15.03- Os fundamentos da doutrina do credo católico

Prolegômenos
26 de junho de 2018 Pamam

O credo católico tem também a sua doutrina, que para ele representa o conjunto de tudo aquilo que os seus sacerdotes e arrebanhados consideram como sendo a verdade, não da verdade autêntica, genuína, legítima, aquela que é percebida e captada do Espaço Superior pelos criptoscópios dos veritólogos, aqueles que detêm a verdadeira moral, cujos conhecimentos sempre existiram, existem e existirão, posto que são absolutos, ontológicos, imutáveis, não tendo sido criados, mas sim das “verdades” decorrentes da fé credulária, que são professadas pela Igreja Católica. Segundo o catecismo de Pio X, a doutrina católica foi ensinada por Jesus, o Cristo, para mostrar aos homens o caminho da salvação e da vida eterna, como se o nosso Redentor tivesse algo a ver com essa mentiralha estúpida da salvação, ou que fosse preciso reafirmar a vida eterna e universal, quando já se sabe sobejamente que o espírito e a alma são eternos. No entanto, as partes consideradas mais importantes e necessárias da doutrina católica são quatro:

  1. O credo;
  2. O pai nosso;
  3. Os dez mandamentos;
  4. Os sete sacramentos.

O catolicismo, também conhecido como a igreja dita cristã, sendo denominada simplesmente de Igreja, acredita piamente que a sua doutrina foi sendo gradualmente revelada pelo seu deus bíblico através dos tempos, atingindo a sua plenitude e perfeição em Jesus, o Cristo, que, na realidade, pertence a uma outra humanidade, a que a nossa humanidade segue na esteira evolutiva do Universo, mas que é considerado por essa doutrina como sendo o filho único desse deus, filho seu unigênito, o salvador do mundo e da humanidade, o Messias, sendo este último a única consideração procedente. Neste caso, em conformidade com os estudos geológicos, arqueológicos e outros, essa doutrina deveria vir sendo revelada há milhões e milhões de anos atrás, quando os hominídeos surgiram na Terra, já que vinha sendo revelada por esse deus bíblico através dos tempos. Então Jesus, o Cristo, já devia ter vindo muito antes, e não somente há dois mil anos atrás. Além do mais, ele jamais se aproximou desse tal de Jeová, o deus católico, em obediência à lei da afinidade e ao princípio da atração, e muito menos salvou o mundo e a nossa humanidade, já que não existe a salvação, sendo, porém, realmente o Messias, o nosso Redentor, como já amplamente explanado.

Segundo os católicos, a definição e a compreensão da sua doutrina é progressiva, necessitando por isso de um constante estudo e reflexão da Teologia, em que logo de saída se revelam a petulância e o ilogismo de se tentar estudar ao verdadeiro Deus, com a parte querendo perceber e compreender ao Todo nesse estudo, desprovido da mínima lógica e de qualquer racionalidade, por isso eles seguem ao deus bíblico, ignorando completamente que se trata de um espírito tremendamente obsessor decaído no astral inferior, por isso eles tentam manipulá-lo a torto e a direito, ignorando que por ele são manipulados, tais como se fossem marionetes, como se diz por aí, quando afirmam tudo ao seu respeito, inclusive quais são os seus desejos e as suas vontades, e, por incrível que pareça, até os seus planos em relação aos seres humanos. Daí o fato dos seus sacerdotes, ardilosa e astuciosamente, exigirem que os seus arrebanhados sejam sempre fiéis à revelação divina que é orientada pela Igreja, quer dizer, pela classe sacerdotal, que assim despreza e releva a inteligência humana, como se ela não fosse capaz de perceber e captar a verdade do Espaço Superior, utilizando-se da moral, e compreender e criar a sabedoria do Tempo Futuro, utilizando-se da ética, e assim, coordenar a verdade e a sabedoria, alcançando a razão, posicionando-se nas coordenadas universais, para assim apreender o Saber, por excelência, algo que o catolicismo jamais sonhou ou imaginou, em seu tremendo devaneio sobrenatural.

Essa revelação divina, orientada e divulgada pela Igreja Católica, implica em dizer que não é preciso que o ser humano seja dotado de inteligência e raciocínio. Para quê? Não é o próprio deus bíblico quem revela tudo à humanidade através da Igreja? Não é o próprio deus bíblico quem estabeleceu os dez mandamentos para serem seguidos pelo homem, sem a necessidade dele perceber e captar as leis espaciais, compreender e criar os princípios temporais, inferindo os preceitos universais? Mas como não é assim, e jamais assim poderia ser, aqueles que são verdadeiramente detentores de inteligência e de raciocínio buscam de todas as maneiras perceber e captar a verdade do Espaço Superior e compreender e criar a sabedoria do Tempo Futuro, para que com ambas possam alcançar a razão. Então os sacerdotes católicos, na ânsia perversa por toldar a inteligência e o raciocínio dos seus arrebanhados, inventaram o instituto da fé credulária, que consiste nas suas livres entregas nas crenças de tudo aquilo que lhes for sendo revelado, tenha ou não procedência, com base no “amor” a esse deus bíblico, prestando-lhe “o obséquio pleno do seu intelecto e da sua vontade e dando voluntário assentimento à revelação feita por ele”; com essa revelação sendo obviamente transmitida pela Igreja Católica, através dos seus sacerdotes, sob a forma de tradição.

Como são ardilosos, matreiros, astutos, sagazes e maliciosos esses sacerdotes! Mas como são também obtusos! Pois caso detivessem um mínimo de inteligência e racionalidade em suas almas, poderiam constatar que o próprio Jesus, o Cristo, afirmou que somente a verdade poderia livrar o homem das garras da ignorância. Então esse deus bíblico nada vinha revelando antes da encarnação do nosso Redentor, como assim se pode facilmente compreender. Além do mais, ao menor sinal da inteligência propriamente dita, sendo ela esclarecida, quer dizer, sem ardil, matreirice, astúcia, sagacidade inferior e malícia, com base na mais extrema sinceridade, e com ela estando devidamente acompanhada dos atributos individuais superiores e relacionais positivos, adquiridos no decorrer da evolução, toda essa doutrina credulária irá se extinguir, como também deverão se extinguir todas as demais doutrinas credulárias, por conseguinte, todos os credos e seitas deverão desaparecer da face da Terra, em corolário, toda a classe sacerdotal, para o bem e o progresso da nossa humanidade.

A doutrina católica ensina que a fé credulária no seu deus trevoso se opera pela caridade, e também pelo amor, conforme consta em Gálatas 5:5-6, que diz:

Nós, por espírito, aguardamos ansiosamente a justiça esperada em resultado da fé. Pois quanto a Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão é de qualquer valor, mas a fé que opera por intermédio do amor”.

Quando já se sabe que a caridade é desabonadora da conduta humana, e quanto ao amor espiritual o credo católico não tem a mínima noção de como se produz, assim como não tem a mínima noção de como se produz a amizade espiritual, que antecede ao amor espiritual, e que faz surgir a solidariedade fraternal, já que esse credo por demais criminoso jamais imaginou a existência do corpo de luz, de onde se produz a amizade e o amor espirituais, que juntamente com o corpo fluídico formam a alma do espírito. Em função disso, a vida de santificação de um católico o obriga de participar dos sacramentos, além de executar a vontade dita divina. Este objetivo pode ser alcançado com a graça do deus bíblico, mediante a observância dos Dez Mandamentos e dos outros ensinamentos revelados, que se resumem no mandamento do amor ao próximo ensinado por Jesus, o Cristo, do qual, como visto, o credo católico não tem qualquer noção.

E esse mandamento do “amor ao próximo” é tão rigorosamente seguidos pelo Vaticano, que os papas promoveram as guerras entre as nações em benefício da Igreja;  os católicos massacraram aos seus semelhantes judeus; assassinaram milhares e milhares de semelhantes muçulmanos nas Cruzadas; prenderam, torturaram e assassinaram na fogueira os seus semelhantes na Inquisição; queimaram nas fogueiras as mulheres tidas como se fossem feiticeiras, inclusive queimando a heroína francesa Joana D’Arc, sem que ela fosse considerada como sendo feiticeira, por simples joguete político em favor da Inglaterra; e prenderam e assassinaram religiosos e cientistas por discordarem racionalmente dos seus postulados de fé credulária, dos seus dogmas, dos seus misticismos, daquilo que a Igreja considerava como sendo a verdade imutável, ela, a Igreja, através dos seus sacerdotes, sendo a maior mentirosa da nossa humanidade em todos os tempos.

Isso tudo é demonstração de amor ao semelhante? É claro que não. No entanto, é uma imensa demonstração de “amor” a esse deus bíblico, que por ser iracundo, belicoso, ciumento, vingativo, gostar da pavonice de ser adorado, de ser temido, e ainda metido a ser exterminador dos ímpios, portanto, metido a ser um genocida barato, só poderia gerar entre os seus adoradores, que se dizem os seus servos, toda essa onda de ignorância e intolerância, geradora dos mais abomináveis crimes contra a nossa humanidade, que tem que se ver livre dessa peste medonha e peçonhenta.

Como se não bastassem todos esses crimes contra a nossa humanidade, os sacerdotes católicos, na ânsia incontida por poder e riqueza, sempre se intrometeram indevidamente nos governos das nações, querendo a todo o custo implantar no mundo um Estado Teocrático, logicamente que sob o comando do deus bíblico, ao qual eles imaginam que manipulam à vontade, pelo fato desse deus medonho e sanguinário não passar de um espírito das trevas quedado no astral inferior, sempre na tentativa de fazer retornar o cesarismo, na condição de cesarismo clerical, ao qual tanto eu combati em minha encarnação passada, como Ruy Barbosa, pelo menos quando era mais jovem e altivo, como diz Luiz de Mattos, antes da política mal praticada, mas com honra, decência e honestidade, levar-me a ceder às suas investidas, na busca dos votos dos católicos, como candidato à presidência da República.

Além disso, os sacerdotes católicos sempre foram também astutos, ardilosos, sagazes e maliciosos, em suas tentativas por seduzir as mulheres casadas, pois se aproveitando das ausências dos maridos que se encontram em seus trabalhos, os quais se comportando como verdadeiros cretinos que realmente são, considerando que esses sacerdotes católicos tenham alguma intenção em pregar a palavra do seu deus dentro do recinto sagrado dos lares, ou de aconselhamento, permitem a que esses safados, a que esses patifes frequentem as suas casas e visitem as suas esposas em suas ausências. E como todos esses sacerdotes são uns autênticos vagabundos, além de malandros contumazes, sem qualquer ocupação produtiva, seduzem as mulheres desses cretinos e se danam a fazer filhos com elas. E não somente com as mulheres casadas, mas também com as mulheres solteiras, embora tenham mais atração pelas casadas, pelo prazer mórbido de enganar aos maridos traídos, com a mais vil intenção de praticar o mal.

E quando não são assim metidos a garanhões, praticam o homossexualismo por toda a parte, dentro ou fora das suas igrejas, remunerando aos seus parceiros de orgia com os dízimos e as ofertas recebidas dos seus incautos fiéis. Mas os piores de todos esses sacerdotes católicos são os pedófilos, os que se danam a seduzir as criancinhas e aos adolescentes, estuprando-os às escondidas nos recintos das suas igrejas, que esses desgraçados infelizes denominam a casa do deus bíblico, o que realmente o é, pois todas essas igrejas onde se praticam esses atos, inclusive no Vaticano, não poderiam jamais deixar de ser a casa desse deus bíblico, já que são infinitas vezes mais depravadas do que o pior antro de prostituição, do que o mais baixo dos prostíbulos, pois que estes comercializam apenas o sexo.

Esses sacerdotes católicos desgraçados e infelizes, inclusive, mandaram até assassinar a Luiz de Mattos, o nosso veritólogo maior, por intermédio do Cardeal Arcoverde, o primeiro cardeal do Brasil e da América do Sul, que se encontrava revoltado e destilando todo o seu ódio por todos os seus orifícios, ocasionados pelas duras verdades que o chefe da nossa humanidade lhe dizia através de cartas, as quais originaram a obra Cartas ao Cardeal Arcoverde, que todos deveriam ler, principalmente os católicos, para que então possam raciocinar e abandonar a esse credo ignorante e maléfico. Daí o seu baixo desejo de vingança contra o chefe da nossa humanidade, o Ajudador, o verdadeiro e real Espírito Santo, como provarei no devido tempo.

Como se encontra assim mais do que provado e comprovado, essa doutrina ilógica e irracional, portanto, ignorante e estúpida, não tem sequer a mínima noção do que seja a produção da amizade espiritual, a qual gera a solidariedade fraternal. Como então quer se arvorar de querer produzir o mais puro amor espiritual, o que foi produzido por Jesus, o Cristo?

É assim que os arrebanhados do credo católico são impelidos a praticar as ditas boas obras e também a cumprir as regras de vida propostas pela única igreja que eles afirmam, estúpida e descaradamente, ser fundada e encabeçada por Jesus, o Cristo, que jamais marcou a sua luminosa presença nesse antro de extrema sem-vergonhice que se denomina de Vaticano. Sendo essa entrega total ao deus bíblico arquitetada maquiavelicamente pelos sacerdotes católicos, inserida com a esperança última das próprias salvações dos seus fiéis, por conseguinte, a implementação do reino do deus bíblico, cujo reino é o astral inferior, e que atingirá a sua plenitude por ocasião do fim do mundo. Não atentam esses ignorantes que se o planeta Terra será destruído, então os outros planetas que integram este nosso sistema solar também o serão, assim ainda os outros planetas dos demais sistemas solares, sendo, neste caso, que todo o Universo será destruído.

Quanta loucura! Quanto disparate! Quanta falta de sensatez!

Nesse reino tido como se fosse eterno, onde o mal será inexistente, o que é impossível, já que o mal se encontra fortemente enraizado nas entranhas desse credo por demais nocivo ao progresso dos espíritos neste mundo, os homens ressuscitados para o Juízo Final e os que alcançaram a salvação, ou seja, os considerados santos, passarão a viver eternamente em deus, quer dizer, com o deus bíblico e junto dele, quedados no astral inferior.

Então aqueles que não são santos, considerados como sendo pecadores, os denominados ímpios, serão extintos ou queimados no fogo do inferno, assim como eles queimaram muitos dos seus semelhantes na fogueira, com essa doutrina mentirosa e sobrenaturalista não atentando para o fato de que todos nós somos imperfeitos, e que por isso mesmo nos esforçamos para abandonar o âmbito da imperfeição e adentrar no âmbito da perfeição, levando todas as nossas imperfeições para o acervo do Criador, do verdadeiro Deus, que é Tudo, ou o Todo, quando então poderemos retornar para Ele e vivermos Nele, já que temos as Suas mesmas Substâncias. Além do mais, caso tivesse alguma racionalidade, esse credo católico deveria conter em sua doutrina quais seriam os esforços empregados por esse seu deus bíblico para promover a regeneração das suas criaturas, mas que nada disso ela trata a respeito.

E aqui cabem as seguintes indagações aos queridos leitores: Vocês que são pais, não se utilizariam de todos os meios, possíveis e imaginários, no intuito de poderem regenerar aos seus filhos desviados da rota da vida? Caso eles não se regenerassem em um tempo previamente determinado, vocês os exterminariam ou os condenariam a sofrer eternamente queimando em algum antro? Vocês desistiriam da regeneração dos seus filhos? Vocês conhecem os seus filhos? Vocês amam realmente aos seus filhos? Os seus filhos lhes conhecem? Os seus filhos amam realmente a vocês? Vocês conhecem realmente ao deus bíblico para assim poderem amá-lo? Vocês amam ou temem ao deus bíblico? Os seus filhos lhes amam ou os temem? Vocês consideram isso uma tremenda perversidade dos sacerdotes católicos ou não, já que esse tal de Jeová, o deus bíblico, que goza em ser temido e adorado, por isso não passa de um espírito trevoso quedado no astral inferior, e que assim é tratado no âmbito do sobrenatural?

A doutrina católica está resumida, assim como também as aberrações das suas explicações, no credo niceno-constantinopolitano e em variadíssimos documentos da Igreja, como o catecismo de Pio X, o catecismo da Igreja Católica e o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica.

Segundo a doutrina católica, tendo por base o irracionalismo da fé credulária, o deus bíblico se revelou ao homem através de palavras e acontecimentos, para que o homem assim pudesse conhecer ao seu desígnio de benevolência, mesmo sendo ele vingativo, iracundo, ciumento, belicoso, sanguinário e por demais metido a exterminador dos ímpios, sendo considerados ímpios aqueles que se recusam a segui-lo, a temê-lo, a adorá-lo, assim como este explanador do Racionalismo Cristão.

Que então venha de lá para cá, seu deusinho safado, mas venha com todo o seu desejo de vingança, com toda a sua ira, com todo o seu ciúme, com toda a sua belicosidade, como todo o seu sanguinarismo, e tudo o mais que de inferior e negativo você guarde em si, mostrando a sua face medonha, onde se encontra todo o mal deste mundo, que você irá encontrar pela frente um espírito superior que nada teme, e que irá lhe obrigar a se regenerar, quer você queira, quer não, nem que seja debaixo de peia, de muita peia, pois que espíritos trevosos e renitentes assim como você, somente aprendem quando uma mão realmente forte e poderosa, assim como a minha, que pode ser considerada como sendo a mão de Deus, do verdadeiro, e não de um deusinho safado e patife como você, pega-lhe pelas “bitacas” da camisa, assim como fazem os nordestinos, e o obriga compulsoriamente a seguir pelo caminho do bem, do modo idêntico como você faz como o papa Francisco I, com a diferença que você obriga a este a seguir pelo caminho do mal, além disso, ainda dá “banana” para o seu servo, em função da sua extrema baixeza, como mostrarei através de imagens no site pamam.com.br.

Esse desígnio de benevolência consiste em fazer participar pela graça do Espírito Santo, que a Igreja Católica não tem a mínima noção da sua procedência, todos os homens na vida divina, como se fossem os filhos adotivos do deus bíblico, através do seu único filho unigênito, que é Jesus, o Cristo. Essa revelação dita como se fosse divina, tida como infalível, manifestada ao longo dos séculos, que corresponde ao Antigo Testamento, é plenamente realizada e completada em Jesus, o Cristo. A partir da mentirosa ressurreição do Nazareno, não será revelado mais nada aos homens até a Parousia, que se encontra inserida em Mateus 24:3, que diz o seguinte:

E, estando assentado ao Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos e particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”.

Mas apesar de a revelação já estar completa, ainda não está plenamente explicitada, estando reservada à fé credulária dita cristã apreender gradualmente todo o seu alcance no decorrer dos séculos, ignorando completamente que em breve o que deverá acontecer será a extinção desse credo pernicioso, nocivo aos seres humanos.

A partir daí, com a assistência sobrenatural de um falso Espírito Santo, por isso aparecendo em forma de pomba, sendo esta forma de pomba gerada através dos fluidos grosseiros pelo astral inferior, cujas imagens serão também mostradas no site pamam.com.br, a revelação imutável, ou o depósito de fé credulária, é transmitida ininterrupta e integralmente pela Igreja através de uma dupla e indissociável tradição, que em latim significa entrega ou ato de confiar, que pode ser oral ou escrita, conforme 2 Tessalonicenses 2:15, que diz:

Assim, pois, irmãos, mantende-vos apegados às tradições que se vos ensinaram, quer tenha sido por mensagem verbal, quer por uma carta nossa”.

E Timóteo 1:13-14 e 2:2, que nesta mesma ordem diz:

“Embora eu fosse anteriormente blasfemador, e perseguidor, e homem insolente. Não obstante, foi-me concedida misericórdia, porque eu era ignorante, e agi com falta de fé. Mas a benignidade imerecida de nosso Senhor abundou sobremaneira junto com a fé e o amor que há em conexão com Cristo Jesus”.

“Com respeito a reis e a todos em altos postos, a fim de que continuemos a levar uma vida calma e sossegada, com plena devoção piedosa e seriedade”.

A tradição oral, ou, simplesmente, a tradição, acredita que conserva os ensinamentos de Jesus, o Cristo, aos apóstolos, em que eles, por sua vez transmitiram integralmente a esses ensinamentos aos seus sucessores, que são os bispos unidos ao papa, para que eles pudessem conservar e difundi-los. Mas quem quiser se inteirar de fato do verdadeiro teor dos ensinamentos de Jesus, o Cristo, basta apenas ler com atenção a categoria relativa à Cristologia, onde grande parte dos seus principais ensinamentos se encontram explanados.

Já a tradição escrita, ou a Bíblia, é o produto do registro escrito da tradição oral pelos quatro evangelistas e outros escritores ditos sagrados, sempre intuídos pelos espíritos do astral inferior, que eles afirmam ser pelo Espírito Santo, quando, na realidade, o Astral Superior inseriu alguns registros dignos da nossa atenção, como o Mistério da Santíssima Trindade e outros, para que nós pudéssemos desvendá-los e revelá-los, respectivamente, sendo todo o restante repleto de mentiras e mais mentiras, umas seguidas das outras.

Para os católicos, a Bíblia é constituída por 73 livros, organizados no Antigo Testamento e no Novo Testamento. A constituição dogmática, denominada de Dei Verbum, em 1965, reafirma que “os livros da Escritura ensinam com certeza, fielmente e sem erros, a verdade que Deus, para a nossa salvação, quis que fosse consignada nas sagradas Letras”. Meu Deus! A verdade nunca esteve contida na Bíblia, pois que é universal, e em sendo universal ela deve retratar fielmente a realidade do Universo, para que com base na realidade universal venha a servir de fonte para que a sabedoria venha a estabelecer o caminho a ser seguido por todos os seres humanos, que são espíritos, e estes os caminhos a serem seguidos pelos seres infra-humanos, únicas vias por onde se pode alcançar a razão.

As tradições oral e escrita são consideradas intercomunicáveis pela doutrina católica, uma vez que “Jesus fez na presença dos discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro”, tal como o Evangelho de João. Além da revelação dita divina tida como imutável, existem ainda as aparições privadas, como é exemplo as aparições marianas, que não pertencem à revelação e nem podem contradizê-la. Por isso, os católicos não são obrigados a acreditar nelas, mesmo que algumas delas sejam reconhecidas como sendo autênticas pela Igreja, tais como as aparições de Fátima. O seu papel é somente ajudar aos fiéis a viver melhor a revelação dita divina, em uma determinada época da história.

Sendo oral ou escrita, as tradições são progressivamente interpretadas e aprofundadas pelo Magistério da Igreja Católica, que assim devem ser obedecidas e seguidas pelos católicos. E assim é porque o Magistério tem a função de guardar, interpretar, transmitir e ensinar as tradições, que são próprias da autoridade da Igreja, mais concretamente das autoridades do papa e dos bispos unidos ao papa. Ao acreditar que as tradições oral e escrita “devem ser recebidas e veneradas com igual espírito de piedade e reverência”, a Igreja defende que as suas verdades de fé credulária não estão somente contidas na Bíblia e que a própria Bíblia só pode ser verdadeiramente interpretada e vivida no seio da Igreja Católica, pois foi com base na sua interpretação que a Igreja escolheu os livros pertencentes ao cânon bíblico, como se assim a inteligência fosse própria dos seus sacerdotes, como se assim a arte da interpretação fosse própria dos seus sacerdotes, quando, na realidade, próprios dos seus sacerdotes são os seus crimes e as suas patifarias, assim como também a obtusidade, pois que somente os néscios podem ser infames.

A Igreja diz acreditar que “apesar de a revelação já estar completa, ainda não está plenamente explicitada. E está reservado à fé cristã apreender gradualmente todo o seu alcance, no decorrer dos séculos”. Em função disso, a Igreja admite o desenvolvimento progressivo da sua doutrina, resultante da sua interpretação gradual da revelação dita divina, ou o crescimento na “inteligência” da fé, que se acredita seja orientada pela graça do Espírito Santo, mas esse Espírito Santo não é o verdadeiro, e sim os espíritos quedados no astral inferior, que orientam aos sacerdotes católicos acerca do desenvolvimento da sua doutrina. Mas esse desenvolvimento doutrinal não muda nem acrescenta nada à matéria da própria revelação, que é inalterável. Ora, se aquilo que é considerado como sendo a revelação fosse alterado, tudo cairia por terra, como é óbvio, então a Igreja resguarda o que se encontra revelado na Bíblia e vai rodando ao seu redor, formando um círculo vicioso, ao que realmente se pode denominar de raciocínio circular.

Com isso, o Magistério da Igreja vem afirmar que, ao meditar e estudar a revelação imutável, vai se apercebendo gradualmente de certas realidades que antes não tinha compreendido em sua plenitude, quer dizer, vai adaptando a revelação imutável à mentalidade comum e banal no decorrer do tempo, enganando assim cada vez mais, engodando-se em si mesma, através das dádivas tidas como reveladas, as quais não passam de instruções do astral inferior aos seus mentores espirituais, que são as cevas utilizadas para arrebanhar aos incautos e manter cada vez mais em suas hostes os crédulos, os que não dão trato ao raciocínio.

O processo de desenvolvimento da doutrina católica, que necessita ser sempre contínuo e fiel às suas tradições, implica a definição gradual dos dogmas, os quais, uma vez proclamados solenemente, são tidos como sendo imutáveis e eternos. Mas para o credo católico, isso “não quer dizer que tais verdades só tardiamente tenham sido reveladas, mas que se tornaram mais claras e úteis para a Igreja na sua progressão na fé”. Como explicar isso? É fácil. As falanges de espíritos obsessores que trabalham em prol do catolicismo veem nas auras dos seus arrebanhados as suas tendências, as suas inclinações, os seus pendores, através dos seus sentimentos e pensamentos produzidos, a partir daí eles vão moldando a doutrina católica à mentalidade que reina em todos os fiéis, passando as devidas instruções aos seus instrumentos encarnados, que são os seus sacerdotes, ao mesmo tempo intuindo a esses fiéis que aceitem tudo o que lhes dizem os seus mentores espirituais, e sendo os fiéis pouco raciocinadores, em função da extrema ignorância em que medram, além de se encontrarem conformes com o credo que seguem desde a infância, aceitam tudo isso com a maior das passividades, tais como se fossem simples marionetes.

Existe uma hierarquia que divide e classifica as ditas verdades de fé credulária que são professadas pela Igreja Católica, que devem ser acreditadas pelos católicos, em relação aos fundamentos das ditas verdades de fé credulária ditas cristãs dos demais credos e seitas, que são diferentes, mas praticamente com o mesmo teor, justamente por isso ambas as fés se referem ao falso cristianismo. Esta hierarquia diz respeito à importância e as interligações das doutrinas das ditas verdades de fé credulária que existem entre todos os credos e seitas, uma vez que assim a Igreja Católica tenta se sobrepor aos seus concorrentes, como se ela fosse a única detentora da verdade, da qual não possui a mínima noção, com a recíproca sendo também verdadeira, quero dizer, com os demais credos e seitas do mesmo modo querendo se sobrepor ao catolicismo, com esta concorrência acirrada sendo considerada como se fosse uma briga de foice, como se diz popularmente, pois que essa briga de foice tem como único objetivo arrebanhar prosélitos e conservá-los em suas hostes, que se constituem como sendo as suas fontes de riqueza, assim como se alguém chegasse para um débil mental e lhe oferecesse um doce fictício, em troca do dinheiro que ele traz no bolso.

Desse modo, existem os dogmas, que são as ditas verdades de fé credulária consideradas como sendo infalíveis e imutáveis, que constituem toda a base da doutrina católica. Os dogmas são definidos e proclamados solenemente pelo supremo magistério, o papa ou o Concílio Ecumênico com o papa, como se fossem verdades definitivas, apresentadas como fundamentos certos e indiscutíveis da sua crença, sendo assim podada a liberdade de pensamento, sob o argumento pueril de que eles estão contidos na revelação dita divina, ou então que possui com ela uma conexão absolutamente necessária. Uma vez proclamado solenemente, nenhum dogma pode ser alterado ou negado, nem mesmo pelo papa ou por decisão conciliar. Por isso, o católico é obrigado a aderir, a aceitar e a acreditar nos dogmas de uma maneira irrevogável. Fica assim, incontestavelmente, cerceada aos católicos pelos seus sacerdotes, qualquer tentativa de raciocinar por si, de meditar por si, de refletir por si, de definir por si, sendo, pois, obrigados a seguir mansa e cordeiramente a qualquer das incongruências consideradas como sendo dogma. São ou não são tornados cretinos aqueles que seguem fielmente ao catolicismo? Por extensão, são cretinos todos os demais fiéis que seguem aos demais credos e seitas.

Além dos dogmas, existem as definições doutrinárias que não estão ainda completamente desenvolvidas, ou que já estando completamente desenvolvidas, não foram ainda declaradas como sendo dogmas, porque o Magistério da Igreja Católica ainda não viu necessidade para tal declaração. Consoante o seu grau de desenvolvimento doutrinal, essas definições podem ser classificadas da seguinte maneira:

  • Verdades de fé:
    • As que mesmo não sendo dogmas, já são objetos de crença e reverência por todos os católicos, podendo ainda sofrer algum desenvolvimento doutrinal posterior e, se necessário, serem eventualmente declaradas dogmas.
  • Verdades próximas à fé:
    • As que faltam pouco para se tornarem em verdade de fé.
  • Hipóteses:
    • As que podem ser acreditadas ou não pelos católicos e que permanecem somente como temas de reflexão por parte dos teólogos, os quais têm que ser devidamente credenciados pelo Vaticano. Essas hipóteses, formuladas a partir do estudo da Bíblia ou da tradição oral católica, suscitam dúvidas porque não estão expressamente definidas.

 

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