17.01.03- A terceira tríade angelical

Prolegômenos
13 de julho de 2018 Pamam

A terceira tríade é composta pelos anjos que formam o terceiro escalão da hierarquia de Jeová, o deus bíblico, os quais desempenham as suas funções obsessivas sob as ordens diretas dos anjos que formam a primeira e a segunda tríades. Eles podem ter contato direto com Jeová, mas dificilmente recebem ordens diretas do deus bíblico, que comanda o seu reino do astral inferior mais diretamente pelos primeiro e segundo escalões da sua organização criminosa. As imagens postas logo abaixo mostram a terceira tríade angelical e os espíritos obsessores que a compõem.

Vejamos cada uma dessas hierarquias angelicais que formam a essa tríade.

PRINCIPADOS

Enquanto os anjos chamados de dominações são os encarregados de dirigir os destinos das nações, distribuindo entre os demais obsessores dos escalões inferiores as tarefas que lhes cabem, os anjos chamados de principados são justamente os obsessores dos escalões inferiores que recebem a essas tarefas e atuam diretamente no sentido de dirigir as nações. Os anjos principados recebem também as tarefas diretamente dos anjos potestades com a finalidade de obscurecer as consciências das pessoas mais fracas.

A posição dos anjos principados é representada simbolicamente pela coroa e pelo cetro que usam, que de posse desses símbolos passam a agir diretamente nas cidades e nos países, tentando destruir a fauna e a flora dos lugares em que atuam, estando revestidos de uma autoridade especial para que possam presidir as políticas das nações, dos reinos, das províncias e das igrejas que professam os credos e as seitas bíblicos, intuindo nas pessoas mais influentes as ideologias a serem por elas seguidas, atuando também nas artes e nas ciências.

Os anjos que fazem parte do coro dos principados não atuam diretamente nas pessoas vulgares, apenas nos governantes, nos políticos, nos servidores públicos mais influentes, nos sacerdotes que dirigem os destinos dos credos e das suas seitas, principalmente nas dioceses, que são as unidades territoriais administradas por um bispo. A diocese é também referida como sendo um bispado, uma área episcopal, ou uma sede episcopal, como na Igreja Metodista, caracterizando-se como sendo a unidade geográfica mais importante da organização territorial da Igreja. Na Igreja Católica e na Comunhão Anglicana, uma diocese considerada muito importante é denominada de arquidiocese, geralmente em função da sua dimensão ou mesmo da sua importância histórica, que é governada por um arcebispo, o qual pode ter autoridade metropolitana sobre outras dioceses. No catolicismo, o papa cria as dioceses em todo o mundo e escolhe os seus bispos, obviamente que sob o comando dos anjos negros do deus bíblico.

É assim, através dos seres humanos mais influentes das nações, em todos os setores da vida, que os anjos principados agem no sentido de levar as instruções e os avisos maquinados pela corja de Jeová, o deus bíblico, comunicando ao povo em geral as instruções e os avisos que irão regular as suas vidas. Porém, quando os povos se recusam a aceitar a essas instruções e avisos angelicais, os anjos principados se transformam em anjos vingadores, passando a derramar os seus pensamentos de ira sobre eles, de modo a reconduzi-los em direção aos seus objetivos malignos, através do castigo e da dor, para que assim todos venham a se voltar em direção ao deus bíblico, que eles abandonaram em face das suas aspirações.

Todos os credulários bíblicos consideram erroneamente que os anjos negros de Jeová agem no sentido de ajudar a nossa humanidade, e que os anjos principados são protetores do povo em geral, estendendo-se esta consideração para o povo em geral. Mas a realidade é que os seres humanos não conseguem atentar para o fato de que, caso esses anjos agissem no sentido de ajudar a nossa humanidade, eles seriam totalmente inoperantes, pois que quanto mais o tempo passa, mais se instala o caos nas sociedades e nas nações. E se os anjos principados fossem realmente protetores do povo, não haveriam tantos desastres tidos como se fossem naturais, tais como tempestades, furacões, tufões, ciclones tropicais, maremotos, vulcões, tsunamis, incêndios em florestas, em matas, em prédios, acidentes de aeronaves, de trens, de veículos, assassinatos, guerras entre nações e intestinas, em que os povos sofrem as consequências, a fome terrível por que os povos das nações mais pobres padecem, e tudo o mais do gênero que assola a vida dos povos em todas as nações.

Esses anjos principados, não passam de anjos negros, assim como todos os anjos de Jeová, o deus bíblico, pois que todos eles fazem parte das suas falanges de exércitos que guerreiam no astral inferior, sendo citados na Bíblia em diversas passagens. Vejamos quais sejam:

Josué 5:14-15:

“A isso ele disse: ‘Não, mas eu — eu vim agora como príncipe do exército de Jeová’. Em vista disso, Josué lançou-se com a face por terra e prostrou-se, e disse-lhe: ‘Que diz, meu senhor, ao seu servo’? O príncipe do exército de Jeová disse por sua vez a Josué: ‘Remove as tuas sandálias dos teus pés, porque o lugar em que estás parado é santo’. Josué fez isso imediatamente”.

Jó 34:19 a 23:

“Há um que não tem mostrado parcialidade para com príncipes, e não tem dado mais consideração ao nobre do que ao de condição humilde, porque todos eles são trabalho das suas mãos. Morrem num instante, sim, no meio da noite; o povo sacode-se e falece, e os possantes somem sem mão alguma. Pois os seus olhos estão sobre os caminhos do homem. E ele vê todos os seus passos. Não há escuridão nem sombra tenebrosa para nelas se esconderem os que praticam o que é prejudicial. Porque ele não fixa um tempo designado para o homem ir a Deus em julgamento”.

Salmos 45:16:

“Em lugar de teus antepassados virá a haver teus filhos; os quais designarás para príncipes em toda a terra”.

Isaías 9:6:

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o domínio principesco virá a estar sobre o seu ombro. E será chamado pelo nome de Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz”.

Isaías 32:1:

“Eis que um rei reinará para a própria justiça; e quanto a príncipes, governarão como príncipes para o próprio juízo”.

Daniel 8:11:

“E assumiu ares de grandeza para com o Príncipe do exército, e foi-lhe tirado o sacrifício contínuo e foi deitado abaixo o lugar estabelecido do seu santuário”.

Daniel 8:15-16:

“Sucedeu então, enquanto eu, Daniel, estava tendo a visão e procurando compreensão, ora, eis que estava parado na minha frente alguém da aparência de um varão vigoroso. E comecei a ouvir a voz de um homem terreno no meio do Ulai, e ele passou a clamar e a dizer: ‘Gabriel, faze aquele ali entender a coisa vista’”.

Daniel 10:13-14:

“Mas o príncipe do domínio real da Pérsia opôs-se a mim por vinte e um dias, e eis que veio ajudar-me Miguel, um dos mais destacados príncipes; e eu da minha parte, permaneci ali ao lado dos reis da Pérsia. E vim para fazer-te compreender que sobrevirá ao povo na parte final dos dias, porque é uma visão ainda para dias vindouros”.

Daniel 12:1:

“E durante esse tempo pôr-se-á de pé Miguel, o grande príncipe que está de pé a favor dos filhos do teu povo. E certamente virá a haver um tempo de aflição tal como nunca se fez ocorrer, desde que veio a haver nação até esse tempo. E, durante esse tempo, teu povo escapará, todo aquele que for achado inscrito no livro”.

Sofonias 1:8:

“E terá de acontecer, no dia do sacrifício de Jeová, que vou voltar a minha atenção para os príncipes, e para os filhos do rei, e para todos os que usam vestuário estrangeiro”.

No blog Primeira Feira Mística, que se caracteriza como sendo um projeto para levar ao povo em geral as novidades em produtos e serviços das áreas credulária, esotérica, filosofias orientais, terapias holísticas, literatura, artigos credulários, entre outros, foi obtida a imagem abaixo de um anjo príncipe do seu mundo místico e credulário.

Toda a corja de anjos negros de Jeová, o deus bíblico, é sempre composta de espíritos obsessores, pois que não existem anjos tais como se fossem seres. A figura abaixo mostra claramente a realidade deste fato, cujos espíritos obsessores compõem a imagem posta acima.

ANJOS

São denominados simplesmente de anjos, os espíritos obsessores que pertencem a uma das falanges de Jeová e que agem sobre os seres humanos apenas em momentos especiais, quando se fazem necessárias as suas presenças, pois que pertencendo à terceira tríade eles têm acesso direto a Jeová, o deus bíblico, embora recebam ordens da primeira e da segunda tríades, que são compostas por anjos superiores. Sendo espíritos obsessores altamente periculosos, eles agem diretamente somente quando certas determinações advindas do topo da hierarquia jeovática não podem ser cumpridas pelos anjos da quarta tríade. Vejamos primeiramente o que diz o site apostoladosagradoscoracoes.angelfire.com, para que depois então possamos decrever a essas ações desses espíritos obsessores:

No reino dos espíritos são os últimos da Hierarquia, como se fossem humildes ervas escondidas entre as flores perfumadas e viçosas num magnífico jardim. Para eles, são reservadas a execução dos serviços mais simples, mas que também são necessários e insubstituíveis, como por exemplo: acompanhar um jovem que se encontra em perigo; dominar e tranquilizar o interior rebelde das pessoas; assistir e consolar um moribundo; evitar que ocorram acidentes, e muitas outras providências, sobretudo, o anjo da guarda, que acompanha cada pessoa do nascer ao morrer, é aquele a quem primeiro encontraremos após a morte. Ele conhecendo integralmente a nossa existência é que ordenará a nossa alma as primeiras providências: enviando-a ao purgatório, acompanhando-a diretamente ao Céu, ou abandonando-a em queda livre ao inferno, de acordo com o merecimento de cada um.

Outro aspecto que não pode ser esquecido, é o fato de que os anjos, guardadas as devidas proporções, estão mais perto da humanidade e por assim dizer, convivendo conosco prestando um serviço silencioso, mas de valor incomensurável a cada pessoa”.

Sendo todos os credulários bíblicos afeitos aos ditames da imaginação, crendo piamente no sobrenatural, mas sendo também revestidos da boa fé, eles passam a acreditar em todas essas baboseiras mentirosas, que não passam de simples devaneios. Em sendo assim, a minha obrigação é esclarecer a todos sobre a realidade dessas atividades angélicas, pelo que eu vou enumerar a essas atividades, atendo-me apenas às principais:

  1. Quando as pessoas se encontram em perigo iminente, além dos obsessores comuns que acompanham a essas pessoas, esses anjos passam também a acompanhá-las, para que assim possam agir com o objetivo de alcançar o resultado da fatalidade, por isso se diz que eles acompanham um jovem em perigo;
  2. Quando os obsessores comuns não conseguem dominar por completo as pessoas a quem eles obsedam, esses anjos passam a agir intensamente no sentido de dominar as suas forças de vontade até que consigam enfraquecê-las, para que assim os obsessores possam dominá-las por completo, por isso se diz que esses anjos dominam e tranquilizam o interior rebelde das pessoas;
  3. Todas as doenças, sem que haja qualquer exceção, são causadas pelos espíritos obsessores mais inferiores, mas quando as pessoas se encontram doentes e passam a resistir às doenças de que estão acometidas, esses anjos passam a agir no sentido de levá-las ao óbito, por isso se diz que eles assistem e consolam os moribundos;
  4. Em alguns pontos das estradas, avenidas e ruas, existem falanges de espíritos obsessores ainda mais inferiores que provocam acidentes de todas as naturezas, inclusive atropelamentos, ao que os peritos de trânsito denominam de pontos negros, em que eles agem sobre os motoristas e os pedestres, e não somente no trânsito rodoviário, pois que eles atuam também no trânsito ferroviário e no tráfego aéreo, agindo diretamente sobre maquinistas, pilotos, mecânicos, controladores de voos, e as demais pessoas envolvidas nesses tipos de transporte, causando os diversos tipos de acidentes ferroviário e aéreo, em função disso, em determinados momentos esses anjos passam a agir no sentido de agravar o ambiente fluídico e causar os mais diversos tipos de acidentes, notadamente os fatais, por isso se diz que eles agem como se fosse no sentido de evitar os acidentes, e se não fosse o Astral Superior assistindo aos que produzem bons pensamentos, muitos mais acidentes ocorreriam no mundo;
  5. As falanges de Jeová adotam o procedimento de obsedar as pessoas a partir dos seus nascimentos, para isso são designados os espíritos obsessores mais inferiores, os chamados anjos da guarda, que veremos mais adiante quando eu tratar da quarta tríade, para que assim as pessoas desde a infância venham a se acostumar com a presença desses espíritos obsessores, passando a obedecer às suas intuições malévolas, pelo que são monitorados por esses tipos de anjos, em suas dificuldades obsessoras, por isso se diz que uma das suas providências é assistir ao anjo da guarda, que acompanha cada pessoa do nascer ao morrer, lembrando aqui que a assistência espiritual das crianças depende diretamente da assistência espiritual dos pais, que são os grandes responsáveis por formar o ambiente fluídico que predomina em seus lares;
  6. Quando as pessoas que levaram uma vida materializada desencarnam, sendo espiritualmente mal assistidas, os espíritos obsessores que atuavam como sendo os seus anjos da guarda se afastam ante a presença desses anjos, para que eles conduzam esses espíritos a ocupar um lugar nas falanges de Jeová, em conformidade com o seu poder de obsessão, por isso se diz que eles são aqueles a quem primeiro os seres humanos encontram após a morte, pois que sendo espíritos obsessores altamente periculosos, eles conhecem integralmente não as suas existências, mas sim as suas tendências para o aspecto da obsessão, avaliando os seus graus de periculosidade, ordenando a esses espíritos decaídos no astral inferior as suas primeiras providências nesse antro trevoso em que agora se encontram, enviando-os ao purgatório, como se fosse um local de treinamento para as atividades obsessivas, ou, caso esses espíritos venham a ser de alta periculosidade, acompanhando-os diretamente às regiões mais altas da atmosfera terrena, o céu de Jeová, para que lá eles possam ser alocados em uma das tríades, de acordo com o “merecimento” de cada um.

Existem muitas outras atividades desses espíritos obsessores chamados de anjos e também de outros espíritos obsessores, que revelarei quando adentrar no tópico que se refere diretamente ao astral inferior. É por isso que esse site citado enfatiza um aspecto que não pode ser esquecido, que é justamente o fato desses anjos estarem mais perto da nossa humanidade, convivendo com os seres humanos, como se estivessem prestando um serviço silencioso de valor incomensurável para as pessoas.

Daí a razão pela qual os credulários bíblico virem afirmar que eles são dotados de vários poderes sobrenaturais, como o de se tornarem visíveis e invisíveis à vontade, o de voar, o de operar milagres e o de consumir sacrifícios com o seu toque de fogo. Os credulários bíblicos afirmam também que eles são feitos de fogo e de luz, e que a sua aparição é imediatamente reconhecida como sendo de origem divina, pela sua extraordinária beleza, quando, na realidade, não existe fogo e nem luz, e muito menos beleza, sendo tudo isso empavonamento e pirotecnia que eles engendram com os fluidos que formam o meio ambiente.

Todos aqueles que servem às falanges de Jeová são considerados como sendo anjos, por isso a tradição hebraica, que deu origem à Bíblia, está repleta de alusões a seres celestiais que são identificados como anjos, e que ocasionalmente aparecem aos seres humanos trazendo ordens divinas a serem executadas. Eles são citados em vários textos místicos judeus, notadamente nos textos místicos que são especialmente ligados à tradição merkabah.

Denomina-se de merkabah uma tradição mística da cabala que retrata o trono ou o carro do deus bíblico, vejam só, um espírito altamente obsessor sentado em seu trono e viajando pelo astral inferior em seu carro, o qual pode subir ou descer através de diferentes câmaras ou palácios celestiais conhecidos como hekhalot, podendo-se concluir que esses palácios servem como moradas para as tríades angelicais, em que o último deles é a morada de Jeová, o deus bíblico, o qual revela toda a sua “glória” posta no astral inferior.

Durante o período do Segundo Templo, a visão de Ezequiel foi interpretada como sendo um voo místico para o céu de Jeová, e realmente o foi, pois que Ezequiel estava desdobrado, por isso os místicos cabalistas desenvolveram uma técnica para usar o símbolo do merkabah como sendo um ponto focal de meditação, através do qual os místicos fariam uma viagem interior para os palácios e usariam os nomes mágicos secretos para garantir uma passagem segura por cada um deles. Até bem recentemente, esses procedimentos e essas fórmulas místicas somente eram conhecidos pelos estudiosos da cabala, mas os textos relevantes do Hekhalot Maior, que é o principal trabalho dos místicos do merkabah, foram publicados em inglês no já divulgado livro intitulado Meditation and Kabbalah, da autoria de Aryeh Kaplan, em 1982.

Há um site denominado de Sete Antigos de Heptá, cujo contexto possui como a sua principal característica “O Eterno Esforço Para Desvendar os Mistérios da Criação”, considerando que os anjos são seres extraterrestres, sem nunca atentar para o fato da existência da espiritualidade. Vejamos um pequeno trecho das suas considerações:

Nesse episódio de alienígenas do passado, os proponentes da teoria dos alienígenas antigos questionam todo o mito dos anjos, e sugerem que muito provavelmente os chamados ‘anjos’ eram na verdade extraterrestres, que foram mal interpretados pelos antigos — ‘eles habitam o céu’, ‘eles vêm do céu’, ‘eles descem do céu’, ‘são poderosos e sábios’, ‘podem tanto ajudar, como destruir’, etc. —, todos esses atributos podem ser relidos sob uma ótica ufológica, e então chegasse à conclusão, muito mais plausível, que na verdade os ‘anjos’ relatados na Bíblia, no Alcorão, em livros do oriente extremo, etc., eram alienígenas que foram identificados assim, como ‘mensageiros de deus’, ‘representantes do divino’, mas não é nada disso, eram seres de outros planetas, fazendo alguma coisa aqui, às vezes boa, e às vezes má. Então toda aquela história de ‘Hierarquia dos Anjos’, ‘ordens angelicais’, ‘categorias de anjos’, etc., cai por terra, é tudo invenção, é tudo ficção, nada é baseado em fatos, são apenas abstrações mentais”.

Para esses que não aceitam o devaneio do sobrenatural, pois que, na realidade, os anjos não passam de espíritos obsessores, mas que, por outro lado, vivem presos à ilusão da matéria, sem atentarem para o fato da existência da espiritualidade, que observem atentamente logo abaixo a figura representativa de anjos postada no seu próprio site, e, logo mais abaixo, as figuras de espíritos obsessores que formam a essa figura, e depois se disponham a dizer ao mundo se eles são realmente seres extraterrestres, não pelo fato de serem provenientes dos seus Mundos de Luz, mas que tenham vindo a este mundo em naves espaciais.

ARCANJOS

Os anjos desse coro são chamados de arcanjos em função da palavra proveniente do grego arkangélos, que significa anjo principal, ou chefe, pela combinação de archo, o primeiro ou principal governante, e aggelos, que quer dizer mensageiro.

Na terceira tríade dos anjos negros de Jeová, o deus bíblico, são postos nessa hierarquia angélica os espíritos tremendamente obsessores que atuam diretamente em casos mais especiais. Os anjos principados recebem as tarefas diretamente dos anjos dominações para dirigir diretamente as nações e recebem as tarefas diretamente dos anjos potestades para obscurecer as consciências das pessoas mais fracas. Enquanto os espíritos obsessores chamados simplesmente de anjos agem diretamente sobre as pessoas quando certas determinações advindas do topo da hierarquia jeovática não podem ser cumpridas pelos anjos que compõem a quarta tríade.

Mas acontece que existem outros espíritos obsessores quedados na atmosfera terrena que são inimigos das falanges de Jeová. Esses espíritos obsessores tentam de todas as maneiras obsedar aos seres humanos e fazer com que eles sejam instrumentos das suas hostes. Quando os anjos principados e os simplesmente anjos se encontram agindo em seus ações maléficas, as presenças dos espíritos obsessores inimigos atrapalham a essas suas ações. Nessas ocasiões, ocorrem as intervenções dos anjos chamados de arcanjos, que passam a atuar como arautos dos desígnios do deus bíblico, entrando em luta corporal contra os espíritos obsessores inimigos, a fim de afugentá-los. Sabe-se que o termo arauto é proveniente do frâncico heriald, a língua germânica ocidental dos francos, pelo francês héraut, que significa chefe do exército, aquele que anuncia a guerra.

Daí a razão pela qual os estudiosos bíblicos vêm afirmar que os anjos arcanjos possuem o caráter de mensageiros, ou intermediários, cujo caráter é assinalado pelo papel de elo entre os anjos principados e os simplesmente anjos em suas ações malévolas contra os seres humanos, para que aqueles consigam cumprir os papéis que lhes foram designados pelos anjos das hierarquias superiores, sem a presença de espíritos obsessores inimigos, sendo, portanto, os emissários, os mensageiros, os pregoeiros das guerras contra as hostes inimigas, quer dizer, são os defensores, os lutadores, os propugnadores, em favor dos anjos principados e dos simplesmente anjos.

Essas ações dos anjos arcanjos propiciam a formação do ambiente fluídico adequado para as ações dos anjos principados e dos simplesmente anjos, sendo justamente por isso que a cultura popular faz deles os protetores dos bons relacionamentos, da sabedoria e dos estudos, além de guerreiros contras as ações dos demônios, quando, na realidade, eles são os protetores dos relacionamentos entre os anjos principados e os simplesmente anjos com os seres humanos que se deixam obsedar por essas quadrilhas de malfeitores, que não possuem nada de sabedoria e muito menos de estudo, sendo guerreiros lá para as bandas do astral inferior, pois que guerreiam com espíritos obsessores que são da mesma laia que eles.

Há várias citações na Bíblia em relação a esses espíritos obsessores que são chamados de anjos arcanjos, como nos vários casos de Daniel, que era um médium vidente e ouvinte, além de outras mediunidades, como a de desdobramento, e também a luta ferrenha travada com outros espíritos obsessores para afastá-los de Moisés, que tinha a sua grande importância para os planos de Jeová, por também ser um médium vidente e ouvinte, além de ser um líder do seu povo. Vejamos algumas dessas citações:

Daniel 8:15 a 19:

“Sucedeu então, enquanto eu, Daniel, estava tendo a visão e procurando compreensão, ora, eis que estava parado na minha frente alguém de aparência de um varão vigoroso. E comecei a ouvir a voz de um homem terreno no meio do Ulai, e ele passou a clamar e a dizer: ‘Gabriel, faze aquele ali entender a coisa da vista’. Portanto, ele chegou até onde eu estava parado, mas quando chegou fiquei apavorado, de modo que me lancei com a face por terra. E ele passou a dizer-me: ‘Entende, ó filho do homem, que a visão é para o tempo do fim’.

E enquanto ele falara comigo, eu adormecera com a face por terra. Portanto, ele me tocou e me fez ficar de pé onde eu estivera parado. E prosseguiu, dizendo: ‘Eis que te faço saber o que ocorrerá na parte final da verberação, porque é para o tempo designado do fim’”.

Daniel 9:20 a 23:

“Enquanto eu ainda falava, e orava, e confessava meu pecado e o pecado do meu povo Israel, e deixava meu pedido de favor cair diante de Jeová, meu Deus, referente ao santo monte de meu Deus, e enquanto eu ainda falava em oração, ora, o homem Gabriel, a quem eu tinha visto na visão, no início, tendo ficado fatigado de cansaço, chegou a mim no tempo da oferenda da noitinha. E ele passou a dar-me entendimento e a falar comigo, e a dizer:

‘Ó Daniel, saí agora para te dar perspicácia com compreensão. No início dos teus rogos saiu uma palavra, e eu mesmo vim para fazer um relatório, porque tu és alguém muito desejável. Portanto, dá consideração ao assunto e tem entendimento da coisa vista’”.

Daniel 10:13-14:

“Mas o príncipe do domínio real da Pérsia opôs-se a mim por vinte e um dias, e eis que veio ajudar-me Miguel, um dos mais destacados príncipes, e eu, da minha parte, permaneci ali ao lado dos reis da Pérsia. E vim para fazer-te compreender o que sobreviverá ao povo na parte final dos dias, porque é uma visão ainda para dias vindouros”.

Daniel 10:20-21:

“De modo que prosseguiu dizendo: ‘Sabes realmente por que cheguei a ti? E agora voltarei para lutar com o príncipe da Pérsia. Quando eu partir, eis que virá também o príncipe da Grécia. No entanto, eu te contarei as coisas escritas na escritura da verdade, e não há ninguém que se mantenha forte comigo nestas coisas, exceto Miguel, vosso príncipe’”.

Daniel 12:1:

“E durante esse tempo pôr-se-á de pé Miguel, o grande príncipe que está de pé a favor dos filhos do teu povo. E certamente virá a haver um tempo de aflição tal como nunca se fez ocorrer, desde que veio a haver nação até esse tempo. E, durante esse tempo, teu povo escapará, todo aquele que for achado inscrito no livro”.

Lucas 1:17 a 19:

“Também, irá diante dele com o espírito e o poder de Elias, para retornar os corações dos pais aos filhos e os desobedientes à sabedoria prática dos justos, a fim de aprontar para Jeová um povo preparado.

E Zacarias disse ao anjo: ‘Como hei de ter certeza disso? Pois sou idoso e minha esposa está bem avançada em anos’. Em resposta, o anjo disse-lhe: ‘Eu sou Gabriel, que está a postos logo diante de Deus, e fui enviado para falar-te e declarar-te as boas novas destas coisas’”.

Lucas 1:26:

“No sexto mês dela, o anjo Gabriel foi enviado da parte de Deus a uma cidade da Galileia, de nome Nazaré”.

1 Tessalonicenses 4:15 a 17:

“Pois, nós vos dizemos pela palavra de Jeová o seguinte: que nós, os viventes, que sobrevivermos até a presença do Senhor, de modo algum precederemos os que adormeceram; porque o próprio Senhor descerá do céu com uma chamada dominante, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro. Depois nós, os viventes, que sobrevivermos, seremos juntamente com eles arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar; e assim estaremos sempre com o Senhor”.

Judas 1:9:

“Mas, quando Miguel, o arcanjo, teve uma controvérsia com o Diabo e disputava acerca do corpo de Moisés, não se atreveu a lançar um julgamento contra ele em termos ultrajantes, mas disse: ‘Jeová te censure’”.

Apocalipse 12:7-8:

“E irrompeu uma guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam com o dragão, e o dragão e os seus anjos batalhavam, mas ele não prevaleceu, nem se achou mais lugar para eles no céu”.

Note-se que os espíritos obsessores consideram de suma importância para as suas pretensões obsessivas aqueles que possuem a mediunidade da vidência e da audição, e que também possuam uma personalidade relativamente forte, não sendo passíveis do enlouquecimento fácil, como nos casos de Abraão, Moisés, Maomé, e outros, como podemos comprovar em Daniel 9:20 a 23, quando o anjo negro lhe diz que ele é “alguém muito desejável”, solicitando que ele dê “consideração ao assunto” e que tenha o “entendimento da coisa vista”. Esses médiuns se revestem de suma importância para os espíritos obsessores porque eles servem de intermediários para as suas comunicações com os seres humanos, e sendo instrumentos dóceis, eles falam pela boca desses médiuns, como assim eles mesmo declaram.

Não são poucos os espíritos obsessores que formam as falanges dos anjos arcanjos, por isso eles não se resumem apenas a Gabriel, Rafael e Miguel, em que este assume até a condição de anjo principado, como consta em Daniel 10:20-21, pois o Livro de Enoque, considerado canônico somente pela Igreja Ortodoxa da Etiópia, fala de mais quatro arcanjos: Uriel, Ituriel, Amitiel e Samuel; que também são os responsáveis pela vigilância constante das falanges obsessoras de Jeová, não deixando que outros espíritos obsessores venham a se aproximar das vítimas do deus bíblico.

Os estudiosos bíblicos não conseguem compreender a ordem tradicional da hierarquia dos coros de anjos jeováticos, que coloca os arcanjos na terceira tríade, junto com os principados e os simplesmente anjos, que assim se expressam:

A ordem tradicional dos Coros Angélicos coloca os ‘Arcanjos’ entre os ‘Principados’ e os ‘Anjos’. Contudo, na Sagrada Escritura, não aparecem como um grupo particular e definido. Por exemplo, Miguel e Gabriel são chamados de Arcanjos em diversas citações: no capítulo 4 da primeira carta de São Paulo aos Tessalonicenses, no capítulo 4 do Livro de Daniel, no versículo 9 da Carta de São Judas, mas para indicar que são Anjos que exercem funções especiais e que se encontram na cúpula da Hierarquia Angélica. Então, como aceitar que Miguel, o Arcanjo, Chefe da Milícia Celeste, seja colocado no penúltimo grau da escala Angélica? Porque o Coro dos Arcanjos está colocado em penúltimo lugar. Todavia, pelas funções que desempenha, acreditamos que ele deveria estar colocado no mais alto Coro dos Anjos. Gabriel também é chamado de Arcanjo, e da mesma maneira que Miguel, através das páginas da Sagrada Escritura e da mesma maneira que Miguel, através das páginas da Sagrada Escritura, vê-se que é conhecedor dos mais profundos Mistérios de DEUS, inclusive foi Gabriel quem Anunciou a MARIA que Ela estava cheia de graças e tinha sido escolhida pelo CRIADOR, para MÃE DE DEUS.

Por outro lado, também Rafael é denominado pela Igreja como um Arcanjo. A despeito de Rafael, no Livro de Tobias, ele mesmo confirma que está diante de DEUS: ‘Eu sou Rafael, um dos sete Anjos que estão sempre presentes e tem acesso junto à Glória do SENHOR’.

Tendo em vista estas considerações, compreende-se que verdadeiramente a revelação Divina ainda não deixou ao alcance da percepção humana, um conhecimento mais claro e profundo sobre as atividades dos Anjos do Coro dos Arcanjos, porque as citações que se encontram no Antigo e Novo Testamento envolvendo os nomes dos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, com certeza não devem se referir a Anjos que estão colocado no penúltimo lugar na Hierarquia Angélica, em face da grandeza e importância dos trabalhos que realizaram. Assim sendo, temos duas alternativas: dizer que aqueles mencionados Anjos, mesmo denominados de Arcanjos, não pertencem ao Coro dos Arcanjos e sim a um Coro bem mais elevado, ou afirmar que São Miguel, São Gabriel e São Rafael pertencem realmente ao Coro dos Arcanjos, e que eles são grandes e importantes no Céu apesar de pertencerem a um Coro tão simples e humilde na Escala Angélica, porque são absolutamente modestos e fiéis, isto sem ter a intenção de afirmar que os demais Anjos não sejam também simples, humildes, modestos e fiéis. DEUS é quem faz o juízo perfeito e para ELE estas são as virtudes mais importantes”.

O fato é que os anjos negros que fazem parte da corja de Jeová, o deus bíblico, formam a sua quadrilha de bandidos astrais em conformidade com as funções que desempenham, segundo os seus graus obsessores. No caso dos anjos arcanjos, estes não têm propriamente a função de obsessores, embora não deixem de sê-los, mas sim de entrar em luta corporal com os espíritos obsessores inimigos, sendo esta a sua atividade fim, daí a razão pela qual eles se situam no terceiro escalão da hierarquia maligna de Jeová. No entanto, toda essa corja de anjos negros chamados de arcanjos tem acesso direto ao deus bíblico, pois que são os principais formadores do seu exército quedado no astral inferior, ou da sua milícia.

Meu Deus, como alguém pode ser tão ignorante e obtuso a um ponto tal que passa a adorar a um falso deus que possui exércitos! Como alguém pode ser tão ignorante e obtuso a um ponto tal que passa a adorar a um falso deus repleto de atributos inferioríssimos e negativíssimos, que ainda se declara ser um fogo consumidor! É preciso que os espíritos superiores se revistam de paciência, de muita paciência, para que assim possam esclarecer e espiritualizar a esses espíritos mais atrasados que são adoradores do mal.

E essa balela de que Gabriel anunciou a Maria que ela estava cheia de graças e que havia sido escolhida por Jeová — que não é criador de coisa nenhuma, a não ser criador do mal que assola a nossa humanidade, através das suas patifarias, em conjunto com as suas falanges de espíritos obsessores — para ser a mãe de Jesus, o Cristo, como se o Nazareno fosse filho desse espírito trevoso, é uma mentira, e das grandes, porque os espíritos obsessores não conseguem se aproximar dos espíritos de luz, a não ser em casos especiais, como foi o meu caso, e Maria era um espírito de muita luz.

 

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