17- OS ANJOS NEGROS DE JEOVÁ, O DEUS BÍBLICO

Prolegômenos
12 de julho de 2018 Pamam

Sabe-se que a nossa humanidade possui uma hierarquia espiritual que é constituída em conformidade com os estágios evolutivos em que os espíritos que a integram se encontram, sendo que os espíritos mais evoluídos formam a plêiade do Astral Superior, em que Luiz de Mattos foi nomeado por Jesus, o Cristo, como sendo o chefe de toda a nossa humanidade.

Em tudo que rege o reino animal é sempre estatuída uma hierarquia. Nos animais irracionais há sempre um líder do bando, que é seguido pelos seus demais componentes, seguindo-se uma ordem hierárquica. Nos animais racionais, no caso os homens, é sempre estatuída uma hierarquia em todos os setores da vida. E no astral inferior não poderia ser diferente. Todas essas hierarquias são estatuídas com base no poder que os mais fortes detêm, em relação aos mais fracos, materialmente falando.

Estando quedado no astral inferior, Jeová, então, estabeleceu uma hierarquia espiritual entre todos os integrantes das suas falanges, que em toda essa sua hierarquia se situam os espíritos obsessores que são denominados de anjos, sendo todos anjos negros, os quais, segundo a tradição judaico-cristã, a mais divulgada no Ocidente, conforme os relatos bíblicos, são seres celestiais e espirituais conservos do deus bíblico, assim como servos são os homens adoradores de Jeová, que têm até orgulho em se declararem como sendo seus servos. Que pena!

Os anjos que possuem o poder de lidar com o fogo são os que se situam no topo da hierarquia de Jeová, uma vez que o objetivo maior do deus bíblico é destruir a vida na Terra através do fogo. As ciências consideram, equivocadamente, que os grandes incêndios são resultantes de causas naturais, às vezes provocados pelos seres humanos, e que os vulcões são oriundos da própria formação geológica do planeta, mas tudo isso é provocado pelos espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior. O Etna, por exemplo, é um vulcão ativo situado na parte oriental da Sicília, na Itália, entre as províncias de Messina e Catânia, sendo o mais alto vulcão da Europa e um dos mais altos do mundo, atingindo aproximadamente 3.343 metros de altitude, variando em função das frequentes erupções. A imagem abaixo mostra o Monte Etna.

Na imagem abaixo, pode-se ver claramente a imagem de um dos anjos do deus bíblico comandando a corrente a ser formada para que o vulcão venha a entrar em erupção, estando acompanhado por vários espíritos obsessores, formando assim uma corrente negra.

Para aqueles que não conseguem enxergar com mais nitidez a esses espíritos obsessores que acompanham ao anjo negro de Jeová, o deus bíblico, as imagens abaixo mostram claramente em separado. Na imagem posta logo abaixo se pode ver o Monte Etna em erupção, e na imagem posta logo mais abaixo, pode-se ver claramente as imagens de vários espíritos obsessores formando uma corrente negra para causar a erupção.

É por isso que na iconografia comum, os anjos geralmente têm asas de ave e um halo ao redor da cabeça, mas esse halo é escuro, e não brilhante como se fosse de luz, mas sim como se fosse de fogo, que é com o que lidam no astral inferior. As falanges do deus bíblico intuem aos credulários que o adoram para que estes representem aos anjos como se fossem crianças, para que todos venham a imaginar que eles são inocentes e virtuosos, ao invés de trevosos e tremendamente obsessores. Os relatos bíblicos e a hagiografia dos falsos cristãos contam que os anjos fizerem muitos milagres, ignorando que o milagre não existe, para que assim possam acreditar que uma das suas missões é ajudar à nossa humanidade, em seu processo de aproximação como o deus bíblico. É certo que eles atuam para que os seres humanos venham a se aproximar cada vez mais do deus bíblico, para que assim a corrente credulária possa se fortalecer cada vez mais, formando um ambiente fluídico cada vez mais denso, pesado e trevoso, cujo ambiente assim materializado dá cada vez mais poderes a eles, pois que a intenção não é ajudar à nossa humanidade, mas sim destruí-la, através do fogo.

Dizem que os anjos vivem com o deus bíblico no paraíso. Todos sabem que a Divina Comédia é um poema com viés épico e teológico da literatura italiana, extensiva à literatura mundial, que foi escrito por Dante Aligheri, no decorrer do século XIV, que se encontra dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. O poema de Dante descreve uma viagem onde se sucedem diversos acontecimentos, onde o autor coloca a sua força na riqueza das alegorias, que tornam o seu relato atemporal, com propósitos saperológicos. Alguns estudiosos consideram esta obra como sendo uma suma teológica de São Tomás de Aquino, só que em verso. Grande pintores de diferentes épocas criaram ilustrações para a Divina Comédia, como Botticelli, Gustave Doré, Cristóbal Rojas e Dali. Sabe-se que os grandes pintores são dotados de uma sensibilidade artística impressionante, que assim eles conseguem captar e retratar as imagens que se encontram postas no ambiente. Então vejamos uma pintura criada por Gustave Doré para ilustrar a Divina Comédia de Dante, cuja ilustração se refere ao paraíso bíblico.

Eu sei perfeitamente da existência dos erros de inteligência que são provocados pela imaginação humana, os quais pregam peças no corpo mental dos seres humanos, que são muitas vezes desconcertantes. Embora todos ainda se encontrem na fase da imaginação, raciocinando através das representações de imagens, combinando-as, muitos dos leitores que veem as imagens com os seus próprios olhos da cara podem até chegar a duvidar daquilo que os seus próprios olhos da cara estão enxergando, quando então as suas mentes passam a trabalhar inutilmente em busca de algo que venha a desmentir aquilo que estão constatando, em conformidade com a realidade posta para si, e o interessante de tudo isso é que eles acreditam piamente no sobrenatural, aceitando de logo tudo aquilo que vem do irreal, mas quando se deparam frente a frente com a realidade da vida espiritual, tentam a todo o custo fugir para a irrealidade. É uma pena!

Nessa tentativa de fuga para a irrealidade, muitos leitores procuram de todas as maneiras apelar para a coincidência, para o acaso, ignorando completamente que nem a coincidência e nem o acaso existem, pois que tudo aquilo que se assemelha a acontecimentos que aparentemente sejam destituídos de causa é fruto da ignorância humana, uma vez que se ignora que está lidando com efeitos, e todos os efeitos têm as suas causas correspondentes. E a ignorância vem se revelar, sobremaneira, quando nesse estado de tentativa de fuga da realidade, eles passam a indagar: mas como é que um pintor pode pintar os espíritos quedados no astral inferior, se eles mesmo não estão vendo? Pelo que eu também indago: mas como é que muitos leitores tentam não acreditar naquilo que eles mesmo estão vendo com os seus próprios olhos da cara? Esta minha indagação é apenas para reforço, vamos então à resposta dos leitores.

Pintar é uma arte que exige uma imensa sensibilidade por parte do artista, além de um talento incomum, que somente ele pode possuir in totum. Quando o pintor se decide por pintar um quadro, seja se inspirando no seu poder criativo, seja simplesmente retratando uma paisagem, ou mesmo a figura de alguém ou de algo, a sua sensibilidade incomum capta tudo aquilo que o seu talento de pintor vai expor na tela, inclusive todo o ambiente fluídico que ele vai retratar, mas que ele não o percebe em toda a sua totalidade, pois que o foco principal do seu pensamento é dirigido diretamente para o teor da sua pintura, considerando todo o restante como sendo apenas secundário, além do mais ele é ignorante acerca daquilo que seja o ambiente fluídico.

O pensamento é físico, por isso tudo aquilo que pensamos fica gravado nos fluidos, ou no éter, como queiram, formando imagens fluídicas. Quanto mais materializados forem os pensamentos, tanto mais materializadas serão as imagens fluídicas que eles irão formar. Essas imagens fluídicas podem ser captadas e retratadas pelos pintores mais talentosos, ou detentores de uma maior sensibilidade, uma vez que o órgão mental responsável pela criação é o intelecto, que dirige os pensamentos em direção àquilo que se vai criar, que tanto pode se referir ao passado como ao presente, uma vez que as imagens se encontram à sua disposição. As imagens fluídicas podem ser captadas também por câmaras fotográficas.

No caso da pintura do Paraíso para a ilustração da Divina Comédia de Dante, posta mais acima, Gustave Doré exerceu o seu poder criativo através do seu pensamento para pintar o seu quadro, mas os seus pensamentos conseguiram captar as imagens verdadeiras do paraíso do deus bíblico, que o pintor retratou também em sua tela, embora disso não tenha se apercebido. O quadro abaixo pintado por Cristóbal Rojas é um outro exemplo desse talento artístico.

Mas então esses leitores confusos ainda podem indagar: por que essas figuras horrendas fazem parte do paraíso do deus bíblico, e não são demônios do inferno? Justamente porque os anjos se encontram no céu, no paraíso do deus bíblico, que pode ser comparado com o inferno, embora este não exista sob o aspecto sobrenatural, e os anjos são retratados inclusive nas igrejas católicas, como demonstra claramente a imagem abaixo.

 

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