20.03- A vida consoante a realidade universal

Prolegômenos
17 de julho de 2018 Pamam

Qual é a origem do ser humano? Ora, se os seres humanos que detêm as maiores mentalidades do mundo em todos os tempos, como nos tópicos postos acima, não conseguem ao menos definir o que venha ser a vida, torna-se óbvio que eles também não conseguem saber qual seja a origem do ser humano. Tudo isso e muito mais que dizem respeito aos segredos da vida e aos enigmas do Universo somente podem ser desvendados por intermédio dos tratados superiores, em que a Veritologia trata da verdade, a Saperologia trata da sabedoria, e ambas são coordenadas pela Ratiologia, que trata da razão. Assim, somente com a verdade estando coordenada com a sabedoria, por intermédio da razão, é que se pode alcançar o Saber, por excelência, através do qual as parcelas do Saber devem aprofundar os conhecimentos metafísicos e as experiências físicas universais, consoante as suas próprias especialidades. Tendo que ser racionalmente assim, necessariamente assim, obrigatoriamente assim, pois que de outra maneira jamais poderia ser, como realmente não é, como todos estão lógica e racionalmente comprovando.

Mas para que eu consiga explicar lógica e racionalmente a origem do ser humano, eu vou me deparar, necessária e obrigatoriamente, com duas vertentes, quais sejam:

  1. A explicação do seu corpo carnal: esta vertente diz respeito aos seres deste e de outros mundos que formam o corpo carnal humano, mas que todos eles são alheios ao próprio ser humano, já que cada ser tem a função que lhe é própria e inerente;
  2. A explicação da sua composição astral: esta vertente diz respeito à realidade do ser humano, no âmbito da espiritualidade, em que o seu verdadeiro “eu” se manifesta por intermédio do seu corpo carnal, com todos os seres que o formam agindo em um verdadeiro sincretismo fisiológico.

No contexto da vida consoante a realidade universal, estas duas vertentes se coordenam em uma perfeita harmonia com vistas ao cumprimento do maior de todos os preceitos universais, que é a evolução de todos os seres pelo Universo, partindo do ser mais imperfeito que existe, que é o ser hidrogênio, ao ser humano, que é o ser menos imperfeito que existe, pelo fato dele ser puro espírito, pois que todos os seres que habitam o Universo têm em comum a sua origem no Ser Total, no Criador, em Deus, no Todo, que é a Inteligência Universal, e a Ele têm que retornar ao final providos de moral e ética, portanto educados, estando por fim perfeitos. É por isso que a Divindade é também denominada de Inteligência Universal, pois que tal como Ela todos os seres são inteligentes, cujos graus de inteligência são diretamente proporcionais aos seus estágios evolutivos, daí a razão pela qual as suas inteligências se encontram em ascensão para a própria Inteligência Universal.

No entanto, no estágio evolutivo inicial, como no caso dos seres hidrogênios, que são os seres mais imperfeitos que existem no Universo, o grau de inteligência é tão ínfimo que os seres humanos não conseguem percebê-lo e nem compreendê-lo, por conseguinte, não conseguem avaliá-lo, daí a razão pela qual tanto eles como os demais seres atômicos, assim como os seres moleculares, são considerados como se fossem os constituintes da matéria, sendo esta a razão pela qual a matéria não passa de uma ilusão.

Em sendo assim, eu vou explanar cada uma destas duas vertentes, para que assim possa depois definir o que seja a vida, comprovando desta maneira que a vida universal tem apenas uma definição, nada mais do que apenas uma definição, embora deva ser considerado que o modo de vida varia em conformidade com o grau evolutivo em que o ser se encontra no processo da evolução. Assim, os seres atômicos possuem modos de vida diferentes entre si e dos seres moleculares, que por sua vez possuem modos de vida diferentes entre si e dos seres celulares, e assim por diante, quando então se pode comparar perfeitamente os modos de vida diferentes dos seres primatas irracionais com os modos de vida dos seres primatas racionais, no caso destes últimos os seres humanos. Desta maneira, cada ser tem uma função que lhe é própria e inerente no contexto universal. No entanto, a definição de vida é comum para todos eles.

Na primeira vertente, em relação ao corpo carnal, este vem sendo para a nossa humanidade a expressão mais forte da vida dos seus integrantes, desde as nossas primeiras civilizações, perpetuando-se tal expressão até aos dias de hoje, como se os seres humanos fossem realmente formados de carne e osso, tendo as suas existências limitadas a apenas uma encarnação, a um breve período neste mundo-escola.

No entanto, no âmbito da atomicidade, é sabido que o corpo humano é composto basicamente de hidrogênio, carbono, oxigênio, nitrogênio, enxofre e sais minerais, inclusive o famoso cloreto de sódio, o comum sal de cozinha. Encontram-se no corpo humano treze elementos, dos quais cinco são gasosos e oito são sólidos, e que um ser humano de 76 quilos, aproximadamente, representa 44 kg de oxigênio, 1,73 kg de nitrogênio, 0,6 kg de flúor, 22 kg de carvão, 0,8 kg de fósforo, 0,1 kg de enxofre, 1,75 kg de cálcio, 0,08 kg de potássio, 0,05 kg de magnésio e 0,05 kg de ferro, segundo Alfred Erny, em sua obra Psiquismo Experimental. E agora eu indago: o ser humano é realmente isso? Caso algum cientista venha a afirmar que sim, então que ele tente juntar todos esses elementos e passe a produzir seres humanos às dúzias, em escala crescente de produção, sem a necessidade da técnica da clonagem. Todos sabem que o ser molecular água é formado de dois seres hidrogênios e de um ser oxigênio. E agora eu indago novamente: o ser molecular água é isso? É claro que não, pois que aqui temos quatro seres distintos uns dos outros.

Ora, caso fosse realmente assim, o ser humano em um determinado momento seria um, após sete anos seria outro, após mais sete anos seria também outro, após mais sete anos seria ainda outro, e assim por diante, pois que o seu corpo humano se renova de sete em sete anos. Mas como assim não é, e como jamais poderia assim ser, ele continua sendo sempre o mesmo, pois que ele é espírito, que tem alma, e não carne e osso. Luiz de Mattos, em sua obra Cartas ao Cardeal Arcoverde, a página 249, afirma o seguinte:

Nada se perde na natureza, porque nada morre, tudo se transforma: a matéria A é substituída pela matéria B, à medida que os anos vão passando, e mais diafanizada vai se tornando a matéria organizada nos corpos componentes dos diversos reinos da natureza; e é por isso que ele se renova de sete em sete anos, quando constituindo corpos humanos, o que sucede também com os outros viventes”.

E não é somente Luiz de Mattos quem faz essa afirmativa, uma vez que ela é proveniente da própria ciência, que foi quem realmente constatou a este fato. Antônio Cottas, em sua obra Cartas Doutrinárias de 1964 e 1965, a página 192, vem comprovar tudo isso, quando afirma da seguinte maneira:

A ciência afirma que as células se renovam de dois em dois anos, e o corpo se renova totalmente de sete em sete anos”.

O fato dos estudiosos procurarem a definição de vida partindo dos corpos organizados através dos seres atômicos e dos seres moleculares, sem ao menos atentarem para o elemento que organiza e mantém coesos esses seres, integrando-os uns aos outros, é uma falha grosseira de raciocínio, que se situa no campo do materialismo. E como os materialistas somente conseguem observar os fatos e os fenômenos da vida por intermédio dos olhos da cara, pois que ignoram completamente a luz astral que possuem, então tudo aquilo que eles julgam conhecer se refere diretamente à matéria, em sua ilusão, daí a existência do positivismo, que não passa de uma forma de materialismo. Farias Brito, em sua obra Finalidade do Mundo – 1° volume, as páginas 61 e 62, fornece uma ideia precisa a respeito do assunto, quando afirma o seguinte:

É preciso, contudo, observar que o materialismo e o positivismo têm um ponto de contato: é que o objeto do conhecimento é para um e outro uma só e mesma coisa — a matéria. Distinguem-se nisto: a matéria, para o materialista, é tudo o que existe; e para o positivista, tudo o que pode ser conhecido. O materialista não admite o incognoscível, mas somente o desconhecido; o positivista, porém, faz disto o seu ponto de partida e o distintivo das suas ideias. Em outros termos: a matéria, para o materialista, é a coisa em si, ao passo que para o positivista é, simplesmente, fenômeno. Entretanto, visto como o objeto do conhecimento é o mesmo para ambos, embora considerado sob pontos de vista diferentes, a consequência geral é que o materialismo e o positivismo coincidem inteiramente na prática. Daí vem a confusão que tão geralmente se faz entre positivistas e materialistas”.

Já o idealismo considera a ideia como sendo o princípio ou só do conhecimento, ou do conhecimento e do ser, o que leva os idealistas a considerarem somente como certas as ideias do “eu”, avaliando em mera aparência a existência do mundo corpóreo, caracterizando uma das razões pelas quais os seres humanos ainda não fazem a mínima ideia do que venha a ser a própria ideia.

Mas o fato é que os conhecimentos metafísicos acerca da verdade são captados do Espaço Superior, através do criptoscópio, e as experiências físicas acerca da sabedoria são criadas no Tempo Futuro, através do intelecto, com estas devendo ser correspondentes àqueles, quando então a consciência coordena aos dois outros órgãos mentais e possibilita formar uma concepção acerca do Universo, formulando as ideias universais, sendo este o verdadeiro idealismo. Neste caso, a ideia universal é que os seres são partículas de Deus, que evoluem por intermédio das propriedades da Força e da Energia, formando os seus corpos fluídicos, ou as suas almas, partindo do ser atômico até ao ser humano, quando neste estágio evolutivo o seu corpo fluídico pode ser denominado de perispírito, pelo fato do ser haver alcançado a espiritualidade, ocasião em que passa também a evoluir por intermédio da propriedade da Luz, formando o seu corpo de luz, que se agrega à sua alma, coordenando a força e a energia que existe em seu corpo fluídico ou perispírito.

Ignorando a tudo isso, aqueles que se denominam idealistas se situam em plena e total oposição aos materialistas, em que estes negam a existência do espírito e da alma, e aqueles negam a existência da matéria, no que estes estão absolutamente corretos, apesar do seu idealismo não ser compreendido em conformidade com a realidade. Farias Brito, na mesma obra, a página 270, sobre este antagonismo, afirma o seguinte:

Para o materialista não há espírito e o que se chama espírito é apenas um modo da matéria; para o idealista não há matéria e o que se chama matéria é apenas um modo do espírito. Nisto está a verdadeira distinção que deve ser estabelecida entre estes dois sistemas opostos de interpretação universal: o materialismo e o idealismo”.

E para comprovar de vez que o idealismo não é compreendido em conformidade com a realidade universal, vem Farias Brito em sua obra Finalidade do Mundo – 2° Volume, a página 117, afirmar o seguinte:

É visível o antagonismo em que está a doutrina do idealismo para com a doutrina do materialismo.

Locke estabelecera como ponto de partida de todo e qualquer sistema de investigação o seguinte: — nós só conhecemos o que nos é transmitido pelos sentidos. Partindo daí, os materialistas poderão argumentar deste modo: nós só percebemos pelos sentidos fenômenos materiais, sendo que tudo o que se sente, tudo o que se vê, ouve e apalpa, etc., é corpo ocupando o espaço; logo, tudo é matéria. Mas Berkeley, partindo do mesmo ponto, poderia também dizer por seu lado, e em sentido contrário; nós só percebemos pelos sentidos ideias, sendo que o que adquirimos de tudo o que se sente, de tudo o que se vê, ouve e apalpa, etc., são somente ideias. Ora, ideias são fenômenos de natureza puramente subjetiva, fenômenos de natureza puramente espiritual. Logo, tudo é espírito; e o que se chama matéria é, de fato, uma mera ilusão dos sentidos”.

A confusão instalada nas mentes dos estudiosos, principalmente nas mentes dos veritólogos que se esforçavam por encontrar a verdade, antes do advento da doutrina do Racionalismo Cristão, é por demais gritante, pois que todos eles empregavam um grande esforço para concluir a respeito da origem dos conhecimentos, mas sem que estivessem ao menos próximos de alcançar a esse desiderato. Partindo do princípio de que a alma seja no começo uma tabula rasa, vazia de todos os caracteres, sem uma ideia qualquer, eles mesmos indagam: como ela vem a conceber as ideias? Por que meio adquire a essa prodigiosa quantidade de concepções que a imaginação do homem sempre ativa e sem limites lhe apresenta em variedade infinita? De onde se tira esses materiais que são como a riqueza de todos os seus raciocínios e de todos os seus conhecimentos? A todas estas indagações, mesmo sendo um veritólogo e não um saperólogo, Locke responde com apenas uma palavra: da experiência! E aqui se pode constatar a real confusão instalada nas mentes desses grandes homens, pois que desta imaginação, e não concepção, em que se antagonizam o materialismo e o idealismo, surge uma forma de ceticismo. Farias Brito, em sua obra A Base Física do Espírito, as páginas 117 e 118, descreve a toda essa confusão mental da seguinte maneira:

Desta concepção (da experiência respondida por Locke, que é imaginação e não concepção, digo eu) resultaram imediatamente: por um lado, o materialismo, com La Mettrie, Diderot, Helvetius, d’Holbach; por outro lado, o idealismo, com Berkeley.

Os materialistas argumentam assim: todo o conhecimento deriva da sensação. Ora, a sensação só pode ser impressionada por corpos e só nos representa corpos. Logo, tudo é corpo, tudo é matéria.

A isto responde Berkeley: todo o conhecimento deriva da sensação. Mas pela sensação só percebemos ideias. Logo, tudo é ideia, tudo é espírito.

O materialismo nega o espírito, o idealismo nega a matéria. Veio, porém, Hume e negou ao mesmo tempo a matéria e o espírito. Era ser coerente até o fim e tirar a consequência, não parcial, mas total, das premissas de que partiam o materialismo e o idealismo. O materialismo diz: tudo é matéria; logo não há espírito. O idealismo diz: tudo é espírito, logo não há matéria. Hume aceita de ambos a negação e, fazendo a síntese, afirma: não há matéria, nem espírito; mas somente impressões sensíveis, fenômenos da sensibilidade. O ceticismo vem, pois, como uma síntese das duas negações em que se fundam aqueles dois sistemas opostos”.

Todos os seres humanos têm o direito de pensar aquilo que queiram pensar, sendo por isso que existe o livre arbítrio. E se esses pensamentos são totalmente materializados, o direito de assim pensar permanece inalterado. O que é de se lamentar é que os materialistas procuram definir a vida de todas as maneiras possíveis e imaginárias, considerando que ela depende do carbono e outros seres infra-humanos mais, sem atentarem para o fato de que os seres humanos não podem jamais depender da matéria para que possam viver, dada a sua superioridade inteligencial. Assim, os materialistas não se dão conta das suas próprias existências, pois que desta maneira a vida se extingue na sepultura, que por sua vez é um procedimento errado, quando o certo é a cremação. E se assim a vida se extingue na sepultura, sendo ela efêmera, então não vale a pena viver, neste caso não se deve perder tempo em defini-la. Para quê? Se ela é vivida por brevíssimo tempo? E aqui os devaneios da imaginação se fazem realmente presentes, pois tanto os materialistas como os demais seres humanos vivem no âmbito da irrealidade, iludidos com a aparência que o ambiente terreno proporciona. Somente se pode definir a vida partindo do conhecimento primordial acerca da existência de Deus, que é o Criador, o Todo, a Inteligência Universal. Huberto Rohden, em sua obra O Pensamento Filosófico da Antiguidade, a página 244, tratando acerca do assunto, revela a sua alta espiritualidade, quando afirma o seguinte:

O homem que ignora tanto o Deus transcendente como o Deus imanente, isto é, o agnóstico integral, toma os fenômenos do mundo visíveis pela realidade eterna, tornando-se assim um cultor das aparências, ou seja, um materialista.

O materialista é vítima da ilusão”.

Na realidade, cada ser possui as características que lhes são próprias e inerentes, por isso cada um tem a sua função que lhe é específica e peculiar, o que implica em dizer que cada ser possui um mundo que lhe é próprio, em conformidade com o grau evolutivo em que se encontra. Assim, o mundo Terra é próprio dos seres hidrogênios. Os demais seres atômicos têm os mundos que lhes são próprios. Os seres moleculares têm os mundos que lhes são próprios. Os seres celulares têm os mundos que lhes são próprios. Os seres vegetais têm os mundos que lhes são próprios. Os seres orgânicos têm os mundos que lhes são próprios. Os seres aparelhantes têm os mundos que lhes são próprios. Os seres animais irracionais têm os mundos que lhes são próprios. E os seres humanos têm os mundos que lhes são próprios, que são os Mundos de Luz, pelo fato deles serem todos espíritos, em virtude de evoluírem também por intermédio da propriedade da Luz.

É sabido que os seres menos evoluídos precisam dos seres mais evoluídos para que possam evoluir, e vice-versa, pois que a recíproca é verdadeira. Então os seres mais evoluídos vão para os mundos mais atrasados, em atendimento ao processo da evolução. No caso do mundo Terra, todos os demais seres vêm para ele, a fim de que possam evoluir e fazê-lo evoluir, daí a razão pela qual ele é um mundo-escola.

A Veritologia é a fonte da Saperologia, com ambas sendo coordenadas pela Ratiologia. Assim como as religiões são as fontes das ciências, com ambas sendo coordenadas pelas religiociências. Em sendo assim, na qualidade de veritólogo maior, Luiz de Mattos representa a minha principal fonte, sendo que os demais veritólogos, os seus seguidores, aos quais ele denominava carinhosamente de cavoqueiros da verdade, são também fontes fidedignas, assim como outros veritólogos não racionalistas cristãos, mas estes na medida do possível, quando os seus conhecimentos metafísicos transmitidos realmente têm fundamento.

Então a explanação da formação do planeta Terra deverá ser proveniente dos desdobramentos dos conhecimentos acerca da verdade transmitidos pelas minhas fontes fidedignas, tendo o Dr. Pinheiro Guedes como sendo a principal delas, mas apenas em parte, pois que o assunto remonta diretamente a Deus, ao Criador, ao Todo, por isso diz respeito apenas à Ratiologia. No entanto, a explanação detalhada acerca da formação do planeta Terra somente deverá ser realizada no site pamam.com.br, na obra relativa ao Sistema, pois que ela envolve os principais conhecimentos acerca da parcela do Saber denominada de Química, na qual os próprios cientistas que são especialistas na área ignoram completamente todo o seu desdobramento, sendo muito extensa esta explanação para ser incluída nesta obra explanatória de A Filosofia da Administração. Por isso, eu vou explanar aqui a formação do planeta Terra apenas superficialmente, pela rama, mas o suficiente para o entendimento do assunto que diz respeito à vida, que ora estou a abordar. Luiz de Mattos, em sua obra Pela Verdade, a página 235, afirma o seguinte.

O ser humano tudo recebe de fora, e é por isso que a ciência materialista ignora, até hoje, de onde vêm o oxigênio, a eletricidade e tudo quanto dá auxílio e vida ao planeta e aos seus habitantes”.

Nessa afirmativa de Luiz de Mattos, além do oxigênio, que é um ser atômico, eu posso acrescentar também todos os demais seres atômicos, todos os seres moleculares, todos os seres celulares, e todos os demais seres que para este mundo-escola vêm para cumprir com um determinado papel, segundo as funções que lhes são próprias e inerentes. E além da eletricidade, do magnetismo e do eletromagnetismo, vêm as leis provenientes das propriedades da Força, os princípios provenientes da propriedade da Energia e o preceitos provenientes das combinações de ambas as propriedades, no caso em questão da formação do Sol, uma partícula de Deus formada pelas combinações das propriedades da Força e da Energia, sendo, pois, uma estrela, que fornece uma das coordenadas universais, cujas leis, princípios e preceitos se revelam através dos fluidos, que são a lei da coesão, a lei da afinidade, a lei da expansibilidade, o princípio da atração, o princípio da repulsão, o princípio do calórico, o preceito da integração, o preceito da polarização e o preceito da fermentescibilidade, os quais foram vistos no tópico 20.01- A vida consoante a visão da nossa humanidade, mas que vamos aqui repeti-los, levando sempre em consideração que a repetição tem a sua grande força.

LEIS ESPACIAIS

  • Lei da coesão:
    • É uma lei espacial que determina uma aproximação mais estreita possível em relação aos caminhos próprios, individuais, exclusivos, por onde as coisas caminham pelo espaço, para que assim as aproximações desses caminhos pelo espaço possibilitem uma integração de todas as coisas através do curso do tempo, proporcionando que ocorra uma integração universal entre todas as coisas, em suas relações recíprocas, pois que todas as coisas devem interagir umas com as outras, uma vez que no Universo deve existir uma verdadeira integração entre todas as coisas. Assim, a lei da coesão pode ser compreendida como sendo o resultado de uma determinação de Deus para que todas as coisas venham a aproximar os seus caminhos próprios, individuais, exclusivos, umas das outras, a fim de que o curso do tempo atue no sentido de que elas fiquem ligadas, ou permaneçam ligadas entre si, durante um certo período, para a troca de acervos entre si. Essa aproximação dos caminhos das coisas ocorre por intermédio do magnetismo contido nos fluidos.
    • Com base na lei da coesão, podemos afirmar que os corpos que formam a natureza são mais estáveis tanto mais inalteráveis eles são e quanto menos complexos eles sejam, sendo tudo isso logicamente regulado pelos fluidos provenientes das estrelas, cujos mundos se encontram sob as suas égides.
  • Lei da afinidade:
    • É uma lei espacial que determina as proximidades das coisas entre si, em seus caminhos próprios, individuais, exclusivos, em função das suas semelhanças, cujas proximidades entre duas ou mais coisas ocorrem por analogia, de acordo com as suas espécies, ou com as aproximações entre as suas espécies, evidenciando assim as suas conformidades umas com as outras, ou seja, as suas tendências combinatórias, consoante as suas identidades se encontrem a pouca distância de igualdade no processo da evolução. Assim, a lei da afinidade pode ser compreendida como sendo uma determinação de Deus, através da qual o magnetismo, que se encontra contido nos fluidos, regula o modo pelo qual as coisas devem se combinar entre si, ou tendem a se combinar entre si, quando são afins umas às outras em relação aos estágios evolutivos em que se encontram, na formação das coisas que pertencem ao reino inorgânico.
    • Já nos demais seres infra-humanos que não mais pertencem ao reino inorgânico, a lei da afinidade determina as aproximações dos caminhos das coisas em conformidade com as suas tendências combinatórias, mas sempre em função do grau de parentesco das espécies existentes. No caso dos seres humanos, a lei da afinidade determina exatamente as relações em conformidade com os estágios evolutivos em que eles se encontram, que se refletem nas naturezas das produções dos seus sentimentos e dos seus pensamentos, por isso se diz por aí que os afins se atraem, e os contrários se repelem.
  • Lei da expansibilidade:
    • É uma lei espacial que determina os caminhos próprios, individuais, exclusivos, a serem percorridos pelas coisas no espaço, cujos caminhos Deus determina as posições exatas que todas as coisas devem ocupar no espaço, para que assim, estando as coisas colocadas em suas exatas posições, elas possam aproximar os seus caminhos pelo espaço, a fim de que o curso do tempo venha a determinar as suas interações umas com as outras, consoante o estágio evolutivo em que elas se encontram, fazendo com que assim todas elas tendam a ocupar um espaço cada vez maior nas aproximações desses seus caminhos, pois como todo o Universo é fluídico, é o magnetismo contido nos fluidos que determina todas as posições exatas a serem ocupadas naturalmente no espaço por todas as coisas em seus caminhos espaciais.

PRINCÍPIOS TEMPORAIS

  • Princípio da atração:
    • É um princípio temporal, através do qual Deus determina a inclinação, o pendor, o encantamento, a simpatia, o fascínio, que todas as coisas manifestam umas pelas outras, em que o curso do tempo possibilita que toda essa atração venha a ser exercida e satisfeita, uma vez que todas as coisas têm uma origem comum em Deus, que é a Coisa Total. Assim, o princípio da atração, na gênese das coisas, pode ser compreendido como sendo o modo determinado pelo curso do tempo, através do qual as coisas se atraem reciprocamente na razão direta das suas massas e na inversa do quadrado das distâncias que as separam, o que ocorre através da eletricidade contida nos fluidos.
    • Nos seres infra-humanos, nota-se o princípio da atração nas próprias espécies, que tendem a se unir, formando inclusive colônias ou bandos, em que alguns animais já domesticados sentem uma grande atração pelos seres humanos, que por sua vez sempre tendem a viver em sociedade.
  • Princípio da repulsão:
    • É um princípio temporal, através do qual Deus determina que duas ou mais coisas venham a se repelir mutuamente, pois que cada coisa procura impedir que outra ou outras coisas venham a percorrer o seu mesmo caminho, que lhe é próprio e exclusivo, em decorrência ela age no sentido de afastar ou pôr distante as demais coisas, rejeitando-as prontamente, em que esta repulsão é decorrente da sua própria individualidade, que procura por todos os meios conservar, por isso ela se opõe e se recusa que outra ou outras coisas venham a interferir nesse seu caminho individual, pois que a sua pretensão é adquirir, por si mesma, o seu próprio poder, através do qual ela pauta as suas ações no curso do tempo, e o poder somente se adquire na própria individualidade, na luta constante em busca da verdade.
    • Assim, o princípio da repulsão pode ser compreendido como sendo um meio através do qual os fluidos regulam a aversão que uma coisa tem para impedir que outra ou outras coisas venham a seguir pelo caminho espacial que lhe é próprio e exclusivo, o qual se encontra determinado no espaço para si mesma, em razão disso todas as coisas buscam seguir as suas próprias individualidades ao se repelirem mutuamente.
  • Princípio do calórico:
    • É um princípio temporal, através do qual Deus determina que as coisas venham a interagir umas com as outras em função da temperatura adequada para as suas interações, em que a temperatura é regulada por intermédio dos fluidos, com o calor penetrando ou se desprendendo das coisas que se encontram em interação, produzindo nelas o aquecimento ou o resfriamento, provocando as suas alterações e transformações.

PRECEITOS UNIVERSAIS

  • Preceito da integração:
    • O preceito da integração é um preceito universal, através do qual Deus determina que as coisas venham a se integrar entre si, através do qual o eletromagnetismo que se encontra contido nos fluidos regula o modo pelo qual as coisas que se encontram em estágios evolutivos diferentes venham a necessitar umas das outras, a fim de que possam proceder às suas evoluções pelo Universo, para que assim, e somente assim, possam ser formados os mundos-escolas, que foram objetos de integração entre todas as coisas que os compõem, por conseguinte, a formação da natureza, em toda a sua exuberância.
  • Preceito da polarização:
    • O preceito universal da polarização, então, pode ser compreendido como sendo uma determinação de Deus para regular o poder e a ação, portanto, a vida, que as coisas detêm em si mesmas, orientando as suas vibrações magnéticas e as suas radiações elétricas, através das suas radiovibrações eletromagnéticas, de modo a formar polos, bipartindo-os igualmente, a começar pela molécula, pelo seu átomo central, que se torna ponto neutro, tendo uma metade boreal e a outra astral, explicando assim e possibilitando a compreensão da lei da afinidade e do princípio da atração molecular.
  • Preceito da fermentescibilidade:
    • O preceito da fermentescibilidade pode ser compreendido como sendo um preceito universal, através do qual Deus determina os modos pelos quais as coisas interagem com as demais, provocando nestas as suas transformações, mas sem que em nada seja alterada a sua forma original de ser, sendo essas coisas as grandes responsáveis pelas combinações químicas das coisas orgânicas, o que ocorre através dos fluidos. Em suas interações universais, as coisas são capazes de provocar trocas químicas em outras coisas sem que nada venham a ceder daquilo que originalmente as compõe, em que estas trocas químicas provocam as transformações dessas outras coisas. Essas coisas que são capazes de provocar trocas químicas em outras coisas são denominadas de fermentos, daí a denominação de preceito da fermentescibilidade.

Então, em conformidade com tudo o que já foi explanado até agora, eu posso afirmar que os seres sempre existiram no seio do Ser Total, portanto, eles não nascem, assim como nascemos quando encarnamos ou de outra maneira qualquer. Em sendo assim, eles sempre foram imortais, imperecíveis, perenes, eternos. Contudo, como eles estão contidos na Essência de Deus, no Ser Total, antes da criação, ou melhor, antes de ingressarem no Universo, simples e ignorantes, ainda não individualizados, são forçados, por força da evolução, a saltarem do seio Paterno, quando estiverem preparados, quando estiverem maduros para iniciar, por conta própria, as suas autoconstruções individualizadas, em busca de se realizarem como espíritos. Mas precisam, inicialmente, do caminho oferecido pela matéria, em sua ilusão, que se refere ao âmbito da imperfeição, para que possam chegar ao objetivo de serem espíritos, e assim também evoluindo alcançarem ao âmbito da perfeição, quando então se reintegram ao Criador, ao Ser Total, levando consigo todo esse acervo da imperfeição, inclusive o mal que havia em suas almas.

As combinações primárias entre as propriedades da Força e da Energia, em que essas partículas formam o Sol, e também as demais estrelas, dão origem aos fluidos primários, pois que estes se combinam em todos os estágios, dos mais pesados aos mais tênues, que vão se tornando cada vez mais diáfanos, reunindo as condições para que os seres possam saltar do seio paterno e iniciarem por conta própria as suas evoluções, sempre sujeitos às combinações fluídicas, onde estão contidos o poder do magnetismo, a ação da eletricidade e ambos reunidos no eletromagnetismo. No curso das suas evoluções, os seres alcançam a luz espiritual, quando detentores da faculdade do raciocínio adquirem o livre arbítrio, ao evoluírem por intermédio da propriedade da Luz, e aqui outras leis do magnetismo, outros princípios da eletricidade e outros preceitos do eletromagnetismo os irão reger.

Estando assim posto, os seres saltam do seio Paterno e mergulham no imenso oceano fluídico, que enche todo o Universo, passando a adquirir um corpo fluídico, as primeiras porções parceladas das propriedades da Força e da Energia, por intermédio do Sol. Através desse corpo fluídico eles passam a constituir as primeiras coisas da natureza, as mais imperfeitas que existem no Universo, já podendo ser consideradas como sendo as primeiras formações dos seres atômicos, uma vez que são formadas apenas de um ínfimo corpo fluídico de Força e Energia combinadas, portanto, sem prótons e sem nêutrons, e também sem elétrons girando ao seu redor, porém já começando a formar as suas auras, ao que os cientistas denominam de núcleos. Essas coisas passam a formar a fotosfera, que é a superfície aparente, a esfera luminosa do Sol, que a Astronomia considera como sendo a camada gasosa, parcialmente transparente, de 300 km de espessura e temperatura de 4.300º, que constitui a atmosfera solar e de onde são emitidos os fluidos em forma de Luz que dela se desprendem e chegam diretamente à Terra, sendo, pois, como se fosse a aura do Sol, pois somente os seres possuem aura.

A faixa mais exterior da fotosfera passa então a ser composta de coisas, assim consideradas porque os seres já saltaram do seio Paterno e passaram a adquirir um corpo fluídico, encontrando-se, pois, sujeitos às leis do magnetismo, aos princípios da eletricidade e aos preceitos do eletromagnetismo, através do Sol. Esta aquisição de um corpo fluídico por parte dos seres é a gênese das coisas, já que através do corpo fluídico eles irão reunir as condições necessárias para se relacionarem uns com os outros, através das suas auras, assim como também com os outros seres atômicos e ainda com os seres moleculares, em fase inicial, possibilitando as trocas de conhecimentos e de experiências, por ínfimos que sejam, por conseguinte, a criação da matéria inorgânica, e, em decorrência, a formação das coisas brutas, representando o primeiro passo para a geração de funções, que por sua vez já permite a produção dos fenômenos de ordem considerada como se fosse material.

A lei da expansibilidade, então, sob a ação perene do princípio do calórico, vence a atração solar, determina, produz a segregação da faixa mais exterior da fotosfera formada por essas coisas. Essa segregação da faixa mais exterior da fotosfera, forma um agregado cósmico denominado de nebulosa, que é o nome dado pela Astronomia às manchas mais ou menos difusas que à semelhança de delgadas névoas branquejam no firmamento constelado, representando aglomerações cósmicas, pouco luminosas, que, observadas com o telescópio, e sendo planetárias, apresentam-se como se fossem massas de gás em forma de disco ou anel. É por isso que, figurativamente, o termo nebulosidade é geralmente empregado como falta de clareza, ou para expor uma situação em que se observa certa confusão. Porém, na realidade, não existe falta de clareza e nem confusão alguma, apenas a gênese das coisas, os primórdios da criação das coisas, cuja evolução dá em resultado um planeta do sistema solar. E foi assim que a Terra começou a ser formada, como também começaram a ser formados, indubitavelmente, todos os outros planetas, deste e de outros sistemas solares.

No início, portanto, na nebulosa, só existiam protótipos de coisas que possuíam apenas um ínfimo corpo fluídico em formação de uma coisa, sem prótons, nêutrons e elétrons, como se fossem pequeninos sóis desprovidos de planetas, não existindo, por ser absolutamente impossível, por ausência de todas as condições, nem mesmo um simples ser atômico completo, o que evidencia claramente que todas as coisas que se encontram na Terra, e que em seu conjunto formam a natureza, têm origem no Ser Total, como partículas individualizadas da Essência de Deus, que também são essências, e no Sol, com este sendo formado por uma das combinações que existem entre as propriedades da Força e da Energia, por isso as coisas possuem também as propriedades da Força e da Energia, e aqui evoluíram em virtude do poder e da ação contidos nos fluidos solares, justamente por isso todas as coisas têm os seus corpos fluídicos, inclusive os seres humanos, que nestes é também denominado de perispírito.

E de forma análoga à maneira de como o Sol dá origem aos planetas, essas coisas, esses pequeninos sóis, ao evoluírem, interagindo entre si, vão dando origem aos nêutrons, aos prótons e aos elétrons, por intermédio das demais partículas subatômicas. É a analogia que se observa entre o macrocosmo e o microcosmo. Os seres que constituem a essência dessas coisas já estão evoluindo através das propriedades da Força e da Energia, em seus respectivos estágios, o mais primário de todos, portanto, o mais imperfeito que existe no Universo. Quando alcançam o final desse estágio mais primário, é porque conseguiram combinar com harmonia a Força e a Energia que adquiriram, então eles formam definitivamente os seus corpos fluídicos e também as suas auras, passando a dar origem aos prótons, aos nêutrons e aos elétrons, por meio dos quais irão reunir as condições necessárias para efetuarem as trocas de conhecimentos, de experiências e de atributos entre si, que são os seus acervos. Assim, passam a evoluir e a formar o ser hidrogênio, o primeiro ser da natureza, evoluindo depois para o ser hélio, o ser lítio, o ser berílio e todos os demais seres atômicos da natureza, até evoluírem para o ser urânio, o último ser atômico tido como elemento natural da classificação periódica, quando então estarão prontos para as trocas dos seus acervos e formarem todas as substâncias inorgânicas e orgânicas.

O ser hidrogênio, pois, que na parcela do Saber denominada de Química é representado pelo símbolo H, sendo considerado pelos estudiosos como possuindo 1 próton e um elétron em sua composição, portanto já possuindo um número e uma massa atômicos, em que esta eles calculam ser cerca de 1,0 u, aproximadamente, por isso é o ser menos denso que existe. Este planeta que atualmente habitamos, denominado de Terra, que por isso é o nosso mundo-escola e de tantos e tantos outros seres menos evoluídos, é o mundo próprio dos seres hidrogênios, justamente por isso eles são os mais abundantes de todos os seres que aqui ora se encontram, na razão aproximada de 3/4 em relação a todos os outros seres que aqui se encontram reunidos, por isso os estudiosos calculam a sua quantidade em cerca de 75% da massa elementar do Universo, já que ignoram totalmente a sua formação, pois que o Universo não possui massa em sua formação original, apenas os mundos, que são regidos pelas estrelas.

Parece até uma falta de ética por parte dos estudiosos, uma descortesia provocada pela ignorância, que estando encarnados aqui no mundo dos seres hidrogênios, não conseguem reconhecer a importância dos seus anfitriões, pelo fato deles serem os mais imperfeitos de todos os seres que existem no Universo, e pelo fato também de serem os primeiros seres a serem gerados, sendo, portanto, as primeiras coisas universais. No entanto, tais como eles, nós também somos igualmente coisas, só que muito mais evoluídas, mas pertencemos todos igualmente ao Criador, por sermos partículas da Sua Essência, ou do Ser Total, e evoluirmos através das Suas Propriedades, que são a Força Total, a Energia Total e a Luz Total.

É certo que na escala hierárquica da evolução universal, nós nos situamos muito, mas muito acima deles, por isso temos bem mais valor, porém não mais importância, nem um milímetro a mais, pois, como visto, todos os seres são as criaturas do Criador, por isso todos têm a mesma importância para a existência eterna e universal. Passemos a raciocinar, mesmo que elementarmente, por intermédio do raciocínio silogístico, da seguinte maneira:

  • 1ª premissa: o Ser Total é Infinito;
  • 2ª premissa: Jesus, o Cristo, é uma partícula do Ser Total;
  • Conclusão: caso Jesus, o Cristo, deixasse de existir, teríamos infinito menos um, o que não existe.

Isto é impossível, pois não se representa e nem se combina a infinitude com a finitude dos números. O mesmo raciocínio vale para o ser hidrogênio, que também é uma partícula do Ser Total, portanto, ambos têm a mesma importância, mas não o mesmo valor, pois que este é determinado pelo estágio evolutivo em que o ser se encontra no processo da evolução, daí a existência da hierarquia em nossa humanidade, no âmbito da espiritualidade, em que a nossa estrutura hierárquica é formada com base no maior valor que cada espírito que a integra adquiriu em sua evolução espiritual, em relação aos demais espíritos, daí o fato dele ir ascendendo em nossa hierarquia.

Por isso, os seres hidrogênios, mesmo na qualidade de anfitriões, além de não serem reconhecidos como seres, o que é desculpável, já que muitos outros também não são assim reconhecidos como tais, pelo fato de possuírem propriedades distintas em relação aos demais seres atômicos, não se enquadram claramente em nenhum grupo da Tabela Periódica pelos estudiosos do assunto, sendo muitas vezes colocado no grupo 1, ou família 1ª, por possuir apenas 1 elétron na camada de valência, ou última camada.

Mas como dizem os espíritos de luz integrantes da plêiade do Astral Superior, em suas manifestações mediúnicas nas sessões do Racionalismo Cristão, quando nas suas mensagens aos seus militantes, e como também dizem as obras doutrinárias racionalistas cristãs, os tempos são realmente chegados, para que tudo se esclareça, para que a nossa humanidade se espiritualize, e assim tome um novo rumo. Então é chegado também o momento de reconhecermos os seres hidrogênios como sendo seres, na realidade, antes que eles evoluam e se transformem em seres hélios. Ora, já conseguimos reconhecer e provar as suas existências, materialmente falando, agora temos que reconhecer e provar tanto os seus valores no contexto da evolução universal, como a sua fundamental importância no contexto existencial eterno e universal, para que assim possamos honrar, enfim, as nossas estadias em seu mundo próprio, como convidados que somos, pois que sem eles nós jamais poderíamos ser o que hoje somos, em termos evolutivos.

Após as suas evoluções nas formações dos seres hidrogênios, que são os primeiros seres da natureza, eles evoluirão depois para formarem outros mundos diferentes, primeiramente sem abandonarem as condições de seres atômicos, ao evoluírem para os seres hélios, para os seres lítios, para os seres berílios e todos os demais seres atômicos da natureza, quando então o planeta Terra irá passando por grandes transformações, até evoluírem para o ser urânio, o último elemento natural da classificação periódica, sempre trocando os elementos que integram os seus acervos no âmbito da atomicidade, e assim formando todas as substâncias inorgânicas e orgânicas. Isto implica em dizer que brevemente o planeta Terra vai se transformar completamente, deixando de ser o mundo dos seres hidrogênios para se tornar um mundo dos seres hélios, quando aqueles evoluírem para estes.

Então, como se pode facilmente constatar, os segundos seres menos evoluídos são os seres hélios, que antes de assumirem tal estágio evolutivo já foram anteriormente seres hidrogênios, por isso habitam a um outro mundo diferente do mundo Terra, que é próprio deles. O ser hélio, pois, que na parcela do saber denominada de Química é representado pelo símbolo He, possui 2 prótons e 1 nêutron em sua composição, com 2 elétrons, portanto já possui um número e uma massa atômicos mais desenvolvidos, com os químicos calculando a esta em 4,0 u, aproximadamente, por isso é o segundo ser menos denso que existe. Note-se que na Tabela Periódica ele fica no período I, juntamente com o ser hidrogênio, indicando com toda a clareza a proximidade evolutiva entre os dois seres atômicos, em conformidade com as suas composições e as suas funções.

Este planeta que habitamos atualmente, que por isso é o nosso mundo-escola e de tantos e tantos outros seres menos evoluídos, por todos denominado de Terra, passa então a ser habitado primeiramente pelos seres hélios, que vêm do mundo que lhes é próprio, depois vêm os demais seres atômicos, os seres moleculares, e assim por diante, em relação aos demais seres infra-humanos, até que ele esteja realmente pronto, quando então vêm os espíritos para nele encarnar, mas sem perder a condição de ser o mundo próprio dos seres hidrogênios. Assim, todos os demais seres passam a habitá-lo, nele permanecendo, embora temporariamente, até que todos os seres hidrogênios evoluam e se transformem em seres hélios, formando assim um outro mundo diferente, quando então haverá uma grande transformação na Terra, justamente por isso eles são os mais abundantes de todos os seres que aqui ora se encontram, enquanto que os seres hélios passam a ser o segundo mais abundantes.

A razão para isso, consiste no fato de que um mundo não pode se unir a outro para formar um novo mundo. Os seres hidrogênios formam o seu próprio mundo. Os seres hélios formam o seu próprio mundo. Então, quantidades de seres hélios se deslocam do seu próprio mundo para o mundo dos seres hidrogênios, com o fim de evoluírem e fazerem evoluir aos seres hidrogênios, quando após determinado tempo retornam para o seu próprio mundo de origem. Ao mesmo tempo, mais quantidades de seres hélios se deslocam desse seu mundo para o mundo dos seres hidrogênios, com o mesmo fim, quando após determinado tempo também retornam para o seu próprio mundo de origem. E assim sucessivamente.

Esses deslocamentos e retornos dos seres hélios são proporcionais a todos eles, para que assim todos eles evoluam igualmente, mantendo a proporcionalidade entre uns e outros, e para que todos permaneçam iguais, sem que uns se sobressaiam em relação aos demais, pois que não possuem o livre arbítrio. Desta maneira, todos eles evoluirão em bloco, para que assim se transformem em seres lítios, passando a formar um outro mundo, o mundo dos seres lítios, os quais, por sua vez, passam também a se deslocar para o mundo dos seres hélios e para o mundo dos seres hidrogênios e retornar para o seu próprio mundo, porém em quantidades bem menores que as dos seres hélios, em obediência às combinações com os outros seres que deverão realizar. Além do mais, não me cabe aqui explanar os seus deslocamentos e retornos em relação ao mundo dos seres lítios, pois que tenho que me fixar no mundo Terra. Os seres lítios deverão também evoluir em bloco, transformando-se em seres berílios, passando a formar um outro mundo, o mundo dos seres berílios. E assim por diante.

E aqui fica devidamente esclarecida a razão pela qual os estudiosos imaginam que o Sol seja composto quase que totalmente pelos seres hidrogênios, e, em menor escala, pelos seres hélios, tendo ainda em sua composição alguns outros seres atômicos. Daí é apenas um passo para que eles também imaginem que as estrelas, na sequência principal, sejam compostas primariamente de hidrogênio em seu estado de plasma. E como a imaginação desses estudiosos parece que não tem limites, eles estendem essa representação imaginativa para todo o Universo, sem que tenham a mínima noção daquilo que ele seja formado e daquilo que ele representa, afirmando que ele é composto de 75% dessa massa elementar, quando, na realidade, ele é preenchido totalmente pelos fluidos, que são provenientes das propriedades da Força e da Energia, nos seus inúmeros e inúmeros estágios de combinações, em que a propriedade da Luz penetra em todas as suas coordenadas de espaço e de tempo, com cada uma dessas coordenadas tendo a sua cor própria e padrão, representada por uma estrela, em virtude do Universo ser a morada de todos os seres, os quais se encontram procedendo as suas jornadas evolutivas nos planetas que eles mesmos formam, sob a dependência das estrelas, que dão as coordenadas planetárias.

Eu devo agora repetir: o ser hidrogênio é considerado pelos estudiosos como sendo um elemento químico com número atômico 1 e representado pelo símbolo H, com uma massa atômica de 1,0 u, aproximadamente, sendo ele o elemento químico menos denso que existe. Mas como ele possui as suas próprias propriedades, que são distintas das dos demais seres atômicos, não se enquadra claramente em nenhum grupo da Tabela Periódica, sendo muitas vezes colocado no grupo 1, ou família 1ª, por possuir apenas 1 elétron na camada de valência, ou na última camada. Como o mundo Terra é formado originalmente pelos seres hidrogênios, eles são os mais abundantes dos elementos químicos, sendo por esta razão que os estudiosos imaginam que eles constituem 75% da massa elementar do Universo, aproximadamente, ignorando completamente que os seres não formam o Universo, mas sim o habitam. Assim, levados pela imaginação, os estudiosos passam a acreditar que as estrelas na sequência principal, cuja sequência foi por eles também imaginada, são compostas primariamente por seres hidrogênios, em seu estado de plasma.

Meu Deus! Assim os estudiosos igualam as estrelas aos planetas, pelo simples fato de ignorarem que as estrelas são formadas pelas combinações das propriedades da Força e da Energia, por isso elas são completamente diferentes dos planetas, que são os mundos próprios dos seres, sendo por isso que eles habitam o Universo.

E a imaginação rola solta, não parando por aí, pois sendo os seres hidrogênios considerados pelos estudiosos como sendo os elementos mais abundantes que existem no Universo, do qual eles não possuem a mínima noção, e muito menos do próprio planeta em que habitam, dizem que eles compõem 75% da matéria normal por massa e mais de 90% por número de seres atômicos. Assim, sem qualquer conhecimento acerca do próprio planeta em que habitam, os estudiosos afirmam que os seres hidrogênios são encontrados em grande abundância em estrelas e planetas gigantes de gás, estando corretos apenas em relação aos planetas gigantes de gás, que são mundos em formação.

A seguir, eles invertem totalmente os papéis, afirmando equivocadamente que nuvens moleculares de H2 estão associadas nas formações das estrelas e que elas têm um papel vital em fornecer energia às estrelas, através da cadeia próton-próton e do ciclo CNO de fusão nuclear, quando é justamente o contrário, são os seres hidrogênios que são formados pelas estrelas, no caso pelo Sol, com os seres vindos do ser Total, posto que são essências, e são as estrelas que fornecem as propriedades da Força e da Energia para eles, em suas evoluções, formando os seus corpos fluídicos, e não o contrário.

Mas como eu vou explanar a formação da Terra no site pamam.com.br, na obra explanatória relativa ao Sistema, incluindo as estrelas, se é que seja preciso ainda mais explanações em relação a estas, eu paro por aqui o assunto estelar, apenas ressaltando mais alguns equívocos por parte dos estudiosos.

O primeiro deles, quando afirmam que pelo Universo os seres hidrogênios são encontrados nos estados atômico e plasma, cujas propriedades são bem diferentes das do hidrogênio molecular, quando, na realidade, eles se encontram nos mundos que lhes são próprios, no caso em questão o planeta Terra, e não soltos pelo Universo, pois que os seres ou se encontram nos mundos que lhes são próprios, ou então em seus mundos-escolas. Além do mais, não existe o ser hidrogênio molecular, pois que ele é um ser atômico, e o ser molecular é diferente dele, por ser mais evoluído.

O segundo deles, quando afirmam que, como plasma, o elétron e o próton do ser hidrogênio não estão ligados, resultando em uma condutividade elétrica elevada e alta emissividade, produzindo a luz do Sol, pois que como ser atômico ele não é plasma, além do mais a luz do Sol é proveniente do eletromagnetismo proveniente das propriedades da Força e da Energia, que combinadas o formam, portanto, produzida por ele mesmo.

E o terceiro deles, quando afirmam que as partículas carregadas são altamente influenciadas por campos magnéticos e elétricos, ignorando completamente que esses campos magnéticos e elétrico são provenientes do Sol, daí a razão da existência do eletromagnetismo, por conseguinte, a produção de luz pelo Sol.

Com relação à consideração de que no vento solar os seres hidrogênios interagem com a magnetosfera da Terra, fazendo surgir as correntes de Birkeland e a aurora, não cabe aqui a sua explanação, no contexto da vida.

Como os seres interagem uns com os outros no processo evolutivo, em obediência ao preceito da integração, é justamente através dessas interações que as coisas vão sendo formadas. Assim, para que se possa compreender o ser hidrogênio em conformidade com a sua realidade atômica, torna-se preciso que ele seja devidamente segregado do ser molecular. Tomemos como exemplo o ser molecular por nós mais conhecido, ele vem do mundo que lhe é próprio e interage com dois seres hidrogênios e com um ser oxigênio, dando como resultado a água. Tomemos agora outro exemplo de ser molecular mais simples do que o ser molecular água, ele vem do mundo que lhe é próprio e interage apenas com dois seres hidrogênios, apresentando-se a este mundo dos seres hidrogênios como ser molecular que realmente o é com certeza, conhecido como gás diatômico, cuja fórmula é H2. Note-se que o ser hidrogênio tem as suas próprias características, que são diferentes das características do ser molecular água e do ser molecular gás diatômico, seja em CNTP – Condições Normais de Temperatura e Pressão ou não, pois que cada ser tem a sua própria função que lhe é característica. No caso do ser molecular gás diatômico, note-se que ele tem a sua própria função, sendo um gás inflamável, incolor, inodoro e insolúvel em água, que nada tem a ver com o ser hidrogênio, em sua condição atômica, que tem a sua própria função que também lhe é específica.

No entanto, ignorando a esta realidade, os estudiosos desconsideram a existência do ser molecular gás diatômico, e vêm afirmar, equivocadamente, que o ser hidrogênio vem se apresentar em sua forma molecular. Mas, na realidade, não é o ser hidrogênio quem está se apresentando, mas sim o ser molecular gás diatômico, em que dois seres hidrogênios estão interagindo com ele.

Esta compreensão é de fundamental importância para que eu possa explanar o que seja a realidade da vida, pois que a interação que existe entre os seres é um fato que deve ser considerado pela razão, e não pela imaginação, pois que é assim que se inicia e se desenvolve todo o processo da evolução, inclusive da evolução do próprio ser humano. Mas vamos compreender um pouco mais sobre os seres hidrogênios que formam originalmente o planeta Terra, sendo por isso os anfitriões dos demais seres, inclusive de todos nós, que somos seres humanos, mas que, na realidade, somos espíritos.

Estando agora compreendida a razão pela qual o ser molecular gás diatômico não reage muito nas CNTP, o ser hidrogênio, então, estando sozinho, na condição de ser atômico, interage com a maioria dos elementos da Tabela Periódica, formando compostos com as mais diferentes propriedades químicas e físicas. Ele pode formar compostos com os outros seres atômicos mais eletronegativos, tais como os do grupo 17 da Tabela Periódica, os halogênios, ou seja, o ser flúor, o ser cloro, o ser bromo e o ser iodo, em que nestes compostos o ser hidrogênio é marcado por atrair para si uma carga parcial positiva. É sabido que quando o ser hidrogênio interage com outros seres atômicos, como o ser flúor, o ser oxigênio ou o ser nitrogênio, ele pode participar na forma de uma forte ligação não covalente, sabendo-se que a ligação covalente é uma ligação homopolar em que existe uma orbital molecular correspondente à combinação das orbitais de dois elétrons de valência de dois seres atômicos, denominada de ligação de hidrogênio, que é essencial à estabilidade de muitas moléculas biológicas. E aqui os biólogos já podem compreender melhor o sentido da vida, desde que consigam compreender também o processo da evolução.

O ser hidrogênio também interage com elementos menos eletronegativos, como metais e semimetais, nos quais gera uma carga parcial negativa, com estes compostos sendo geralmente conhecidos como hidretos, que são compostos binários formados de seres hidrogênios com outros seres atômicos.

Quando o ser hidrogênio interage com o ser carbono, ele pode formar uma grande quantidade de compostos. Em função da determinante presença desses compostos na formação de outros seres mais evoluídos, que os estudiosos denominam de organismos vivos, eles vieram a ser denominados de compostos orgânicos, sendo considerados os principais elementos CHONPS, que é um acrônimo mnemônico para os seis elementos químicos mais frequentes na composição dos seres, que os estudiosos denominam equivocadamente de seres vivos, que são: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre, sabendo-se que o ser hidrogênio já possui vida. O ramo da parcela do Saber denominada de Química, que estuda as propriedades desses compostos, é denominado de Química Orgânica, e o seu estudo no contexto de organismos considerados como sendo vivos é denominado de Bioquímica.

Por ignorarem completamente que todos esses seres infra-humanos, que são os seres menos evoluídos na escala universal, vão interagindo uns com os outros, e tanto mais essas interações vão se tornando cada vez mais complexas à medida que os seres mais evoluídos deles vão lançando mão para que possam organizar os seus corpos, inclusive os seres humanos, para algumas definições dos estudiosos do assunto os compostos orgânicos necessitam apenas da condição de conter o ser carbono, pelo fato deles ainda não haverem conseguido compreender que cada ser tem a sua própria função definida e insubstituível em todas essas interações.

No entanto, mesmo assim, eles são cientes de que a maior parte desses compostos contém também o ser hidrogênio, que exerce a função que lhe cabe no contexto de todas essas interações entre os seres, determinadas pelo processo da evolução. Isto determina que os estudiosos incluam, obrigatoriamente, a presença de ligações químicas entre o ser carbono e o ser hidrogênio, uma vez que é a ligação carbono-hidrogênio que fornece à classe dos compostos orgânicos as suas características químicas particulares.

Na Química Inorgânica, os hidretos podem servir também como ligantes de pontes, que são responsáveis pelo elo entre dois centros metálicos, em um composto de coordenação. Esta função é particularmente comum em elementos do grupo 13, especialmente em boranos, que são os hidretos de boro, e complexos de alumínio, assim como em carboranos agrupados.

No planeta Terra são conhecidos inúmeros hidrocarbonetos, pelo fato dos seres hidrogênios serem os seus formadores originais, daí a razão pela qual eles não serem formados pela reação direta do carbono com o gás hidrogênio, em virtude deste representar um ser molecular, com a sua função própria e inerente, mesmo com a produção de gás de síntese, consoante o processo de Fischer-Tropsch para criar hidrocarbonetos, que muitos julgam haver chegado próximo de ser uma exceção, mas que não foi, uma vez que isto se inicia com carvão, e o ser hidrogênio, tido como elementar, é gerado no local, mais propriamente segregado, uma vez que antes ele já existia.

Todos os estudiosos do assunto consideram que em CNTP o ser hidrogênio existe como ser molecular gás diatômico, quando, na realidade, o ser molecular gás diatômico existe por si mesmo, quer dizer, evoluiu para esse estágio molecular, desempenhando a função que lhe corresponde no contexto da evolução universal, por isso ele interage com dois seres hidrogênios. Daí a razão pela qual esses seres moleculares são muito raros na atmosfera da Terra. Mas os estudiosos dando asas à imaginação, julgam equivocadamente que devido a pequena densidade que eles possuem, isto possibilita a que eles escapem da gravidade da Terra mais facilmente que os gases mais pesados, quando todos os seres que para este mundo vêm, aqui ficam para cumprir com as suas funções que lhes cabem, em conformidade com o processo da evolução. Mas se os estudiosos afirmam que eles escapam da gravidade da Terra, então que respondam: para onde eles vão? E não sabem responder. Então eu mesmo lhes respondo: apenas após cumprirem com as determinações que lhes foram impostas pelo processo da evolução, é que eles podem retornar para o mundo que lhes é próprio.

Aquele que pretender se aprofundar no assunto, que procure os compêndios especializados, levando sempre em consideração tudo o que aqui foi explanado. Por isso, eu devo parar por aqui, pois que o assunto em pauta é a vida, com tudo isto sendo posto justamente para que se possa compreender a vida. No entanto, no site pamam.com.br, na obra explanatória relativa ao Sistema, as ligações químicas serão explicadas segundo a razão, para que assim os especialistas no assunto fiquem esclarecidos a respeito da vida fora da ilusão da matéria, esclarecendo-se espiritualmente, e assim aprendam a manipular corretamente com aquilo que estão lidando, em suas respectivas especializações.

Resta por fim, saber qual seja a definição para a vida. A vida, portanto, é tudo aquilo que diz respeito ao poder e a ação, em suas combinações recíprocas. É o que os estudiosos denominam de potência e ato.

O poder é adquirido por intermédio da propriedade da Força. A ação é adquirida por intermédio da propriedade da Energia. E como todos os seres evoluem através destas duas propriedades, formando os seus corpos fluídicos, pode-se constatar claramente que a vida já começa com os seres hidrogênios, que são os seres mais imperfeitos que existem.

 

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