15.04- A morte e a vida eterna para a Igreja Católica

Prolegômenos
7 de julho de 2018 Pamam

É óbvio que a doutrina católica não ignora o preceito da reencarnação, a sua real existência, a sua natureza racional, por intermédio do qual os seres humanos evoluem e vão conquistando, aos poucos, novas posições na hierarquia organizacional que rege a estrutura espiritual de todas as humanidades. Na nossa humanidade, e nas demais que nos seguem na esteira evolutiva do Universo, o espírito, ao desencarnar, ou fica preso na atmosfera do seu mundo-escola, fazendo parte integrante do astral inferior, à espera de uma oportunidade para ascender ao seu Mundo de Luz, ou ascende direto para o seu Mundo de Luz, segundo a natureza dos seus sentimentos e pensamentos. Mas a partir da humanidade a qual seguimos na esteira evolutiva do Universo, já não mais existe o astral inferior, pois lá todos os seus integrantes já passaram pela fase de serem antecristãos, não confundir com anticristãos, e com o retorno de Jesus, o Cristo, para o seu seio, todos agora são verdadeiramente cristãos, já que estão sendo dirigidos pelo seu próprio Cristo, estando agora na companhia da verdadeira Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; embora sejam cientes de que todos são criaturas do Criador, portanto, filhos de Deus, do verdadeiro Deus, que nada tem a ver com o deus bíblico e outros que povoam a imaginação humana, como se fossem a sua imagem e semelhança.

Mas a Igreja Católica, mesmo não ignorando o preceito da reencarnação e os mundos que se movimentam pelo espaço e pelo tempo, faz questão de negá-lo a todo o custo, pirronicamente, pois os seus sacerdotes estão por demais habituados a serem considerados os guias da nossa humanidade, há aproximadamente vinte séculos, vivendo geralmente uma vida de poder e riqueza, sempre acostumados a serem paparicados e reverenciados pelos seus arrebanhados, os quais não conseguem arredar os pés das suas igrejas, agindo tais como mulas encabrestadas que obedecem incontinente às suas práticas cultuais e às suas mentiras doutrinais.

Caso não fosse assim, caso a Igreja Católica aceitasse racionalmente o preceito universal da encarnação e os mundos que se movimentam pelo espaço e pelo tempo, essa baboseira da salvação cairia por terra, como realmente vai cair, então todas as suas práticas cultuais e todas as suas mentiras doutrinais seriam extintas, como realmente as serão. É por isso que o Astral Superior afirma que os tempos são chegados, para que o Antecristo possa promover uma guerra de pensamento contra esse deus bíblico e toda a sua corja de anjos negros, por conseguinte, a todos os demais deuses e a todos os credos e seitas, até que todos sejam obliterados da face da Terra, para todo o sempre, possibilitando assim que todos os seres humanos sejam antecristãos, e assim permaneçam por quatro mil anos, fazendo cumprir os ideais fixados pelo Antecristo para que possa surgir um Estado Mundial e, em decorrência, a amizade espiritual entre todos os seres humanos, por onde deverá prevalecer a solidariedade fraternal, a única capaz de promover a igualdade entre todos, aos poucos, já que todos nós somos iguais em essência, mas nos diferenciados no valor que foi conquistado merecidamente, e assim deve ser até onde a nossa visão nos permita contemplar e penetrar no Tempo Futuro.

A escatologia é uma palavra formada do grego eskhatos, que significa postremo, o último ou o extremo, e do grego logos, que significa tratado, mais o sufixo ia, sendo uma doutrina teológica dos fatos que deverão acontecer depois do fim do mundo. Mas como a Teologia é uma verdadeira balela, além de petulante, em querer estudar ao verdadeiro Deus, mas que somente estuda a Jeová, o deus bíblico, sendo os seus estudos, portanto, restritos ao deus católico, somente na mente desses teólogos da classe sacerdotal pode caber essa ideia estapafúrdia de que a Terra irá se acabar, quando, na realidade, ela passou bilhões de anos evoluindo até chegar ao seu estágio atual de evolução, como mundo-escola, em que muitos e muitos seres nele estão procedendo as suas evoluções desde o início da sua formação, a começar pelos seres hidrogênios, que são os seus formadores originais.

Neste caso, a escatologia deve ser melhor utilizada como sendo uma palavra formada do grego skatos, que significa excremento, e do grego logos, que significa tratado, mais o sufixo ia. Aí sim, ela pode representar com fidedignidade a essa doutrina teológica que se encontra inculcada na mente desses sacerdotes estudiosos da Teologia, pois como Jesus, o Cristo, afirmou que de uma árvore boa somente frutos bons nascerão, de maneira análoga podemos também afirmar que de uma mente excremental, somente excrementos nascerão.

Assim, segundo a escatologia católica, após a morte de cada ser humano, a sua alma se separa do seu corpo mortal e corruptível, iniciando assim a sua vida eterna, que não terá fim e que é precedida para cada um por um juízo particular e que será confirmada por ocasião do Juízo Final. Esse Juízo Final será realizado nos últimos momentos que antecederão ao fim do mundo Terra, sem que eles consigam atentar para a existência de inúmeros outros planetas, que também são mundos.

Em relação ao juízo particular mencionado logo mais acima, este representa para a doutrina católica o julgamento da retribuição imediata que cada homem recebe do deus bíblico após a sua morte, tendo em conta a sua fé credulária e as suas obras realizadas durante o seu caminho de santificação terrestre. Após essa revelação particular, sem que a doutrina católica faça qualquer menção ao espírito, já que ela não sabe fazer a distinção entre o espírito e a alma, esta será destinada a estar nos seguintes locais, segundo a imaginação sacerdotal:

  • No paraíso ou no céu:
    • Que é o local de salvação definitiva e de felicidade suprema, reservado somente para as pessoas que morreram em estado de graça, sem manchas de qualquer pecado, devido a aceitação do deus bíblico e ao seu arrependimento. Esses santos formam assim a Igreja triunfante, onde veem o deus bíblico face a face, conforme 1 Coríntios 13:12, que diz o seguinte: “Pois, atualmente vemos em contorno indefinido por meio dum espelho de metal, mas então será face a face. Atualmente eu sei em parte, mas então saberei exatamente, assim como também sou conhecido exatamente”; passando a viver em comunhão com a sua santíssima trindade, a qual não existe, e intercedendo pelos habitantes da Terra.
  • No purgatório:
    • Que é o local daqueles que precisam ainda de purificação para que possam assim entrar puros no céu, mesmo sendo amigos do deus bíblico e já estando salvos. Essa purificação temporária consiste na eliminação das penas temporais dos pecados cujas culpas já estavam perdoadas, mas que os fiéis peregrinos na Terra podem ajudar a acelerar na comunhão dos santos.
  • No inferno:
    • Que é local da condenação eterna daqueles que decidiram viver livremente separados do deus bíblico, quer dizer, daqueles que recusaram esse deus, o seu dito amor e a sua graça de salvação, escolhendo voluntariamente persistir no pecado mortal, mesmo no instante da sua morte, embora essas decisões sejam respeitadas pelo deus bíblico, porque ele criou o homem como um ser livre e responsável, apesar de ele querer que todos se arrependam, conforme consta em 2 Pedro 3:9, que diz o seguinte: “Jeová não é vagaroso com respeito à sua promessa, conforme alguns consideram a vagarosidade, mas ele é paciente convosco, porque não deseja que alguém seja destruído, mas deseja que todos alcancem o arrependimento”.

Essa doutrina católica escatológica, que trata mais especificamente sobre o destino individual das almas, encontra-se sintetizada nos denominados novíssimos, que são em número de quatro: a morte, o juízo, o inferno e o paraíso. Nessa concepção doutrinária católica, o purgatório não faz parte, em virtude de se tratar de um local transitório e temporário para as almas que não foram condenadas.

Com relação ao destino coletivo dos seres humanos, por ocasião do fim do mundo, a Igreja Católica ensina que ocorrerá um juízo final mesmo antes do fim do mundo, mas nem ela mesma sabe exatamente qual é a data para tal acontecimento. No entanto, nos momentos que antecedem a esse juízo final, Jesus, o Cristo, ressuscitará toda a humanidade, vejam só, dando uma nova vida para todos os corpos que pereceram, mas desta vez sendo essa vida imortal, já que ele também ressuscitou dos mortos e vive para sempre. Nesse momento, todas as almas regressarão definitivamente para os seus novos corpos, quer estejam no céu, no purgatório ou mesmo no inferno. Quanta materialidade!

Então toda a nossa humanidade deverá se reunir diante do deus bíblico, principalmente diante de Jesus, o Cristo, que irá regressar triunfante à Terra como sendo o juiz dos vivos e dos mortos, embora a Igreja Católica não se decida nem por um e nem por outro. Assim, um dos dois, ao que tudo indica Jesus, o Cristo, deverá confirmar os inúmeros juízos particulares e, como consequência, permitirá que o corpo ressuscitado possa “participar na retribuição que a alma teve no juízo particular”. Essa retribuição consiste na vida eterna para os que estão no céu ou no purgatório, ou na condenação eterna para os que estão no inferno.

Após o juízo final, deverá ocorrer finalmente o fim do mundo. O antigo mundo, que foi criado no início pelo deus bíblico, será libertado da escravidão do pecado e transformado nos novos céus e na nova Terra, conforme 2 Pedro 3:13, que diz o seguinte:

Mas, há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes há de morar a justiça”.

Deve-se ressaltar preliminarmente, que essa nova Terra bíblica se trata de uma quase repetição das civilizações que foram extintas e obliteradas da face da Terra, em que a última foi extinta através de um dilúvio, tendo o processo civilizatório que recomeçar novamente. Mas que agora Jeová, o deus bíblico, assume a pretensão estúpida e genocida de extinguir a vida na Terra através do fogo, como deverá ser devidamente demonstrado no site pamam.com.br, por intermédio da parcela do Saber denominada de Física.

Como se pode facilmente constatar, a criação desse deus bíblico é desastrada e completamente malfeita, além, é óbvio, de imperfeita, uma vez que precisa ser totalmente reformada, embora este nosso dizer seja apenas um alerta para os incautos, uma vez que esse deus bíblico não criou absolutamente nada, já que ele é um espírito que se encontra quedado no astral inferior, para tanto o Antecristo já se encontra neste mundo a revolucionar, a esclarecer a toda a nossa humanidade, por intermédio da explanação do Racionalismo Cristão, e também para fixar os seus ideais no seio da nossa humanidade, para que assim todos possam se tornar antecristãos, formando uma corrente para que o Astral Superior possa transladar a esse espírito trevoso e maligno para o seu próprio Mundo de Luz, assim como também aos demais.

Mas para a doutrina católica, nesse novo estado de coisas, será também alcançada a plenitude do reino do deus bíblico, quer dizer, será realizado definitivamente o desígnio da salvação por parte do deus bíblico, conforme consta em Efésios 1:10, que diz o seguinte:

Para uma administração no pleno limite dos tempos designados, a saber, ajuntar novamente todas as coisas no Cristo, as coisas nos céus e as coisas na Terra. Sim, nele”.

Nesse misterioso reino, onde supostamente o mal será inexistente, os salvos, que são os santos, gozarão da vida eterna e o deus bíblico será tudo em todos, conforme consta em 1 Coríntios 15:28, que assim diz:

Mas, quando todas as coisas lhe tiverem sido sujeitas, então o próprio Filho também se sujeitará Àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja todas as coisas para com todos”.

Para que então seja formada uma grande família, que irá viver em comunhão de amor e de felicidade suprema, o que comprova sobejamente a suprema ignorância do amor espiritual em relação ao amor familiar, com aquele sendo autêntico e eterno, e com este sendo o seu arremedo e efêmero, enquanto que os condenados viverão para sempre no inferno e afastados definitivamente do reino do deus bíblico.

Arre! Essa foi boa! Realmente digna dessa padralhada católica, assim como dessa sacerdocracia relativa a todos os credos e seitas.  Cadê a santíssima trindade bíblica? Será desfeita por ocasião desse juízo final? Se o próprio filho desse deus bíblico se sujeitará a esse seu pai, o que acontecerá com ele na eternidade? Será igualado aos seres humanos, para que o deus bíblico possa ser todas as coisas para com todos? Ou deixará de ser o filhinho de papai para se tornar um anjo? E o espírito santo, onde será que ele vai se esconder? Desaparecerá por obra e graça desse próprio espírito santo?

Ora, a verdade é que esse credo católico não tem a mínima noção do que seja realmente uma coisa, em que todas elas reunidas fazem parte da Coisa Total. Deveriam todos esses padrecos de meia tijela ler o tópico destes prolegômenos denominado de As Coisas, os Fatos e os Fenômenos, para que assim possam se esclarecer a respeito do assunto, para somente depois então poderem se manifestar sobre o mesmo, estando mais esclarecidos acerca da natureza, que é a Bíblia autêntica escrita pelo verdadeiro Deus.

Vale aqui ressaltar que os teólogos católicos, sendo sacerdotes ou não, estudam ao deus bíblico, então todos os seus pensamentos se encontram voltados para ele, o que os tornam instrumentos dóceis dos espíritos obsessores que trabalham em prol do catolicismo. É sabido que a grande pretensão de Jeová, o deus bíblico, é extinguir por completo a vida na face da Terra, através do fogo, com a intenção de que todos os seres humanos desencarnem e fiquem quedados no astral inferior, para que lá se submetam às suas determinações, e então passem a propiciá-lo, amando-o e o temendo ao mesmo tempo, como se isso fosse possível, ao adorá-lo.

É por isso que os espíritos obsessores intuíram aos chamados profetas e também intuem aos teólogos para que eles anunciem o fim do mundo por intermédio de Jeová, o deus bíblico, para que os seres humanos fiquem com medo e, ao mesmo tempo, ansiosos pela salvação, pois que os pensamentos de medo e de salvação proporcionam um ambiente favorável para as ações dos espíritos obsessores. É justamente esse ambiente favorável aos espíritos obsessores que faz com que o deus bíblico venha a arrotar toda a sua jactância, através dos seus instrumentos encarnados obsedados, como podemos constatar em Apocalipse 1:8, em que esse deusinho safado destila todo o seu veneno pestilento da seguinte maneira:

’Eu sou o Alfa e o Ômega’, diz Jeová Deus, ‘Aquele que é, e que era, e que vem, o Todo-poderoso’”.

Mas esse espírito trevoso pode ser o Alfa e o Ômega lá para as bandas das suas falanges de espíritos obsessores, pois que para um espírito de luz, que integra a plêiade do Astral Superior, ele não passa de um espírito que é trevoso, que era trevoso, mas que deixará de ser trevoso, pois que iremos proceder com a sua regeneração, nem que seja debaixo de peia, de muita peia; e que se ele realmente vem, pode vir de lá para cá com todo o seu negrume, com toda a sua perversidade e malvadez, por ser ainda mais perverso e malvado que o próprio Satanás, assim como pintam os credulários a esse ser sobrenatural inexistente, pois que nenhum temor pode causar a quem realmente é esclarecido. Mas esqueceu esse Jeová metido a deus de dizer o que será no futuro. Pois bem, como dito, ele será regenerado no futuro pelo Astral Superior, sofrendo as esporadas ns suas ancas carnudas por quem de direito, para que assim pare de agir como se fosse um irracional quadrúpede, ou bem pior do que isso, como se fosse uma fera, até que seja domado, ou seja, regenerado.

Embora eu vá me referir ao assunto desse tão decantado Apocalipse mais detalhadamente apenas na obra relativa à Finalidade, contida no site pamam.com.br, eu vou abordar aqui novamente um pouco a respeito deste assunto, pois que a repetição tem a sua própria força.

Várias das nossas civilizações passadas foram extintas e obliteradas da face da Terra, porque os seres humanos formaram um ambiente propício para as ações dos espíritos obsessores da laia de Jeová, por intermédio das depravações, das degenerações, das adorações aos deuses por meio de rezas e orações, além dos seus cultos, das guerras, dos crimes de todas as naturezas, e de tudo o mais do gênero, em face da tremenda ignorância reinante no ambiente terreno, que assim, estando formado o ambiente propício, os espíritos obsessores provocaram os desastres que acabaram extinguindo a essas civilizações, tendo os processos civilizatórios que serem reiniciados novamente. A última dessas nossas civilizações foi extinta por intermédio de um dilúvio.

Daí a razão pela qual o espírito que alcançou a condição do Antecristo na humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo haver se deslocado para a nossa humanidade e haver elaborado um plano para a nossa espiritualização, tendo encarnado algumas vezes neste nosso mundo-escola para a consecução desse seu fabuloso plano de espiritualização, quando então alcançou a condição do Cristo em sua última encarnação, ao encarnar como Jesus, mostrando ao mundo todo o racionalismo que existe no instituto do Cristo.

O resultado final desse fabuloso plano de espiritualização elaborado para a nossa humanidade, foi a fundação do instituto do Racionalismo Cristão, por intermédio de Luiz de Mattos, que através dele transmitiu a verdade para o mundo, ensinando a todos que quisessem realmente aprender, o imenso valor que possui as vibrações magnéticas, as radiações elétricas e as radiovibrações eletromagnéticas a Deus e ao Astral Superior, de modo brilhante, ao que ele denominou simplesmente de irradiações, por ser o representante da propriedade da Força neste mundo.

Foi graças ao Racionalismo Cristão que esta nossa civilização não veio ainda a sucumbir ante os espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior, pois que as suas ações malévolas somente podem se tornar eficazes em face dos pensamentos materializados dos seres humanos, que através desses pensamentos materializados possibilitam a formação de um ambiente fluídico propício às suas ações de destruição em relação a tudo aquilo que é voltado para o bem, pois que tudo isso é a expressão fidedigna do mal.

Jeová é um espírito malvado e perverso, que estando quedado no astral inferior se torna um obsessor deveras perigoso, cuja intenção maior é extinguir com a vida humana no planeta, não mais com a utilização da água, através de um dilúvio, mas sim com a utilização do fogo, através de um incêndio gigantesco, pensando em reunir a todos os espíritos sob o seu comando no astral inferior, para que assim todos possam ver a sua glória, pois que se considera o todo-poderoso, quando não passa de um tremendo fanfarrão. Em função disso, ele vem agindo intensamente no sentido de tornar o ambiente terreno propício para agir no sentido de realizar a sua intenção maligna. Toda essa intenção de Jeová em extinguir a vida na Terra através do fogo é expressada na própria Bíblia, que demonstra toda a belicosidade e a ira desse deus bíblico, como podemos constatar em Isaías 66:15 a 18, da seguinte maneira:

Pois eis que Jeová mesmo chega como o próprio fogo, e seus carros são como um tufão, a fim de pagar de volta a sua ira com puro furor e sua censura com chamas de fogo. Pois, COMO FOGO, o próprio Jeová, de fato, encetará a controvérsia, sim, com a sua espada, contra toda a carne; e os mortos de Jeová tornar-se-ão certamente muitos (grifo e realce meus). Os que se santificam e purificam para os jardins, atrás de um no centro, comendo carne de porco e aquilo que é repugnante, até mesmo o roedor saltante, chegarão todos juntos ao seu término, é a pronunciação de Jeová. E quanto aos seus trabalhos e seus pensamentos, estou chegando para reunir todas as nações e línguas; e terão de chegar a ver a minha glória”.

Essa controvérsia a que se refere essa passagem bíblica é a questão acerca do final do mundo, com a destruição da vida na Terra, pois que Jeová, estando desencarnado e quedado no astral inferior, avisa nessa passagem bíblica que levantará a sua espada contra toda a carne, quer dizer, contra todos os encarnados. Essa ira do deus bíblico contra a vida parece não ter fim, pois que a sua pretensão é juntar todas as nações que rezem sob a cartilha da Bíblia, sendo adorado pelos bíblicos, para que assim venha a se formar um ambiente trevoso assim como ele, para que então esse ambiente trevoso reúna as condições favoráveis para que ele possa destruir a todos através do fogo, é o que diz também a Bíblia em Sofonias 3:8, da seguinte maneira:

’Portanto, estai à espera de mim’, é a pronunciação de Jeová, ‘até o dia em que eu me levantar para despojo, pois a minha decisão judicial é ajuntar nações, para que eu reúna reinos, a fim de derramar sobre elas a minha verberação, toda a minha ira ardente; PORQUE TODA A TERRA SERÁ DEVORADA PELO FOGO DO MEU ZELO (grifo e realce meus)”.

É sabido que alguns espíritos obsessores quedados no astral inferior conseguem se transladar no tempo, então eles sabem que a nossa última civilização extinta assim padeceu pela água, através de um dilúvio, mas que agora a Terra está sendo guardada para padecer pelo fogo, assim guardada porque os espíritos obsessores estão apenas aguardando o ambiente fluídico propício para que então possam agir em tal sentido, que eles afirmam ser o dia do julgamento final, pelo que se referem aos homens ímpios, os que não seguem ao deus bíblico e não fazem parte da sua corrente avassaladora, considerando que estes serão destruídos, pois não conseguem compreender que são justamente estes que são transladados para os seus Mundos de Luz, logo após a desencarnação, não ficando decaídos na atmosfera terrena para engrossar as suas falanges obsessoras, por isso, não os vendo, eles pensam que os ímpios não sobrevivem à desencarnação, como assim consta em 2 Pedro 3:5 a 7, da seguinte maneira:

Pois, segundo o desejo deles, escapa-lhes este fato, de que desde a antiguidade havia céus, e uma terra sobressaindo compactamente à água e no meio da água, pela palavra de Deus; e, por esses meios, o mundo daquele tempo sofreu destruição, ao ser inundado pela água. Mas, pela mesma palavra, OS CÉUS E A TERRA QUE AGORA EXISTEM ESTÃO SENDO GUARDADOS PARA O FOGO e estão sendo reservados para o dia do julgamento e da destruição dos homens ímpios (grifo e realce meus)”.

Muitos afirmam que evangelizar é preciso, principalmente os sacerdotes, mas todos ignoram que no entremeio dos evangelhos existem as comunicações dos espíritos obsessores aos seres humanos, que falam acerca do batismo com água, mas também ameaçam com o batismo através do fogo, por intermédio do espírito santo do deus bíblico, que recebem esta denominação por se tratar de espíritos obsessores altamente periculosos, e assim eles fazem a analogia dos credulários bíblicos com o trigo, e dos ímpios com a palha, afirmando que a esta eles queimarão em um fogo que não mais se apaga, é o que consta em um dos evangelhos bíblicos, em Mateus 3:11-12, da seguinte maneira:

Eu, da minha parte, batizo-vos com água, por causa do vosso arrependimento; mas o que vem depois de mim é mais forte do que eu, não sendo eu nem apto para tirar-lhe as sandálias. ESTE VOS BATIZARÁ COM ESPÍRITO SANTO E COM FOGO (grifo e realce meus). Tem na mão a sua pá de joeirar, e limpará completamente a sua eira, ajuntando seu trigo no celeiro, MAS A PALHA ELE QUEIMARÁ EM FOGO INEXTINGUÍVEL (grifo e realce meus)”.

Eu tenho que insistir em afirmar que a obra de cada ser humano é reveladora da natureza do seu próprio pensamento, que irá formar o ambiente fluídico propício para as ações do Astral Superior ou do astral inferior, conforme ela se encontre voltada para o bem ou para o mal, respectivamente. O astral inferior sabe perfeitamente que as obras credulárias lhes são favoráveis, assim como as demais obras voltadas para o mal, por isso eles passam a comunicar através de Paulo que essas obras deverão ser reveladas à nossa humanidade por intermédio do fogo, com o próprio fogo revelando o tipo de obra de cada um, a qual demonstra a natureza dos seus pensamentos, é o que é revelado em 1 Coríntios 3:13, conforme abaixo:

A obra de cada um se tornará manifesta, pois o dia a porá à mostra, PORQUE SERÁ REVELADA POR MEIO DO FOGO; E O PRÓPRIO FOGO MOSTRARÁ QUE SORTE DE OBRA É A DE CADA UM (grifo e realce meus)”.

A ignorância humana atinge a um extremo tão elevado, que quase a totalidade da nossa humanidade passa a crer no sobrenatural, não conseguindo atentar para o fato de que ele não existe, não passando de um devaneio, e em face desse devaneio, passam a acreditar na existência de Satanás e do inferno, este último como sendo um antro como se fosse constituído fundamentalmente de fogo. É certo que nem o Satanás e nem o inferno existem, mas, caso existissem, poderíamos chamar a Jeová de Satanás e às suas falanges obsessoras de demônios, e o local em que ele habita de inferno, pois que ele mesmo representa o fogo, apresentando as características de um espírito destruidor, é o que diz a própria Bíblia em Deuteronômio 4:24 e 9:3 e em Hebreus 12:29, nesta mesma ordem, da seguinte maneira:

POIS JEOVÁ, TEU DEUS, É UM FOGO CONSUMIDOR (grifo e realce meus), um Deus que exige devoção exclusiva”.

E hoje bem sabes que Jeová, teu Deus, está atravessando na tua frente. ELE É UM FOGO CONSUMIDOR (grifo e realce meus). Ele os aniquilará e ele próprios os subjugará diante de ti; e tens de desapossá-los e destruí-los rapidamente, assim como Jeová te falou”.

PORQUE O NOSSO DEUS É TAMBÉM UM FOGO CONSUMIDOR (grifo e realce meus)”.

Por que então Jeová, o deus bíblico, é um fogo consumidor? Partamos de uma das vertentes daquilo que se caracteriza como sendo consumidor, que neste caso é aquele que consome, aquele que adquire o fogo para consumir em uso próprio, o que implica em dizer que Jeová é voraz por fogo, que se satisfaz com o fogo. Sob outra vertente, consumidor é aquele que tem acesso a várias opções de escolha de qualquer produto, que no caso de Jeová é o fogo, ou aquele que procura um determinado ambiente com interesse em adquirir um certo produto para dele fazer uso no presente e no futuro, que no caso de Jeová é sempre o fogo.

O fato de Jeová haver comunicado aos encarnados, através da Bíblia, que é um fogo consumidor, vem demonstrar a sua extrema ignorância vernacular em relação às línguas faladas em outras nações, pois que a expressão verbal consumir possui vários significados, tais como o de gastar ou corroer até à destruição, ou mesmo devorar, destruir, extinguir, aniquilar, que é o caso de Jeová em relação à nossa humanidade, através do fogo; mas também pode assumir o significado de desgostar, afligir, mortificar, ou então fazer esquecer, apagando da memória, ou mesmo aplicar, empregar, cujos significados não são compatíveis com as intenções de Jeová. Isto demonstra claramente as características individuais de Jeová sob os seguintes aspectos:

PERSONALIDADE:

O conjunto de características psicológicas que determina o seu padrão de pensar e agir, ou seja, a sua individualidade pessoal, que é agressiva, belicosa, iracunda, destrutiva, genocida, ciumenta, soberba, petulante, dominadora, prepotente, obtusa, etc., pois que se achando o todo-poderoso por lidar com o fogo, em virtude do fato de se encontrar desencarnado, quer destruir toda a vida na Terra.

IMAGEM DE SI PRÓPRIO:

Por ser um espírito obsessor extremamente periculoso, ele consegue se sobressair em relação aos demais espíritos obsessores, dominando-os através dos seus poderes e das suas ações espirituais, e assim, utilizando-se das suas falanges de espíritos obsessores, ele consegue também dominar aos seres humanos mais fracos, que se tornam os seus instrumentos encarnados, e sendo completamente ignorante acerca da realidade universal, ele se julga o todo-poderoso, assumindo a pretensão de ser um deus, o único deus verdadeiro, mas como se encontra desencarnado, ele adquire a pretensão de destruir a vida na Terra através do fogo, pois é ciente de que a vida já foi destruída através da água.

MEIOS DE COMUNICAÇÃO:

Os seus meios de comunicação se encontram na Bíblia e nas doutrinas credulárias que nela se baseiam, todas elas consideradas como se fossem cristãs, na realidade, sendo anticristãs, uma vez que seguem ao falso cristianismo, pois que ele, matreira e ardilosamente, utiliza-se do nome de Jesus, o Cristo, para se escudar na grandeza do nosso Redentor, tendo comunicado ao mundo que ele é o pai, e para que possa consolidar cada vez mais a sua condição de deus único, a fim de ser propiciado pelos sacerdotes e os seus arrebanhados, e assim ser adorado, utilizando os sacerdotes para que eles reproduzam as suas comunicações para o mundo, principalmente através das suas falanges de obsessores que se denominam de espírito santo, enquanto os demais espíritos obsessores se encarregam de intuir aos arrebanhados para que estes fortaleçam cada vez mais as suas fés credulárias, participando das missas e dos cultos de todos os credos e seitas bíblicos.

COMPARAÇÃO COM AS COMUNICAÇÕES MEMORIZADAS SOBRE O CREDO ISLÂMICO, QUE É ALHEIO AOS CREDOS E SEITAS DITOS CRISTÃOS E A SITUAÇÃO ATUAL

Assim como Jeová é o deus da Bíblia, do mesmo modo Alá é o deus do Alcorão. Temos assim, então, uma guerra ferrenha entre as falanges obsessoras que são subordinadas a Jeová e as falanges obsessoras que são subordinadas a Alá, em plano astral inferior. Essa guerra ferrenha travada em plano astral inferior se estendeu entre os seus fiéis credulários encarnados mais intolerantes, em virtude dos mesmos possuírem pontos de vista teológicos diferentes acerca dos seus próprios deuses. As Cruzadas representam uma prova concreta dessa guerra travada em plano astral inferior que se estendeu para os seres humanos credulários.

Devemos partir do princípio de que ambos os deuses são detentores de atributos individuais inferiores e de atributos relacionais negativos, sendo ambos, portanto, completamente desprovidos de educação. Assim, quando comparamos os atributos de Jeová, que se encontram na Bíblia, em relação aos atributos de Alá, que se encontram no Alcorão, torna-se patente que os dois não são o mesmo deus, sendo, portanto, antagônicos, pelo fato de serem adversários um do outro, quer dizer, rivais na pretensão descabida de serem o único deus na Terra.

 

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