18.02- Maomé no período de 622 a 630, em Medina

Prolegômenos
15 de julho de 2018 Pamam

Assim como Moisés peregrinou sob as ordens de Jeová, de modo análogo Maomé se transferiu para Medina, pois em Meca haviam muitas falanges de espíritos obsessores que tinham como chefes outros espíritos obsessores que alimentavam a pretensão de serem deuses, os quais não podiam ainda ser batidos pelas falanges de Lúcifer, que resolveu então preservar Maomé contra qualquer investida desses deuses, pois que ele era o grande instrumento que tinha em mãos para que pudesse fundar o credo pelo qual seria adorado como deus, ou como Alá.

A cidade que até então era denominada de Yathrib, posteriormente denominada de Medinat al-Nabi, ou Cidade do Profeta, estava situada na extremidade ocidental do platô central árabe. Se comparada com Meca era um paraíso climático, com centenas de jardins, bosques de palmeiras e granjas. Enquanto Maomé entrava na cidade no seu camelo, vários grupos passaram a chamá-lo: “Apeai-vos aqui, ó profeta”! “Vem morar conosco, profeta”!; enquanto outros pegavam no cabresto do camelo para detê-lo. E agora vejam só a extrema “racionalidade” do profeta do Islâ, que respondeu aos apelos do povo da seguinte maneira: “A escolha está com o camelo. Deixai-o avançar livremente”. E assim as palavras de Maomé acalmaram a disputa, consagrando a sua nova residência como sendo escolhida pelo seu deus, pois no ponto em que o camelo parou, ele construiu uma mesquita e duas casas adjacentes, uma para Sauda e outra para Aisha. Mais tarde acrescentou novos aposentos, à medida que ia adquirindo novas esposas.

Ao deixar a cidade de Meca, Maomé havia rompido com muitos laços de parentesco. Mas agora, sendo devidamente intuído por Lúcifer e os seus anjos negros, tratou logo de substituir os laços de sangue com os laços da fé credulária em seu novo credo, para que assim pudesse formar um Estado teocrático. Comprova-se assim, então, que a pretensão maior de Lúcifer, o deus alcorânico, é dirigir as nações, e não destruir a vida na Terra, aos moldes de Jeová, o deus bíblico.

O ciúme entre os seus adeptos já se fazia valer, predominando entre os refugiados de Meca os muhajirin, e os seus ajudantes, os ansar, ou convertidos de Medina. Ele então utilizou a estratégia de unir cada membro de um grupo com um membro de outro, a fim de que assim pudesse formar uma irmandade adotiva e aconselhou a ambos os grupos a se reverenciarem em união sagrada na mesquita, em que na primeira cerimônia ali realizada, subiu ao púlpito e gritou a plenos pulmões: “Alá é o maior”! Em seguida, a congregação prorrompeu na mesma exclamação. Então, ainda de pé e de costas para os fiéis, curvou-se em oração. E assim Lúcifer se tornou um deus e passou a ser adorado e propiciado por um credo, em que através dos cultos iria se formar uma forte corrente avassaladora que possibilitaria o seu fortalecimento no astral inferior, o que propiciaria que no futuro ele viesse a rivalizar diretamente com Jeová, provocando várias guerras entre os seres humanos habitantes do Ocidente, os falsos cristãos, e os seres humanos habitantes do Oriente, os muçulmanos, que se denominaram de Cruzadas, que veremos no capítulo seguinte.

Maomé, então, desceu do púlpito, ainda de costas, e por três vezes se prostrou na frente do mesmo, continuando as suas preces. Nesse seu prostrar estava simbolizada a submissão da sua alma a Alá, ou a Lúcifer, dando à nova fé credulária a denominação de Islam, que significa se render ao deus Alá, e os seus adeptos foram chamados de muslimin, ou moslemes, que significa os que se rendem, aqueles que fizeram as pazes com um deus, ignorando completamente que o deus a quem se renderam não passava de um espírito obsessor quedado no astral inferior.

A seguir, Maomé se voltou para os fiéis e determinou a todos que esse ritual fosse observado até ao final dos tempos. Por isso, hoje essa é a forma de oração que os muçulmanos seguem, seja na mesquita, seja no deserto, ou mesmo em terras estrangeiras desprovidas de mesquitas. Um sermão passou a completar a cerimônia do culto, no caso de Maomé, anunciando muitas vezes uma nova revelação e dando orientações às ações e a política da semana.

Como o profeta em seus sermões dava orientações às ações e a política da semana, a sua autoridade sobre os convertidos passou aos poucos a criar um governo civil para Medina, com ele sendo cada vez mais compelido a dedicar o seu tempo e as suas inspirações advindas do astral inferior aos problemas cotidianos da organização social da cidade, influindo diretamente no aspecto moral e na diplomacia das guerras entre as tribos. Assim como no judaísmo, nenhuma distinção era considerada entre os assuntos seculares e credulários, pois todos se encontravam afeitos, indistintamente, sob a jurisdição credulária. Enquanto Jeová utilizava indevidamente a imagem de Jesus, o Cristo, para enganar aos seus adoradores, estabelecendo o cesarismo clerical, Maomé foi passando a ser ao mesmo tempo uma espécie de Cristo e de César, embora nessa época nem todos os medinitas aceitassem com passividade a sua autoridade.

Assim, uma maioria de árabes permaneceu à margem do novo credo, formando um grupo de descontentes, encarando a nova crença e o seu rito com ceticismo, com receio de que Maomé estivesse destruindo as suas tradições e liberdades credulárias, envolvendo-os em guerra contra os que haviam sido arrebanhados. A maioria dos judeus de Medina permaneceu firme na sua própria fé credulária, continuando a comercializar com os coraixitas de Meca. Mas a sagacidade do astral inferior se fez valer através de intuições a Maomé, que estabeleceu para esses judeus uma espécie de concordata, uma sutil concordata, nos seguintes termos:

Os judeus que se filiarem à nossa comunidade serão protegidos de todos os insultos e vexames; terão direitos iguais aos do nosso povo, no que concerne a assistência e bons ofícios; formarão com os muçulmanos uma nação composta; praticarão o seu credo tão livremente como os muçulmanos… Eles se unirão aos muçulmanos na defesa de Yathrib contra os inimigos… Todas as disputas futuras entre aqueles que aceitam esta Carta serão reportadas, com a permissão de Deus, ao Profeta”.

Esse acordo foi logo aceito por todas as tribos judias de Medina e de todas as suas circunvizinhanças, como os bauni-nadhir, os banu-kuraiza, os banu-kainuka, etc.

Mas a imigração de duzentas famílias de Meca trouxe escassez de alimentos em Medina. Maomé solucionou o problema tomando alimento onde ele se encontrasse, passando a encarregar aos seus lugares-tenente de assaltarem as caravanas que passavam por Medina, pelo que adotou o costume da maioria das tribos árabes do seu tempo, distribuindo quatro quintos dos despojos para os assaltantes e ficando com um quinto para o profeta, a fim de ser empregado em obras de caridade e em prol do novo credo. A parte de um assaltante morto ia para a viúva, com a sua alma indo de imediato para o paraíso. Estando assim motivados pelos despojos e encorajados em irem para o paraíso, multiplicaram-se tanto os assaltos como os assaltantes. Enquanto isso, os mercadores de Meca, cuja vida econômica dependia da segurança das caravanas, planejavam uma retaliação.

Em 623, o próprio Maomé organizou um bando de 300 homens armados a fim de emboscar uma caravana que vinha da Síria para Meca. Abu Sufyan, que comandava a caravana, soube do plano, mudou de rota, e pediu socorro a Meca, que enviou 900 coraixitas em atendimento aos pedido de socorro. Os dois pequenos exércitos se encontraram em Wadi Bedr, um leito de um rio comumente seco no verão, a uns setenta quilômetros ao sul de Medina. Maomé comandou pessoalmente os seus homens e os levou à vitória, que atribuiu a Alá como sendo um milagre, com isso confirmando a sua posição de chefe, tendo ele regressado para Medina com ricos despojos e muitos prisioneiros, em que aqueles que haviam sido especialmente ativos nas perseguições de Meca foram condenados à morte, enquanto outros pagaram pesados resgates, mas Abu Sufyan conseguiu escapar e jurou vingança. Caso Maomé tivesse sido derrotado, os planos do astral inferior para o estabelecimento do novo credo teria desfalecido.

Como sempre a guerra principia no astral inferior, entre os espíritos obsessores que adquirem a prentensão de seres deuses. Assim foi que os deuses da Caaba tomaram Abu Sufyan como o seu principal instrumento para combater a Lúcifer, que por sua vez tinha a Maomé como sendo o seu principal instrumento. Tanto que chegando a Meca, Abu Sufyan falou para os parentes enlutados de Meca:

Não choreis pelos vossos mortos, e não permitais que nenhum poeta lamente a sua morte… Felizmente virá a nossa vez e podereis então obter a vingança. De minha parte, não tocarei nenhum óleo e nem me aproximarei de minha mulher, até que tenha partido de novo para combater a Maomé”.

Maomé havia conquistado definitivamente os habitantes de Medina para Lúcifer, ou para Alá, formando o ambiente fluídico propício para as atuações dos seus anjos negros sobre aqueles que fossem contrários ao novo credo. Omeir, um muçulmano cego, invadiu o quarto de uma poetisa que havia atacado Maomé em suas rimas, chamada Asma, e enquanto ela dormia enterrou a sua espada com tanto furor em seu peito, que a poetisa ficou pregada em seu leito pela espada. Na manhã seguinte, Maomé manteve o seguinte diálogo com Omeir:

— Mataste Asma?

— Sim. Há algum motivo para apreensão?

— Nenhum, dois cabritos dificilmente dariam cabeçadas um no outro por causa disso.

Afak, um centenário que havia sido convertido ao judaísmo, compôs uma sátira contra Maomé, tendo sido morto quando dormia em seu pátio. Kab ibn al-Ashraf, um poeta de Medina, filho de uma judia, abandonou o Islã quando Maomé levado pelas falanges de Lúcifer se voltou contra os judeus, passando a escrever versos que instigavam os coraixitas a se vingarem da derrota, tendo enfurecido mais ainda aos muçulmanos quando passou a redigir sonetos de amor às mulheres do profeta, em prematuro estilo trovador, quando então Maomé indagou dos seus fiéis: “Quem me livrará desse homem?”. Na mesma tarde a cabeça do dissidente foi depositada aos pés do profeta.

Estando todos sob a influência do astral inferior, a imaginação se fez valer sobre todos, com todos adotando o mesmo ponto de vista muçulmano, que essas execuções eram apenas uma defesa legítima contra a traição ao novo credo. Como sendo precursor de uma teocracia, Maomé assumia também a condição de chefe de Estado, assumindo, portanto, toda a autoridade para condenar aos inimigos do seu credo e aos dissidentes.

Os judeus de Medina não se encontravam nada satisfeitos com essa fé credulária de aspecto belicoso, que de início lhes parecera tão lisonjeiramente semelhantes às suas fés credulárias. Então passaram a zombar das interpretações de Maomé e das suas Escrituras, principalmente das suas afirmativas de ser o Messias prometido pelos seus profetas. O profeta, então, passou a revidar através de revelações em que Alá acusava os judeus de corromperem as Escrituras, matarem os profetas e rejeitarem o Messias.

Originariamente, Maomé havia feito de Jerusalém o qibla, que em árabe é a palavra genérica para direção, e que no Islã é definido como a direção da Caaba em Meca, para onde devem ser dirigidas as orações, por isso em cada mesquita existe um lugar que indica a direção de qibla, denominado de mihrab. Mas em 624 ele mudou o local para Meca e a Caaba.

Nessa época, uma jovem muçulmana visitou o mercado dos judeus banu-kainuka em Medina, e enquanto estava sentada em uma oficina de ourives, um judeu gozador levantou a sua saia por trás e a prendeu com alfinete na parte de cima da roupa. Ao se levantar, ela começou a chorar alto de vergonha por estar exposta, quando então um muçulmano revoltado matou o judeu gozador, logo depois os irmãos da vítima mataram o muçulmano. Maomé, então, reuniu os seus adeptos, bloqueou o bairro dos judeus banu-kainuka durante 15 dias, aceitou-lhes a rendição, mas ordenou aos seus 700 dissidentes que deixassem Medina, sem levar os seus pertences.

Enquanto isso, Abu Sufyan, que havia feito uma promessa forçada pelo ódio de se vingar de Maomé, após um ano de espera resolveu entrar em cambate. Em 625, reuniu um exército de 3.000 homens e marchou com ele para a colina de Ohod, situada a uns cinco quilômetros ao norte de Medina. Entre os homens que formavam o exército, haviam quinze mulheres, inclusive a esposa de Abu Sufyan, que animavam os homens com cantos selvagens de ressentimento e vingança. Maomé conseguiu formar um exército de apenas 1.000 homens. No decorrer da batalha, o profeta lutou bravamente, tendo recebido muitos ferimentos, pelo que foi retirado quase inconsciente do campo de batalha. Era tão feroz a batalha astral entre as falanges inimigas, com os seus reflexos entre os humanos contendores, que Hind, a principal esposa de Abu Sufyan, cujos pai, irmão e tio haviam perecido em Bedr, mastigou o fígado de Hamza que lhe havia matado o pai, e com a sua pele e unhas fez alguns ornamentos de tornozelos e também braceletes para ela própria.

Após a batalha, Abu Sufyan regressou em triunfo para Meca, julgando que Maomé estivesse morto. Ledo engano. Seis meses depois o profeta estava totalmente restabelecido dos ferimentos, disposto para atacar os judeus banu-Nadhir, acusando-os de haverem auxiliado os coraixitas e de conspirarem contra a sua vida. Após um sítio de três semanas, os judeus tiveram permissão para emigrar, com cada família levando apenas aquilo que um camelo podia transportar, tendo Maomé se apropriado de alguns dos pomares de tâmara dos judeus para a manutenção da sua casa e distribuído o restante entre os refugiados. Ele considerava se encontrar em guerra com Meca e se sentiu no direito de afastar os grupos que lhe eram hostis da sua retaguarda.

Em 626, Abu Sufyan e os coraixitas reiniciaram a ofensiva, desta vez com um exército de 10.000 homens e auxiliados materialmente pelos judeus banu-kuraiza. Estando consciente de que as suas forças seriam incapazes de fazer frente ao exército inimigo tão numeroso, Maomé resolveu defender Medina mandando cavar uma trincheira em torno dela. Os coraixitas sitiaram a cidade por vinte dias, quando então, desanimados pelo vento e pela chuva, regressaram para os seus lares.

Maomé, então, de imediato, lançou 3.000 homens contra os judeus banu-kuraiza, que após se renderem tiveram que escolher entre o Islã e a morte. Mas a obsessão era tamanha que eles optaram pela morte, quando então os seus 600 combatentes foram todos mortos e enterrados na praça do mercado de Medina, e as suas mulheres e crianças foram todas vendidas como escravas.

Após tantos assaltos a caravanas e tantas batalhas, Maomé já havia se tornado um hábil general e, como tal, durante os dez anos que passou em Medina, ele planejou 65 campanhas e incursões, entre elas dirigindo vinte e sete. Mas ele era um instrumento do astral inferior, por isso tinha que também usar da diplomacia, pois que o objetivo maior de Lúcifer e os seus anjos negros era arrrebanhar cada vez mais prosélitos para as suas hostes, por isso compatilhou dos anseios dos refugiados em rever os seus lares e os seus familiares que haviam sido deixados em Meca, concordando com os seus desejos de visitarem novamente a Caaba, que em sua juventude havia sido o centro da sua piedade.

Como entre os seres humanos praticamente tudo é reflexo do astral inferior, do mesmo modo como os primeiros apóstolos pensavam do falso cristianismo como uma forma e uma reforma do judaísmo, os muçulmanos também pensavam que o maometismo era uma modificação e um desenvolvimento do antigo rito de Meca, com os deuses da Caaba.

Em 628, Maomé fez aos coraixitas uma oferta de paz, prometendo a segurança das suas caravanas em troca da permissão de realizar os ritos da peregrinação anual. Os coraixitas responderam que um ano de paz deveria preceder ao acordo. Depois foi assinada uma trégua por dez anos. O profeta então resolveu apaziguar os seus saqueadores, atacando e saqueando os judeus khaibar na sua colônia situada ao nordeste de Medina. Os judeus se defenderam em consonância com as suas forças, tendo noventa e três morrido na defesa da colônia e o restante se rendido, mas conseguiram obter a permissão de permanecer e cultivar o solo, mas sob a condição de entregarem todas as suas propriedades e metade das suas futuras colheitas ao profeta conquistador. Porém, Maomé não poupou o chefe Kinana e o seu primo, que foram decapitados por haverem escondido parte dos seus bens. Safiya, a noiva de Kinana, uma jovem judia, foi tomada pelo profeta como esposa adicional.

Em 629, cerca de 2.000 muçulmanos de Medina entraram pacificamente em Meca, enquanto os coraixitas se retiravam para as colinas, para evitar os conflitos, quando então Maomé e os seus adeptos deram sete voltas em torno da Caaba, com o profeta tocando reverentemente a Pedra Preta com o seu bastão de comando, bradando a plenos pulmões para todos os muçulmanos: “Não há outro deus senão Alá!” Os habitantes de Meca ficaram impressionados com o comportamento disciplinado dos exilados e a dedicação ao seu deus. Vários coraixitas influentes passaram a adotar o novo credo, inclusive os futuros generais Khalid e Amr, enquanto algumas tribos do deserto vizinho vieram oferecer a Maomé a promessa da sua crença em troca do apoio das suas armas. Em face de tudo isso, quando regressou para Medina, o profeta se julgou então suficientemente poderoso para tomar Meca pela força.

Em 630, a trégua entre Medina e Meca ainda tinha oito anos pela frente, mas Maomé alegou que um grupo de coraixitas havia atacado uma tribo muçulmana, tendo assim violado a trégua. Então reuniu cerca de 10.000 homens e marchou contra Meca. Abu Sufyan, reconhecendo o poderio das forças inimigas, permitiu que Maomé entrasse pacificamente na cidade, sem qualquer oposição. Mas como o objetivo de Lúcifer e os seus anjos negros era arrebanhar prosélitos, tendo Maomé como sendo o seu grande instrumento, este respondeu “generosamente”, dando anistia geral para todos os coraixitas, com a exceção de alguns poucos dos seus inimigos. Assim, em completa obediência aos espíritos obsessores, destruiu os ídolos de dentro e de ao redor da Caaba, poupando apenas a Pedra Preta, estabelecendo o ato de beijá-la. A seguir proclamou Meca a cidade santa do Islã e decretou que jamais se deveria permitir a um infiel pisar o seu solo sagrado.

Em razão da imensa força bélica demonstrada por Maomé, os coraixitas abandonaram a oposição direta ao novo credo, pois tendo agora Lúcifer como sendo o deus dos muçulmanos, o seu todo-poderoso Alá, todos os demais deuses que eram adorados na Caaba foram derrotados em plano astral inferior e entre os humanos, e o profeta do Islã, que oito anos antes havia fugido de Meca para Medina, era agora o senhor de todos os árabes.

 

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