15.08- O pecado

Prolegômenos
8 de julho de 2018 Pamam

Todos pensam que o pecado representa uma transgressão de uma lei religiosa, que na verdade não é religiosa, mas sim credulária, ou dos preceitos da Igreja Católica e das suas seitas que são derivativos, geralmente ocasionado pelas tentações dos demônios, o que por extensão representa também no cotidiano a falta contra quaisquer regras ou preceitos em geral, ocasionando faltas, culpas, defeitos ou vícios.

É óbvio que essa história de pecado é a mais pura balela, a mais pura basbaquice, já que se trata de uma invencionice por demais antiga, criada justamente pela classe sacerdotal para poder amedrontar aos incautos, a fim de trazê-los encabrestados para as suas rédeas, uma vez que essa classe sacerdotal é falsa moralista, justamente porque vive de aparências, sendo, pois, um sepulcro caiado, pois em todos os tempos a História vem registrando todos os seus crimes, de maneira pormenorizada, que são por demais extensos. E como se não bastassem os registros históricos, podemos observar hoje em dia qualquer “pé de chinelo”, qualquer “João buchudo”, qualquer “Zé mané”, ou outro termo mais popular que se queira dar a um ser vulgar que tenha as pretensões de ser importante, mas sem o ser, a fundar uma igreja qualquer e com outros da sua mesma laia, como sacerdotes, mas todos enganadores e estelionatários, extorquir o dinheiro dos cretinos, tais como no Brasil podemos citar um tal de bispo Edir Macedo, que julga possuir o dom da palavra, mas que somente fala asneiras, um tal de bispo Valdomiro Santiago, que sequer se intitula bispo, mas sim apóstolo, um tal de R. R. Soares, que todo pavonado se intitula missionário neste mundo, e tantos outros que pululam por aí, nesse lindo Brasil afora. Ah! E tem também um tal de Silas Malafaia, o qual, além de ser um tremendo charlatão, ainda é metido a zangado, como se a sua zanga pudesse servir de alguma utilidade em seu favor, em qualquer questão que ele queira disputar, segundo a sua escolha.

E como nós temos a obrigação de demonstrar tudo aquilo que afirmamos, sem que jamais entremos em contradição, já que estamos explanando a verdade, que está unicamente contida no Racionalismo Cristão, vamos provar com prova provada a inexistência do pecado. Sim, vamos provar por a + b, tim-tim por tim-tim, de baixo para cima e de cima para baixo, da direita para a esquerda e da esquerda para a direita, de trás para frente e de frente para trás, ou seja, de todas as maneiras possíveis e imaginárias, que essa história de pecado é realmente a mais pura balela, a mais pura basbaquice, própria para enganar aos mais obtusos e menos avisados.

O verdadeiro Deus já se encontra organizado perante toda a nossa humanidade. Nessa organização, foi demonstrado que Ele é composto de Substâncias, as quais são compostas de Essência e Propriedades. A Essência é a substância principal, portanto, o Ser Total, o puro Espírito de Deus. As Propriedades são as substâncias secundárias, portanto, a Força, a Energia e a Luz, a pura Alma de Deus.

Todos os seres que existem são formados das mesmas substâncias de Deus. Assim, quando os seres saltam do Ser Total, tais como sendo as suas partículas, portanto, como sendo seres individualizados, em essência, passam a evoluir adquirindo primeiramente as propriedades da Força e da Energia, formando os seus corpos fluídicos, o que significa que eles já estão formando as suas almas. Nesse evoluir constante, ininterrupto, do ser atômico aos animais irracionais, eles alcançam o último estágio da evolução pré-humana, o que se dá somente através das propriedades da Força e da Energia. A partir daí, no estágio seguinte, eles passam a evoluir também através da propriedade da Luz, quando então adquirem o raciocínio e o livre arbítrio, em cujas encarnações os seus corpos carnais assumem o aspecto humano. Surgem então os seres humanos, em que a essência de cada um recebe agora a denominação de espírito, com a sua alma estando agora completa em termos de propriedades, mas ainda tendo muito que evoluir através delas. Formam-se assim as humanidades, com todos os seus integrantes, como seres humanos, evoluindo individualmente por intermédio das propriedades da Força, da Energia e da Luz, mas estando todos coordenados uns com os outros, em todo o evoluir dessa humanidade.

Agora sim, pode-se compreender que Deus é o Todo, e que nada pode existir fora Dele, caso contrário, tal existência seria à Sua revelia, alheia às leis espaciais, aos princípios temporais e aos preceitos universais, cuja existência teria uma formação inconcebível, como inconcebível é a criação do deus bíblico, por ser falsa e mentirosa, mas não paralela à formação de Deus, mas não semelhante a Ele, que sempre existiu, existe e sempre existirá, sendo, pois, incriável e eterno, daí a razão racional e plausível do nada não existir. Em sendo assim, o Todo é a totalidade de todas as coisas, do ser atômico ao ser humano, daí a razão do Criador poder ser considerado também como sendo a Coisa Total, de onde derivam todas as coisas que existem. Somente a Inteligência Universal pode ser assim.

Em decorrência, podemos concluir o seguinte: todos os seres sempre existiram, existem e sempre existirão, pois que são provenientes do Ser Total. Mas nem todas as coisas sempre existiram, pois que as coisas são seres que evoluem por intermédio das propriedades da Força, da Energia e da Luz que se encontram em formação, em evolução pelo Universo, para que ao final possam se reintegrar à Coisa Total. Por isso, todas as criaturas existem, pois que são provenientes do Criador e para o Criador todas deverão retornar, sem que haja qualquer exceção. Essa conclusão, em similaridade, justifica-se pelo fato de que sempre houve e sempre haverá a criação, com os seres saltando do seio do Ser Total e passando a evoluir por intermédio das Suas Propriedades. Sem esquecer que nessa similaridade, os seres, ou as criaturas, podem ser considerados apenas em essência ou em essência e propriedades, segundo a conotação que se queira dar, mas as coisas apenas em seu conjunto.

Essa individualização pode ser explicada em função do dito mais acima, ou seja, de que Deus é o Todo. Ora, em sendo Deus o Todo, é óbvio que além de todas as coisas, Ele tem que Ser também perfeito e imperfeito, e não apenas perfeito, como todos desta maneira assim julgam, embora tal julgamento seja completamente equivocado, pelo menos assim o era, até a nossa explanação acerca do Racionalismo Cristão. A Sua perfeição é Infinita, mas não a sua Imperfeição, que é Finita, e que vai sendo incorporada ao Seu acervo através das Suas criaturas. Portanto, Deus é também Infinito e Finito, pois Ele é o Todo. Daí a razão Dele se individualizar através de todos os seres, ou de todas as coisas que existem, para que assim possa se tornar também Imperfeito e Finito. Vale aqui ressaltar que as extensões da Sua Imperfeição e da Sua Finitude que foram incorporadas ao Seu acervo podem ser conhecidas pelas Suas partículas mais evoluídas, como no caso de Jesus, o Cristo, mas toda a sua extensão, quero dizer, tudo aquilo que ainda vai ser incorporado ao Seu acervo, somente Ele é capaz de tal conhecimento. Podemos acrescentar também que Deus é Ilimitado e Limitado.

Assim, não se pode conceber que Deus seja ignorante do que quer que seja concebível, mas que incrivelmente o é, não contraditoriamente, pois que a Sua ignorância é proveniente das Suas partículas, que são os seres finitos, imperfeitos e limitados. Afinal, Ele é o Todo, a Inteligência Universal. No entanto, devemos ser racionais o bastante para podermos compreender que tudo aquilo que realmente existe é absolutamente necessário para a própria existência. Parece até redundância, mas que não é, uma vez que a imperfeição existe, e se ela existe é porque as criaturas do Criador devem passar por todos os estágios da imperfeição em suas evoluções. Nesses estágios da imperfeição, é óbvio que eles erram e cometem os mais diversos tipos de crimes, daí a razão dos sacerdotes considerarem os seus erros e crimes como sendo pecados, ignorando que no decorrer da evolução todos as criaturas irão paulatinamente deixando de errar e de cometer crimes, já que a tendência evolutiva é abandonar a imperfeição e ingressar no âmbito da perfeição, em retorno para o Criador, pois as criaturas também têm que saber de tudo, daí a razão da possibilidade dos espíritos apreenderem o Saber, por excelência.

Todos os seres humanos abominam indevidamente a imperfeição, fazem as suas críticas a respeito dela, sabem da existência da perfeição, mas apenas como antônimo, sem que tenham a mínima ideia de como ela seja, e muito menos de como ela pode ser alcançada, daí a conformação de que todo ser humano seja imperfeito, sem saber da sua importância para o Criador, e para as próprias criaturas, pois na suposição da imperfeição não existir, as criaturas também não poderiam existir, já que são elas que passam por todo o processo da evolução, no âmbito da imperfeição, para que toda a sua bagagem possa ser incorporada ao acervo do Criador, o que, neste caso, a não existência da imperfeição não passa de uma mera suposição, para simples efeito de uma maior compreensão acerca do assunto.

É justamente com base nessa concepção que os seres humanos tentam projetar para fora de si a existência da perfeição, ignorando que todos marcham de modo acelerado para ela pelo Universo, no decorrer do processo da evolução. Essa projeção da existência da perfeição para fora de si é acentuada após a desencarnação, quando estando posto no astral inferior os espíritos tentam assumir o papel de um deus, afirmando mentirosamente que criaram o homem à sua imagem e semelhança, como é o caso de Jeová, o deus bíblico, como se fôra pretensamente um espírito perfeito, o que demonstra a sua própria imperfeição.

O grande problema desse criacionismo infundado, é que os seres humanos não são ainda muito raciocinadores, e nessas suas limitações de natureza racional se encontram também os poucos desenvolvimentos dos seus criptoscópios e dos seus intelectos, por conseguinte, das suas consciências. Então eles passam a projetar automaticamente todas as suas imperfeições supostamente perfeitas para esse deus tido como se fosse o criador, e como não possuem a mínima noção acerca da perfeição, passam a apelar para o devaneio do sobrenatural. E sem que se apercebam disso, passam a manipular a esse deus que eles mesmos julgam seja o seu criador, de todas as maneiras possíveis e imaginárias, segundo os seus próprios julgamentos, que são de natureza subjetiva, alguns até de boa fé, devemos admitir e reconhecer, mas não os sacerdotes, que possuem o intuito malévolo de assim poderem manipular aos seus arrebanhados, em função da imensa avidez pelo poder e pela riqueza relativa a este mundo, sem a mínima noção de que o nosso verdadeiro tesouro se encontra em nossas almas, que são as parcelas das propriedades da Força, da Energia e da Luz que conquistamos e incorporamos ao nosso acervo espiritual, cujas propriedades contêm tudo aquilo de que precisamos em nossas existências, uma vez que a verdadeira existência é a espiritual, enquanto que a vida neste mundo é transitória e efêmera, que dura por apenas uma encarnação, e assim se repete ciclicamente. Daí a razão pela qual não necessitarmos pedir nada com rezas e orações e muito menos com promessas, já que o peditório é desnecessário, pois que tudo temos para viver e vencer na vida.

Jesus, o Cristo, é o nosso maior exemplo de evolução espiritual, pois tendo as mesmas substâncias de Deus, tirou de si mesmo tudo aquilo que se refere ao Criador, conseguindo diferenciá-Lo de si, pondo-se na posição de filho, e O chamando de Pai. Mas todos nós também somos igualmente filhos de Deus, já que em essência, que é a substância principal, somos todos os seres humanos também espíritos, mas no que se refere à alma, que é formada de propriedades, que são as substâncias secundárias, somos todos os seres humanos diferentes uns dos outros, cuja diferença é oriunda do merecimento, pois os que empregam maiores esforços em suas vidas evoluem bem mais que os demais, o que é óbvio e ululante.

Nós, espíritos de luz, que fazemos parte da cúpula do Astral Superior, conhecemos todos os seres humanos que fazem parte da nossa humanidade, um por um, em todos os aspectos relativos às suas evoluções espirituais. Por conseguinte, somos também conhecedores de todos os estágios evolutivos pelos quais já passamos, dos mais atrasados aos mais adiantados, do início da formação da nossa humanidade aos tempos atuais, isto em plano astral superior. Mas Jesus, o Cristo, é muito superior a esses estágios evolutivos por nós conhecidos. Por essa razão, sem sabermos a causa de tanta discrepância, em termos evolutivos, fomos investigar tudo aquilo que se referia a ele, no intuito de podermos explanar a essa causa de tanta superioridade em relação à cúpula da nossa humanidade. E como nós adquirimos a capacidade de penetrar o passado, o presente e o futuro, conseguimos, enfim, descobrir de onde ele veio, qual a razão de haver se integrado à nossa humanidade, e a época do seu retorno para o local de onde veio.

Ao alcançar a condição do Cristo, ao encarnar como Jesus, esse espírito que pertence a uma outra humanidade a qual seguimos na esteira evolutiva do Universo, alcançou patamares tão elevados que se situou nos limites da fronteira entre a imperfeição e a perfeição. Os seus rastros luminosos relativos ao verdadeiro cristianismo estão sendo seguidos de perto pelo Espírito Santo e pelo Antecristo, principalmente por este, que assumiu a obrigação de se deslocar da nossa humanidade e se integrar à humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, para lá exercer o mesmo papel que Jesus exerceu em nossa humanidade. Por essa razão, apenas esses dois expoentes da nossa humanidade podem ser considerados como sendo verdadeiramente cristãos, seguidos de perto pelos espíritos que integram a plêiade do Astral Superior.

Antes de percorrer nessa humanidade o mesmo caminho luminoso que esse espírito que conhecemos como Jesus percorreu em nossa humanidade, o Antecristo antes deverá fixar os seus ideais em nossa própria humanidade, além de explanar o Racionalismo Cristão. Esses ideais são preparatórios para que todos os seres humanos da nossa humanidade possam produzir a amizade espiritual, já que todos nós somos espíritos, irmãos em essência, formando assim no futuro não tão distante um Estado Mundial, em que não haverá mais a divisão dos povos através das nações, com a nossa humanidade formando uma única nação neste mundo-escola, sem que haja qualquer discriminação entre os seus integrantes, seja de que natureza for, quando então a solidariedade humanamente espiritual deverá preponderar em todos os recantos deste mundo.

Todos aqueles que forem se engajando neste propósito, deixarão de ser avulsos e se tornarão antecristãos, militantes do Racionalismo Cristão. Quando, enfim, toda a nossa humanidade se tornar definitivamente antecristã, e assim evoluir nesta condição, será quando então deverá ser chegado o tempo de o Antecristo retornar da outra humanidade para a qual havia se deslocado, já na condição do nosso Cristo, e assim promover a evolução espiritual de toda a nossa humanidade, com base no verdadeiro amor, que é espiritual, dirigindo o seu rumo para a perfeição, em retorno para Deus. Daí a razão do tremendo equívoco de todos aqueles que se julgam cristãos, quando não passam de simples credulários e avulsos, assim como também anticristãos, com todos estando entregues e à mercê da classe sacerdotal, sendo, pois, a nossa máxima obrigação tirá-los dessa condição de subserviência, a fim de torná-los independentes, altivos, altaneiros, para que assim possam racionar autonomamente, tornando-se completamente livres e senhores de si mesmos.

É óbvio que na condição de subservientes e avulsos, estando entregues e submissos à classe sacerdotal, a quase totalidade dos seres humanos ainda é muito vulnerável às tentações da ilusão da matéria e ao devaneio do sobrenatural, em razão da fase da imaginação em que ainda se encontram, pelo fato de serem imensamente apegados a tudo isso, como o fato sendo deveras agravado pelos espíritos obsessores, por isso relutam em se tornarem irmãos fraternos uns dos outros, produzindo a amizade espiritual, de onde surge a verdadeira solidariedade fraternal, daí o surgimento dos erros e dos crimes contra o próximo, contra a nação, contra toda a nossa humanidade. Mas em se tornando antecristãos, tudo isso vai tendendo à extinção, até que se forme um Estado Mundial, quando então toda a nossa humanidade deverá estar se preparando para produzir o amor espiritual, que é o verdadeiro amor, tendo o seu próprio Cristo em seu seio, e quando então os erros mais grosseiros e os crimes deixarão por fim de serem praticados. Desta maneira assim, como se pode claramente comprovar, não há lugar para o pecado e nem para o perdão, como assim pregam os sacerdotes, em suas enganações e mentiras ao povo em geral.

Mas como a classe sacerdotal iria endeusar a Jesus, o Cristo, de alguma maneira, utilizando-se indevidamente do seu glorioso nome, como sendo o cordeiro do deus bíblico, aquele que tira os pecados do mundo, fazendo dele uma espécie de cruzamento de cordeiro com burrico, como demonstrarei claramente através de imagens verdadeiras, quando tratar das nebulosas escuras na Terra, no site pamam.com.br, pelo fato dela ser instrumento do astral inferior, o Astral Superior então teve que influir no contexto das escrituras tidas como sagradas, inserindo algumas verdades por entre todas as suas mentiras, e, principalmente, acerca do Mistério da Santíssima Trindade. Nessa inserção, toda a grandeza esclarecedora da espiritualidade pode ser destacada das baixezas da ignorância contidas nesse livro, tal como se em um imenso ambiente de escuridão surgissem pontos de luz resplandecentes para iluminar o mundo.

Deus é o Todo. Então todas as coisas Dele são provenientes, já que não podem ser provenientes do nada, pois foi posto por diversas vezes que o nada não existe. Mas a doutrina católica apresenta o seu deus como sendo personificado, feito de carne e osso, tal como se fosse um rei muito poderoso, por possuir o reino dos céus, como foram os césares cá neste mundo, daí a razão da Igreja Católica haver sempre praticado o cesarismo clerical, já que em sua doutrina ela representa o homem como sendo a imagem e semelhança desse seu deus, conforme posto por ele mesmo. Mas esse deus bíblico do catolicismo está muito longe de possuir os mínimos requisitos da onipotência, da onipresença e da onisciência, já que ele, atabalhoadamente, decidiu criar todas as coisas sem saber se elas seriam boas ou más, pois segundo Gênesis 1:21, somente após a criação ele pôde ver que era bom, e segundo Gênesis 1:31, somente depois ele pôde ver tudo aquilo que tinha feito, e novamente achou bom. Enquanto isso, quer dizer, enquanto esse deus trevoso realizava a sua criação do nada, tal como se fôra um mágico, que ao invés da vareta utilizava apenas as palavras, amanhecia e anoitecia à sua revelia, era o sexto dia. Até que no sétimo dia o coitado cansou. Ufa! Também pudera, pois, criar os céus, a Terra e todo o seu exército em apenas seis dias, conforme Gênesis 2:1, era tarefa que somente ele poderia realizar, e mais ninguém. Quanta idiotice!

Mas a quem esse deus bíblico belicoso pretendia guerrear, para então criar um exército, se não a outros espíritos obsessores que tinham a sua mesma pretensão estúpida de também serem deuses? É ou não é esse deus bíblico um espírito inferioríssimo, que assim povoa a imaginação humana, ainda também muito belicosa? Então o pobrezinho foi repousar, conforme Gênesis 2:2, cujo descanso foi bem merecido, pois, afinal o Universo antes estava incompleto, mas agora, após a sua criação, tornou-se completo, parecendo até que ele mesmo estava evoluindo, quando, na verdade, a sua evolução espiritual se encontra estagnada, tendo ele ainda que reparar todos os males que vem causando à nossa humanidade.

Meus parabéns, ó deus bíblico, por essa sua criação, que através dela conseguiu enganar a quase todos os seres humanos carentes de um maior raciocínio! Mas a um espírito de luz da plêiade do Astral Superior, você não engana nunca, jamais!

No entanto, você vai se regenerar, quer queira, quer não, pois como sendo um dos dois expoentes da nossa humanidade, eu me encontro novamente aqui neste mundo para desmascará-lo, para pô-lo no seu devido lugar, para impedir que as suas mentiras venham a prosperar ainda mais e que as suas ameaças de destruir a vida na Terra através do fogo venham a ser concretizadas, e você pode vir contra mim, juntamente com todos os seus exércitos de espíritos obsessores, pois que a guerra é de pensamento, e você não tem o poder do pensamento como eu tenho, pois não sabe pensar com elevação, já que produz apenas pensamentos negativos, em função dos seus sentimentos inferiores, ignorando completamente que os órgãos mentais são comandados pelos atributos, e os seus atributos são inferioríssimos e negativíssimos.

Essa sua regeneração, que é compulsória, vai ocorrer em mais ou menos tempo, cuja extensão do tempo vai depender unicamente de você, em conformidade com o acicate da dor que você vai suportar, até que não consiga mais suportar o único aguilhão posto pelo Astral Superior em sua alma enegrecida, por isso não vai se estender de modo algum pela eternidade, inclusive a regeneração de todo esse seu exército de espíritos malfeitores, que são todos anjos negros, pois os tempos são chegados, e todos os espíritos obsessores deverão retornar para os seus mundos de origem, inclusive você com todo esse seu exército de araque. E quem vai comandar a esse seu translado para o seu mundo de origem, juntamente com todo o seu exército, é o Antecristo, que por determinação do verdadeiro Espírito Santo, que agora é o chefe da nossa humanidade, deverá proceder tanto o final da sua pretensão em ser o deus da nossa humanidade, como também o final da pretensão de todos os espíritos obsessores, que como você tenham também a petulância infundada de comandar os destinos dos seres humanos, notadamente incutindo em suas mentes a ideia da salvação, na qual se encontram inseridas as ameaças das dores padecidas no inferno e das suas extinções por toda a eternidade, em função do pecado, que não passa de uma tremenda balela para enganar aos medrosos. Mas fica toda a real criação, uma vez que a verdadeira criação não é sua, jamais foi, por não ser própria de um espírito obsessor tremendamente mentiroso, mas sim do verdadeiro Deus.

É certo que a regeneração desse deus maluco e trevoso já está decretada. Mas caso ele continue insistindo em ser o deus da nossa humanidade, não poderia jamais ser decretada a sua extinção, pois que ele também é um ser, e como tal faz parte integrante do verdadeiro Criador, mas deveria sim ser decretado o seu internamento em um hospital para loucos, pelo tempo necessário à sua recuperação mental, pelas suas loucuras descritas na Bíblia, caso ele ainda estivesse encarnado, mas como ele se encontra desencarnado e quedado no astral inferior, o único tratamento para o estado psíquico deplorável em que se encontra, é o seu translado para o seu próprio Mundo de Luz, para que lá ele possa avaliar todos os seus males e crimes que foram praticados neste mundo Terra.

Aliás, não deveria nem ser preciso que nós perdêssemos o nosso valioso tempo em demolir com esse livro também maluco denominado de Bíblia, bastaria apenas nós explanarmos a verdade contida na doutrina do Racionalismo Cristão, para que tudo o mais fosse automaticamente demolido, já que temos ainda muito trabalho pela frente neste mundo-escola, principalmente em fixarmos os nossos ideais em seu meio, para que tudo possa ser reconstruído sobre novas bases, com vistas à ordem e ao progresso deste mundo.

Mas como a mentalidade da nossa humanidade ainda é muito atrasada, cujo quadro desse atraso é ainda mais agravado pelas ações perniciosas da classe sacerdotal, somos obrigados a demolir diretamente a tudo que seja alheio à verdade, para que ela possa se unir, irmanar-se, congregar-se com a sabedoria, e juntas poderem alcançar e fazer surgir a razão no seio da nossa humanidade. Esse trio fabuloso, em que a verdade se liga diretamente com a propriedade da Força, a sabedoria com a propriedade da Energia e a razão com a propriedade da Luz, será o responsável pelo esclarecimento e pela espiritualização da nossa humanidade, proporcionando a que ela tome novos rumos, no sentido da evolução espiritual.

Então vamos demolir de vez com essa suposta criação do deus bíblico, para que todos os seres humanos fiquem cientes, e bem cientes, de que toda essa suposta criação bíblica não passa de uma tremenda mentira posta pelos espíritos obsessores. Mas antes é preciso que todos tenham uma pequena noção acerca da grandeza do verdadeiro Deus, cuja noção pode ser considerada através do espaço, que é infinito, e do tempo, que é eterno. O espaço compreende o que foi percorrido, o que estamos a percorrer e o que percorreremos, por todo o sempre. O tempo compreende o passado, o presente e o futuro, por toda a eternidade. E o Universo engloba a tudo isso, compreendendo as estrelas cada uma dessas coordenadas em relação ao espaço e ao tempo, pois que elas são partículas das propriedades da Força e da Energia.

Como tudo isso está contido nas Propriedades de Deus, como é que alguém pode aceitar um deus personalizado, belicoso, formador de exércitos, iracundo, vingativo, ciumento, e tudo o mais do gênero, por ser individualizado, dizendo-se feito de carne e osso, e que assim fez o homem à sua imagem e semelhança, passeando pelo espaço e pelo tempo, danando-se a criar todas as coisas que existem, abrindo a sua boca fluídica e pronunciando palavras mágicas, como nos filmes e nos desenhos animados, dizendo: faça-se isso, faça-se aquilo, faça-se aquilo outro, e tudo o mais; quando, na realidade, tudo já estava feito por todo o sempre, ocorrendo apenas a vinda de novos seres provenientes do Ser Total, para poderem habitar o Universo e evoluírem por intermédio das propriedades da Força, da Energia e da Luz?

Nós já sabemos praticamente tudo acerca da origem do espírito e da formação da alma. Agora vamos ver preliminarmente a origem do espírito e a formação da alma segundo a Bíblia, pois que os comentários mais completos não cabem aqui nestes prolegômenos.

Em sua criação, segundo o livro Gênese 1:20, o deus bíblico prosseguiu dizendo: “produzam as águas um enxame de almas viventes e voem criaturas sobre a Terra, na face da expansão dos céus”. E esse deus bíblico prosseguiu na sua criação, segundo Gênese 1:24, dizendo: “produza a terra almas viventes segundo as suas espécies, animal doméstico, e animal vivente, e animal selvático da terra segundo a sua espécie”. Então ele se lembrou que os animais precisavam de comida, mas não atentou para o fato de que muitos dos animais selvagens são carnívoros, e também de que os animais domésticos não poderiam ainda ter a companhia do homem, já que este ainda não havia sido criado, sendo o cão e o gato também carnívoros, mas mesmo assim resolveu lhes dar comida, segundo Gênese 1:30, dizendo: “E a todo animal selvático da terra, e a toda criatura voadora dos céus, e a tudo o que se move sobre a terra, em que há vida como alma, tenho dado toda a vegetação verde por alimento”. Quem já viu um leão, um tigre, uma onça, e outros carnívoros comerem vegetação verde, inclusive o cão e o gato?

E assim surgiu a criação da alma dos irracionais. Em relação às almas dos voadores, elas foram produzidas pelas águas em forma de enxames, e em relação às almas dos animais terrestres, elas foram produzidas pela terra. Como se pode constatar pela Bíblia, que é a palavra desse deus, ditas através de médiuns, seus instrumentos, as almas dos irracionais são de naturezas distintas, umas sendo geradas pela água e outras pela terra, com todas tendo a vegetação verde para se alimentarem. É tanta idiotice, tanta imbecilidade, tanto atraso mental, que requer um imenso esforço para que o assunto venha a ser abordado com serenidade, sem pender para o lado da impaciência e sem pender para o lado do achincalhe, pois que a revolta e a ridicularização não são próprias da razão, principalmente porque uma imensa quantidade de seres humanos pouco raciocinadores acreditam piamente em todas essas baboseiras.

Mas por incrível que pareça, a criação do homem se deu por último, sem que exista qualquer explicação para tal procedimento. Mas isso não importa, o importante é que o deus bíblico resolveu criar o homem. E de que maneira? Ora, da maneira mais pitoresca que somente um deus maluco e sem qualquer criatividade poderia imaginar, sendo maluco também aqueles que acreditam e que seguem a esse deusinho safado e mentiroso, pois segundo Gênese 2:7, não foi com palavras que ele criou o homem, assim como as suas outras criações, já que “Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego da vida, e o homem veio a ser uma alma vivente”. No entanto, a Bíblia, sendo a palavra desse deus, não explica como antes, além dos átomos, ele criou as moléculas, as células, os órgãos, os aparelhos e tudo o mais que compõe o corpo humano, pois que tudo isso igualmente são seres. O mais interessante é que o deus bíblico fez o homem à sua imagem e semelhança, então ele mesmo foi feito do pó da terra, só não se sabe quem soprou em suas narinas para lhe dar a alma, por conseguinte, a vida. E agora temos três tipos de almas, a saber: as almas provenientes da água, que são as almas de água, as almas provenientes da terra, que são as almas de terra, e as almas provenientes do sopro desse deus, que são as almas de vento.

Mas esse deus maluco faz uma mistura verdadeiramente tresloucada da alma com a carne e o seu sangue, e passa a exigir de volta o sangue das almas de todos os irracionais, mostrando-se sanguinário qual um vampiro, mas em relação ao homem exige de volta apenas a alma, quer dizer, ele deu a alma ao homem, mas a quer retomar de volta para si, como assim está escrito em Gênese 9:3 a 5, quando ele diz:

Todo animal movente que está vivo pode servir-vos de alimento. Como no caso da vegetação verde, deveras vos dou tudo. Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer. E, além disso, exigirei de volta vosso sangue das vossas almas. Da mão de cada criatura vivente o exigirei de volta; e da mão do homem, da mão de cada um que é seu irmão exigirei de volta a alma do homem”.

Ora, se ele exige de volta a alma do homem é porque esta já não mais lhe pertence, não está contida nele, encontrando-se totalmente independente e autônoma, o que se explica em razão dela ser proveniente do ar, já que se deu através de um sopro advindo da sua boca mentirosa, assim como as outras almas são provenientes da água e da terra. Mas se ele exige de volta a alma do homem, é somente para engrossar as suas falanges de espíritos obsessores, pois ele pensa que todas as almas ficam quedadas no astral inferior, assim como ele e os seus anjos negros.

E aqui termina por enquanto toda a criação do deus bíblico, já que toda ela se encontra em Gênese, devendo continuar mais detalhadamente em outra obra. Fica assim demonstrado pela própria Bíblia que existem três tipos de almas, que o deus bíblico criou o homem à sua imagem e semelhança, sendo ele então também feito de carne e osso, já que lhe deu a alma assoprando em suas narinas, o que comprova que ele tem boca, assim como o homem tem nariz. No entanto, não há no Gênese qualquer menção acerca da criação do espírito, e muito menos acerca da existência do espírito nesse deus bíblico, já que, como dito anteriormente, ele criou o homem à sua imagem e semelhança, então ambos são apenas carne e osso, sendo que o homem recebeu a sua alma através de um sopro.

Assim, não se explica a razão da utilização dos termos espírito e espiritualidade por parte da Igreja Católica e de todas as suas seitas, já que para elas o homem é feito apenas de carne e osso, tendo uma alma proveniente de um sopro, quer dizer, tendo uma alma de vento. Mas se o deus bíblico quer de volta as almas dos homens, por que então condenar as almas dos pecadores ao inferno? Neste caso, ele deveria explicitar claramente que queria de volta apenas as almas dos seus fiéis, e que Lúcifer queria para si as almas dos pecadores, mas assim, como as almas vieram do seu sopro, Lúcifer estaria de posse de algo que lhe pertencia, no caso o seu próprio sopro pestilento. Então estaria resolvida a questão, com o deus bíblico e os demônios estando satisfeitos, sem que fosse preciso travar inutilmente uma guerra entre si, como até hoje Jeová e Lúcifer guerreiam pela supremacia um do outro, com a diferença que Jeová quer destruir a vida na Terra, através do fogo, enquanto Lúcifer se satisfaz em comandar as nações.

Aquele que raciocina com um mínimo de clareza pode constatar facilmente que tudo isso não passa de lorota e basbaquice, mas a classe sacerdotal agindo tal como a enguia, contorcendo-se em todos os sentidos, por todos os meios que a sua imaginação ignorante possa permitir, com uma grande malícia, uma imensa sagacidade e bastante artimanha, por ser instrumento do astral inferior, mas sem possuir ao menos o mínimo da arte da interpretação, procura por todos os meios dar sentido real às lorotas e as basbaquices bíblicas, obviamente que apelando para o irracionalismo da fé credulária. Senão vejamos:

Além dos três tipos de almas encontradas no Gênese, vamos encontrar mais um tipo delas na Bíblia, que será o quarto tipo, consoante Êxodos 1:5, que diz o seguinte:

E todas as almas que procederam da parte superior da coxa de Jacó vieram a ser setenta almas”.

Mais clareza do que isso é muito difícil, pois está posto explicitamente que setenta almas vieram da coxa de Jacó, já que tal aberração se encontra exposta literalmente, não cabendo nela qualquer outra interpretação. No entanto, pode ser que neste caso possam surgir os contorcionismos de enguia dos sacerdotes, acompanhados das suas malícias, sagacidades e matreirices, com eles ardilosamente podendo vir afirmar o seguinte: “Mas a parte superior da coxa de Jacó quer dizer Jeová, o deus bíblico”; então, além da coxa, esse deus também pode ser interpretado como sendo os testículos ou então a região glútea de Jacó, já que igualmente fazem parte do corpo humano. Ou o seguinte: “Mas a parte superior da coxa de Jacó quer dizer a descendência de Jacó, e não propriamente almas”; neste caso, então, deveria a expressão se referir diretamente ao pênis de Jacó, que é o órgão reprodutor, adequado para se procriar e fazer surgir a sua descendência, ao invés da parte superior da sua coxa. E se não isso, qualquer outra interpretação sacerdotal, segundo as suas conveniências contorcionistas de enguia.

Mas a realidade é que agora temos quatro tipos de alma, a saber: as que são provenientes da água, as que são provenientes da terra, ambas dos irracionais, as que são provenientes do sopro do deus bíblico e da parte superior da coxa de Jacó, ambas dos homens. No entanto, nada de espírito, nada em relação à vida espiritual.

E depois de afirmar a existência dos quatro tipos de alma, vem novamente esse deus bíblico afirmar para Moisés que para cada tipo de carne existe uma alma. E agora é para se pasmar: sendo essas almas o seu sangue, conforme Levítico 17:14, que diz o seguinte:

Não deveis comer o sangue de qualquer tipo de carne, porque a alma de todo tipo de carne é seu sangue. Quem o comer será decepado da vida”.

Assim, a água virou alma, a terra virou alma, o vento do sopro do deus bíblico virou alma, a parte superior da coxa de Jacó virou alma, e todas essas almas viraram sangue. Com certeza para satisfazer a sede sanguinária incontrolável desse deus maluco e vampiro.

Parece que é nesse contexto da alma virar sangue, que vamos encontrar em Isaías 53:12 o esvaziamento da alma até a morte, no caso, o corpo humano perdendo sangue até a própria morte, ou seja, sendo esvaziado pela alma até a própria morte, quando diz:

Devido ao fato de que esvaziou a sua alma até a própria morte e foi contado com os transgressores, e ele mesmo carregou o próprio pecado de muita gente e passou a interceder pelos transgressores”.

Agora fica difícil de compreender como é que a alma do homem, desconsiderando aqui as setenta almas que vieram da coxa superior de Jacó, criada através do sopro do deus bíblico, portanto, feita de vento, sentisse a falta do próprio vento e lutasse por fôlego, como podemos ver em Jeremias 15:9, que diz o seguinte:

A mulher que deu à luz sete filhos definhou; sua alma lutou por fôlego”.

Meu Deus! A alma do deus bíblico respira, luta por fôlego!

Em um dado momento, esse deus bíblico quer todas as almas para si, alegando que todas elas lhe pertencem, mas não se sabe para que finalidade ele as quer e nem para que as deu aos viventes, se as quer de volta. É ou não é para engrossar as suas falanges de espíritos obsessores? Em outro momento, ele afirma que a alma que pecar irá para o inferno. E em mais outro momento, ele afirma que a alma que pecar morrerá, sem nada mencionar acerca do perdão, sendo, pois, mortal a alma criada pelo deus bíblico. E não venham os sacerdotes dizer que somente esse deus bíblico é quem pode matar as almas que ele mesmo criou, pois com tal afirmativa esse deus bíblico não passa de um assassino, tanto de seres humanos como de almas, além do mais a própria Bíblia afirma que se deve temer aquele que pode destruir na Geena, que é o inferno, tanto a alma como o corpo. É o que vamos encontrar em Ezequiel 18:4, que diz o seguinte:

Eis que todas as almas — a mim me pertencem. Como a alma do pai, assim também a alma do filho — a mim me pertencem. A alma que pecar — ela é que morrerá”.

E em Mateus 10:28, que também diz:

E não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; antes, temei aquele que pode destruir na Geena tanto a alma como o corpo”.

Mas o que não se pode compreender é a razão de Lúcifer querer as almas dos viventes, se ele vai matá-las na Geena, então para que as quer, pelo simples desejo de matar?

E, por fim, sendo o homem à imagem e semelhança do deus bíblico, o qual lhe deu uma alma através do seu sopro, sendo, pois, ambos de carne e osso, mas com a alma do homem sendo feita de vento, e a alma do deus bíblico estando contida em seus pulmões, já que de lá veio a alma do homem, não se pode compreender que a mentalidade do homem, sendo segundo a carne, significa inimizade com o deus bíblico, já que ambos são de carne e osso, a não ser que o homem tenha a sua mentalidade proveniente da carne, mas junto com os ossos, para que assim possa ficar bem completa. Tal lorota e basbaquice vamos encontrar em Romanos 8:7, que diz o seguinte:

Porque a mentalidade segundo a carne significa inimizade com Deus, visto que não está em sujeição à lei de Deus, de fato, nem pode estar”.

Mas por que a mentalidade segundo a carne significa inimizade com o deus bíblico?

Porque o deus bíblico não aceita a vida dos encarnados, tem inveja dos prazeres que são proporcionados pela carne, aos quais ele não pode usufruir diretamente, estando desencarnado e quedado no astral inferior, daí a razão pela qual denomina a carne de lama, declarando-se o seu inimigo, ele que alega haver feito o homem à sua imagem e semelhança, como se ele mesmo fosse de carne e osso, tanto que somente lhe deu uma alma posteriormente, assoprando em suas narinas. Então não se justifica a sua alegação de ter criado o homem de carne e osso e, ao mesmo tempo, ser inimigo da carne, o que somente se explica vindo de um espírito extremamente obsessor, em suas perturbações de ordem inferior.

E por que a mentalidade segundo a carne não está em sujeição à lei do deus bíblico, nem pode estar?

Justamente porque o deus bíblico, em não usufruindo dos prazeres da carne, promulga as suas próprias leis em conformidade com o seu estado de desencarnado, as quais são obedecidas pelos demais espíritos obsessores que fazem parte das suas falanges, estando essas leis condizentes com o ambiente fluídico inerente ao astral inferior. Assim, mesmo que as suas falanges atuem diretamente sobre os seres humanos, notadamente sobre os sacerdotes, estando os seres humanos obviamente encarnados, eles jamais obedecerão a essas suas leis, pois que, materializados como se encontram, procuram, antes de tudo, os prazeres da carne. Daí a revolta desse deus bíblico, e daí a sua pretensão estúpida em querer extinguir a vida na Terra.

Como até aqui se pode claramente constatar, o deus bíblico fez o homem à sua imagem e semelhança, portanto, de carne e osso, dando-lhe uma alma através do seu sopro, portanto, uma alma de vento, sem contar com as setenta almas provenientes da parte superior da coxa de Jacó. Em nada, mas em nada mesmo, a Bíblia, que é considerada como sendo a palavra desse deus bíblico, faz qualquer alusão à natureza do seu espírito ou à criação do espírito do homem. A razão disso tudo, prende-se ao fato de que os homens que elaboraram a Bíblia, sendo deveras intuídos pelos espíritos obsessores, não possuem a mínima noção do que sejam realmente o espírito e a alma, embora todos os credulários que seguem a esse livro tido como sagrado, afirmem haver sido esses homens inspirados pelo deus bíblico, que tendo realmente sido inspirados pelo deus bíblico são tão ou mais obtusos quanto o próprio deus a que seguem.

Mas como este tópico já está ficando extenso por demais, já que ainda temos que adentrar no pecado propriamente dito, vamos citar apenas algumas passagens bíblicas em que os seus autores se referem ao espírito, para que assim fique bem evidenciada a tremenda confusão bíblica entre o espírito e a alma.

A primeira referência bíblica acerca do espírito é referida diretamente ao espírito do deus bíblico, que tendo boca para soprar nas narinas do homem para lhe dar a alma, que tendo boca para falar diretamente com Moisés, assim não procedeu para com os seus inspirados, tendo falado diretamente com eles por intermédio do seu espírito, com as suas palavras estando em suas línguas, e não em suas mentes, conforme vamos encontrar em 2 Samuel 23:2, que diz o seguinte:

Foi o espírito de Jeová que falou por meu intermédio, e a sua palavra estava em minha língua”.

Isso é ou não é mediunidade de incorporação? Jeová falou ou não falou através de um médium de incorporação? As palavras são ou não são provenientes de Jeová? Então Jeová não passa de um simples espírito, por sinal, um espírito tremendamente obsessor. Mas o fato é que esses autores bíblicos não conseguem se desprender da ilusão da matéria, daí a razão de se referirem diretamente à língua, quando tudo é mental!

Em seguida, sem qualquer menção acerca da criação do espírito no homem, pelo menos o modo como ele surgiu, ou, pelo menos, a menção acerca da sua natureza, vem a Bíblia dividi-lo em duas parcelas, tal como consta em 2 Reis 2:9, que diz o seguinte:

E sucedeu que, assim que tinham atravessado, o próprio Elias disse a Eliseu: ‘Pede o que devo fazer por ti antes de eu te ser tirado’. A isto Eliseu disse: ‘Por favor, venham a mim duas parcelas do teu espírito’”.

Meu Deus! Como pode ir diretamente a uma ser humano duas parcelas do espírito de outro ser humano?

E agora surge a confusão das confusões, com o espírito sendo confundido não somente com a própria carne do homem, mas também com a sua alma, que por sua vez não se encontra mais ligada ao seu corpo carnal, justaposta a ele, aliás, nunca esteve, mas dentro das suas próprias ventas, segundo Jó 12:10, que diz o seguinte:

Tendo ele na mão a alma de todo o vivente e o espírito de toda a carne do homem?”.

E, também, em Jó 27:3, que diz o seguinte:

Enquanto estiver ainda em mim todo o meu fôlego, e o espírito de Deus estiver em minhas narinas”.

Cuidado, Jó! Não vá espirrar, pois assim estará correndo o grande risco de perder a sua alma de vento, que está em seu nariz.

São muitas as confusões bíblicas a respeito do espírito e da alma do homem, sendo todas essas confusões extremamente estúpidas e grosseiras, chegando mesmo às raias da loucura, daí a razão pela qual nós denominamos a esse livro da Bíblia de Livro Maluco, embora ele seja também perigoso, em virtude dos sacerdotes manipularem as suas loucuras e dos seus arrebanhados acreditarem piamente em tudo o que eles dizem, sempre com o apoio do irracionalismo da fé credulária, sem se disporem a dar qualquer trato ao raciocínio, por onde se pode alcançar a verdade, a sabedoria e a razão.

Em uma dessas confusões bíblicas, tanto as almas dos animais como as almas dos homens se transformam automaticamente em espíritos, e o que é pior, com ambas sendo rigorosamente iguais. Ora, a Bíblia se esquece de que as almas dos irracionais são provenientes da água e da terra, e que as almas dos homens são provenientes do sopro do deus bíblico e da parte dianteira da coxa de Jacó. Então como é que agora essas almas viraram espírito e são todas rigorosamente iguais? É preciso muito atraso evolutivo para poder acreditar em tanta lorota e em tanta basbaquice, e nisso pode empenhar atraso evolutivo à vontade, até dizer chega, já que se torna muito difícil compreender como é que um ser humano detentor do raciocínio pode desprezá-lo, não fazer uso dele, e seguir a um livro tão mentiroso e estúpido. Tudo isso está contido em Eclesiastes 3:19, que diz o seguinte:

Pois há um evento consequente com respeito aos filhos da humanidade e um evento consequente com respeito ao animal, e há para eles o mesmo evento consequente. Como morre um, assim morre o outro, e todos eles têm apenas um só espírito, de modo que não há nenhuma superioridade do homem sobre o animal, pois tudo é vaidade”.

Na realidade, o que parece não haver superioridade é entre os que seguem a Bíblia e os irracionais, com a exceção dos sacerdotes, que velhacamente lucram demasiadamente pregando a esse Livro Maluco, que afirmam ser a palavra do seu deus, portanto, sagrado.

Explanar o Racionalismo Cristão, portanto, a verdade, não é tarefa das mais fáceis, pois engloba uma variedade imensa de conhecimentos e experiências, desde a formação da nossa inteligência, a organização do verdadeiro Deus perante toda a nossa humanidade, passando pela origem de todos os seres, as formações dos mundos, os processos evolutivos de todos os seres, assim como os deste próprio mundo-escola, o tratado do Cristo, e tudo o mais que se relacione com as vidas nos âmbitos do devaneio do sobrenatural, da ilusão da matéria e fora dela, até chegar ao tempo do nosso deslocamento para a outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, tendo antes ainda que fixar os nossos ideais no seio da nossa humanidade, para que assim todos possam se tornar antecristãos.

Mas demolir a essa Bíblia, por conseguinte, desmascarar ao seu deus, torna-se uma tarefa tão fácil que nos toca na alma — a verdadeira, e não a bíblica — ver tantos disparates e tantas contradições contidos em suas numerosas páginas, através das suas linhas mal traçadas, aliás, muito mal traçadas, que somente um cego proposital não consegue enxergar, e o pior cego é aquele que não quer ver. A Bíblia diz, conforme logo acima, que tanto para os irracionais como para o homem há o mesmo evento subsequente, pois do mesmo modo como morre um, assim morre o outro, com todos eles tendo o mesmo espírito, deixando esse livro mentiroso aqui a alma de lado, sem que haja qualquer superioridade do homem sobre o animal. Se o disparate e a contradição que se seguem estivessem contidos em outro livro bíblico, seria até razoável, já que sendo todos eles mentirosos são passíveis de disparates e contradições, pois a mentira tem pernas curtas.

Mas estando o disparate e a contradição inseridos no mesmo livro, temos que exclamar: Isso é de lascar! É de encher a paciência do explanador! Isto apenas para ressaltar as expressões populares em relação ao caso, para que assim o querido leitor venha a se pôr em meu lugar. Porém, é o que consta ainda em Eclesiastes 3:21 e 12:7, que dizem o seguinte:

Quem é que conhece o espírito dos filhos da humanidade, se ele vai para cima; e o espírito do animal, se ele vai para baixo, para a terra? Então o pó retorna à terra, assim como veio a ser, e o próprio espírito retorna ao verdadeiro Deus que o deu”.

Aqui, o mesmo espírito tem destinos diferentes, um vai para cima, é o do homem, o outro vai para baixo, para a terra, extinguindo-se, é o do animal. Assim, o espírito tem ao mesmo tempo a eternidade e a extinção. Ora, isso só cabe na mente de quem realmente seja demasiadamente estúpido, demasiadamente carente de raciocínio.

Mas a explicação para isso, é que, segundo a Bíblia, ou seja, segundo os espíritos obsessores, o espírito do homem vai para cima, quer dizer, vai para o astral inferior, enquanto que o espírito do animal vai para terra, quer dizer, não vai para o astral inferior, pois esses espíritos obsessores não sabem que os irracionais não têm livre arbítrio, por isso, ao desencarnarem, vão direto para os mundos que lhes são próprios.

O engraçado é que no Gênese se encontra narrada toda a criação do deus bíblico, tanto a criação do homem de carne e osso, que é à sua imagem e semelhança, como a criação de todas as almas, que são das mais diversas naturezas. No entanto, sem constar qualquer menção à narração da criação do espírito, podemos comprovar que ele somente deu o seu espírito a apenas um ser humano, pelo fato da sua alma o haver aprovado, conforme consta em Isaías 42:1, que diz o seguinte:

Eis meu servo a quem estou segurando! Meu escolhido, a quem a minha alma tem aprovado! Pus nele o meu espírito. Justiça para as nações é o que ele produzirá”.

Esse deus bíblico tem tantas facetas que se torna um tanto difícil identificá-las em seu conjunto, pois aqui ele se mostra amo, por ter servos, e discriminador, por ter o seu escolhido. Também pudera, tendo sido escrito por tantas mãos, esse Livro Maluco só pode mesmo gerar um deus com muitas facetas, obviamente com todas sendo humanas, mas com uma crueldade desumana, pelo fato dele se encontrar decaído no astral inferior.

No entanto, contraditoriamente, o deus bíblico já não mais deu o seu espírito ao seu servo e escolhido, já que agora o espírito desse deus se mostra único, independente, autônomo, pairando sobre esse seu servo preferido, conforme Isaías 61:1, que diz o seguinte:

O espírito do Soberano Senhor Jeová está sobre mim, visto que Jeová me ungiu para anunciar boas novas aos mansos. Enviou-me para pensar os quebrantados de coração, para proclamar liberdade aos que foram levados cativos e ampla abertura dos olhos aos próprios presos”.

Como se pode constatar, jamais um ser humano pode tirar de si mesmo tudo aquilo que se refere ao deus bíblico. Também pudera, ele fica pairando no ar feito um bobão! Além do mais, o ser humano não possui espírito, apenas o deus bíblico, cujo espírito pode morar no ser humano, desde que ele não esteja em harmonia com a carne. Mas como assim! O deus bíblico não fez o homem à sua imagem e semelhança, portanto, de carne e osso, para somente então depois lhe dar uma alma, assoprando em suas narinas? Não vão todos ressuscitar, emergindo das suas sepulturas, com novos corpos de carne e osso para o Juízo Final, com os santos indo assim para o céu e os ímpios também assim para o inferno? Então para que tanto preconceito para com a carne? Por que não também para com o osso? Tudo isso está contido em Romanos 8:9, que diz o seguinte:

No entanto, vós estais em harmonia, não com a carne, mas com o espírito, se o espírito de Deus verdadeiramente morar em vós. Mas, se alguém não tiver o espírito de Cristo, este não pertence a ele”.

Agora vejamos se esse deus bíblico é ou não é realmente maluco. Primeiro ele avisa que o ser humano não deve estar em harmonia com a carne, mas com o espírito, referindo-se ao seu próprio espírito, se ele realmente morar no ser humano, como assim está posto logo acima. Mas sabem o que depois ele afirma? Simplesmente que vai derramar do seu espírito por toda a carne. É ou não é maluquice? É o que ele afirma em Atos 2:17-18, quando diz o seguinte:

“’E nos últimos dias’, diz Deus, ‘derramarei do meu espírito sobre toda sorte de carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, e os vossos jovens terão visões e os vossos anciãos terão sonhos; e até mesmo sobre os meus escravos e sobre as minhas escravas derramarei naqueles dias do meu espírito, e eles profetizarão’”.

Sendo um escravocrata inveterado, os quais se encontram segregados dos demais seres humanos, conforme demonstram claramente as suas próprias palavras, esse deus bíblico deixa também transparecer com clareza que é a própria carne quem irá profetizar, assim como ter visões e sonhos, uma vez que ela receberá o derramamento do seu espírito.

É certo que existem muitas maluquices bíblicas em relação ao espírito e a alma na Bíblia. Aliás, tudo o que nesse Livro Maluco se encontra referido ao espírito e a alma não passa de uma estupidez maluca, se é que a estupidez possa ser associada a maluquice. Em sendo assim, devemos abreviar a exposição de tanta loucura, considerando que o que foi exposto já é mais do que suficiente para a compreensão do leitor.

No entanto, como sendo um tiro de misericórdia, cuja palavra misericórdia a Igreja Católica tanto adora empregar em relação ao seu deus bíblico, aliás, não um tiro de misericórdia, mas sim dois tiros certeiros disparados com a arma do raciocínio, para que esse Livro Maluco seja totalmente extinto, mas bem extinto deste nosso mundo-escola, e assim sejam banidas as rezas e orações, as adorações e os cultos a esse deus bíblico e à sua corja de anjos negros, por conseguinte, todos os credos e seitas bíblicos, assim como também todos os demais credos e seitas. E vamos abreviar esta exposição bíblica, citando apenas mais duas pérolas raras que se encontram contidas em seus textos, que são as seguintes:

A primeira pérola, diz respeito à alma e ao espírito do primeiro e do último homem, respectivamente, sendo ambos Adão, cuja pitoresca criação do primeiro é descrita no Gênese como sendo feito do pó da terra, de carne e osso, à imagem e semelhança do deus bíblico, tendo recebido a sua alma através de um sopro vindo da boca desse deus bíblico diretamente para as suas narinas, tornando-se assim o primeiro homem com a alma de vento. Mas o último Adão, que não se sabe quem seja e nem como foi criado, o que nos priva do aspecto pitoresco da sua criação, provavelmente sendo também criado de carne e osso, não possui alma como o primeiro Adão, já que ele diferentemente se tornou um espírito vivificante. Parece incrível, mas é o que está contido em 1 Coríntios 15:45, que assim diz:

Até mesmo está escrito assim: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente. O último Adão tornou-se espírito vivificante”.

Ué! E tem dois Adãos? E como é que um tem alma e o outro espírito vivificante? E se os homens são descendentes de Adão, então quais deles são possuidores de alma e quais deles são possuidores de espíritos vivificantes? E com o último Adão se encerra a criação do deus bíblico? Vamos lá, meus queridos sacerdotes, expliquem isso para os seus arrebanhados, todos feitos cretinos por vocês, que por isso não dão trato ao raciocínio. Mas não venham para nós com os seus contorcionismos de enguia, pois desde já vamos corretamente preveni-los de que para cada palavra estúpida e sem senso pronunciada por vós, uma avalanche de racionalidade cairá por cima das vossas almas imundas de tanto semear a ignorância neste mundo de meu Deus, para que assim um pouco de luz e de esclarecimento possam iluminá-las, contribuindo assim para as suas regenerações.

A segunda pérola, para completar de vez a essa divina “perolidade” bíblica, diz respeito diretamente ao espírito do deus bíblico. Mas antes é preciso que se saiba que os espíritos que se encontram quedados no astral inferior assumem a forma que bem quiserem assumir, como veremos mais detalhadamente quando adentrarmos diretamente no capítulo que diz respeito ao astral inferior, como é exemplo o próprio Jeová, que apareceu todo empavonado para Moisés, em forma de um deus, que sendo médium vidente e ouvinte, viu e falou com esse espírito trevoso, e também como são os exemplos de muitos acidentes de caça, em que esses espíritos assumem a forma de animais e aparecem encobrindo um dos caçadores, o que enseja a que o outro atire em sua direção, pensando que se encontra atirando em um animal qualquer, quando então acerta ao próprio companheiro; ao contrário de Joana D’Arc e de Afonso Henriques, com este vendo e ouvindo o espírito de Jesus, o Cristo, que em relação a este último será devidamente explanada a razão dessa aparição, por ocasião da explanação da obra relativa à Finalidade, contida no site pamam.com.br, e em relação àquela vendo e ouvindo os espíritos de luz integrantes do Astral Superior, para que pudesse coroar o rei da França, através das suas vozes, mas que também viu o espírito de Jesus, o Cristo, no momento da sua desencarnação, ao ser queimada na fogueira pela Igreja Católica.

Pois bem, conta-nos mentirosa e descaradamente esse Livro Maluco, que após o batismo de Jesus, o Cristo, logo depois que ele saiu da água, os céus se abriram, dando passagem a um ser inventado, portanto, imaginário. E imagine só quem ele viu! Pode ficar pasmado, caro leitor, pois ele viu justamente o puro espírito do deus bíblico vindo do céu. Era força, em ondas magnéticas? Era energia, em correntes elétricas? Era luz, em resplendor espiritual? É óbvio que não! Ah! Ah! Ah! Temos que rir, uma vez que tal aparição é por demais hilária, pois ele viu nada mais nada menos do que uma simples pomba voando, vindo diretamente do céu em direção à Terra, embora nunca houvesse se batizado. Duvida? Então comprove o que está escrito em Mateus 3:16, que assim afirma:

Jesus, depois de ter sido batizado, saiu imediatamente da água; e eis que os céus se abriram e ele viu o espírito de Deus descendo sobre ele como pomba”.

Cuidado, pombinha branca! Muito cuidado! Não se esqueça de que eu já fui águia na encarnação passada, o Águia de Haia. Caso você resolva a voar novamente pelos céus deste lindo Brasil, fatalmente será devorada pela minha verve, mesmo que você volte e decida voar em outra direção, o que será ainda pior para você.

É óbvio que tanta mentira, que tanta invencionice tende a esgotar a paciência de qualquer ser humano que dê um mínimo de trato ao raciocínio.

Mas nós não poderíamos adentrar ao pecado em si, sem antes deixar aqui o registro da desnecessidade de se falar da existência do espírito em Jesus, o Cristo, já que não se fala em sua alma, bastando apenas que ele seja de carne e osso. Assim, tendo ele aparecido em carne e osso para os seus apóstolos, após a sua morte, como diz a doutrina católica, estes ficaram apavorados, bastante amedrontados, imaginando estarem vendo um espírito, mas o nosso Redentor os acalmou, dizendo que era apenas de carne e osso, mostrando as suas mãos e os seus pés, ao mesmo tempo pedindo que fosse apalpado para que eles comprovassem a sua composição, e assim, enquanto os abençoava, foi levado para o céu, logicamente que em carne e osso. É o que realmente está contido em Lucas 24:39, que diz o seguinte:

Vede minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, porque um espírito não tem carne e ossos assim como observais que eu tenho”.

Sabendo praticamente tudo a respeito da origem do espírito e da formação da sua alma. Sabendo também praticamente tudo acerca das trapalhadas bíblicas em relação à origem da alma, mas nada em relação à origem do espírito, uma vez que esse Livro Maluco não resolveu se dispor a fornecer qualquer informação a respeito da espiritualidade, o que não nos traz qualquer constrangimento, pelo contrário, apenas nos poupando de perder mais tempo ao seu respeito, evitando assim que mais demolições fossem realizadas, por absoluta falta de escopo, vamos dar por encerrado este assunto específico, entrando agora no âmbito do pecado, sabendo-se que os esclarecimentos acima são absolutamente necessários para a compreensão da invenção do pecado, que foi inventado pela classe sacerdotal, sob a influência do astral inferior, embora ainda tenhamos que mencionar tanto o espírito como a alma.

Todos nós que fazemos parte desta humanidade somos igualmente espíritos, e todos nós estamos fazendo evoluir as nossas inteligências, portanto, as nossas almas. Por isso, somos todos iguais, irmãos em espírito, mas diferentes na inteligência e na alma, já que uns evoluem mais do que os outros, embora todos nós tenhamos as propriedades da Força, da Energia e da Luz, mas em proporções diferentes, segundo o esforço que cada um desprendeu na sua luta por evoluir. A nossa humanidade ainda é muito jovem, razão pela qual somente agora é chegado o tempo dos nossos esclarecimentos acerca da vida fora da ilusória matéria e do devaneio sobrenatural, em que a verdade, a sabedoria e a razão estão se fazendo valer em nosso meio, o que significa que é chegado o tempo da nossa espiritualização, com o estabelecimento do Racionalismo Cristão neste nosso mundo-escola, portanto, com o estabelecimento do instituto do Cristo para toda a nossa humanidade.

Todo esse desnível evolutivo pode ser facilmente observado diretamente por intermédio das ações dos seres humanos que se encontram encarnados neste mundo-escola. Uma minoria quase irrisória se encontra nas cumeeiras, lutando desesperadamente pelo progresso coletivo humano neste mundo. Uns poucos, situados mais abaixo, lutando bravamente para cumprir com aquilo a que se comprometeram em plano astral, contribuindo assim com as suas partes para o progresso humano. Os que integram a grande maioria tentando viver a suas próprias vidas, alheios às desgraças dos próximos, sem se importarem se os seus semelhantes estão vivendo com dignidade ou não. Há também os que integram uma imensa quantidade, conseguindo alcançar indevidamente os cargos de autoridade nas diversas nações, infiltrados de entremeio entre os que têm honra e dignidade, como se estivessem na região do corpo da fêmea do boi entre as nádegas e as coxas, atrás do úbere, o que neste sentido se pode chamar de cordão, fazendo desse cordão uma espécie de chupeta, efetuando uma ligação direta com os mamilos desse ruminante, e assim se danam a mamar diretamente das tetas das suas nações, como corruptos que realmente são, usufruindo de mordomias, sendo todos traidores das suas pátrias e mentirosos inveterados, que em suas demagogias ainda têm o descaramento de abrir a boca para afirmar serem servidores públicos,  ou homens do povo, tais como muitos políticos, juízes, desembargadores e outros funcionários públicos, todos agindo como se tivessem um rei na barriga, com a maior das petulâncias em relação ao cidadão comum, a quem deveriam servir, e não serem servidos, já que são eles quem lhes remuneram com os seus impostos.

Afora isso, há os que integram também uma imensa quantidade de fanáticos credulários, tidos pelos não esclarecidos como sendo fanáticos religiosos, como se realmente fossem religiosos, ao invés de meros credulários, que em suas supremas intolerâncias não admitem a convivência pacífica com os seus semelhantes que professam outros credos, sempre com a ânsia do poder, quando então maltratam, torturam, trucidam, assassinam e praticam o genocídio de diversas formas, através do assassinato em massa, do terrorismo, de guerras, ou de meios que lhes permita praticar o extermínio daqueles que não lhes sejam afins na fé credulária do seu credo. Uma minoria pratica os mais diversos tipos de crimes, como o roubo seguido de morte, o homicídio, o assalto a mão armada, o tráfego de drogas ilícitas, o estupro, a pedofilia, o estelionato, e tudo o mais que lhes enegrece a alma. E, por fim, vem a classe sacerdotal, que há séculos e séculos vem semeando a ignorância no seio da nossa humanidade, praticando os seus crimes e embrutecendo as mentes das pessoas.

Se tudo isso for considerado pecado, e pecado mortal, então grande parte da nossa humanidade está fatalmente condenada ao inferno. Mas assim não é, e nem pode ser. A lógica e o bom senso nos indicam o caminho a ser trilhado, sem qualquer sombra de dúvida, que é justamente recuperar a esses faltosos, redirecionando-os para o caminho do bem. Se esse redirecionamento não pode ocorrer com admoestações, que ocorra com sofrimentos, com sofrimentos saturados de dores, não pelo prazer de ver as dores estampadas nas almas dos nossos semelhantes, mas sim pela extrema necessidade de promover as suas recuperações, como também pela extrema necessidade de promover o equilíbrio evolutivo entre todos os seres humanos, uma vez que os faltosos, comumente tachados de criminosos, os que são renitentes em progredir em suas próprias evoluções espirituais, os considerados de má vontade, portanto, o joio, não podem mais atrapalhar aos que se esforçam em progredir em suas evoluções, os considerados de boa vontade, portanto, o trigo, assim como estão atrapalhando em patamares que se encontram situados além do limite da tolerância.

A nossa humanidade não pode ficar à mercê da imperfeição por toda a eternidade, uma vez que os de boa vontade estão envidando um tremendo esforço em suas evoluções espirituais, no sentido de abandonarem o mais rápido possível o âmbito da imperfeição, pelo menos minimizá-lo o máximo possível, ansiosos por adentrarem no âmbito da perfeição. Toda essa probabilidade de regeneração da nossa humanidade se encontra na responsabilidade do Racionalismo Cristão, que deverá no futuro próximo prover a extinção dessa erva daninha que está querendo tomar conta dos campos deste nosso mundo-escola.

Todas essas faltas cometidas pelos seres humanos, em forma de crimes, deverão ser resgatadas pelos seus autores, pois ninguém pode ficar em débito com a espiritualidade. E será justamente o resgate dessas faltas, que formam os crimes, que novos tempos virão para a nossa humanidade, até que tudo possa estar nos seus devidos lugares, consoante as leis espaciais, os princípios temporais e os preceitos universais. Em sendo assim, sendo o espírito e a alma eternos, portanto, indestrutíveis, com a última evoluindo e evoluindo sempre, até que possa estar livre das faltas, dos crimes que vem praticando, resgatando a todos os seus débitos, não há razão para o pecado e muito menos para a condenação eterna ou para a extinção. Ao verdadeiro Criador não cabe criar as suas criaturas, que são provenientes da Sua própria Essência, proporcionando a que elas adquiram parceladamente as Suas Propriedades, para depois condená-las eternamente somente pelo fato delas serem imperfeitas, quando possuem todo o potencial para poderem abandonar a imperfeição e serem perfeitas, potencial esse advindo do próprio Criador.

Agora vejamos a natureza do pecado sob a ótica da Igreja Católica. Comecemos por Santo Agostinho, que afirma que o pecado é “uma palavra, um ato ou um desejo que são contrários à lei eterna”, causando por isso ofensa ao deus bíblico e ao seu amor. No entanto, ele não explicita que lei eterna é essa, pois que se ela for referente aos dez mandamentos eles são completamente insuficientes e inoperantes para que os homens não pequem, bastando citar para tanto o mandamento de não matar, pois que em legítima defesa da própria vida, ou mesmo de terceiros, e no estrito cumprimento do dever, é lógico e aceitável que se mate, sendo também admissível que se mate na tentativa de salvar a própria vida, como no caso clássico de um avião em queda, tomado em chamas, com apenas um paraquedas para dois passageiros, quando os dois tentam desesperadamente dele se apoderar, travando uma luta mortal pela sua posse, embora o ser humano realmente altruísta, utilizando-se da sua ética, assim não proceda, cedendo educada e cordialmente o paraquedas para o seu semelhante, já que é preferível morrer com honra do que viver sem ela, vivendo à custa da morte do próximo. Não vamos comentar aqui novamente os dez mandamentos, mas amar ao deus bíblico sobre todas as coisas é um tremendo sinal de vaidade desse deus, além do mais não se pode amar ao que não se conhece no âmbito do sobrenatural, principalmente ao que não existe na realidade, já que esse deus se inventou a si mesmo. E se for uma ofensa ao amor desse deus, esse amor não pode ser puro, uma vez que o amor não se ofende, mas a honra sim.

Assim, ignorando que todo o mal se encontra diretamente ligado à imperfeição, que faz parte da natureza humana, e o fará ainda por um bom tempo, a Igreja Católica diz que o pecado, ou esse ato do mal, é um abuso da liberdade e fere a natureza humana. Os católicos, assim como as suas demais seitas, acreditam que Jesus, o Cristo, com a sua morte na cruz, revelou plenamente a gravidade do pecado e o venceu com o seu amor. Ora, não se revela a gravidade do pecado, ou seja, das faltas cometidas, simplesmente morrendo na cruz, e muito menos o vence com o amor, mas sim com moral e ética, portanto, com educação, através dos atributos espirituais, como a coragem, a honestidade, a hombridade, o pudor, a decência e outros correlatos, uma vez que a produção do amor é o último estágio evolutivo que se alcança por intermédio da propriedade da Luz, quando então todo o mal já deve se encontrar extinto, com o bem sendo verdadeiramente praticado através da amizade espiritual, em sua plenitude. Mas para a doutrina católica há uma grande variedade de pecados, que podem ser diretamente contra o seu deus, contra o próximo e contra si mesmo, com eles podendo ser distinguidos por palavras, por pensamentos, por omissões e por ações.

Ela diz que a repetição dos pecados gera vícios, os quais obscurecem a consciência e se inclinam para o mal. Já os vícios se relacionam com os sete pecados capitais, que são os seguintes: a soberba, a avareza, a inveja, a ira, a luxúria, a gula e a preguiça. Então o próprio deus bíblico é um grande pecador, pois que ficou irado e com inveja, além de ciúmes, pelo fato dos seguidores de Moisés haverem adorado ao bezerro de ouro, que tomado ainda de rancores quis exterminar a esse povo, tendo o próprio Moisés que falar duramente com ele, dando-lhe uma boa reprimenda, para que ele tirasse de si esse pensamento maluco de exterminador. A Igreja Católica ensina também que todos aqueles que cooperam com culpa nos pecados dos outros, são também responsabilizados por esses pecados.

Os pecados não são considerados pela doutrina católica unicamente como um todo, quer dizer, como sendo uma palavra, um ato ou um desejo que sejam contrários à lei tida como eterna, como ensina Santo Agostinho, mas sendo considerados segundo as suas gravidades, por isso os pecados cometidos podem ser divididos em dois, a saber:

  1. Pecados mortais:
    • Os que são cometidos quando “há matéria grave, são cometidos com plena consciência e deliberado consentimento”. Eles afastam o homem da caridade e da graça santificante, e se o pecador não se arrepender sinceramente, ele é condenado à morte eterna no inferno.
  2. Pecados Veniais:
    • Os que são cometidos sem pleno consentimento, ou sem plena consciência, ou ainda quando se trata de matéria leve. Apesar de afetarem o caminho da santificação, esses pecados merecem apenas as penas purificatórias temporais, que são cumpridas no purgatório.

Todos esses pecados pessoais se devem ao enfraquecimento da natureza humana, que passou a ficar submetida e inclinada à ignorância, ao sofrimento e à morte, portanto, aos pecados. Tudo isso é causado pelo pecado original, transmitido a todos os homens, sem culpa própria, devido às suas unidades de origem, que são Adão e Eva, que desobedeceram ao deus bíblico, no início do mundo, originando a esse pecado, o qual pode ser perdoado atualmente pelo batismo.

Como o amor do deus bíblico é tido como se fosse infinito, e como Jesus, o Cristo, já se sacrificou na cruz, todos os seres humanos, sejam eles católicos ou não, podem ser perdoados por esse deus a qualquer momento, desde que se arrependam de um modo livre e sincero e se comprometam em fazer o possível para perdoar aos seus inimigos, o que pedimos encarecidamente para sermos excluídos definitivamente desse rol, pois não queremos nada desse deus, principalmente o seu perdão, além do mais não temos inimigos para que venhamos a formar exércitos. Esse perdão, sendo considerado de suma necessidade pela doutrina católica, pode ser concedido pelo deus bíblico sacramentalmente por intermédio da Igreja, pela primeira vez, através do batismo, e depois, ordinariamente, através da reconciliação.

Mas o deus bíblico pode conceder também esse perdão através de outras maneiras diferentes, até diretamente, sem a interferência da Igreja Católica, mesmo para os que não sejam católicos, desde que se arrependam sinceramente. No entanto, esse perdão tido como sendo divino não significa a eliminação das penas temporais, que são os castigos pelos males causados como consequência dos pecados, cuja culpa já está perdoada. Neste caso, para que se possa eliminá-las, torna-se necessário obter indulgências e praticar boas obras durante a vida terrena, ou, ainda, depois de morrer, uma purificação da alma no purgatório, com a finalidade de entrar puro e santo no reino dos céus.

A indulgência é a facilidade, a disposição ou a tendência para perdoar faltas, culpas ou erros para diminuir penas, castigos, tributos e outros, sendo considerada também como sendo uma clemência. Em Teologia, é a remissão das penas dos pecados concedida pela Igreja Católica em virtude dos méritos superabundantes de Jesus, o Cristo, considerado como sendo o nosso salvador. Durante a Idade Média as indulgências eram vendidas pela Igreja Católica a todo aquele que oferecesse uma boa quantia por elas, não importando se o indulgenciado era pecador contumaz, o importante era que o dinheiro entrasse nos cofres do Vaticano. E como essa prática era bastante lucrativa, nessa mesma época surgiu o chamado Contrabando de Indulgências, em que muitos documentos eram forjados para que pudessem declarar a venda de indulgências de caráter extraordinário, havendo em alguns locais a sua venda por profissionais, os quaestores, ou os perdoadores. É óbvio que a Igreja Católica, desmoralizada que é, e que sempre foi, mas que não será sempre, pois que ela vai ser extinta, importava-se apenas em abarrotar os seus cofres com as quantias vindas das indulgências e das suas outras muitas fontes de arrecadação.

No entanto, dada a imensa repercussão negativa com essa prática imoral de vender indulgências, em que os próprios católicos, mesmo sendo estúpidos e cretinos, reprovavam com protestos, a Igreja Católica se viu obrigada, mesmo a contragosto, a condenar a esses abusos credulários. Mas mesmo com a Igreja Católica se vendo obrigada a condenar a essa prática imoral, mesmo assim ela continuava a todo o vapor, como se diz comumente, dada a imensa avidez sacerdotal pela riqueza, mesmo com eles se declarando seguidores e ministros de Jesus, o Cristo, que era pobre, tão pobre que não possuía um único bem, a não ser as suas próprias vestes, se é que isto possa ser considerado como sendo um bem. Então a Igreja teve que proibir a essa prática por diversas vezes, continuamente, como pode ser observado nos decretos e documentos do Quarto Concílio de Latrão, em 1215, do Concílio de Ravena, em 1317, e de vários papas, tais como Bonifácio IX, em 1392, Clemente IV, João XXII, Martinho V e Sisto IV, entre outros, que se viram seriamente obrigados a proibir a esses abusos de indulgências praticados em suas épocas.

Mas a avidez sacerdotal pela riqueza estava se tornando incontrolável, apesar de todas essas condenações e restrições. Em decorrência, no final da Idade Média houve um crescimento considerável desses abusos, e se tornou tão grande que passou a ser desordenado, com o que Lutero se revoltou contra essa prática, contestando a essa imoralidade, sendo ela um dos motivos da Revolta Protestante, com o papa excomungando a Lutero, e com este excomungando ao papa.

Até que enfim, em 1563, na última sessão do Concílio de Trento, a venda de indulgências foi proibida definitivamente, para evitar a esses excessos e abusos, ou a esses crimes contra os incautos. Foram precisos séculos para que a Igreja Católica pudesse conter a ânsia incontida da sua classe sacerdotal pela riqueza, através das indulgências, em virtude dessa classe nociva somente raciocinar com os bolsos e a própria pança. Desde então, as indulgências passaram a ser concedidas somente de forma gratuita, mas somente aos fiéis que praticassem determinados atos de piedade, penitência e caridade, como as orações, as peregrinações e outros atos estabelecidos pela Igreja.

 

Continue lendo sobre o assunto:

Romae