19.08- As consequências das Cruzadas

Prolegômenos
16 de julho de 2018 Pamam

A feroz guerra travada no astral inferior entre Jeová, o deus bíblico, e Lúcifer, ou Alá, o deus alcorânico, ambos com as suas falanges de anjos negros, teve a sua repercussão direta entre os seres humanos, ocasionada pela influência dos papas, que eram os principais soberanos na Europa, sendo todos eles influenciados pelo astral inferior, portanto, extremamente obsedados, por isso instrumentos dóceis das falanges obsessoras de Jeová, o deus bíblico, que assim queria a todo custo se posicionar como sendo o único deus da nossa humanidade, para que então pudesse destruir a vida na Terra, através do fogo. Mas isto não podia jamais acontecer. Daí a razão pela qual encarnaram alguns espíritos de espiritualidade relativamente elevada, para que então pudessem conter a essas hordas de seres humanos invasores que se diziam cristãos, na realidade, sendo todos anticristãos, assim como pertencente ao anticristianismo pode ser considerada a maior parte da nossa humanidade.

Por isso, todos os objetivos papais de supremacia no mundo malograram nos seus propósitos diretos e confessáveis. Após dezenas e dezenas de anos destinados à guerra especificamente credulária, em que o papado tentava se sobrepor ao mundo, em nome do seu deus bíblico, cuja farsa era a utilização indevida do nome de Jesus, o Cristo, não importando a quantidade de sangue jorrado em função das suas ambições desmedidas, Jerusalém agora se encontrava nas mãos dos ferozes mamelucos, com os peregrinos ditos cristãos tendo se tornado bem menos numerosos e muito mais temerosos do que antes. Os países muçulmanos, que outrora eram tolerantes em relação à diversidade credulária, ao contrário dos católicos comandados pelos papas, haviam se tornado também intolerantes, em função dos ataques sofridos. Os portos palestinos e sírios que haviam sido tomados para o comércio italiano, foram todos perdidos, sem que houvesse qualquer exceção.

Embora tenha sido vítima dos ataques católicos influenciados pela organização credulária católica papal, a civilização muçulmana se mostrou bem superior à civilização “cristã”, tanto em refinamento, conforto e educação, como na própria guerra credulária. O esforço desprendido pelos papas no sentido de proporcionar paz à Europa por meio de um propósito comum contra os muçulmanos, fôra completamente aniquilado pelas ambições nacionalistas europeias e pelas cruzadas dos papas até contra imperadores, pois que o papado também não abria mão da sua supremacia total sobre a Europa.

O feudalismo foi se refazendo com dificuldade do seu malogro nas Cruzadas, pois estando adequado à aventura individualista e situado em um estreito limite pessoal, não soube como ajustar os seus métodos à cultura e aos climas orientais, em campanhas distantes, tendo cometido um erro fragoroso em relação ao problema dos abastecimentos ao longo de uma extensa linha de comunicações, desgastando os seus equipamentos e embotando o espírito de conquista, entusiasmados com a conquista e a rapinagem da Bizâncio dita cristã, não conseguindo conquistar a cidade de Jerusalém. Para que pudessem financiar as suas expedições ao Levante, muitos cavaleiros haviam vendido ou penhorado as suas propriedades ao senhor, emprestador de dinheiro, à Igreja, ou mesmo ao rei, e por um certo preço haviam renunciado aos seus direitos sobre muitas cidades dos seus domínios, enquanto muitos camponeses venderam a remissão de futuras obrigações feudais. Milhares e milhares de servos haviam utilizado o privilégio de cruzados para poderem deixar a terra em que viviam, e milhares deles jamais retornaram para os seus feudos de origem.

Enquanto a riqueza e as armas feudais se desviavam para o leste, o poder e a riqueza da monarquia francesa aumentaram como uma das grandes consequências das Cruzadas. Ao mesmo tempo, os dois impérios romanos se enfraqueceram em seus absolutismos, pois enquanto os imperadores do Ocidente perderam os seus prestígios em função dos seus fracassos na Terra Santa, assim considerada, tendo continuado os seus conflitos com um papado deveras exaltado pelos cruzados, o Império do Oriente, tendo renascido em 1261, jamais conseguiu reconquistar a sua antiga força, ou mesmo a sua antiga reputação imperial.

No entanto, foi em razão das Cruzadas que os turcos não conseguiram a tomada de Constantinopla muito antes de 1453, pois, em contrapartida, o islã foi também enfraquecido pelas Cruzadas, tendo por isso caído mais facilmente ante a torrente mongol.

Algumas das ordens militares tiveram um destino trágico.

Os Cavaleiros Hospitalares ou a Ordem de Malta, oficialmente denominada de Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, uma organização internacional católica, que começou como uma ordem beneditina fundada no século XI na Palestina, durante as Cruzadas, mas que rapidamente se tornou uma ordem militar “cristã”, formando uma congregação com as suas próprias regras, encarregada de assistir e proteger aos peregrinos àquela terra e de exercer a caridade, cujos integrantes que conseguiram sobreviver ao morticínio efetivado no Acre, tendo fugido todos para o Chipre. Em 1310, tomaram Rodes dos muçulmanos, modificaram o seu nome para Cavaleiros de Rodes e conseguiram governar a ilha até 1522, quando então foram expulsos pelos turcos e se transferiram para Malta, tornando-se lá os Cavaleiros de Malta, continuando a viver ali até a sua dissolução, em 1799.

A Ordem dos Cavaleiros Teutônicos de Santa Maria de Jerusalém, mais conhecida apenas como Ordem Teutônica, foi uma ordem militar cruzada, vinculada à Igreja Católica por votos credulários pelo papa Clemente XIII, que foi formada em São João do Acre, em Israel, na época das Cruzadas, no final do século XII. Os seus membros usavam sobrevestes brancas com uma cruz negra, da cor do seu deus bíblico. Tiveram a sua sede em Montfort, uma fortaleza construída nos tempos do Reino de Jerusalém, período de 1099 a 1291, durante as Cruzadas, cujos vestígios se conservam no norte de Israel. A Ordem Teutônica foi uma das mais poderosas e influentes da Europa, em que a maioria dos seus membros pertencia à nobreza, inclusive a família real prussiana e muitos outros nobres germânicos. Os soberanos e a nobreza dos Estados antecessores à atual Alemanha, inclusive a família soberana do Império Alemão, período de 1871 a 1918, e da Prússia, período de 1525 a 1947, os von Hohenzollen, eram membros da ordem. Em 1809, quando Napoleão Bonaparte determinou a sua extinção, a Ordem Teutônica perdeu as suas últimas propriedades seculares, mas conseguiu sobreviver até ao presente. O decreto papal emitido por Pio XI, em 21 de novembro de 1929, transformou os cavaleiros teutônicos em uma ordem clerical composta por sacerdotes, padres e freiras. Atualmente tem a sua sede em Viena, na Áustria, e trabalha com motivos assistenciais. A cruz teutônica está na origem da célebre Cruz de Ferro, condecoração utilizada pelas forças armadas alemãs.

Os templários foram expulsos da Ásia, quando então passaram a se reorganizar na França. Como possuíam ricas terras em toda a região da Europa, estabeleceram-se lá para gozar das suas rendas, pois que isentos de tributação, passaram a emprestar dinheiro a juros mais baixos do que os lombardos e judeus praticavam na região, tendo conseguido arrecadar opimos recursos. Mas diferentemente dos Cavaleiros Hospitalares, os templários não mantiveram nenhum hospital, não criaram nenhuma escola e nem socorreram aos pobres católicos. Por fim, a sua imensa fortuna acumulada, que formou um Estado dentro do próprio Estado, levando a sua insubordinação ao poder real, passou a causar a inveja, o ódio e o medo, levantando a ira do rei Filipe IV, o Belo. Em 12 de outubro de 1310, por ordem do rei e sem qualquer aviso prévio, todos os templários da França foram detidos, com o selo oficial sendo aposto em todos os seus bens, tendo Filipe IV acusado aos seus integrantes de se entregarem a orgias homossexuais, de haverem perdido a sua fé credulária em função do seu longo contato com o islã, de negar a Jesus, o Cristo e de cuspir na cruz, de adorar ídolos, de estarem secretamente aliados com os muçulmanos e de terem repetidas vezes traído a causa dita cristã. Um tribunal de prelados e monges, leal ao rei, interrogou aos detidos, tendo eles negado as acusações reais, quando então foram submetidos a torturas para que confessassem. Alguns foram amarrados pelos punhos, suspensos, e largados repetidas vezes, outros tiveram os seus pés descalços colocados sobre chamas, em outros foram introduzidas estilhas pontudas nas unhas, e em mais alguns foram arrancados um dente por dia. Alguns tiveram grandes pesos suspensos dos órgãos genitais, enquanto muitos foram mortos lentamente pela fome. Em muitos casos se aplicavam esses recursos de tortura, de maneira que a maioria dos presos, quando novamente examinados pelo tribunal, encontravam-se mais mortos do que vivos. Um deles mostrou os ossos que haviam caído dos seus pés completamente queimados. Muitos admitiram todas as acusações do rei, enquanto outros declararam que a vida e a liberdade lhes haviam sido prometidas pelo poder real, caso admitissem as alegações do governo.

Em meio a essa verdadeira desumanidade, toda ela resultante das Cruzadas, em que as ações contra a natureza humana se verificavam agora entre os próprios católicos, vários morreram no cárcere, outros decidiram optar pelo suicídio, em face dos grandes sofrimentos. Em 1310, 59 templários foram queimados na fogueira, protestando as suas inocências até o fim. Du Molay, o grão-mestre da ordem, sob a ação de torturas, confessou as acusações que pesavam sobre ele, sendo levado à fogueira resolveu retirar a sua confissão, tendo os inquisidores resolvido julgá-lo novamente, quando então Filipe IV reprovou a demora e ordenou que ele fosse imediatamente queimado, tendo a sua presença real coonestado a execução. Todas as propriedades dos templários na França foram confiscadas pelo Estado. O papa Clemente V protestou contra esse procedimento do Filipe IV, mas o clero francês apoiou ao rei, quando então o papa, que era um virtual prisioneiro em Avignon, cessou a sua resistência e aboliu a sua ordem, a mandado de Filipe IV, em 1312.

Na Inglaterra, estando necessitado de recursos, Eduardo II também confiscou as propriedades dos templários. No entanto, o astral inferior trabalhava em prol do catolicismo, intuindo aos reis que entregassem parte da riqueza dos templários à Igreja Católica, e assim foi feito, tendo a outra parte sido doada pelos reis aos favoritos, que se utilizando desses recursos fundaram grandes feudos, quando então passaram a apoiar os reis contra a nobreza feudal mais antiga.

Uma outra das consequências das Cruzadas foi a influência da cultura muçulmana sobre os cruzados, ensejando o surgimento de uma nova tolerância para as perversões sexuais, juntamente com a reintrodução dos banhos públicos e das latrinas particulares, tendo os europeus voltado ao velho costume romano de fazer a barba. Centenas de vocábulos árabes foram introduzidos nas línguas europeias, além de romances orientais encontrarem uma nova roupagem nos vernáculos nascentes. Tendo ficado bastante impressionados pelo vidro esmaltado dos sarracenos, os cruzados trouxeram do Oriente os segredos técnicos que resultaram no vidro colorido aperfeiçoado das catedrais góticas. O compasso, a pólvora e a imprensa já eram conhecidos no Oriente antes do fim das Cruzadas, tendo sido trazidos e incorporados à cultura europeia.

Os cruzados eram demasiadamente incultos para que pudessem se interessar a contento pela poesia, pela ciência e pela saperologia árabes, mas as influências em tais campos já tinham sido antes propagadas por intermédio da Espanha e da Sicília, bem mais do que pelos contatos das Cruzadas. As influências culturais gregas foram sentidas pelo Ocidente depois da tomada de Constantinopla pelos cruzados, tanto que Guilherme de Moerbeke, arcebispo flamengo de Corinto, forneceu a Tomás de Aquino as traduções de Aristóteles feitas diretamente do original.

Em geral, a descoberta feita pelos cruzados de que os adeptos de outro credo podiam ser tão civilizados, humanos e dignos como eles próprios, se não bem mais, o que era mais provável, provocou uma certa desorientação em alguns espíritos e contribuiu para o enfraquecimento da crença ortodoxa nos séculos XIII e XIV. Historiadores como Guilherme, arcebispo de Tiro, falavam da civilização muçulmana com tanto respeito e com tanta admiração que por certo teriam chocado profundamente aos ignorantes guerreiros da Primeira Cruzada.

Por ocasião da Primeira Cruzada, o poder e o prestígio da Igreja Romana foram imensamente elevados, porém foram progressivamente prejudicados pelas demais Cruzadas que se sucederam. A visão dos diversos povos em geral, dos barões senhoriais e dos cavaleiros orgulhosos, às vezes de imperadores e de reis, unidos em uma causa credulária conduzida pela Igreja Católica, elevou o status do pontificado. Os enviados papais entravam em todos os países e dioceses para estimular o recrutamento e reunir fundos para as Cruzadas, com a sua autoridade alcançando e muitas vezes superando a da hierarquia local, e por intermédio deles os fiéis se tornavam quase que diretamente tributários do papado. Assim, as coletas passaram a se tornar habituais e logo se aplicaram a muitos propósitos, além do das Cruzadas, tendo o papa adquirido o poder de tributar aos seus súditos e desviar para Roma grandes somas que poderiam ter ido para os cofres reais ou para satisfazer às necessidades locais, para grande descontentamento dos reis.

A distribuição das indulgências para o serviço de quarenta dias na Palestina, constituía uma legítima aplicação da ciência militar, assim como também naqueles que pagavam as despesas de um cruzado, tendo os seus pecados perdoados. A extensão desses indultos aos que contribuíam para os fundos dirigidos pelos papas, ou que combatiam nas guerras papais dentro da própria Europa contra Frederico, Manfredo ou Conrado, tornou-se uma fonte adicional de irritação para os monarcas, assim como também de humor para os escritores satíricos.

Em 1241, mediante um pagamento em dinheiro, Gregório IX instruiu o legado na Hungria para comutar os votos de pessoas comprometidas em uma Cruzada e empregou os resultados líquidos no financiamento da sua luta de vida ou de morte contra Frederico II. Os trovadores provençais passaram a criticar a Igreja em função dela desviar a ajuda da Palestina, oferecendo iguais indultos para uma cruzada contra os heréticos albigenses, na França. Mateus Paris assim escreveu:

Os fiéis se admiraram de que a mesma remissão plenária de pecados fosse prometida tanto para o derramamento de sangue cristão como para os infiéis”.

Para financiar a sua cruzada, muitos proprietários de terras venderam ou hipotecaram as suas propriedades a igrejas ou mosteiros, a fim de levantar fundos, tendo sido deste modo que alguns mosteiros adquiriram vastas propriedades. Quando o malogro das Cruzadas diminuiu o prestígio da Igreja, a sua imensa riqueza se tornou um alvo direto da ambição dos reis, do ressentimento popular e da reprovação em massa da crítica.

Alguns atribuíam os desastres de Luiz IX, em 1250, à campanha paralela que Inocêncio IV intentou contra Frederico II. Enquanto os céticos tornados mais ousados passaram a assegurar que o fracasso das Cruzadas refutava a afirmativa do papa de que era o vigário ou o representante de um deus na Terra, obviamente que do deus bíblico. Após o ano de 1250, quando os monges solicitaram fundos para novas cruzadas, alguns dos seus ouvintes, de modo humorístico, ou mesmo de modo amargo, passaram a chamar os pedintes e lhes deram esmolas em nome de Maomé, pois que este, diziam eles, havia se mostrado mais poderoso do que o próprio Jesus, o Cristo.

Depois do enfraquecimento da crença dita cristã, a principal consequência das Cruzadas consistiu no estímulo da vida secular na Europa pelo conhecimento da indústria e do comércio muçulmanos. Os mercadores italianos que se enriqueceram nas Cruzadas, aprenderam a fazer bons mapas do Mediterrâneo, os cronistas monacais que acompanhavam os cavaleiros, receberam e transmitiram uma nova concepção da vastidão e da variedade da Ásia. O gosto pela exploração e pelas viagens foi estimulado. Os médicos ocidentais aprenderam com os médicos judeus e muçulmanos, tendo a prática cirúrgica tido benefício em sua aplicação nas Cruzadas.

Como em tudo existe o fator comercial, houve um entrelaçamento entre o comércio e a cruz dos cruzados, tendo o comércio seguido a cruz e tendo esta sido orientada pelo comércio. É certo que os cavaleiros perderam a Palestina, mas as frotas mercantes italianas e outras conseguiram o controle do Mediterrâneo, tanto em relação ao islã como em relação ao Império Bizantino, pois que Veneza, Gênova, Pisa, Amalfi, Marselha e Barcelona já tinham comercializado com o oriente muçulmano, o Bósforo e o mar Negro, mas este tráfego foi intensamente ampliado em função das Cruzadas.

A conquista veneziana de Constantinopla, o transporte de guerreiros e de peregrinos para a Palestina, as aquisições de abastecimentos para os ditos cristãos e outros no Oriente, a importação dos produtos orientais para a Europa, formavam um leque de apoio relevante para o comércio e o transporte marítimos, que até então eram desconhecidos desde os dias mais florescentes da Roma imperial. Produtos como a seda e o açúcar, especiarias como a pimenta, o gengibre, o cravo-da-índia, que eram raros luxos na Europa, foram para lá em abundância. Plantas, espigas e árvores já conhecidas na Europa por meio da Espanha muçulmana, eram agora transplantadas em maior quantidade do Oriente para o Ocidente, como milho, arroz, sésamo, alfarroba, limão, melão, pêssego, abricó, cereja, tâmara, etc. Damasco, musselines, cetins, veludos, tapeçarias, tinturas, pós, perfumes e gemas foram do islã para adornar ou perfumar os lares e os corpos feudais dos burgueses.

Novos mercados no Oriente passaram a ser os responsáveis pelo desenvolvimento da indústria italiana e flamenga, promovendo os crescimentos das cidades e da classe média. Técnicas de aperfeiçoamento do sistema bancário foram introduzidas de Bizâncio e do islã, com o aparecimento de novas formas de instrumentos de crédito, proporcionando a circulação de mais recursos no mercado financeiro.

No início das Cruzadas existia um feudalismo agrícola na Europa, que era inspirado pelo barbarismo germânico, misturado com a crença sobrenatural no credo católico, tendo terminado com o surgimento da indústria e a expansão do comércio, proporcionando uma revolução econômica que serviu de preparação para formar o ambiente propício para o surgimento da Renascença. Tudo isso em conformidade com o plano de espiritualização da nossa humanidade, através da miscigenação das duas culturas.

Por aqui se pode comprovar a grandeza e a luminosidade desse grande espírito chamado de Jesus, o qual elaborou a esse plano de espiritualização, que em sua última encarnação em nosso mundo-escola alcançou a condição do Cristo.

 

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