15.03.13- Os sacramentos e os sacramentais católicos

Prolegômenos
6 de julho de 2018 Pamam

No contexto da doutrina da Igreja Católica os sacramentos são diferentes dos sacramentais, sendo, portanto, definições diferentes.

Sacramento, do latim sacramentum, assume o significado de sinal sagrado visível da graça, com esta considerada como sendo invisível, o que é óbvio, pois que não existe graça alguma. A Igreja Católica destaca sete sacramentos, pelo que afirma que eles foram instituídos por Jesus, o Cristo, que são os seguintes:

1- BATISMO:

Sacramento através do qual o falso cristão é introduzido no seio do credo católico, passando a pertencer ao povo do deus bíblico, tornando-se filhos de Jeová, o deus bíblico, e herdeiros do céu, dentro de uma comunidade de fé credulária, pois que a Igreja Católica afirma que Jesus, o Cristo, mandou que se batizasse em nome do pai, do filho e do espírito santo, conforme consta em Mateus 28:19, que assim diz:

Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”

Não sabem os arrebanhados católicos que passando a pertencer ao povo do deus bíblico, através do batismo, eles, automaticamente, passam a ficar ligados às falanges de Jeová, o deus bíblico, mesmo estando ainda encarnados, e que sendo herdeiros do céu, serão herdeiros do astral inferior, que é o lugar para onde vão, após a desencarnação, em função da fé credulária.

Mas onde se encontra Jeová, o deus bíblico? Ora, bem próximo a nós que nos encontramos encarnados, estando quedado no astral inferior, é o que em outras palaras consta em Atos 17:27, assim:

Para buscarem a Deus, se tateassem por ele e realmente o achassem, embora, de fato, não esteja longe de cada um de nós”.

Se pelo batismo, seja ele católico ou não, as pessoas se chegam a Jeová, o deus bíblico, em contrapartida, ele também se chegará a essas pessoas, através das suas falanges de anjos negros, cujos anjos negros que são considerados como sendo os mais destacados em termos de intuição obsessora são considerados como se fossem o espírito santo, é o que consta em Tiago 4:8, assim:

Chegai-vos a Deus , e ele se chegará a vós. Limpai as vossas mãos, ó pecadores, e purificai os vossos corações, ó indecisos”.

Habitando as regiões mais altas da atmosfera terrena, que é a aura da Terra, os seres humanos não podem ver a Jeová, o deus bíblico, pois que ele age mais intensamente através das suas falanges de obsessores, embora tenha aparecido a Abraão e a Moisés, que eram médiuns videntes e ouvintes, por isso conseguiram ver o seu espírito trevoso todo empavonado. E como ele não foi, não é, e jamais poderá ser o Todo, não passa de um simples espírito assim como nós somos, negro e trevoso, é bem verdade, mas um simples espírito, embora ele tenha afirmado que fez o homem à sua imagem e semelhança, portanto, de carne e osso, macho e fêmea, assim como se encontra no Gênese, dando-lhe uma alma ao assoprar em seu nariz, olvidando, portanto, do espírito. Mas ele é apenas um simples espírito, conforme consta em João 4:24, assim:

Deus é espírito, e os que o adoram têm de adorá-lo com espírito e verdade”.

Mas estando o deus bíblico quedado no astral inferior, a sua grande finalidade se resume em destruir a vida na Terra e levar todas as almas para residirem com ele no astral inferior, por toda a eternidade, sem que tenha a mínima noção do que seja a eternidade, com todos no astral inferior pairando sobre a Terra, é o que vamos encontrar em Salmos 37:29 e em Apocalipse 21:3, na mesma ordem, assim:

Os próprios justos possuirão a terra, e residirão sobre ela para todo o sempre (grifo meu)”.

Com isso ouvi uma voz alta do trono dizer: Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles”.

E agora é de se indagar: E o Universo? E toda a extensão do Universo, servirá para que utilidade? Para nada! O fato é que Jeová, o deus bíblico, divide as suas falanges obsessoras em regiões diferentes do astral inferior, em conformidade com as aptidões dos espíritos obsessores que integram a essas suas falanges, de onde emana a sua própria justiça pessoal. Daí a razão pela qual a Bíblia vem afirmar a existência de vários céus, e como a intenção é destruir a vida na Terra, então vem a Bíblia afirmar novamente que haverá uma nova Terra, é o que vamos encontrar em Isaías 65:17 e em 2 Pedro 3:13, assim:

Pois eis que crio novos céus e uma nova terra; e não haverá recordação das coisas anteriores, nem subirão ao coração”.

Mas há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes há de morar a justiça”.

Os seres humanos que decidem se batizar, ou que decidem batizar aos seus filhos, sempre de modo autômato, como se fossem robôs, em função do costume e da influência do astral inferior, não possuem a mínima noção do grande mal que estão praticando, tanto para si mesmos como para os seus próprios filhos, pois que ninguém deve se vincular aos credos e as suas seitas, cujas imagens são horripilantes, como mostrarei claramente no site pamam.com.br.

2- CRISMA, OU CONFIRMAÇÃO:

Como os seres humanos decidem se batizar, ou batizar as criancinhas indefesas, os pais e os padrinhos assumem por eles o compromisso de serem cristãos, quer dizer, pseudocristãos, como é óbvio, como se estivessem seguindo a Jesus, o Cristo, mas fazendo parte do povo de Jeová, o deus bíblico, na Igreja Católica e outras. Assim, na Crisma, ou Confirmação, já adultos, os batizados passam a confirmar os seus batismos, assumindo eles mesmos este mesmo compromisso batismal de serem discípulos de Jesus, o Cristo. Não existe qualquer referência deste sacramento na Bíblia, mas a doutrina católica afirma que ele está ligado diretamente ao batismo, sendo um o complemento do outro.

3- EUCARISTIA:

A eucaristia é um sacramento considerado tão especial pela Igreja Católica, pelo fato dela considerar que foi instituído por Jesus, o Cristo, onde ele se dá em alimento o seu corpo e o seu sangue, tendo ele instituído esse sacramento na véspera de sua paixão para ser alimento e remédio para as almas dos católicos, conforme consta em Mateus 26:26 a 28, assim:

Ao continuarem a comer, Jesus tomou um pão, e, depois de proferir uma bênção, partiu-o, e, dando-os aos discípulos, disse: ‘Tomai, comei. Isto significa o meu corpo’. Tomou também um copo, e, tendo dado graças, deu-lho, dizendo: ‘Bebei dele, todos vós, pois isto significa meu sangue do pacto, que há de ser derramado em benefício de muitos, para o perdão dos pecados’”.

A eucaristia é um dos sacramentos mais estúpidos e imbecilizados dentre os sete que existem, mas considerado como sendo especial pela Igreja Católica, que afirma mentirosamente que foi instituído por Jesus, o Cristo, através do qual ele dá em alimento o seu corpo e o seu sangue, tendo o Nazareno instituído a esse sacramento na véspera de sua paixão, para servir de alimento e remédio para a nossa alma, vejam só, a carne e o sangue servindo de alimento e remédio para a alma. Quanta grosseria! Quanto materialismo!

Não sabem esses ignorantes que tudo aquilo que se pensa e que se refere apenas a este mundo, neste mundo fica gravado em sua aura, que é a sua atmosfera, por não poder transcendê-lo, formando imagens fluídicas, que se tornam visíveis em face da extrema materialidade e da supina grosseria. E assim, Jesus, o Cristo, perante os credos e as seitas ditos cristãos, assume a forma de um cordeiro com aparência de burrico, uma espécie de cruzamento entre ambos, cuja imagem eu mostrarei claramente ao tratar das nebulosas escuras na Terra, no site pamam.com.br.

4- PENITÊNCIA OU CONFISSÃO:

Segundo a Igreja Católica, Jesus, o Cristo, instituiu esse sacramento para que os seres humanos, enquanto pecadores que são nesta vida, possam alcançar a misericórdia do deus bíblico pela graça do perdão, através do arrependimento dos seus pecados. Assim, os seres humanos se dirigem diretamene ao sacerdote católico que em nome de Jesus, o Cristo, perdoa-os e os devolve a graça da reconciliação como o deus bíblico. Confessar, portanto, significa buscar viver a graça do perdão, quer dizer, perdoar e ser perdoado. Esse sacramento pretende permitir que ao longo da vida os seres humanos busquem sentir a graça do amor do deus bíblico, em conformidade com as passagens que se encontram em João 20:23 e Mateus 18:19-20, nesta mesma ordem, assim:

Se perdoardes os pecados de quaisquer pessoas, ficam-lhes perdoados; se retiverdes os de quaisquer pessoas, ficam-lhes retidos”.

Novamente, deveras vos digo: se dois de vós, na terra, concordarem em qualquer coisa de importância que solicitarem, ela se realizará para eles devido ao meu Pai no céu. Pois, onde há dois ou três ajuntados em meu nome, ali estou eu no meio deles”.

O fato é que não existe pecado, principalmente algum pecado herdado de Adão e Eva, o que existe, na realidade, são erros cometidos pelos seres humanos, em função da tremenda ignorância acerca da espiritualidade em que vivem, que se traduzem nos mais diversos tipos de crimes, pois que a fase da imaginação em que os seres humanos se encontram não condiz e nem se coaduna nem de longe com a verdade, a sabedoria e a razão, que traduzem a realidade da vida, então tudo aquilo que é imaginado pelos seres humanos é irreal, por isso a nossa humanidade vive fora da realidade universal.

Estando ainda a nossa humanidade posta na fase da imaginação, torna-se fácil para que os espíritos obsessores se aproximem dos seres humanos e os intuam para a prática do mal, pois que eles conseguem observar nas suas auras as suas tendências para o mal, em obediência à lei da afinidade e ao princípio da atração.

Não existem perdões para os erros e os crimes cometidos pelos seres humanos, assim como também para os espíritos quedados no astral inferior, pois todo o mal praticado tem que ser necessariamente resgatado, rigorosamente reparado, o que ocorre geralmente à custa de sofrimentos dolorosos, para que assim o espírito praticante do mal sinta em sua própria alma a dor pungente que o faz despertar, que o obriga a não mais repetir a essas suas ações, levando-o para o caminho da regeneração.

Essa invenção sacerdotal de confissão seguida de penitência possui as suas intenções malévolas, pois que praticamente tudo que vem da classe sacerdotal é voltado para o mal, em função da sua ânsia por arrebanhar e manter encabrestado aos seus arrebanhados, para a conquista do poder e da riqueza.

Tomando aos seus arrebanhados em confissão, os sacerdotes católicos conseguem penetrar nos segredos mais íntimos das pessoas, o que facilita mensurar a confiança neles depositada, aquilo que o credo católico representa para os confessantes, a extensão da fé credulária de que são detentores, os graus de obtusidade seguidos dos graus de cretinice de que são portadores, e outras informações mais, que para eles são relevantes. Assim, eles podem fazer os seus planejamentos para a solidificação do seu credo, enquanto que individualmente muitos passam a praticar as suas patifarias, inclusive as suas conquistas amorosas, tanto de mulheres solteiras como de casadas, quando não são homossexuais ou pedófilos, em que assim as suas patifarias alcançam o estágio mais trevoso possível.

5- UNÇÃO DOS ENFERMOS

Este sacramento se realiza com a unção do óleo. Com esta unção sendo considerada pela graça do espírito santo, através da oração do sacerdote católico, Jesus, o Cristo, passa a conceder aos enfermos e moribundos a graça de restabelecerem em primeiro lugar a saúde, quando não, uma morte santa. Porém, segundo a doutrina católica:

Unção dos enfermos não é para ninguém morrer, mas é para que se restabeleça a saúde, portanto é direito do enfermo o sacramento da unção enquanto estiver consciente. Mas, se for a vontade de Deus e chegada a hora, que o cristão tenha uma boa e santa morte”.

Este sacramento da unção dos enfermos se baseia em Tiago 5:13 a 16, assim:

Há entre vós alguém que sofre o mal? Faça orações. Há alguém bem animado? Cante salmos. Há alguém doente entre vós? Chame a os anciãos da congregação, e orem sobre ele, untando-o com óleo em nome de Jeová. E a oração de fé fará que o indisposto fique bom, e Jeová o levantará. Também, se ele tiver cometido pecados, ser-lhe-á isso perdoado. Portanto, confessai abertamente os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sejais sarados. A súplica do justo, quando em operação, tem muita força”.

É óbvio que esse sacramento jamais poderá restabelecer a saúde de quem quer que seja, pois que todas as doenças são causadas pelos espíritos obsessores, ocorrendo justamente o contrário, o enfermo tem a sua morte apressada.

Mas a questão principal é se saber a razão pela qual os espíritos obsessores intuíram aos sacerdotes para que estes viessem a instituir a esse sacramento. Com a presença do sacerdote e as suas orações, forma-se um ambiente trevoso em torno do enfermo, o qual, ao desencarnar, passa a integrar as falanges obsessoras que trabalham em prol do catolicismo.

6- ORDEM:

A Ordem é um sacramento que a Igreja Católica afirma haver sido instituído por Jesus, o Cristo, através do qual designa os seus eleitos para governar a Igreja, dirigir a comunidade, celebrar o santo sacrifício e proclamar a palavra do deus bíblico, pois que ela considera que o nosso Redentor criou a sua igreja, pôs nela o espírito santo e entregou a Pedro e aos apóstolos o seu governo, com o sacramento da Ordem sendo dado aos presbíteros, que são os padres. Este sacramento é baseado em Mateus 16:18-19 e João 21:15-17, que nesta ordem diz assim:

Também, eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta rocha construirei a minha congregação, e os portões do Hades não a vencerão. Eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que amarrares na terra, será a coisa amarrada nos céus, e tudo o que soltares na terra, será a coisa solta nos céus”.

Então, depois de terem almoçado, Jesus disse a Simão Pedro: ‘Simão, filho de João, amas-me mais do que estes’? Ele lhe disse: ‘Sim, Senhor, tu sabes que tenho afeição por ti’. Disse ele: ‘Apascenta meus cordeiros’. Novamente lhe disse ele, pela segunda vez: ‘Simão, filho de João, amas-me’? Ele lhe disse: ‘Sim, Senhor, tu sabes que tenho afeição por ti’. Disse-lhe ele: ‘Pastoreia as minhas ovelhinhas’. Disse ele pela terceira vez: ‘Simão, filho de João, tens afeição por mim’? Pedro ficou contristado por ele lhe dizer pela terceira vez: ‘Tens afeição por mim’? De modo que lhe disse: ‘Senhor, tu sabes todas as coisas; tu te apercebes que eu tenho afeição por ti’. Jesus disse-lhe: ‘Apascenta as minhas ovelhinhas’”.

Este sacramento é uma forma artimanhosa do astral inferior selecionar para o sacerdócio aqueles que mais são afeitos às suas intuições obsessoras, tornando-se instrumentos dóceis para as suas instruções obsessivas, daí a razão pela qual ele designa a esses seus eleitos para governar a Igreja, que tendo o respeito e a obediência da comunidade em que vivem, passam a dirigi-la em conformidade com as intuições que recebem do astral inferior, celebrando os seus cultos e proclamando a palavra do deus bíblico, como se estivessem falando em nome de Jesus, o Cristo, mas que, na realidade, estão falando em nome das falanges obsessoras, nas quais os espíritos obsessores mais poderosos, aqueles que possuem um maior poder de persuasão em suas intuições e que exercem a função do espírito santo de Jeová, são os que mais se destacam em obsedar aos sacerdotes, que por isso, invariavelmente, são instrumentos do mal, como diferente não poderia ser, jamais.

7- MATRIMÔNIO

Através do sacramento do matrimônio, a Igreja Católica une homem e mulher a fim de que pela graça do deus bíblico eles se unam, formem uma família e eduquem aos seus filhos. Este sacramento do matrimônio é baseado em Gênesis 2:24, Marcos 10:1 a 12, 1 Coríntios 7:3 a 7, e Efésios 5:21 a 33, nesta mesma ordem, assim:

Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa, e eles têm de tornar-se uma só carne”.

Daí ele se levantou e chegou às fronteiras da Judeia e ao outro lado do Jordão, e novamente se ajuntaram a ele as multidões, e assim como costumava fazer, tornou a ensiná-las. Aproximaram-se então fariseus, e, para o porem à prova, começaram a interrogá-lo, se era lícito que um homem se divorciasse da esposa. Em resposta, ele lhes disse: ‘Que vos ordenou Moisés?’ Disseram: ‘Moisés concedeu a escrita dum certificado de repúdio a divorciar-se’. Mas Jesus disse-lhes: ‘Foi por causa da dureza de vossos corações que ele vos escreveu este mandamento. No entanto, desde o princípio da criação Ele os fez macho e fêmea. Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e os dois serão uma só carne; de modo que não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem’. Quando novamente na casa, os discípulos começaram a interrogá-lo a respeito disso. E ele lhes disse: ‘Quem se divorciar de sua esposa e se casar com outra, comete adultério contra ela, e, se uma mulher, depois de divorciar-se de seu marido, se casar com outro, ela comete adultério”.

O marido renda à esposa o que lhe é devido; mas, faça a esposa também o mesmo para com o marido. A esposa não exerce autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o seu marido; do mesmo modo, também, o marido não exerce autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a sua esposa. Não vos priveis um ao outro, exceto por consentimento mútuo, por um tempo designado, para que possais devotar tempo à oração e possais ajuntar-vos novamente, a fim de que Satanás não vos tente pela vossa falta de comedimento. No entanto, digo isso como concessão, não como mandado. Mas, eu queria que todos os homens fossem como eu. Não obstante, cada um tem o seu próprio dom da parte de Deus, um deste modo, outro daquele modo”.

Estais sujeitos uns aos outros, no temor de Cristo. As esposas estejam sujeitas aos seus maridos como ao Senhor, porque o marido é cabeça de sua esposa, assim como também o Cristo é cabeça da congregação, sendo ele salvador do corpo. De fato, assim como a congregação está sujeita ao Cristo, também as esposas estejam sujeitas aos seus maridos, em tudo. Maridos, continuai a amar as vossas esposas, assim como também o Cristo amou a congregação e se entregou a ela, para que a santificasse, purificando-a com o banho de água por meio da palavra, a fim de que apresentasse a congregação a si mesmo em todo o seu esplendor, não tendo nem mancha nem ruga, nem qualquer dessas coisas, mas para que fosse santa e sem mácula.

Deste modo, os maridos devem estar amando as suas esposas como aos seus próprios corpos. Quem ama a sua esposa, ama a si próprio, pois nenhum homem jamais odiou a sua própria carne; mas ele a alimenta e acalenta, assim como também o Cristo faz com a congregação, porque somos membros de seu corpo. Por esta razão deixará o homem pai e mãe e se apegará à sua esposa, e os dois se tornarão uma só carne. É grande este segredo sagrado. Agora estou falando com respeito a Cristo e à congregação. Não obstante, também cada um de vós, individualmente, ame a sua esposa como a si próprio; por outro lado, a esposa deve ter profundo respeito pelo seu marido”.

A Igreja Católica nada tem a ver com a instituição do casamento, assim como também os demais credos e seitas. O casamento é uma instituição que vem desde a irracionalidade, não somente para a perpetuação da espécie, mas para que também os pais passem a ensinar às suas proles os conhecimentos e as experiências adquiridos da sua espécie. Note-se que muitos animais irracionais se juntam aos seus companheiros pelo resto das suas vidas. Então o casamento é um preceito universal que se aplica aos animais que alcançaram a um determinado estágio no decorrer do processo da evolução.

No caso dos seres humanos, que também são animais, mas que são animais racionais, quando em seus Mundos de Luz, antes de reencarnarem, eles fazem o planejamento total das suas vidas que viverão como encarnados, em conformidade com o plano de espiritualização que foi estabelecido para espiritualizar a nossa humanidade. Assim, a nação, o Estado, a cidade, o pai, a mãe, os irmãos, e tudo o mais é preestabelecido em plano astral, inclusive a esposa, que deveria ser a sua companheira pelo resto da sua vida.

Mas por que ocorrem as separações dos casais?

Principalmente nos tempos atuais, as separações dos casais ocorrem em função das ações do astral inferior, que obsedam aos casais e provocam as suas separações, seja alimentando as discussões e os desentendimentos entre os dois; seja provocando os adultérios; seja incentivando o desejo carnal por terceiros, provocando as paixões desenfreadas; seja alimentando o desejo de se ver livre do companheiro, ou da companheira, em busca de uma fictícia liberdade; seja por qualquer outro motivo, que não pode jamais deixar de ser igualmente banal. Em todas essas situações o astral inferior atua em conformidade com as fraquezas dos seres humanos, que se encontram expostas em suas auras.

Para a Igreja católica, portanto, os sacramentos são as pontes, ou os degraus, que fazem os seus arrrebanhados alcançar a santidade, por isso passam a considerar que somente a verdadeira igreja de Jesus, o Cristo, que no caso é a Igreja Católica Apostólica Romana, possui os sacramentos e o direito de administrá-los, considerando também que com eles e por eles os católicos podem chegar ao deus bíblico, quer dizer, irem para onde se encontra Jeová, que é o astral inferior, como se eles tivessem sido criados por Jesus, o Cristo, para ajudar aos católicos na caminhada para Jeová, quando, na realidade, Jesus, o Cristo, veio a este nosso mundo-escola para instituir o Racionalismo Cristão, o qual foi fundado por Luiz de Mattos, que através de um imenso esforço conseguiu perceber e captar os principais conhecimentos metafísicos acerca da verdade, neles inserindo princípios saperológicos, para que assumissem a forma de doutrina, pelo que foi secundado pelos seus seguidores, ampliando o leque da doutrina, quando então ela ficou pronta para o meu retorno a este mundo, servindo com fonte para a minha explanação.

Já os sacramentais são objetos ou sinais que foram criados pela Igreja Católica para indicar a presença da graça ao deus bíblico, os quais são utilizados no ritos credulários dos sacramentos, ou nas bênçãos litúrgicas, em que existe a consideração que eles ajudam a vivenciar melhor os sacramentos. Vejamos, pois, quais são os sacramentais e quais são as bobagens católicas que lhes dizem respeito:

1- VELA

A vela representa o sinal da fé credulária dos arrebanhados católicos, que deve se manter sempre acesa com a sua chama. Além disso, a vela simboliza também Jesus, o Cristo, ressuscitado, cujo fogo representa o espírito santo. Esse sacramental é baseado em João 8:12, que diz o seguinte:

Portanto, Jesus falou-lhes novamente, dizendo: ‘Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, de modo algum andará na escuridão, mas possuirá a luz da vida”.

Quanta ignorância! Quanta materialidade! Somente uma tremenda estupidez pode ser capaz de fazer uma analogia entre a luz espiritual de Jesus, o Cristo, com a chama de uma vela, pois que a obtusidade, seguida da má intenção sacerdotal, não pode ser capaz de discernir que a chama da vela serve apenas para clarear um pouco os olhos da cara, pois que antigamente não existiam ainda as lâmpadas funcionando sob a energia elétrica, que também não se pode comparar com a luz espiritual, que ilumina verdadeiramente a consciência dos seres humanos, quando estas não se encontram totalmente obscurecidas pela materialidade reinante neste mundo, sendo ela eterna, não podendo por nada ser apagada.

E é justamente isto que acontece com os seres humanos, que acendem uma vela pensando que estão seguindo a Jesus, o Cristo, sempre com o pensamento voltado para a vela, como se estivessem protegidos pela sua chama, mas sempre andando na escuridão, pois que ainda não possuem a luz da vida, já que não sabem sequer o que seja realmente a vida.

Este sacramental se baseia também em Mateus 5:14 a 16, que diz o seguinte:

Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte. As pessoas acendem uma lâmpada e a colocam, não debaixo do cesto de medida, mas no velador, e ela brilha sobre todos na casa. Do mesmo modo, deixai brilhar a vossa luz perante os homens, para que vejam as vossas obras excelentes e deem glória ao vosso Pai, que está nos céus”.

É certo que se colocar uma vela sobre o velador, ela passa a brilhar sobre todos na casa, até que venha a se consumir por inteiro, pois que isto é próprio deste mundo, assim como neste mundo as coisas são efêmeras, passageiras, por isso não conseguem transcendê-lo. Mas a luz de Jesus, o Cristo, não é própria deste mundo, posto que ela é transcendental, sendo, portanto, universal, por isso ela somente poderá iluminar as consciências dos seres humanos à medida que eles forem produzindo a amizade espiritual, praticando a solidariedade fraternal, quando então poderão adquirir a consciência da produção do amor espiritual, certos de que a amizade espiritual é o instrumento maior para se praticar o bem e se extinguir o mal, enquanto que o amor espiritual se situa acima do bem e do mal.

2- SAL

Para a Igreja Católica o sal dá sabor aos alimentos, e assim, como que em decorrência, deve ser a vida humana sinal da presença do deus bíblico no mundo, tendo por base a passagem bíblica contida em Mateus 5:13, que diz o seguinte:

Vós sois o sal da terra; mas, se o sal perder a sua força, como se lhe restabelecerá a sua salinidade? Não presta mais para nada, senão para ser lançado fora, a fim de ser pisado pelos homens”.

Dizem que a Bíblia possui algumas conotações de passagens históricas e de ciência, mas como ela foi inspirada por espíritos obsessores quedados no astral inferior, que somente relatam ignorância por cima de ignorância, torna-se óbvio que ela não possui nada disso que se propala por esse mundo afora.

Note-se que a analogia feita entre o sal e a vida humana é totalmente desprovida de sentido, pois que ela ignora completamente a natureza do sal, que na parcela do Saber denominada de Química é um composto que em água se dissocia em cátion, diferente de H+, e em um ânion, diferente de OH, sendo eles tipicamente o produto de uma reação química entre uma base e um ácido, em que se forma um sal e água, como, por exemplo, 2NaOH + H2SO4 ? Na2SO4 + 2H2O; entre um metal e um ácido, em que se forma um sal e hidrogênio, como, por exemplo, Mg + H2SO4 ? MgSO4 + H2; entre um óxido ácido e um óxido básico, em que se forma um sal, como, por exemplo, CO2 + CaO ? CaCO3; em que os íons que formam os sais podem ser monoatômicos, como o ânion fluoreto, F, ou o cátion cálcio, Ca2+, ou poliatômicos, como o ânion sulfato, SO42-; podendo ainda ser inorgânicos, como o já referido sulfato, ou orgânicos, como o ânion acetato, CH3COO; geralmente formando cristais, sendo frequentemente solúveis em água, onde os dois íons se separam, possuindo em geral um alto ponto de fusão, uma reduzida ou elevada dureza, mas pouca compressibilidade, e quando fundidos ou dissolvidos em água, conduzem eletricidade, pois se dissociam nos seus íons constituintes, passando estes a funcionar como eletrólitos.

Ignorando completamente a natureza dos sais, a Bíblia vem se referir ao sal mais popularmente conhecido, que é o cloreto de sódio, vulgarmente conhecido como sal comum, ou mesmo como sal de cozinha, por ser largamente utilizado na alimentação humana e também de outros animais.

E aqui vem o ponto fundamental em que a vida humana se torna o sinal da presença do deus bíblico no mundo. Qual seria a explicação para isso? Muito simples. A vida humana é passageira neste mundo, por isso, quando os seres humanos desencarnam, eles têm dois caminhos a seguir: ficarem quedados no astral inferior; ou então irem para os seus Mundos de Luz, passando a integrar o Astral Superior. E foi assim que Jeová, o deus bíblico, que era humano, ao desencarnar, ficou quedado no astral inferior, daí o sinal da sua presença neste mundo, pairando sobre a atmosfera terrena, tornando-se um terrível obsessor.

3- ÁGUA

É sabido que a água é o elemento essencial para a vida, pois que a vida orgânica não pode existir sem a água, então a Igreja Católica passa a considerar que a água representa o próprio deus bíblico, considerando também que ela enxarca, inunda, lava e tira as impurezas, e assim passa a fazer a analogia de que os seres humanos devem ser sempre inundados pelo amor do seu deus, que lava, purifica, pela água do batismo, pois vem afirmar que Jesus, o Cristo, pronunciou as seguintes palavras:

Em verdade, em verdade vos digo: quem não renascer da água e do espírito não pode entrar no reino de deus”.

E assim considera que o deus bíblico é essa água que lava aos seres humanos e os santifica pelo seu espírito santo, sendo por isso que a água passa a simbolizar a força do seu deus, que através do seu espírito santo lava a alma dos seres humanos e lhes dá uma nova vida, sendo através da água que esse deus limpa aos seres humanos e os purifica.

Não sabem os arrebanhados do credo católico e das suas seitas protestantes, assim como os arrebanhados de todos os credos e seitas que fazem o uso da água, que quando os sacerdotes procedem ao ritual de benzer as águas, os espíritos obsessores passam a espargir os seus fluidos pestíferos nessas águas que estão sendo benzidas, e quando elas são esparramadas sobre os corpos humanos dos fiéis, estes ficam impregnados desses fluidos pestíferos.

E o pior acontece em relação às seitas protestantes, quando os seus sacerdotes determinam que os seus arrebanhados ponham um copo com água ao lado, enquanto eles falam as suas baboseiras, em que nesse intervalo de tempo se forma uma corrente negra, com os espíritos obsessores espargindo os seus fluidos pestíferos nesses copos com água. Assim, quando esses copos com água postos ao lado já se encontram bastante sobrecarregados desses fluidos pestíferos, esses sacerdotes determinam que eles sejam bebidos, quando então esses fiéis ficam com os seus corpos humano e fluídico impregnados desses fluidos pestilentos.

Este sacramental da água tem como base as passagens bíblicas que se encontram em João 4:7 a 15, assim:

Veio uma mulher de Samaria para tirar água. Jesus disse-lhe: ‘Dá-me de beber’. Pois os seus discípulos tinham ido à cidade para comprar comestíveis. Portanto, a mulher samaritana disse-lhe: ‘Como é que tu, apesar de ser judeu, me pedes de beber, quando eu sou mulher samaritana’? (Porque os judeus não tinham tratos com os samaritanos). Em resposta, Jesus disse-lhe: ‘Se tivesses sabido da dádiva gratuita de Deus e quem te diz: Dai-me de beber, tu lhe terias pedido e ele te teria dado água viva’. Ela lhe disse: ‘Senhor, não tens nem mesmo um balde para tirar água, e o poço é profundo. Donde tens então esta água viva? Será que és maior do que o nosso antepassado Jacó, que nos deu o poço e que bebeu dele junto com os seus filhos e seu gado’? Em resposta, Jesus disse-lhe: ‘Todo aquele que beber desta água ficará novamente com sede. Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais ficará com sede, mas a água que lhe der se tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar vida eterna’. A mulher disse-lhe: ‘Senhor, dá-me desta água, para que eu não tenha sede nem venha mais para este lugar a fim de tirar água’”.

Há que se considerar que no tempo de Jesus, o Cristo, não havia a prática exuberante da literatura e nem havia à disposição de todos a pena e o papel para uma documentação direcionada à posteridade. Existiam apenas os denominados papiros com o linguajar rudimentar dos dialetos como o aramaico, que era utilizado na região onde viveu o nosso Redentor, embora já existisse em Roma o latim clássico e o latim vulgare. Mas acontece que Jesus, o Cristo, não viveu em Roma. É verdade que a maior parte dos judeus do Oriente Próximo, antes do período do Nazareno, falavam mais o aramaico do que o hebraico, porém, aqueles que mais se esforçaram no sentido de adquirir alguma erudição, conseguiram explicar as Escrituras em breves targums aramaicos, ou interpretações. A palavra aramaica para a interpretação ou paráfrase utilizada no tempo de Jesus, o Cristo, é o targum.

O targum, portanto, é a denominação dada às traduções, paráfrases e comentários em aramaico da Bíblia hebraica, a tanakh, cujos livros foram escritos e compilados em Israel e na Babilônia da época do Segundo Templo até o início da Idade Média, que foi utilizado para facilitar o entendimento aos judeus que não falavam o hebraico como língua mãe, e sim o aramaico.

Dadas estas explicações iniciais, torna-se necessária a compreensão do significado da paráfrase, para que assim se possa compreender as palavras ditas por Jesus, o Cristo, cujas palavras têm a sua real procedência, mas que não pode ser compreendida de modo literal.

A paráfrase é um termo derivado do latim paraphrasis, que por sua vez é proveniente do grego antigo, cujo significado é a maneira de se adicionar palavras na expressão. Uma paráfrase, portanto, não representa uma afirmação literal de um texto que se está lendo e interpretando, mas sim uma reafirmação do sentido desse texto ou de determinada passagem nele contida com a utilização de outras palavras. Assim, uma paráfrase normalmente passa a explicar ou a esclarecer esse texto que está sendo parafraseado. Se dissermos, por exemplo, que “o sinal de trânsito está vermelho”, esta frase pode ser parafraseada com “o veículo não pode passar porque o sinal está vermelho”. Geralmente uma paráfrase é introduzida por um verbum dicendi, uma expressão latina que expressa o discurso ou introduz uma citação, como dizer, expressar, pedir, etc., que se reveste em uma expressão declaratória para sinalizar a transição para a paráfrase, como, por exemplo, “o sinal de trânsito está vermelho, quer dizer, o veículo não pode passar”, quando então o quer dizer sinaliza a paráfrase que se segue. A paráfrase pode também tentar preservar o significado essencial da expressão a ser parafraseada, para que assim a reinterpretação — intencional ou não — de uma fonte para que se possa deduzir ou induzir um significado, que não é explicitamente evidente na própria fonte, possa se qualificar como sendo pesquisa inédita, e não como paráfrase.

O termo paráfrase é mais aplicado para o gênero das paráfrases bíblicas, que foram as versões mais circuladas da Bíblia disponíveis na Europa medieval, em que nelas o objetivo não era o de compor uma exata representação do significado ou o texto completo, mas sim para apresentar o material da Bíblia em uma versão que fosse teologicamente ortodoxa, não sendo sujeita a interpretações outras, consideradas como sendo heréticas, ou, na maioria dos casos, para apresentar a Bíblia a um público mais vasto, cujo material fosse interessante, divertido e espiritualmente significativo, ou, simplesmente, para resumir o texto. Assim, em suas próprias palavras, as frases muitas vezes são utilizadas dentro desse contexto para implicar que o escritor reescreveu o texto em seu próprio estilo de escrita, tal como se eles teriam escrito, caso tivessem a mesma inspiração do astral inferior.

Fica assim mais bem explicitada a razão pela qual Jesus, o Cristo, utilizou-se de uma figura de linguagem para expressar o seu pensamento, através da metáfora, que produz sentidos figurados por meio de comparações implícitas, podendo assim oferecer um duplo sentido à frase, já que ele se expressou de uma maneira metafórica.

Os ensinamentos de Jesus, o Cristo, são universais, posto que ele foi o primeiro ratiólogo a encarnar em nosso mundo-escola, por isso somente aquele que conseguiu apreender a verdade e a sabedoria, alcançando com ambas a razão, tornando-se, portanto, um ratiólogo, ou um ser universal, mesmo que em proporções reduzidas em relação ao nosso Redentor, pode ser capaz de interpretar as suas palavras, notadamente quando elas não são literais, mas sim metafóricas, então vamos primeiro interpretar o que seja aquilo que ele denominou de água viva.

É sabido que os seres atômicos representam os seres mais imperfeitos que existem, a partir dos seres hidrogênios, que já possuem as menores parcelas das propriedades da Força e da Energia, que lhes dão o poder e a ação, portanto, a vida; e assim eles começam como seres já identificados em suas trajetórias evolutivas pelo Universo, até que consigam alcançar a espiritualidade, quando então, como espíritos, continuam as suas trajetórias evolutivas pelo Universo, enquanto neste habitarem, até que procedam os seus retornos para Deus.

Quando os seres atômicos abandonam o estágio evolutivo na atomicidade, eles ingressam no estágio evolutivo da molecularidade, deixando de ser seres atômicos para se tornarem seres moleculares. A água propriamente dita, é uma reunião de inúmeros seres moleculares, que em obediência à lei da afinidade e ao princípio da atração passam a se encontrar assim reunidos neste mundo. Note-se que os seres moleculares possuem a faculdade de reunir e atuar sobre os seres atômicos, em face da integração universal que existe, como é o caso da água, que reúne e atua sobre dois seres hidrogênios e um ser oxigênio.

Pode-se assim agora compreender perfeitamente que quando Jesus, o Cristo, estava se referindo à água viva, ele estava querendo dizer que todos os seres são dotados de vida, e que assim, sendo dotados de vida, eles evoluem pelo Universo, o que em resumo significa dizer que a vida é eterna e universal. Assim, quando ele diz: “e Ele te teria dado água viva”; esta expressão assume o significado de que caso ela soubesse que Deus se encontra em determinada proporção nela contido, em conformidade com o estágio evolutivo em que ela se encontrava, ela poderia ter a consciência da realidade do Universo, portanto, da sua existência eterna e universal, assim como também de todos os demais seres que o habitam. No entanto, ela entendeu que Jesus, o Cristo, estava se referindo diretamente à água posta neste mundo, que se encontrava no poço, mas de qualquer maneira conseguiu indagar: “— Donde tens então esta água viva?”.

Como se pode claramente constatar, somente por intermédio do Racionalismo Cristão é que os seres humanos poderão se esclarecer sobre a espiritualidade, pois que ele vem desvendar por inteiro os segredos da vida e os enigmas do Universo, para que todos adquiram a consciência plena de que Deus se encontra em nós mesmos, em conformidade com o estágio evolutivo em que nos encontramos, pois que temos as Suas mesmas Substâncias, posto que como essência somos partículas do Ser Total, e como propriedades somos Força, Energia e Luz, que formam a nossa alma, em que as propriedades da Força e da Energia formam o nosso corpo fluídico, ou perispírito, e que a propriedade da Luz forma o nosso corpo de luz.

É por isso que Jesus, o Cristo, afirmou que todo aquele que beber da água terrena ficará novamente com sede, como que a dizer que todo aquele que se deixar levar pelos prazeres terrenos, sucumbindo aos prazeres da carne, que são efêmeros, ficará novamente com sede, pois que os desejos terrenos voltarão novamente a impor as suas satisfações da carne, tornando-se assim um círculo vicioso. Estes são os maiores candidatos a estagiar no astral inferior, a fazerem parte da corja que trabalha em prol do catolicismo e dos demais credos e seitas, além de praticarem outros crimes contra a nossa humanidade.

No entanto, aquele que beber da água que ele veio nos oferecer como Cristo, que é a água da espiritualidade proveniente do seu racionalismo, que é o Racionalismo Cristão, jamais poderá ter sede, pois que a nossa verdadeira sede, embora muitos disso não tenham ainda a devida consciência, é a sede do esclarecimento espiritual, de natureza universal, que “tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar a vida eterna”, cuja fonte de água é a vida eterna e universal, com a aquisição da consciência de que Deus se encontra em nós mesmos.

4- CINZA

Este sacramental assume a pretensão católica de fazer voltar os que acreditam na doutrina do criacionismo às origens bíblicas que se encontram descritas no livro do Gênesis, para lembrá-los de que eles são considerados criaturas do deus bíblico, e que por isso foram tirados do pó da terra e que um dia voltarão a esse pó, por isso nada são sem a graça desse deus, tendo por base Gênese 3:19, assim:

No suor do teu rosto comerás pão, até que voltes ao solo, pois dele foste formado. Porque tu és pó e ao pó voltarás”.

É por isso que a cinza é utilizada como sinal de penitência na quarta-feira de cinzas, para lembrar aos bíblicos que acreditam na doutrina do criacionismo que eles não passam de frágeis pecadores, e que sem a graça do deus bíblico serão apenas pó, nada mais do que isso. Mas isso porque Jeová quando encarnado era de carne e osso, tendo visto após a sua desencarnação o seu corpo carnal se transformar em pó, e assim, vendo-se na condição de espírito decaído no astral inferior, proferiu essas palavras, sabendo agora que vida é eterna, mas sendo para ele apenas terrena, ignorando que ela é universal.

É tão inconsistente e incongruente a doutrina católica, assim como também as doutrinas dos demais credos e seitas, que ela não vem se lembrar de que o deus bíblico deu a alma ao homem assoprando em suas narinas, o que neste caso teria mais importância a alma recebida de um sopro em relação ao corpo humano tirado da terra, ou das cinzas. E em sendo a alma humana proveniente de um sopro, a parte mais importante do ser humano deveria ser o vento, e não as cinzas da terra, que originou o corpo humano e que o receberá de volta. Esquece-se, porém, a doutrina católica, de que antes do deus bíblico assoprar nas narinas do homem e lhe dar a sua alma de vento, ele fez o homem da terra, mas o fazendo à sua imagem e semelhança.

Ora, a imagem é a representação exata ou analógica de um ser ou de uma outra coisa, sendo, portanto, a sua cópia fidedigna, podendo, ainda, ser a representação mental de alguma coisa, o que implica certamente em dizer que o homem é a imagem mental do deus bíblico quando ele se encontrava encarnado, portanto, antes de desencarnar e ficar quedado no astral inferior, que nesta condição de espírito obsessor quer se tornar um deus e que os seres humanos venham a rezar na sua mesma cartilha mental.

Já a semelhança representa uma qualidade de relação entre dois seres, coisas ou de representação mental, que apresentam entre si elementos conformes, podendo ser até além daqueles que sejam comuns à espécie, mas que se pode comparar diretamente, por serem paralelos entre si. Se duas coisas apresentam elementos conformes entre si, torna-se óbvio e evidente que assim como o homem veio da terra, igualmente veio o deus bíblico. E tanto isto procede que ele mesmo, tendo sido um homem encarnado, ao desencarnar, teve o seu corpo humano voltado à terra, portanto, desintegrado, daí a razão desse dizer bíblico, que não passa de uma representação imaginativa de Jeová.

Nesse dizer de Jeová, fica claramente implícito que ele não possui qualquer intenção em relação ao corpo humano, conformando-se em que ele volte à terra, pois que nada pode fazer contra as leis e os princípios da natureza, já que ignora completamente a universalidade dos seres. A sua real intenção é a alma, que após a desencarnação daqueles que lhe servem e que servem de instrumentos para as suas falanges, deverão engrossar a essas suas falanges, daí a razão pela qual ele não dar qualquer valor ao corpo humano, por conseguinte, querer destruir a vida na Terra. Note-se que no Gênese ela firma haver dado a alma de vento ao homem, assoprando em suas narinas, mas é totalmente omisso em relação ao espírito, por isso a doutrina católica não sabe exprimir com clareza as naturezas da alma e do espírito, distinguindo-os entre si.

5- PÃO

Este sacramental do pão pretende simbolizar a unidade da Igreja Católica, assim como também a própria eucaristia, pois que o pão é um dos alimentos mais antigos que se conhece em todo o mundo, o que fez remeter a Igreja Católica a instituir a comunhão que os católicos devem ter uns para com os outros, para que assim possam ser solidários. Em sendo assim, o pão passa a ser o sinal das bênçãos que o deus bíblico dá aos fiéis católicos por meio do seu suposto filho, o qual seria Jesus, o Cristo, que então seria o pão da vida, tendo por base as passagens bíblicas contidas em João 6:35-51 e 58, nesta mesma ordem, assim:

Jesus disse-lhes: ‘Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim, não terá mais fome, e quem exerce fé em mim, não terá mais sede’”.

Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e, de fato, o pão que eu hei de dar é a minha carne a favor da vida do mundo”.

Este é o pão que desceu do céu. Não é como quando os vossos antepassados comeram, e, não obstante, morreram. Quem se alimentar deste pão viverá para sempre”.

E assim a Igreja Católica passa a considerar o pão como se ele representasse a unidade do seu credo, da família católica em torno do pão da vida, que é Jesus, o Cristo, pelo que leva em consideração a passagem bíblica contida em Atos 2:44-45, assim:

Todos os que se tornavam crentes estavam unidos em terem todas as coisas em comum, e foram vender as suas propriedades e bens, e distribuir entre todos, conforme alguém tivesse necessidade”.

Mas não é nada disso. Para que se possa compreender a este sacramental se torna necessário reler o que se encontra explicitado no sacramental da água, em relação à língua que Jesus, o Cristo, falava, que era o aramaico. Aí sim, pode-se compreender que como o corpo humano necessita do alimento para viver, do mesmo modo a alma também necessita de alimento, não para viver, pois que a vida é eterna e universal, mas sim para que possa sempre evoluir espiritualmente, em que este alimento são os conhecimentos metafísicos acerca da verdade e as experiências físicas acerca da sabedoria, que estando coordenados se pode alcançar a razão.

É somente sob este aspecto que ele passa a ser o pão da vida, pois que o seu racionalismo contém a verdade e a sabedoria, portanto, a razão da nossa existência eterna e universal, por isso, quem vem ao Racionalismo Cristão, estará vindo a Jesus, o Cristo, quando então a sua alma não mais terá anseios pelos segredos da vida e pelos enigmas do Universo, adquirindo a consciência plena de que viverá para sempre de modo universal, livrando-se desse esdrúxulo instituto da salvação, já que no nosso Redentor depositará a sua fé racional, assim como também nos espíritos de luz mais evoluídos, com estes, por sua vez, depositando as suas convicções nos espíritos de luz menos evoluídos.

Daí a razão pela qual ele diz que desceu do céu, neste caso o Mundo de Luz que lhe é próprio, cujo alimento para a alma é universal, e não próprio deste mundo, assim como eram os alimentos dos antepassados, que assim como a Igreja Católica, acreditavam na salvação, portanto, em um quimérico paraíso e, também, no inferno.

Mas se todos os que se tornavam crentes estavam unidos em terem as coisas em comum, como que antecipando o instituto social do comunismo, vendendo os seus bens e as suas propriedades, distribuindo entre todos os carentes, em conformidade com as suas necessidades, o mesmo não se dava com a Igreja Católica, que sempre foi riquíssima, agindo totalmente em desacordo com a própria vida simples e humilde de Jesus, o Cristo, que sempre viveu na mais extrema pobreza. Além do mais, o regime comunista jamais poderia ser aplicado com satisfação no seio da nossa humanidade, em faze da extrema ignorância humana, pois que aqueles que se situam no topo da organização hierárquica, na condição de administradores dos bens públicos, suprem-se a si mesmos de tudo que necessitam, inclusive vivendo no mais extremo luxo, enquanto que aqueles que se situam na base da organização hierárquica vivem carentes de tudo, sendo sempre subjugados por aqueles que se situam no topo, como são os casos concretos da extinta União Soviética e o de Cuba, em que este perdura até aos tempos atuais.

Estando fornecidas as devidas explicações acerca dos sacramentais, sabe-se agora que eles podem ser sempre utilizados ou mesmo criados pela Igreja Católica com a finalidade de levarem os seus arrebanhados para uma aproximação maior com o deus bíblico, com vistas a uma aproximação maior também dos sacramentos, pois que ela vem afirmar que o próprio Jesus, o Cristo, utilizou-se dos sacramentais quando curou a um cego, lançando mão da saliva e da terra e fazendo um barro que passou sobre a vista do cego, ordenando a que o mesmo se lavasse na piscina de Siloé, onde ficou curado, conforme consta em João 9:6-7, assim:

Depois de dizer estas coisas, cuspiu no chão e fez barro com a saliva, e pôs este barro sobre os olhos e lhe disse: ‘Vai lavar-te no reservatório de água de Siloé. E ele foi então e lavou-se, e voltou vendo”.

Mas essa passagem bíblica é uma mentiralha das grandes, uma vez que Jesus, o Cristo, não tinha qualquer tendência para fazer porcarias, e misturar barro com saliva é uma verdadeira porcaria, principalmente para colocar tal produto sobre os olhos de uma pessoa, que somente se pode obter como resultado uma grande infecção, o que qualquer oftalmologista pode comprovar sem parar duas vezes para pensar acerca do assunto. Mas o certo é que todas as doenças são causadas pelo astral inferior, sendo que muitas delas podem sim ser curadas com o afastamento dos espíritos obsessores, e depois com as vibrações magnéticas, as radiações elétricas e as radiovibrações eletromagnéticas sobre o corpo humano do doente, quando então o quadro doentio passa a se reverter.

Somente por intermédio do Racionalismo Cristão é que os sacramentos e os sacramentais poderão ser compreendidos em toda a sua estupidez sobrenatural, pois que se tratam de símbolos estapafúrdios que têm como único objetivo integrar os arrebanhados católicos em seus ritos estúpidos, grosseiros e materializados, para que assim a Igreja Católica possa se fortalecer cada vez mais, trazendo ainda mais crença para a sua liturgia.

 

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