15.03.10- A visão da doutrina católica sobre o Cristo

Prolegômenos
5 de julho de 2018 Pamam

Na visão da doutrina católica, Jesus, o Cristo, muitas vezes é caracterizado como sendo o bom pastor, que cuida das suas ovelhas até ao ponto de dar a sua própria vida por elas. Tendo ele nascido em um estábulo e adorado pelos pastores, que eram pessoas pobres e humildes. No entanto, em total contradição, a Igreja Católica adora a riqueza, uma vez que já foi dona de um terço das terras da Europa, e sempre procurou arrecadar o máximo que pôde do povo que era subordinado ao seu poder, com o papa sentado vaidosa e pomposamente em um trono e sendo o dono de palácios, inclusive de palácios de veraneio. Por que não vão para os estábulos, em imitação ao que dizem onde Jesus, o Cristo, nasceu? E por que também não trocam o Vaticano e os seus palácios por estábulos, já que agem tal como se fossem quadrúpedes?

Jesus, o Cristo, é a figura central da doutrina do falso cristianismo católico, mas somente porque nessa visão católica ele encarnou para anunciar a salvação e as bem-aventuranças à humanidade por inteiro, vindo à Terra por vontade do deus bíblico, ou como dizem os católicos:

Para reconciliar a nós pecadores com Deus; para nos fazer conhecer o seu amor infinito; para ser o nosso modelo de santidade; para nos tornar participantes da natureza divina”.

E também para anunciar o reino desse deus bíblico, cujo reino é o astral inferior. Atanásio, que foi um famoso padre e doutor da Igreja, afirmou que Jesus, o Cristo, o filho desse deus bíblico, fez-se homem para nos fazer deuses, ou seja, para nos tornarmos santos tal qual o deus bíblico. Longe de nós, qualquer comparação da nossa santidade com a santidade desse deus trevoso.

Sendo considerado como tendo sido consagrado pelo seu deus-pai e tendo sido ungido pelo seu espírito santo para a sua missão de salvador da nossa humanidade, Jesus, o Cristo, tendo também descido diretamente do céu, ao invés de ter encarnado normalmente vindo diretamente do seu Mundo de Luz puríssima, foi crucificado e depois ressuscitado, sendo, pois, o servo sofredor que, segundo Mateus 20:28, diz o seguinte:

Assim como o Filho do homem não veio para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e dar a sua alma como resgate em troca de muitos”.

Como se tal procedimento insano, quer dizer, dar a alma ou morrer na cruz como resgate da troca de muitos, servisse de alguma utilidade para uma suposta salvação. Parece até que essa estupidez foi inspirada em filme de ação, em que o herói dá a vida para salvar os reféns, ao invés de ser inspirada pelo astral inferior. Quanta ignorância! E de maneira bizarra o Credo Niceno-constantinopolitano faz referência a Jesus, o Cristo, da seguinte maneira:

Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,

Filho Unigênito de Deus,

Nascido do Pai antes de todos os séculos:

Deus de Deus, luz da luz,

Deus verdadeiro de Deus verdadeiro;

Gerado, não criado, consubstancial ao Pai.

Por Ele todas as coisas foram feitas.

E por nós, homens, e para a nossa salvação

Desceu dos Céus.

E encarnou pelo Espírito Santo,

No seio da Virgem Maria.

E se fez homem.

Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos;

Padeceu e foi sepultado.

Ressuscitou ao terceiro dia,

Conforme as Escrituras;

E subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pai.

De novo há de vir em sua glória

Para julgar os vivos e os mortos;

E o seu Reino não terá fim.

Não se faz necessária uma maior elucidação acerca de tanta invencionice advinda por inspiração do astral inferior, que tende mais para maluquice do que para ignorância, basta apenas deixar o registro de que um espírito portador de tanta luz, como é o caso de Jesus, o Cristo, que atualmente já se encontra de volta em sua humanidade, após cumprir a sua missão para com a nossa, e que tirou de si mesmo tudo aquilo que sabe acerca do Criador, não possui nádegas para ficar sentado em um trono feito um idiota, tal como o obtuso do papa que se diz o seu representante na Terra, e muito menos nádegas a possui o verdadeiro Criador. Na verdade, quem possui nádegas para se sentar, já que se cansa com facilidade, após criar tudo do nada, dada a sua extrema fragilidade, é esse deus bíblico, que possui a imagem e a semelhança do corpo carnal humano, ao qual nós iremos demolir em todos os sentidos, desbancando-o da sua pavonice, até que ele passe a não mais ser considerado um deus, mas sim um espírito trevoso quedado no astral inferior, o qual é o seu lugar de origem, assim como também é o lugar dos seus asseclas, que são os anjos negros, para que assim todos os seres humanos possam ser convictos da existência do verdadeiro Deus, do autêntico Criador, de quem somos realmente as criaturas, por sermos constituídos das Suas mesmas substâncias, partículas da Sua Essência como Ser Total, que evoluímos adquirindo as Suas Propriedades, que são a Força, a Energia e a Luz.

A Cristologia católica ensina que Jesus, o Cristo, é o nosso senhor, a encarnação do verbo divino, o verdadeiro deus e o verdadeiro homem, o salvador e o bom pastor da nossa humanidade. Ensina também que ele é o filho unigênito do deus bíblico, a segunda pessoa da sua santíssima trindade, pois no momento do batismo e da transfiguração, a voz do pai designa Jesus, o Cristo, como sendo o seu filho predileto, sem explicar como é que pode o filho único ser ao mesmo tempo o filho predileto. Por isso, ele é o único e verdadeiro sumo sacerdote, o que é um crime e uma aberração incluir Jesus, o Cristo, como pertencente à classe sacerdotal, a classe mais negra do mundo, e mediador entre os homens e o deus bíblico, baseado na sua afirmativa de que “eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim”, mas sem que essa Cristologia consiga compreender que ele não falou de si próprio, mas sim do instituto do Cristo, cujo instituto, obrigatória e necessariamente, deverá ser instituído em todas as humanidades, à medida que elas estiverem preparadas para receber a esse instituto, que foi estatuído por Deus, em que o seu embrião já se encontra em nossa humanidade, através do Racionalismo Cristão.

Para a doutrina católica, Jesus, o Cristo, sendo deus, rebaixou-se da sua condição divina para ser homem, tendo aprendido, tal como os outros homens, muitas coisas através da sua experiência e inteligência humanas, apesar de conhecer íntima e plenamente os desígnios eternos do deus católico, e logo participa da infinita sabedoria divina. Ora, se a doutrina católica afirma que Jesus, o Cristo, é o seu próprio deus, onde se encontra a sua onisciência, já que também afirma que ele veio aprender como os outros homens? Quanto ilogismo!

Segundo a crença católica, Jesus, o Cristo, foi concebido virginalmente no seio de Maria, pelo poder do espírito santo, só não explica de que maneira, se normalmente como as outras crianças, ou se por mágica, como por encanto, em Belém, na Palestina, no tempo de Herodes, o Grande, e do imperador romano Otávio César Augusto.

A doutrina católica afirma que Jesus, o Cristo, procede do seu deus-pai, sendo eternamente consubstancial a ele, mas não foi criado por esse deus pai, sendo apenas gerado porque se encarnou, assumindo assim a natureza humana. No entanto, ele é considerado o filho perfeito porque subordinou a sua vontade humana à vontade divina do pai, que consiste na salvação de toda a nossa humanidade, daí a razão pela qual ele é considerado o salvador do mundo. E aqui vem novamente a questão que o catolicismo levanta entre o criado e o gerado. Ora, criar é dar existência, formar alguma coisa, dar origem a alguma coisa, daí a razão de muitos considerarem, equivocadamente, que é criar do nada, quando este não existe. Enquanto que gerar representa mais a conotação de procriar, como no caso da própria Bíblia que diz que “Abraão gerou Isac”. Em sendo assim, esse deus bíblico, por ser macho e fêmea ao mesmo tempo, consoante a Bíblia, deve ter coabitado consigo mesmo e feito gerar o seu único filho, parindo normalmente, assim como fazem todas as mulheres. Então ele não é apenas pai, mas sim pai e mãe, ao mesmo tempo, pois que não existe outra maneira imaginativa desse deus pavoroso gerar a um filho

O Antigo Testamento já anunciava a vinda do Messias, cujo razão do verdadeiro anúncio se encontra explanado na categoria A Cristologia, mas que o catolicismo afirma para toda a nossa humanidade que tal anúncio foi feito para que ele pudesse ser reconhecido quando viesse, sendo reconhecido especificamente pelo povo escolhido de Israel, ou o povo judaico, então o povo católico não é o povo escolhido. Mas essa história da existência de povo escolhido é originária do astral inferior, como já é sabido de todos, pois que as falanges obsessoras possuem os seus chefes, que se autodenominam de deuses, assim como Jeová, o deus bíblico, assim se autodenomina, daí a razão de muitos povos adorarem a certos deuses, que dizem ser de uma tal maneira, mas sempre atribuídos de poderes sobrenaturais.

Assim, a Igreja Católica afirma que Jesus, o Cristo, sendo o Messias, cumpriu todas as profecias do Antigo Testamento acerca da sua vinda, principalmente as do profeta Isaías, cuja profecia se destina à nossa salvação. A crença católica é que Jesus, o Cristo, veio a este mundo para a nossa salvação, e complementa dizendo que ele não veio para superar, substituir ou abolir os ensinamentos do Antigo Testamento, mas sim para levá-los à perfeição, segundo Mateus 5:17-18, que diz o seguinte:

Não penseis que vim destruir a Lei ou os Profetas. Não vim destruir, mas cumprir; pois, deveras, eu vos digo que antes passariam o céu e a terra, do que passaria uma só letra da Lei sem que tudo se cumprisse”.

Com isso, a crença católica geral é que ele deu o sentido último e pleno às verdades reveladas pelo deus bíblico ao longo do Antigo Testamento, e que trouxe simultaneamente continuidade e inovação, renovando a aliança entre esse deus e os homens, instaurando assim o Novo Testamento, ou a Nova Aliança. Além do mais, se Jesus, o Cristo, veio para levar o Velho Testamento à perfeição, isto significa claramente que esses livros são imperfeitos, por conseguinte, o deus bíblico, que, na realidade, não é apenas imperfeito, mas também trevoso. Como se pode claramente constatar, o astral inferior pode ser capaz de realizações que a imaginação humana jamais poderia supor, por isso os seres humanos passam a imaginar o sobrenatural, mas a um espírito superior, que não é dado à imaginação, e muito menos ao sobrenatural, os espíritos obsessores não conseguem enganar jamais, por hipótese alguma.

Infelizmente, o astral inferior possui muitos instrumentos encarnados que trabalham em seu favor, como é exemplo maior a classe sacerdotal, enquanto que o Astral Superior possui pouquíssimos instrumentos neste mundo que trabalham em prol da evolução espiritual. Mas o Racionalismo Cristão há que reverter a esse quadro danoso, notadamente com esta minha explanação, para o bem geral de toda a nossa humanidade.

A ressurreição de Jesus, o Cristo, mesmo sendo totalmente contrária às leis da natureza, que representa o livro verdadeiro escrito pelo Deus verdadeiro, para os católicos simboliza a vitória do deus bíblico sobre o pecado, o mal e a morte, quando, na realidade, o mal vem se intensificando cada vez mais, em que essa disputa de vitória ou derrota é realmente digna desse deus bíblico. Mas a verdade é que o mal continua campeando em todos os recintos do mundo, desde a morte na cruz do nosso Redentor, principalmente pela Igreja Católica, que sempre o praticou de todos os modos, possíveis e imaginários, sendo os seus sacerdotes os maiores pecadores de toda a nossa humanidade, pois além de semear a ignorância, praticar o homossexualismo, o incesto, a pedofilia e a conquista de mulheres solteiras e casadas, fazendo filhos com elas, torturou e assassinou milhares e milhares de seres humanos, tanto nas suas prisões e na fogueira, nos tempos da Inquisição, como nas guerras papais e nas Cruzadas, ao longo dos tempos.

Segundo a doutrina católica, Jesus, o Cristo, amou tanto aos homens que se entregou incondicional e totalmente para eles, chegando ao ponto de sacrificar voluntariamente a sua própria vida na cruz para livrá-los do pecado e lhes abrir na plenitude o caminho da salvação e da santidade. Foi também Jesus, o Cristo, quem derrotou o pecado e o mal, ao cumprir a vontade do deus bíblico, através da sua morte redentora na cruz. E no intuito de derrotar a própria morte, resssuscitou ao terceiro dia, após a sua crucificação em Jerusalém. Por que então ele não ressucitou logo em seguida? Justmente porque isso é metira. Esse fato dá aos católicos a vã esperança de que Jesus, o Cristo, já garantiu aos homens a graça da adoção filial, que é a participação real na vida divina e também esperança de que todos os homens serão resssuscitados pelo deus bíblico, no dia do Juízo Final.

Somente aqueles que realmente foram tornados cretinos pelos sacerdotes podem acreditar nessa estupidez de ressurreição, que assim, estando totalmente cretinizados, não conseguem dar trato ao raciocínio, pois que assim não conseguem atentar para as leis e os princípios que regem a natureza, tornando-se difícil acreditar que Jesus, o Cristo, após a sua desencarnação, apenas apareceu em corpo fluídico aos seus apóstolos, para demonstrar na prática aquilo que ensinou em teoria.

Após a sua suposta ressurreição, diz a doutrina católica, Jesus, o Cristo, continuou na Terra durante quarenta dias, junto aos apóstolos, passando-lhes ainda ensinamentos e confirmando que eles e a Igreja em geral receberiam o espírito santo, algo que teria acontecido em Pentecostes, onde o espírito santo desceu sobre os doze apóstolos e a Virgem Maria. Após esse período de quarenta dias, Jesus, o Cristo, foi elevado ao céu, vejam só, em carne e osso, mas continua atualmente a permanecer misteriosamente sobre a Terra, onde o seu reino já está presente como germe e início na Igreja fundada e encabeçada por ele. Jesus, o Cristo, está também presente no sacramento da eucaristia. No dia do Juízo Final, que coincide com a realização final do seu novo reino, ele voltará em glória, mas a data precisa desse acontecimento ninguém sabe.

Mas o fato é que nós já nos encontramos no Juízo Final, pois que os tempos são chegados, mas Jesus, o Cristo, não mais retornará a este mundo, pois que ele se encontra novamente integrado à sua humanidade, pois que para lá retornou após a desencarnação de Luiz de Mattos, deixando a este como sendo o chefe da nossa humanidade.

E como os tempos são realmente chegados, eu me encontro novamente aqui neste nosso mundo-escola, para decretar o final de uma Grande Era e determinar o início de uma nova Grande Era, quando então a nossa humanidade deverá sair da fase da imaginação, em que ainda se encontra, e adentrar na fase da concepção, estando esclarecida acerca dos segredos da vida e dos enigmas do Universo, quando então a ilusão da matéria e o devaneio do sobrenatural deixarão de existir, com as ciências tomando novos rumos, tendo como fontes as verdadeiras religiões, e os credos sendo extintos, juntamente com a classe sacerdotal.

A tremenda luta de pensamento que por mim foi travada contra o astral inferior foi levada de vencida, em todos os sentidos, devendo os seres humanos, estando agora esclarecidos, passar a produzir as vibrações magnéticas, as radiações elétricas e as radiovibrações eletromagnéticas ao verdadeiro Deus e ao Astral Superior, formando uma corrente bastante poderosa, para que então os espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior possam ser finalmente transladados para os seus respectivos Mundo de Luz de origem, ao mesmo tempo procedendo a uma limpeza na atmosfera terrena, deixando o seu ambiente ameno e propício para novas realizações humanas.

 

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