querendo partir da parte para o Todo, quando deveriam partir do Todo para a parte, caso raciocinassem com um pouco mais de lógica e de racionalidade.

Enquanto que eu, na condição de explanador do Racionalismo Cristão, encarnei como cientista, depois me tornei um saperólogo e, posteriormente, tornei-me um ratiólogo, um ser universal, tendo então, de modo inverso aos demais seres humanos, os muitos postos de observações nas coordenadas do Universo, uma vez que assim, observando do Todo para a parte com a minha luz astral, eu reúno as condições apropriadas para definir a vida em seu contexto universal. Aquele que possui um mínimo de senso racional, em consonância com a mais elementar das lógicas, pode racionar com acerto para ajuizar quem realmente se encontra a observar verdadeiramente sob o ponto de vista da realidade: se aqueles que observam da parte para o Todo, ou se aquele que observa do Todo para a parte. E mais: constatar qual seja a autêntica visão, se a da luz astral ou a dos olhos da cara.

 

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