16.09- A vida sexual de vários papas

Prolegômenos
10 de julho de 2018 Pamam

Para mim em nada importa a vida sexual dos papas, mas importa sim desmascarar a todos esses patifes, que em todos os tempos vêm atormentando a vida dos seres humanos com as suas mentiras, as suas hipocrisias e os seus fingimentos, declarando-se descaradamente ministros de Jesus, o Cristo, os seus representantes na Terra, quando, na realidade, o nosso Redentor jamais esteve nesse antro pernicioso denominado de Vaticano, pois que todos os papas, com raríssimas exceções, são todos instrumentos do astral inferior, e não somente os mais antigos. Vejamos as companhias astrais dos dois últimos papas, primeiramente as companhias astrais do papa Bento XVI, conforme mostram as imagens abaixo.

Os seres humanos são cientes da existência da praça de São Pedro, que fica situada em frente à Basílica de São Pedro, no Vaticano, tendo sido desenhada por Bernini, no século XVII. O papa Alexandre VII ordenou a remodelação do lugar, exigindo que a obra providenciasse um espaço no qual o público ficaria de frente para o balcão, através do qual o papa poderia dar a sua bênção à cidade e ao mundo. Assim, Bernini projetou um espaço de interação formado por uma área que simbolizaria a Igreja-Mãe, área para a movimentação de carros em corredores, espaço para os deslocamentos de pedestres até ao obelisco central e uma grande área para causar o efeito visual de impacto de frente para a Basílica de São Pedro, que ainda conta com a presença do Palácio Apostólico. É nessa praça que os papas celebram as missas pontifícias nas maiores festas da Igreja Católica e acenam para os peregrinos.

Os papas também dão as suas mensagens puramente mercadológicas, que não servem para coisa alguma, a não ser para enganar ao povo e para firmar a sua posição de líder credulário do mundo, cuja posição é totalmente desonrosa. Assim, quando geralmente ocorre um ataque terrorista, o papa logo se apressa em enviar uma mensagem mercadológica para o mundo, que a imprensa internacional propaga da seguinte maneira: “O papa condenou o ataque terrorista em…, e afirma estar rezando pelas vítimas”. Essa safadeza é tamanha, que o próprio Vaticano se alegra quando acontecem os atos terroristas, justamente para fazer marketing, o que acontece também com as catástrofes, que os cientistas julgam sejam naturais, mas que não são, por hipótese alguma, sendo obras do astral inferior, como eu também provarei através de imagens, no site pamam.com.br.

E por falar em imagens, para que não venha a prosperar nenhuma sombra de dúvida em relação às más companhias astrais dos papas, assim como por extensão em relação a todos os demais sacerdotes, sem que haja uma só exceção, as imagens abaixo mostram claramente as suas companhias astrais obsessoras.

O fato é que desde a Idade Média o rito latino da Igreja Católica Ocidental exigiu que os seus sacerdotes fossem celibatários, mas pouco importa se os seus sacerdotes cumprem com as suas abstinências sexuais ou não, o grande problema é que eles mentem descaradamente, afirmando que não praticam o sexo, mas praticam sim, não com as suas mulheres ou com as mulheres solteiras, mas também com as mulheres casadas, e como se não bastasse isso, praticam ainda o homossexualismo, inclusive com menores de idade, e também a pedofilia. Mas o que causa repúdio é o fato desses sacerdotes degenerados pousarem para o público de homens honrados, probos, decentes, como se fossem realmente castos, não ousando confessar que pertencem à classe mais depravada e mentirosa de todo o mundo.

Existe na internet uma lista de papas sexualmente ativos, uma lista de sacerdotes que foram sexualmente ativos antes de se tornarem papas e de papas que eram legalmente casados, que pertenciam à Igreja Católica. Alguns candidatos ao papado tinham vida sexual ativa antes das suas eleições como papas, e outros eram sexualmente ativos durantes os papados, sendo homo ou heteressexuais. De acordo com a lista padrão, houve 266 papas, sendo que 99% dessa lista eram todos uns verdadeiros patifes. Os estudiosos do assunto fizeram várias classificações para alguns daqueles mais famosos que foram considerados sexualmente ativos, em vários sentidos. Vamos então a eles:

PAPAS CASADOS ANTES DE RECEBEREM AS ORDENS SACRAS

  • Papa Sirício (384 a 399):
    • A tradição sustenta que ele deixou a esposa e os filhos, a fim de se tornar papa. O número de filhos do papa Sirício é desconhecido. Escreveu um decreto em 385 determinando que os sacerdotes deveriam parar de conviver com as suas esposas.
  • Papa Félix III (483 a 492):
    • Era um viúvo com dois filhos quando foi eleito para suceder ao papa Simplício, em 483. Diz-se que foi o trisavô de Gregório, o Grande.
  • Papa Homisdas (514 a 523):
    • Era casado e viúvo antes da ordenação. Foi o pai do papa Silvério.
  • Papa Silvério (536 a 537):
    • Foi casado com uma mulher chamada de Antônia. Mas isso continua a ser debatido pelos historiadores.
  • Papa Agatão (678 a 681):
    • Foi casado por 20 anos com uma leiga, antes da maturidade atendeu a um convite do deus bíblico e com a bênção da sua esposa se tornou um monge no mosteiro de Santo Hermes, em Palermo. Diz-se que a sua mulher entrou para um convento.
  • Papa Adriano II (867 a 872):
    • Era casado com uma mulher chamada Estefênia, antes de tomar as ordens, e tinha uma filha. A sua esposa e a sua filha ainda estavam vivas quando foi selecionado para ser papa, passando a residir com ele no Palácio de Latrão. A sua filha foi raptada, violentada e assassinada pelo irmão de um ex-antipapa Anastácio, chamado de Eleutério, que também matou a esposa do papa.
  • Papa João XVII (1003):
    • Foi casado antes da sua eleição ao papado, tinha três filhos que se tornaram sacerdotes.
  • Papa Clemente IV (1265 a 1268):
    • Foi casado antes de assumir as ordens sacras e tinha duas filhas.
  • Papa Honório IV (1285 a 1287):
    • Foi casado antes de assumir as ordens sacras e teve pelo menos dois filhos. Entrou para o clero após a sua mulher morrer, foi o último papa a ter sido casado.

PAPAS SUXUALMENTE ATIVOS ANTES DE RECEBEREM AS ORDENS SACRAS

  • Papa Pio II (1458 a 1464):
    • Teve pelo menos dois filhos ilegítimos, um em Estrasburgo e outro na Escócia, que nasceram antes dele entrar para o clero.
  • Papa Inocêncio VIII (1484 a 1492):
    • De acordo com a Enciclopédia Britânica de 1911, teve pelo menos dois filhos ilegítimos, antes de entrar para o clero, tendo praticado nepotismo abertamente em favor dos seus filhos. Girolamo Savonarola, um sacerdote fanático, acusou-o de ambições mundanas.
  • Papa Clemente VII (1523 a 1534):
    • Teve um filho bastardo antes de haver tomado as ordens sacras. Algumas fontes o identificam com Alessandro de Médici, duque de Florença, mas esta identificação não foi confirmada. A sua incapacidade moral de elevar o nível da Igreja ajudou no avanço da Reforma. Morreu envenenado.
  • Papa Gregório VII (1523 a 1534):
    • Teve um filho bastardo antes de tomar as ordens sacras.

PAPAS SEXUALMENTE ATIVOS DEPOIS DE RECEBEREM AS ORDENS SACRAS

  • Papa Júlio II (1503 a 1513):
    • Teve pelo menos uma filha ilegítima, chamada de Felice della Rovere, nascida em 1483, vinte anos antes da sua eleição ao trono papal, mas algumas fontes indicam que o papa tinha mais duas filhas ilegítimas, que morreram na infância. Alguns dos seus contemporâneos o acusam de sodomia. Segundo o Concílio de Pisa, em 1511, ele era um “sodomita coberto de úlceras vergonhosas”.
  • Papa Paulo III (1534 a 1549):
    • Com o intuito de continuar o seu estilo de vida promíscua, realizada fora da sua ordenação, foi pai de quatro filhos ilegítimos, três filhos e uma filha, por sua amante Sílvia Ruffini, tendo rompido as relações com ela em 1513. Fez do seu filho Pier Luigi Farnese o primeiro duque de Parma.
  • Papa Pio IV (1559 a 1565):
    • Teve três filhos ilegítimos antes da sua eleição ao papado.

PAPAS SEXUALMENTE ATIVOS DURANTE OS SEUS PONTIFICADOS

  • Sisto III (432 a 440):
    • Era obcecado por mulheres mais novas, tendo sido acusado de violar uma freira em uma visita a um convento próximo de Roma. Nesse convento, enquanto fazia que orava na capela, pediu assistência a duas noviças, tendo violado uma e a outra conseguido escapar das suas garras libertinas, tendo-o denunciado. Sendo réu no tribunal, o papa Xisto III se defendeu recordando a história bíblica da mulher que foi apanhada em adultério. Perante essa história, os altos membros eclesiásticos reunidos para condenar ao papa tarado, não se atreveram a “atirar a primeira pedra”, pois que também eram todos lascivos, e o julgamento foi assim encerrado. E o mais interessante é que esse papa degenerado foi canonizado após a sua morte. Seguiu-lhe Leão I, que também gostava de mulheres mais novas, tendo mandado encarcerar uma adolescentes de apenas quatorze anos de idade em um convento, depois de tê-la engravidado.
  • Papa Sérgio III (904 a 911):
    • Foi o pai do papa João XI, com Marózia, de acordo com Liutprando de Cremona, em sua obra Antapodosis, assim como na Liber Pontificalis. Deve-se constar, contudo, que este é disputado por outra fonte, o cronista Flodoardo, que afirma ser João XI irmão de Alberico II de Espoleto, sendo este último da prole de Marózia e do seu marido Alberico I de Espoleto, podendo ter sido filho de Alberico I e Marózia. Bertrand Fauvarque salienta que as fontes contemporâneas que sustentam esta paternidade papal é duvidosa, mas outras referências a esta paternidade papal aparecem em sátiras escritas pelos adeptos do papa Formoso.
  • Papa João X (914 a 928):
    • Teve casos amorosos tanto com Teodora como com a sua filha Marózia, de acordo com Liutprando de Cremona, em sua Antapodosis, foi “O primeiro dos papas a ser criado por uma mulher e depois destruído por sua filha”. Esse papa pertenceu ao período da história papal denominada de Pornocracia, que abrange o período de 867 a 1049, outros historiadores denominam a esse período de Governo das Meretrizes
  • Papa João XII (955 a 963):
    • Transformou a Basílica de São João de Latrão em um verdadeiro bordel, tendo sido acusado de adultério, prostituição, incesto, e outros mais, de acordo com a Patrologia Latina. O cronista Bento Soracte, que era um monge, registrou em seu volume XXXVII que o papa “gostava de ter uma coleção de mulheres”. Liutprando de Cremona, em sua obra Antapodose, relata “que testemunhou sobre o seu adultério, que não viram com os seus próprios olhos, mas que mesmo assim sabiam com certeza: ele tinha fornicado com a viúva de Rainier, com Stephana, concubina do seu pai, com a viúva Anna, e com a sua sobrinha, e fez do palácio sagrado em um bordel”. De acordo com o The Oxford Dictionary of Popes, foi “um cristão Calígula cujos crimes foram rendidos particularmente horríveis pelo gabinete que ocupou”. Foi morto por um marido ciumento, enquanto no ato de cometer adultério com a esposa do homem.
  • Papa Bento IX (1032 a 1044):
    • Afirma-se haver o papa levado uma vida dissoluta durante todo o seu papado. Foi acusado pelo bispo de Benno Placenta de “muitos adultérios vis e assassinatos”. O papa Vítor III, referindo-se a ele em seu terceiro livro dos Diálogos, narra os “seus estupros, assassinatos e outros atos inqualificáveis. A sua vida como papa tão vil, tão execrável, que eu tremo só de pensar nisso”. Tendo sido solicitado São Pedro Damião para escrever um extenso tratado contra o sexo em geral e a homossexualidade em particular, em seu Liber Gomorrhianus, registrou que o papa Bento IX “deleitou-se em imoralidade, um demônio do inferno sob o disfarce de um padre”, tendo acusado ao papa de rotinas de sodomia, bestialidade e de ter patrocinado orgias no Vaticano. Em 1045, o papa Bento IX vendeu o seu cargo papal para Gregório VI. A fim de exercer o casamento.
  • Papa Clemente VI (1342 a 1352):
    • Em 1342, chega também com o papa Clemente VI à Igreja Católica a sua amante favorita chamada de Joana. O papa comprou um bordel “respeitável” somente para os membros da cúria, um negócio, segundo os documentos da época, feito “pelo bem de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Tornou-se proxeneta das prostitutas de Avinhão, a quem cobrava um imposto especial, tendo tomado a decisão de conceder audiências exclusivamente às mulheres duas vezes por semana.
  • Papa Alexandre VI (1492 a 1503):
    • Teve um caso muito especial com Vanozza de Cattanei, quando ainda era cardeal, com quem teve os seus famosos filhos César Bórgia e Lucrécia Bórgia, depois uma amante chamada Giula Farnese, irmã de Alessandro Farnese, que depois se tornou o papa Paulo III. Teve um total de pelo menos sete filhos. Tanto ele como César Bórgia mantiveram relações de incesto com Lucrécia Bórgia, pelo que o povo passou a chamá-la concisamente de “esposa, filha e nora do papa”.

PAPAS QUE FORAM CONSIDERADOS HOMOSSEXUAIS

  • Papa Paulo II (1464 a 1471):
    • Foi acusado de ter morrido de um ataque cardíaco durante um ato sexual com um pajem.
  • Papa Sisto IV (1471 a 1484):
    • Foi acusado de conceder favores e benefícios aos favoritos da corte em troca de favores sexuais. De acordo com o epitáfio papal sobre o seu túmulo, Giovanni Sclafenato foi criado do papa Sisto IV para a “ingenuidade, lealdade e os seus outros dons de corpo e alma”, conforme Stefano Infessura, em seu Diarium Urbis Romae.
  • Papa Leão X (1513 a 1521):
    • Foi acusado de ser apaixonado po Marc-Antonio Flaminio.
  • Papa Júlio II (1550 a 1555):
    • Foi acusado de ter tido um longo caso extraconjugal com Innocenzo Ciocchi del Monte. O embaixador de Veneza na época informou que Innocenzo compartilhava o quarto e a cama do papa. Segundo o The Oxford Dictionary of Popes, era “naturalmente indolente, dedicou-se a atividades prazerosas com episódios ocasionais de atividades mais graves”.
  • Papa Paulo VI (1963 a 1978):
    • Assim que chegou ao Vaticano, o papa Paulo VI se mostrou muito conservador em relação às matérias ligadas à sexualidade. Em 1976, indignado com as declarações homofóbicas do papa, um historiador e diplomata francês, Roger Peyrefitte, declarou ao mundo que o papa era homossexual e que havia mantido uma relação com um ator muito famoso. O escândalo foi tremendo, mas o papa Paulo VI negou tudo e o Vaticano chegou a pedir orações ao fiéis do mundo inteiro pela injúrias proferidas contra o papa, que morreu em 1978, vítima de um edema pulmonar, causado, em boa parte, pelos dois maços de cigarros que fumava por dia.

Pela ponta do iceberg, pode-se claramente constatar o tamanho da montanha de gelo de tanta patifaria que assola o papado, por conseguinte, todo o credo católico, assim como também os demais credos e as suas seitas.

 

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