17.01.01- A primeira tríade angelical

Prolegômenos
12 de julho de 2018 Pamam

A primeira tríade é composta pelos anjos que se encontram no topo da hierarquia do deus bíblico, os quais desempenham as suas funções obsessivas sob as ordens diretas de Jeová. As imagens postas logo abaixo mostram a primeira tríade angelical de Jeová, o deus bíblico.

Vejamos cada uma dessas hierarquias angelicais que formam a essa tríade:

SERAFINS

A denominação serafim é proveniente do hebreu saraf, e do grego séraph, tendo ambos o mesmo significado de queimar, abrasar, consumir, fazendo uma alusão ao próprio deus bíblico, que é comparado ao fogo, ou mesmo ao fogo consumidor, assim como ele mesmo se autodenomina, por isso esses anjos foram também denominados de ardentes ou de serpentes de fogo. Esta última denominação se explica em função do fato de que os espíritos obsessores formam correntes entre si para que assim passem a se tornar ainda mais poderosos, em que essas correntes negras geralmente assumem a forma de serpente, como veremos mais claramente quando eu tratar acerca das nebulosas escuras que se formaram na Terra, no site pamam.com.br, em função dos credos e das suas seitas, assim como dos demais sentimentos inferiores e pensamentos negativos que são produzidos.

O Pseudo-Dionísio, o Aeropagita, afirma que a sua natureza ígnea espelha a exuberância da sua atividade perpétua e infatigável, e a sua capacidade de inflamar os anjos inferiores no cumprimento dos desígnios divinos, purificando-os com fogo e iluminando as suas inteligências, destruindo toda sombra. Pico della Mirandola fala deles em sua Oração Sobre a Dignidade do Homem, como seres incandescentes do fogo da caridade e modelos da mais alta aspiração humana. O que comprova claramente o objetivo maior de Jeová em destruir a vida na Terra através do fogo.

Sendo os serafins uma das ordens mais elevadas da esfera da mais alta da hierarquia de Jeová, situam-se muito próximos desse espírito maligno que pretende ser o deus da Terra, assistindo-o perante o seu trono e assumindo o “privilégio” de estarem unidos a esse deus bíblico de maneira mais íntima, sendo descritos em Isaías 6:1 a 6 como tendo seis asas, cantando perpetuamente o louvor ao deus bíblico, da seguinte maneira:

No ano em que morreu o Rei Uzias, eu, no entanto, cheguei a ver Jeová sentado num trono enaltecido e elevado, e as orlas da sua veste enchiam o templo. Acima dele havia serafins de pé. Cada um tinha seis asas. Com duas cobria sua face, e com duas cobria seus pés, e com duas voava. E este clamou para aquele e disse: ‘Santo, santo, santo é Jeová dos exércitos. A PLENITUDE DE TODA A TERRA É SUA GLÓRIA (grifo e realce meus)’. E os pivôs dos limiares começaram a estremecer diante da voz daquele que clamava, e a própria casa encheu-se gradualmente de fumaça.

E eu passei a dizer: ‘Ai de mim! Pois, a bem dizer, fui silenciado, porque sou homem de lábios impuros e moro no meio de um povo de lábios impuros; pois os meus olhos viram o próprio Rei, Jeová dos exércitos (grifo meu).

Em vista disso voou para mim um dos serafins, e na sua mão havia uma brasa viva (grifo meu) que ele tirara do altar com uma tenaz”.

E aqueles que ainda não conseguiram compreender que o objetivo maior do deus bíblico é destruir a vida na Terra, basta apenas atentar para o fato de que o verdadeiro Deus não possui exércitos, pois que Ele é o Todo, não tendo sentido o Todo possuir exércitos, já que não tem a quem guerrear. Depois disso indagar para si mesmo: o que significa a plenitude de toda a Terra para a glória de Jeová? Ora, essa plenitude é a destruição da vida na Terra, para que ele possa reinar em seu trono por todo o astral inferior. E mais: esse sinal de fumaça é como ficaria a Terra após ser destruída pelo fogo, como um dos seus serafins mostra claramente uma brasa viva que tirara do altar de Jeová, sendo obviamente essa brasa fluídica. A figura abaixo demonstra com a máxima clareza a verdadeira imagem do ambiente fluídico em que os serafins rodeiam o trono do deus bíblico.

QUERUBINS

O termo querubim é proveniente do hebreu keruv, ou do plural keruvim, que são anjos considerados como se fossem seres misteriosos, descritos tanto no falso cristianismo como nas tradições mais antigas, mostrando às vezes formas híbridas de homem e animal. Os povos da Mesopotâmia adotavam a denominação de karabu e as suas variantes para denominar aos seres fantásticos em forma de touro alado com a face humana, com as palavras em algumas daquelas línguas assumindo o significado de poderoso, e em outras de abençoado.

Como eu sempre afirmo, não existem mistérios no Universo. E se não existem mistérios no Universo, torna-se óbvio que neste mundo não existe também qualquer mistério, pois aquilo que os seres humanos denominam de mistério é fruto das suas ignorâncias.

O fato é que os espíritos quedados no astral inferior sempre comandaram as massas humanas, fazendo delas os seus dóceis instrumentos, em que os espíritos obsessores mais poderosos passavam a se considerar os deuses de cada uma das nações estabelecidas no mundo, fazendo dessas nações os seus instrumentos, com a ajuda das suas falanges de espíritos obsessores, que agiam intensamente no sentido de fazer com que os povos dessas nações viessem a adorar a esses deuses. Essas adorações, seguidas de rezas e orações, sacrifícios, oferendas e cultos a esses deuses, faziam com que o ambiente fluídico dessas nações se tornasse cada vez mais trevoso, e assim os espíritos obsessores podiam dominá-las mais facilmente, sujeitando-as aos seus diversos objetivos avassaladores.

Na Grécia antiga, em tempos mais primitivos, cada família tinha o seu deus particular, em que a ele eram oferecidos o alimento e o vinho antes de cada refeição. De igual modo, a cidade e a tribo possuíam, cada qual, o seu próprio deus, por exemplo, Atenas adorava Atena; Eleusis, Demeter; Samos, Hera; Éfeso, Artemis; Posseidônia, Posseidon. No centro e no alto da cidade ficava o altar do deus local, em que a participação no culto desse deus era o sinal, o privilégio e o requisito da cidadania. Os deuses e as suas falanges de espíritos obsessores guerreavam entre si para que pudessem sobrepujar uns aos outros, conquistando assim os seus povos, que passavam a adorá-los, para que assim se fortalecessem e ficassem mais poderosos. Então incitavam aos seus dominados encarnados que lutassem entre si, os quais obedeciam às intuições desses espíritos obsessores, imaginando justamente aquilo que lhes era intuído.

Deste modo, quando uma cidade marchava para a guerra, levava consigo a imagem e o emblema do seu deus na vanguarda das tropas. A vitória, portanto, não era apenas a conquista de cidade por cidade, mas de um deus por um deus. É por isso que, assim como na família o pai era o sacerdote, na cidade grega o supremo magistrado, ou arconte, era também o mais alto sacerdote do credo do Estado, pois que era o instrumento ideal para o astral inferior, em função das suas características de personalidade, por isso todos os seus poderes e ações eram santificados pelo deus, assim como se fosse uma espécie de papa.

É por isso que todos os objetos, todas as forças da terra e do céu, todas as bênçãos e todos os terrores, e todas as qualidades do homem, até mesmo os vícios, o que é óbvio, eram personificados em um deus, que em geral era de forma humana. Os historiadores afirmam que nenhum outro credo foi tão antropomórfico quanto o grego, o que se explica pelo fato dos espíritos obsessores passarem as suas características pessoais para os seres humanos.

E aqui cabe a seguinte indagação: como explicar o fato de que Homero tenha se referido tanto aos deuses do Olimpo? A resposta é simples. Porque os deuses do Olimpo vieram com os dórios e os aqueanos, que sobrepujaram as deidades micênicas e ctônias, dominando a todos os seus adoradores.

Estando compreendida essa guerra travada entre os deuses, pode-se compreender agora a guerra travada entre Jeová, o deus do povo hebreu, e Moloque, o deus dos amonitas e de outros povos, já citado anteriormente, que nos rituais de adoração que o povo lhe rendia, adorava a prática de atos sexuais e sacrifícios de crianças, que eram em uma cavidade da sua estátua, onde havia fogo, que assim consumia a criança viva, sendo tal fogo como se fosse purificador, destruidor e, ao mesmo tempo, consumidor, onde aqui ele se assemelha a Jeová, o deus bíblico. Tendo Jeová derrotado a Moloque, este passou a se submeter àquele, passando a integrar as suas falanges, sendo por isso que Jeová vem afirmar na Bíblia que ele é o fogo consumidor, subentendendo-se que Moloque não é o verdadeiro fogo consumidor. Pode-se agora compreender que se Moloque, sendo o fogo consumidor, obrigava aos seres humanos a oferecer sacrifício de criancinhas para serem queimadas vivas, Jeová é capaz de muito mais, como é exemplo a Inquisição, que não passa de um pequeno ensaio.

E assim, com o fortalecimento do povo hebreu, os povos que adoravam a Moloque desapareceram, sendo extinta a sua adoração, pois que ele agora estava servindo a Jeová, situando-se na sua hierarquia como sendo um querubim, mas conservando a aparência de corpo humano com a cabeça de touro, ou de leão. É por isso que para alguns teólogos os querubins ocupam o topo da hierarquia angelical. Vejamos as citações bíblicas acerca dos querubins:

Êxodo 25:22:

“E ali me hei de apresentar a ti e falar contigo de cima da tampa, de entre os dois querubins que há sobre a arca do testemunho, sim, tudo o que eu te mandar para os filhos de Israel”.

1 Samuel 4:4:

“Portanto, enviou a Silo e trouxe de lá a arca do pacto de Jeová dos exércitos, que está sentado sobre os querubins. E estavam ali os dois filhos de Eli com a arca do pacto do Deus, a saber, Hofni e Fineias”.

Salmos 18:10:

“E veio montado num querubim e veio voando, e veio arremetendo nas asas dum espírito”.

Salmos 99:1 a 3:

“O próprio Jeová se tornou rei. Agitem-se os povos. Ele está sentado sobre os querubins. Estremeça a terra. Jeová é grande em Sião. E ele é elevado sobre todos os povos. Elogiem eles o teu nome. Grande e atemorizante, santo ele é”.

Ezequiel 10:1 a 22:

“E eu continuei a ver. E eis que havia na expansão sobre a cabeça dos querubins algo como pedra de safira, como o aspecto da semelhança de um trono, aparecendo por cima deles. E ele passou a dizer ao homem vestido de linho, sim, dizendo: ‘Entra no meio da rodagem, por baixo dos querubins, e enche as concavidades de ambas as tuas mãos com brasas de fogo de entre os querubins, e atira-as sobre a cidade (grifo meu)’. Ele entrou, pois, diante dos meus olhos.

E os querubins estavam de pé à direita da casa quando o homem entrou, e a nuvem enchia o pátio interno. E a glória de Jeová passou a elevar-se de cima dos querubins, até ao limiar da casa, e a casa aos poucos ficou cheia da nuvem e o próprio pátio estava cheio da claridade da glória de Jeová. E o próprio ruído das asas dos querubins fez-se ouvir no pátio externo como o som de quando o Deus Todo-poderoso fala.

E aconteceu, quando ele ordenou ao homem vestido de linho, dizendo: ‘Toma fogo de entre a rodagem (grifo meu)’, de entre os querubins, que ele passou a entrar e a ficar de pé ao lado da roda. O querubim estendeu então a sua mão de entre os querubins para o fogo que havia entre os querubins (grifo meu) e carregou e pôs nas concavidades das mãos daquele que estava vestido de linho, que tomou então e saiu. E viu-se que os querubins tinham debaixo das suas asas a representação da mão de um homem terreno.

E continuei a ver, e eis que havia quatro rodas ao lado dos querubins, uma roda ao lado de um querubim e uma roda ao lado de outro querubim, e o aspecto das rodas era como o brilho duma pedra de crisólito. E quanto ao seu aspecto, as quatro tinham a mesma semelhança, assim como quando se mostra haver uma roda no meio de uma roda. Quando iam, iam para os seus quatro lados. Não mudavam de direção ao irem, porque iam atrás do lugar para onde estava virada a cabeça. Não mudavam de direção ao irem. E toda a sua carne, e suas costas, e suas mãos, e suas asas, e as rodas estavam cheias de olhos em todo o redor. Os quatro tinham as suas rodas. Quanto às rodas, clamava-se para elas aos meus ouvidos: ‘Ó rodagem!’. 

E cada um tinha quatro faces. A primeira face era a face de querubim, e a segunda face era a face de um homem terreno, e a terceira face era a face de um leão, e a quarta era a face de uma águia.

E os querubins elevavam-se — era a mesma criatura vivente que eu tinha visto junto ao rio Quebar — e quando os querubins iam, as rodas iam ao lado deles; e quando os querubins levantavam as suas asas para estarem alto acima da terra, as rodas não mudavam de direção, sim, elas mesmas, do lado deles. Quando eles ficavam parados; e quando se elevavam, elevavam-se com eles, porque havia nelas o espírito vivente.

E a glória de Jeová passou a sair de cima do limiar da casa e a parar sobre os querubins. E os querubins levantaram então as suas asas e se elevaram da terra diante dos meus olhos. Quando saíam, as rodas também estavam bem perto deles; e começaram a parar junto à entrada oriental do portão da casa de Jeová, e havia sobre eles a glória do Deus de Israel, de cima.

Esta é a criatura vivente que eu tinha visto debaixo do Deus de Israel junto ao rio Quebar, de modo que vim a saber que eram querubins. Quanto aos quatro, cada um tinha quatro faces e cada um tinha quatro asas, e sob as suas asas havia a semelhança das mãos de um homem terreno. E quanto à semelhança das suas faces, eram as faces cuja aparência eu tinha visto junto ao rio Quebar, eram as mesmas. Eles iam, cada um, diretamente para a frente”.

Ezequiel 28:14-15:

“Tu és o querubim ungido que cobre, e eu te constituí. Vieste a estar no monte santo de Deus. No meio de pedras afogueadas andavas (grifo meu). Eras sem defeito nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou injustiça em ti”.

Hebreus 9:5:

“Mas, por cima dela havia os querubins gloriosos encobrindo a tampa propiciatória. Agora, porém, não é ocasião para se falar destas coisas em pormenores”.

Muitas vezes, os querubins são representados como se fossem pequenas crianças dotadas de asas chamadas de putti, meninos em italiano, em que o singular é putto, cuja explicação verdadeira para isto se deve ao fato de que Moloque, antes de ser vencido por Jeová e se tornar um dos seus anjos negros, portanto, um querubim, intuía aos seres humanos para que eles queimassem crianças em seu sacrifício. No campo das artes, refere-se a pinturas ou esculturas de um menino nu, geralmente gordinho, por haver “engolido” tantas criancinhas, frequentemente com asas, derivado da figura do Cupido, como se simbolizasse realmente o amor e a pureza. Vasari foi um dos primeiros artistas do mundo a descrevê-lo nas suas obras de arte. O próprio Lúcifer é descrito como sendo um querubim ungido, sendo depois chamado pelo nome de Satanás, ou Belial.

Existem muitas imagens de anjos querubins, que em todas elas se pode comprovar claramente que se trata de espíritos obsessores. A gravura abaixo mostra um anjo querubim que se encontra em conformidade com a tradição dita cristã.

TRONOS OU OFANINS

Os tronos, também chamados de ofanins ou erelins, formam uma classe de anjos celestiais mencionados por São Paulo, em Colossenses 1:16, da seguinte maneira:

Porque mediante ele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as coisas visíveis e as coisas invisíveis, quer sejam tronos, quer senhorios, quer governos, quer autoridades. Todas as coisas foram criadas por intermédio dele e para ele”.

Os tronos têm o seu nome derivado do grego thronos, que significa anciãos, sendo identificados com os 24 anciãos que perpetuamente se prostram diante do deus bíblico e aos seus pés lançam as suas coroas, conforme consta em Apocalipse 11:16-17, assim abaixo:

E os vinte e quatro anciãos, sentados nos seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre os seus rostos e adoraram a Deus, dizendo: ‘Agradecemos-te, Jeová Deus, o Todo-poderoso, Aquele que é e que era, porque assumiste o teu grande poder e começaste a reinar’”.

Aqueles que são um pouco mais atenciosos em suas leituras, podem observar claramente que esses espíritos obsessores vêm afirmar que Jeová assumiu o seu grande poder, o que implica em dizer que se ele assim assumiu o seu grande poder é porque antes não havia efetivamente assumido, mas que tendo vencido aos outros deuses, estes passaram a servi-lo, o que ocasionou a que ele pudesse efetivamente assumir a esse seu grande poder posto no astral inferior, por conseguinte, começar a reinar nesse antro da mais baixa espiritualidade, conforme se pode constatar claramente em Deuteronômio 10:17, assim:

Pois, Jeová, vosso Deus, É O DEUS DOS DEUSES e o Senhor dos senhores (grifo e realce meus), o Deus grande, poderoso e atemorizante, que não trata a ninguém com parcialidade, nem aceita suborno”.

E esse deusinho safado e perigoso, metido a ser poderoso e atemorizante lá para as bandas do astral inferior, vem arrotar toda a sua empáfia que não trata a ninguém com parcialidade e nem aceita suborno, mas que não consegue esconder os seus atributos inferioríssimos e negativíssimos, como é o caso da vingança, como se encontra posto claramente na própria Bíblia, em Salmos 94:1, que assim revela a esse seu baixo atributo, próprio de espíritos atrasados:

Ó Deus de atos de vingança, Jeová. Ó Deus de atos de vingança, reluz”.

Mas eles não são anciãos coisa nenhuma, pois que o espírito não tem idade, uma vez que sempre existiu no seio do Criador, o Ser Total, que é o verdadeiro Deus, e se de tal modo são identificados como sendo anciãos é porque são os espíritos mais antigos que se encontram quedados no astral inferior. E assim, em função das suas experiências como espíritos obsessores, eles passam a ser os responsáveis por receber as ordens do deus bíblico para depois comunicá-las às outras tríades, intercambiando as comunicações desses espíritos obsessores, e se eles intercambiam as comunicações desses espíritos obsessores, eles também passam a ser os responsáveis por levar a Jeová as notícias do mundo, o que comprova sobejamente que Jeová não é onipotente, nem onipresente e nem onisciente, em conformidade com as suas próprias palavras constantes em Gênesis 18:20-21, que diz:

O clamor de queixa a respeito de Sodoma e Gomorra, sim, é alto, e seu pecado, sim, é muito grave. Estou de todo resolvido a descer (grifo meu) para ver se de fato agem segundo clamor sobre isso, e se não for assim, ficarei sabendo disso”.

Essa tarefa de receber as ordens do deus bíblico para depois comunicá-las às outras tríades, intercambiando as comunicações desses espíritos obsessores, é plenamente confirmada pelo site apostoladosagradoscoracoes.angelfire.com, que além de confirmar a função desses espíritos obsessores, posta também a sua imagem, conforme abaixo:

Os anjos que compõe este Coro da Hierarquia Angélica, são o reflexo da Grandeza de DEUS, e por isso mesmo, participam da solidez e segurança do poder do ETERNO PAI. Acolhem em si a Grandeza do Criador e a transmitem aos Anjos de graus inferiores. São chamados ‘Sedes Dei’ (Sede de DEUS).

Em síntese, os Tronos são aqueles Anjos que apresentam aos Coros Inferiores, o esplendor da Divina Onipotência”.

 

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