15.03.17- A comunhão dos santos

Prolegômenos
7 de julho de 2018 Pamam

Eu sei perfeitamente que mostrar a realidade nua e crua choca profundamente as mentes das pessoas que estão por demais habituadas a seguir aos credos e as suas seitas, que sempre se encontram postos no âmbito do sobrenatural, por isso as pessoas não possuem ainda uma mínima noção acerca da espiritualidade, notadamente a noção das existências do Astral Superior e do astral inferior, e a grande influência deste último na vida das pessoas que não são bem assistidas, pois que desde a antiguidade as pessoas vêm racionando através do dualismo bem e mal, em que o bem é representado pelos espíritos daqueles que desencarnaram, e o mal é representado pelos demônios, os quais não existem, pois o que existe são espíritos obsessores.

Na realidade, quando os seres humanos que são seguidores ardorosos dos credos e das suas seitas desencarnam, eles ficam quedados no astral inferior, passando a engrossar as falanges obsessoras dos credos e das seitas que praticavam com ardor, seguindo aos chefes maiores dessas falanges, que possuem a pretensão descabida de assumirem a posição de um deus, assim como Jeová, que diz: “Eu sou o teu deus”; querendo ser propiciados e reverenciados como tal, amados e temidos, e, ao mesmo tempo, adorados, para que assim possam ser formados os ambientes propícios para as suas ações perniciosas, como veremos essas imagens quando eu tratar das nebulosas escuras na Terra, no site pamam.com.br.

Assim, no caso em questão, aqueles que seguem o credo católico seguem a Jeová, o deus bíblico, por isso, quando desencarnam, passam a engrossar as suas falanges de espíritos obsessores que trabalham em prol do catolicismo. Como se pode claramente constatar, existe uma grande afinidade e uma grande atração entre os espíritos obsessores que trabalham em prol do catolicismo e os seres humanos que professam a esse credo, em função da fé credulária que os une e da crença na sua doutrina sobrenatural, aceitando os seus dogmas. Valendo o mesmo para todos os demais credos e seitas que pululam por esse mundo afora.

No astral inferior, existem espíritos obsessores de várias categorias evolutivas, justamente por isso eles são divididos em falanges, de acordo com as suas categorias espirituais, para que assim possam se fazer valer a lei da afinidade e o princípio da atração. Os espíritos obsessores que pertencem às categorias mais baixas passam a viver entre os seres humanos, intuindo-os para a prática de todos os tipos de males, inclusive arrebanhando e encabrestando aos seres humanos que seguem ou que têm tendências para seguir ao credo católico, além de praticarem todos os tipos de males. Os espíritos obsessores que pertencem às categorias mais altas passam a pairar nas regiões mais altas da atmosfera terrena, os quais servem de intermediários ao deus bíblico, somente descendo para ficar entre os seres humanos quando as suas ações maléficas se fazem necessárias, em complemento às ações dos espíritos obsessores de categorias mais baixas. Em relação ao catolicismo, a essas regiões mais baixas da atmosfera terrena nós podemos denominar de purgatório, e a essas regiões mais altas da atmosfera terrena nós podemos denominar de céu.

Todos aqueles que seguem a Igreja Católica Apostólica Romana formam uma corrente negra, trevosa, obsessiva, que engloba tanto os espíritos encarnados como os espíritos desencarnados. Os espíritos encarnados são os seres humanos que seguem ao credo católico, e os espíritos desencarnados são os espíritos obsessores que pertencem às categorias mais baixas, considerados como sendo aqueles que se encontram no purgatório, assim como também aqueles que pertencem às categorias mais altas, considerados como sendo aqueles que se encontram no céu. A essa corrente negra, trevosa, obsessiva, a Igreja Católica dá a seguinte denominação: comunhão dos santos. Essa comunhão dos santos também se aplica a todos os credos e seitas, sem que haja qualquer exceção.

Estando assim claramente compreendido o que seja a comunhão dos santos, vejamos agora como o credo católico encara doutrinariamente aquilo que entende seja a sua comunhão dos santos, pelo que recomendo ao querido leitor que proceda a sua leitura fazendo analogia com o exposto acima, de modo concomitante, para que assim possa constatar que ambos possui o mesmo significado, com a diferença que a Igreja Católica pretende expressar aos seus arrebanhados uma conotação de santidade, que não existe, por ser de âmbito sobrenatural.

Para a Igreja Católica a comunhão dos santos tem dois significados que se encontram intimamente relacionados, que são os seguintes:

  1. A comunhão nas coisas santas, sancta, que significa a participação de todos os membros da Igreja nas coisas santas, através da fé credulária, dos sacramentos, principalmente na eucaristia, nos carismas e nos outros dons espirituais;
  2. A comunhão entre as pessoas santas, sancti, que significa a união viva e espiritual de todos os fiéis tidos como sendo cristãos e membros da Igreja, que pela graça estão unidos a Cristo, formando um único corpo místico de Cristo e sendo por isso pessoas santas em Cristo.

Logo esta comunhão de santos forma uma só família, a Igreja, que está organizada em três estados espirituais diferentes, que são os seguintes:

  1. A Igreja militante:
    • Formada pelos fiéis que peregrinam na Terra, notadamente aqueles que se encontram em estado de graça, quer dizer, os que não se encontram manchados pelos pecados mortais não confessados.
  2. A Igreja padecente ou purgante:
    • Constituída pelas almas que ainda padecem no Purgatório, por isso necessitam das orações de sufrágio, principalmente da missa, das boas obras, dos sacrifícios, das indulgências e das obras de penitência praticadas pelos membros da Igreja militante, com todas estas ações acelerando a purificação e posterior entrada no céu dessas almas padecentes.
  3. A Igreja triunfante:
    • Composta pelos habitantes do céu, que tanto podem ser os anônimos desconhecidos como os reconhecidos oficialmente pela Igreja, que alcançaram a eterna e definitiva santidade, que são os intercessores dos homens junto ao deus bíblico.

Assim, tanto em sentido amplo como em sentido restrito, um santo é uma pessoa canonizada ou beatificada pela Igreja, por se distinguir pela sua santidade católica. Por isso, a Igreja a reconhece como sendo um habitante do céu e um modelo exemplar de imitação. Além disso, um santo é ainda digno de culto, mas apenas no sentido da veneração, que é diferente do culto de adoração ao deus bíblico.

Em outras palavras, podemos dizer que no falso cristianismo a comunhão dos santos é a união de todos os falsos cristãos vivos e mortos, os que se encontram na Terra seguindo a doutrina católica e os que se encontram no purgatório e no céu, formando juntos um único corpo místico, cuja cabeça seria o próprio Jesus, o Cristo, em que cada membro desse corpo contribui para o bem de todas as partes e para o bem-estar de todos. As pessoas que estão ligadas a essa comunhão incluem aqueles que já morreram, conforme é citado nas passagens bíblicas contidas em Hebreu 12:22-23, que dizem o seguinte:

Mas, vós vos chegastes a um Monte Sião e a uma cidade do Deus vivente, a Jerusalém celestial, e a miríades de anjos, em assembleia geral, e à congregação dos primogênitos que foram alistados nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e às vidas espirituais dos justos que foram aperfeiçoados”.

A comunhão dos santos em latim é communio sanctorum, em que a palavra sanctorum pode também se referir não apenas às pessoas consideradas como sendo santas católicas, mas também para as coisas consideradas como sendo santas, isto é, as bênçãos que as pessoas santas partilham umas com as outras, incluindo a sua fé credulária, os sacramentos e as outras graças e dons espirituais que possuem como se fossem realmente cristãos.

O termo comunhão dos santos é incluído no credo dos apóstolos, considerado como sendo uma grande profissão da fé credulária dita cristã, cuja forma atual foi atingida somente no século VIII, mas que teve a sua origem por volta do ano 100, sendo ela a base da declaração da fé credulária da Igreja Católica. Essa crença da existência de um elo místico que unia os ditos cristãos e os mortos em esperança e amor é confirmada a partir do século IV pelo bispo Nicetas, de Remesiana, que viveu no período de 335 a 414, desde então o termo tem desempenhado um papel central nas formulações do credo católico.

A doutrina da comunhão dos santos é baseada em São Paulo, quando ele compara os “cristãos” e a Igreja Católica a um único organismo, cujo termo santos se refere aos falsos cristãos como criaturas, independentemente da sua santidade pessoal, sendo assim chamados porque eles são consagrados ao deus bíblico, e também a Jesus, o Cristo, conforme se encontra posto em 1 Coríntios 12, da seguinte maneira:

Agora, quanto aos dons espirituais, irmãos, não quero que sejais ignorantes. Sabeis que, quando éreis pessoas das nações, estáveis sendo conduzidos para aqueles ídolos sem voz (espíritos obsessores que não tinham médiuns para se comunicar com os encarnados, digo eu), conforme acontecia que estáveis sendo conduzidos (sendo intuídos por esses espíritos obsessores, digo eu). Portanto, quero que saibais que ninguém, falando pelo espírito de Deus, diz: ‘Jesus é amaldiçoado!’ e ninguém pode dizer: ‘Jesus é Senhor!’ exceto por espírito santo (espírito obsessor da falange de Jeová, digo eu).

Ora, há variedades de dons, mas há o mesmo espírito, e há variedades de ministérios, contudo há o mesmo Senhor; e há variedades de operações, contudo é o mesmo Deus quem realiza todas as operações em todas as pessoas (Jeová e as suas falanges de obsessores intuindo aos encarnados, digo eu). Mas a manifestação do espírito é dada a cada um com um objetivo proveitoso. Por exemplo, a um, por intermédio do espírito, é dada a palavra de sabedoria, a outro, a palavra de conhecimento, segundo o mesmo espírito, a outro, a fé, pelo mesmo espírito, a outro, dons de curar, por aquele um espírito, a ainda outro, operações de obras poderosas, a outro, o profetizar, a outro, discernimento de pronunciações inspiradas, a outro, línguas diferentes, e a outro, interpretação de línguas. Mas, todas estas operações são realizadas pelo mesmíssimo espírito, fazendo distribuição a cada um respectivamente, assim como quer (e aqui se constata claramente as obsessões dos credulários, no caso os católicos, digo eu).

Pois, assim como o corpo é um só, mas tem muitos membros, e todos os membros daquele corpo, embora muitos, são um só corpo, assim também é o Cristo. Pois, deveras, todos nós fomos batizados por um só espírito em um só corpo, quer judeus quer gregos, quer escravos quer livres, e a todos nós se fez beber de um só espírito.

Pois o corpo, deveras, não é um só membro, porém muitos. Se o pé dissesse: ‘Visto que não sou mão, não sou parte do corpo’, não é por esta razão que deixaria de ser parte do corpo. E se o ouvido dissesse: ‘Visto que não sou olho, não sou parte do corpo’, não é por esta razão que deixaria de ser parte do corpo. Se o corpo inteiro fosse só olho, onde ficaria o ouvido? Se fosse todo ouvido, onde ficaria o olfato? Mas Deus pôs agora os membros no corpo, cada um deles assim como lhe agradou (obsedou a cada um dos credulários segundo as suas tendências e afinidades, digo eu).

Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Agora, porém, são muitos membros, contudo um só corpo. O olho não pode dizer à mão: ‘Não tenho necessidade de ti’; ou, novamente, a cabeça aos pés: ‘Não tenho necessidade de vós’. Mas, antes, o caso é que os membros do corpo, que parecem ser mais fracos, são necessários, e as partes do corpo que achamos ser menos honrosas, a estas cercamos de mais abundante honra, e assim as nossas partes indecorosas da mais abundante lindeza, ao passo que as nossas partes mais lindas não têm necessidade de nada. Não obstante, Deus formou o corpo, dando honra mais abundante à parte que tem falta, para que não houvesse divisão no corpo, mas para que os seus membros tivessem o mesmo cuidado uns para com os outros. E, se um membro sofre, todos os outros membros sofrem com ele; ou, se um membro é glorificado, todos os outros membros se alegram com ele (forma-se assim uma corrente negra na atmosfera terrena, digo eu).

Ora, vós sois corpo de Cristo e membros individualmente. E Deus tem colocado os respectivos na congregação, primeiro apóstolos; segundo profetas; terceiro instrutores; depois obras poderosas; depois dons de curar; serviços prestimosos, capacidade de dirigir, línguas diferentes. Será que todos são apóstolos? Será que todos são profetas? Será que todos são instrutores? Será que todos realizam obras poderosas? Será que todos têm dons de curar? Será que todos falam em línguas? Será que todos são tradutores? Mas persisti em buscar zelosamente os maiores dons. Contudo, ainda vos mostro um caminho que ultrapassa”.

Aqueles que são perspicazes e mais raciocinadores devem ter feito a analogia destas palavras de Paulo com aquilo que se encontra posto no início, tendo compreendido todo o seu significado. Mas acontece que existem aqueles que são mais renitentes, mais afeitos aos credos e seitas, portanto, ao sobrenatural. Mais especificamente para estes últimos, eu vou fornecer então o verdadeiro sentido das palavras de Paulo.

Os dons espirituais a que se refere Paulo, são as intuições recebidas do astral inferior, que tornam as pessoas os seus instrumentos, daí a razão pela qual ele vem afirmar que quando as pessoas eram das nações, ou seja, não católicos, estavam sendo conduzidos por outros espíritos obsessores para que pudessem servir a outros espíritos que tinham a pretensão de serem deuses, mas que não tinham voz, quer dizer, não tinham médiuns de incorporação, da vidência e da audição, portanto, o mesmo poder da intuição obsessora das falanges do deus bíblico. Assim, estando obsedadas, as pessoas não dizem por si que “Jesus é amaldiçoado”, pois que estas palavras são provenientes dos espíritos obsessores que lutam contra o falso cristianismo, e nem que “Jesus é o Senhor”, pois que estas palavras são provenientes dos espíritos obsessores que lutam a favor do falso cristianismo.

Essa variedade de dons a que se refere Paulo, são as intuições recebidas dos espíritos obsessores que fazem parte da mesma corrente obsessiva, daí a razão por que ele diz que “há o mesmo espírito”, em função da lei da afinidade e do princípio da atração. Assim, as pessoas possuem as suas próprias tendências, as suas próprias inclinações, que se refletem nos seus pensamentos, que emanam das suas auras, os quais são observados pelos espíritos obsessores, que passam a intuir as suas vítimas consoante as suas tendências, as suas inclinações, o que explica a variedade de ministérios dos credos e seitas que se consideram cristãos e das suas operações, sendo o deus bíblico a fonte de todas essas operações nos credulários, pois que ele age através das suas falanges obsessoras.

Assim, a intuição obsessiva é dada a cada um dos credulários com um objetivo, o qual é proveitoso para o credo católico, em conformidade com as suas tendências e inclinações. Senão vejamos: para aqueles que possuem as tendências e as inclinações intelectuais, por intermédio das intuições dos espíritos obsessores é dada a palavra da astúcia, do ardil, da esperteza, ao que Paulo denomina de sabedoria; a outros, que possuem as tendências e as inclinações criptoscopiais, por intermédio das intuições dos espíritos obsessores é dada a palavra do conhecimento doutrinário, situado no âmbito do sobrenatural, que Paulo julga seja dada pelo mesmo espírito; a outros, que possuem as tendências e as inclinações da crença sem a correspondente compreensão, que são os mais obtusos, por intermédio das intuições dos espíritos obsessores é dada a fé credulária, que Paulo também julga seja dada pelo mesmo espírito; a outros, que possuem as inclinações e as tendências para lidar com o magnetismo, por intermédio dos espíritos obsessores é dado o dom de curar, que Paulo ainda considera seja dado pelo mesmo espírito; a outros, que possuem as inclinações e as tendências para o excesso de obstinação, e digo em excesso porque lhes falta a devida racionalidade para a pertinácia, por intermédio das intuições dos espíritos obsessores são dadas as operações de obras tidas como sendo poderosas; a outros, que possuem as inclinações e as tendências para a mediunidade de psicografia, por intermédio das intuições dos espíritos obsessores é dado o dom de profetizar, sendo estes médiuns, juntamente com os médiuns videntes e ouvintes os responsáveis por escrever a Bíblia; a outros, que possuem as inclinações e as tendências para a mediunidade de incorporação, por intermédio dos espíritos obsessores é dado o discernimento de pronunciações inspiradas por todos os espíritos obsessores; a outros, que possuem as inclinações e as tendências para o poliglotismo, por intermédio das intuições dos espíritos obsessores é dado falar línguas diferentes, para que eles venham a interpretar a doutrina católica sob a mesma conotação, evitando assim as contradições mais grosseiras. Tudo isto é proveniente do deus bíblico e das suas falanges obsessoras de assessores, em que estes recebem a denominação no singular de espírito santo, por isso Paulo diz que é proveniente de um só espírito, assim como também das demais falanges obsessoras, que são distribuídas consoante as suas próprias peculiaridades em termos de obsessão.

Tudo isso passa a formar uma corrente negra, trevosa, obsessiva, em cuja corrente Paulo se encontrava fazendo parte integrante, daí a razão pela qual ele passa a fazer uma analogia dessa corrente com o corpo humano, que tem muitos membros, com todos os seus membros estando dominados por essa corrente, como se fossem membros do corpo humano, tendo o astral inferior o cuidado de se utilizar do nome de Jesus, o Cristo, em função da sua pureza e do seu elevadíssimo valor espiritual, a quem todos admira e respeita, muito mais que ao deus bíblico, pois que os sacerdotes e os seus arrebanhados somente falam em seu nome, com o deus bíblico passando a ser uma referência abstrata, praticamente sem sentido, sendo somente considerado como pai em função do próprio Jesus, o Cristo, que assim se referiu ao verdadeiro Deus, e jamais ao deus bíblico, razão pela qual a utilização do seu nome é indevida.

Com a exceção dos apóstolos, que serviram a Jesus, o Cristo, Paulo começa a falar da congregação católica em conformidade com uma escala de importância para esse credo, citando primeiro os profetas, os que mais docilmente receberam as instruções do astral inferior para formar os livros que formam a Bíblia, considerada como sendo sagrada, vindo depois os instrutores, os realizadores de obras poderosas, os que possuem o dom de curar, mas que não curam doença alguma, apenas retiram os fluidos pestilentos que causam as doenças, aliviando os seus sintomas, os que realizam os serviços prestimosos, os dirigentes e os poliglotas. E assim, ao final, ressalta diretamente as inclinações e as tendências dos grupos de obsedados, através das várias perguntas que lhes dizem respeito.

A utilização da palavra santo se encontra cerca de cinquenta vezes inserida no Novo Testamento, quando então a doutrina católica passa a alegar que todos os ditos cristãos estão em comunhão com Jesus, o Cristo, por isso são beneficiários de todos os seus dons, como assim consta em Romanos 8:32, em 1 Coríntios 6:17 e em João 1:3, nesta mesma ordem conforme abaixo:

Aquele que nem mesmo poupou o seu próprio filho, mas o entregou por todos nós, por que não nos dará também com ele bondosamente todas as outras coisas?”.

“Mas aquele que é ajuntado ao Senhor é um só espírito”.

“Todas as coisas vieram à existência por intermédio dele, e à parte dele nem mesmo uma só coisa veio à existência”.

A Igreja Católica, a Igreja Ortodoxa, a Igreja Anglicana e a Igreja Assíria do Oriente apontam para essa doutrina da comunhão dos santos em apoio da sua prática em se pedir a intercessão dos santos no céu, cujas rezas e orações ajudam aos seus companheiros ditos cristãos na Terra, conforme consta em Apocalipse 5:8, da seguinte maneira:

E, ao tomar o rolo, as quatro criaturas viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, cada um tendo uma harpa e tigelas de ouro cheias de incenso, que significa as orações dos santos”.

Não sabem os credulários, que todas as suas rezas e orações não conseguem ultrapassar jamais a atmosfera terrena. Ora, na atmosfera terrena se encontram quedados os espíritos obsessores, que assim recebem essas rezas e orações como se fossem dirigidas a eles, pois que os santos foram fabricados pelo Vaticano sob os seus auspícios. Isto implica em dizer que as rezas e as orações, assim como também todos os cultos credulários, passam a engrossar cada vez mais a essa corrente negra, trevosa, obsessiva, da comunhão dos santos.

 

Continue lendo sobre o assunto:

Romae