15.06- Jeová, o deus bíblico, versus Alá, o deus alcorânico

Prolegômenos
8 de julho de 2018 Pamam

Após a ascensão do islamismo como credo, que depois se tornou um adversário vigoroso do credo católico e dos demais credos e seitas ditos cristãos, os teólogos estudiosos do assunto de ambos os lados passaram a debater entre si sobre quem teria a visão real e autêntica de quem seria o verdadeiro deus deste mundo, se Jeová ou se Alá, como nos mostram os registros históricos. Note-se aqui, que esses teólogos se encontravam fortemente intuídos pelas suas respectivas falanges obsessoras, que não permitiram que se chegasse a qualquer conclusão acerca da questão em debate, pois tanto Jeová como Alá querem porque querem ser o verdadeiro deus deste mundo. Além do mais, não se poderia chegar a conclusão alguma, pois que as visões sobrenaturalísticas não possibilitam que se possa chegar a qualquer conclusão, principalmente sendo antagônicas, podendo as considerações serem convergentes somente através da fé credulária, em que os pensamentos de uns se sobrepõem aos pensamentos dos outros.

E assim, as comunicações comparativas advindas do astral inferior entre ambos os credos sobre quem seria o verdadeiro deus deste mundo passaram a ser memorizadas pelos credulários que se interessavam e estudavam sobre o assunto. No entanto, eu devo de logo aqui esclarecer que Alá é o próprio Lúcifer, e que a briga entre esses dois espíritos obsessores metidos a serem deuses, continua em plano astral inferior. Esta minha afirmativa será devidamente comprovada em seu capítulo específico.

Esses debates deram como resultado as diferenças históricas que existem entre Jeová, o deus bíblico, e Alá, o deus alcorânico, cujos conflitos se tornaram famosos pelos escritos dos teólogos desde mil anos atrás. Os pontos de interseção desses conflitos teológicos passaram a ser reconhecidos pelos estudiosos do assunto. Sob a ótica de quem se posiciona claramente favorável ao deus bíblico, mas que em nada influi, pelo fato do leitor já conhecer a natureza inferior de ambos os deuses, o quadro abaixo mostra resumidamente alguns desses pontos de interseção descritos pelos estudiosos:

 

JEOVÁ, O DEUS BÍBLICO

ALÁ, O DEUS ALCORÂNICO

CONHECIDO

DESCONHECIDO

Para os bíblicos, Jeová pode ser conhecido, sob o argumento de que Jesus, o Cristo, veio a este mundo para que possamos conhecer a esse deus, tendo por base a passagem contida em João 17: 3, que diz: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimentos de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo”. Enquanto que pela Bíblia o homem pode chegar a ter um relacionamento pessoal com o seu deus, pelo Alcorão Alá se situa à distância, longínquo e abstrato, de tal modo que ninguém pode conhecê-lo, como se fosse transcendente e, ao mesmo tempo exaltado, o que impede o seu conhecimento de modo pessoal.

PESSOAL

IMPESSOAL

Afirma-se que o deus bíblico seja um ser personificado, que possui intelecto, emoção e vontade. Esta personificação é contrastante em relação ao deus alcorânico, pois Alá não é entendido como um ser personificado, pois isto o rebaixaria ao mesmo nível do homem.

ESPIRITUAL

NÃO ESPIRITUAL

O entendimento de que o deus bíblico é espírito constitui um dos pilares da sua natureza bíblica, como tendo sido ensinada por Jesus, o Cristo, conforme João 4:24, que diz: “Deus é Espírito, e os que o adoram têm de adorá-lo como espírito e verdade”. Para o islamismo, o entendimento de que o deus alcorânico é uma pessoa ou um espírito é blasfêmia, porque esse entendimento rebaixaria Alá como sendo o Exaltado.

TRINITARISMO

UNITARISMO

O deus bíblico é um só deus em três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. O Alcorão nega veementemente a Trindade, de modo explícito, declarando que o deus alcorânico não é Pai, não é Filho e nem é Espírito Santo.

LIMITADO

NÃO LIMITADO

O deus bíblico é limitado por sua própria natureza imutável e inalterável, por isso ele não pode fazer qualquer coisa e nem tudo que queira, não podendo mentir, conforme Tito 1:2, que diz: “à base duma esperança de vida eterna que Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos de longa duração.”; e em Hebreus 6:18, que diz: “a fim de que, por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, nós, os que fugimos para o refúgio, tenhamos forte encorajamento para nos apegar à esperança que se nos apresenta”; nem podendo agir de uma tal maneira que venha a contradizer a sua natureza divina, porque não pode se negar a si mesmo, conforme 2 Timóteo 2:13, que diz: “se formos infiéis, ele permanece fiel, pois não se pode negar a si mesmo”. O deus alcorânico não é limitado em nada pelo próprio alcorão, não sendo limitado sequer em sua própria natureza, podendo fazer de tudo, em qualquer lugar, a qualquer instante, sem que possua qualquer limitação.

CONFIÁVEL

INCONSTANTE

Em virtude do fato do deus bíblico ser considerado como sendo limitado pela sua própria natureza, por ser tido como sendo justo, havendo coisas que não pode fazer, ele assim se torna consistente e digno de confiança. Em conformidade com as ações praticadas pelo deus alcorânico no Alcorão, pode-se constatar claramente que ele é inconstante e indigno de confiança, em virtude de não ser limitado por sua natureza ou pela sua palavra.

PROVIDO DE AMOR

DESPROVIDO DE AMOR

O amor é considerado como sendo o principal atributo do deus bíblico, cujo amor é revelado em 1 João 4:8, que diz: “Quem não amar, não chegou a conhecer a Deus, porque Deus é amor.”; e em João 3:16, que diz:”Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna”. Quando se estuda o Alcorão, não se encontra o amor como sendo o principal atributo do deus alcorânico, considerando-se que Alá sequer alimenta algum sentimento em relação ao homem, sendo tal conceito alheio à compreensão islâmica, pois que isto viria a reduzir o seu deus a um mero homem, o que é uma blasfêmia para os muçulmanos.

ATIVO NA HISTÓRIA

PASSIVO NA HISTÓRIA

O deus bíblico participa ativamente da história humana pessoalmente, atuando para promover a salvação do homem, manifestando-se em carne, conforme consta em 1 Timóteo 3:16, que diz: “Deveras, o segredo sagrado desta devoção piedosa é admitidamente grande: Ele foi manifestado em carne, foi declarado justo em espírito, apareceu a anjos, foi pregado entre nações, foi crido no mundo, foi recebido acima em glória”; e em Romanos 5:8, que diz: “Mas Deus recomenda a nós o seu próprio amor, por Cristo ter morrido por nós enquanto éramos ainda pecadores”. O deus alcorânico não participa da história humana pessoalmente, pois que não atua como agente histórico. Alá sempre lida com o mundo através da sua palavra, dos profetas e dos anjos. Não vindo, portanto, lidar com o homem pessoalmente.

POSSUI ATRIBUTOS

NÃO POSSUI ATRIBUTOS

A Bíblia apresenta tanto os atributos positivos como os atributos negativos do deus bíblico. O alcorão em momento algum apresenta, em sentido positivo, o que é Alá em sua natureza ou essência, pois os denominados 99 atributos do deus alcorânico são todos negativos em sua forma, mostrando o que Alá não é, mas nunca dizendo o que ele realmente é.

GRAÇA

OBRAS

A Bíblia fala constantemente sobre a graça de Jeová em promover uma salvação gratuita para o homem, através de um salvador, que além de salvador é também um intercessor, conforme é o exemplo em 1 Timóteo 2:5, que diz: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e homens, um homem, Cristo Jesus”. No Alcorão não existe qualquer conceito da graça de Alá, não havendo nenhum salvador ou intercessor em seu contexto.

 

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