15.01- Paulo de Tarso e o catolicismo

Prolegômenos
23 de junho de 2018 Pamam

Paulo de Tarso, que também é conhecido como Saulo, Saulo de Tarso, o apóstolo Paulo, o Apóstolo dos Gentios e São Paulo, foi um dos mais influentes escritores do falso cristianismo primitivo, cujas obras compõem parte significativa do Novo Testamento. A influência que exerceu na doutrina do credo católico, denominada de paulinismo, foi fundamental em virtude do seu papel como proeminente apóstolo do falso cristianismo durante a propagação inicial do Evangelho pelo Império Romano. O nome original de Paulo era Saulo, que traduzido em grego antigo é Saul, cujo nome divide com o bíblico rei Saul, o primeiro rei de Israel, que foi sucedido pelo rei Davi, da tribo de Judá. Segundo as suas próprias palavras, ele era um fariseu.

Mas Paulus era um sobrenome romano e alguns argumentam que Paulo por isso o adotou como o seu primeiro nome. Outra hipótese, apontada pelo Vaticano, afirma que era costume para os judeus romanizados da época adotarem um nome romano, e o pai de Paulo quis agradar à família dos Pauli. A mudança pode estar relacionada a um desejo do apóstolo em se distanciar da sua história do rei Saul, que perseguiu Davi. Por fim, há ainda os que consideram possível a homenagem a Sergius Paulus, que de todas é a única verdadeira.

Paulo de Tarso encarnou na Cilícia, região sul da Turquia asiática, no ano 15, e desencarnou no ano 67, em Roma. Era de origem judia, mas de cidadania romana. Recebeu uma forte educação credulária, que fez dele um fervoroso fariseu, adversário dos falsos cristãos. Foi o apóstolo mais ativo da Igreja nascente, pois que propagou o falso cristianismo ao seu modo, na Ásia Menor, na Grécia, na Macedônia, na Itália e em todas as povoações que falavam o grego, daí a razão pela qual o grego foi a língua do falso cristianismo nos primeiros tempos da sua história.

Com base no relato de Fernando Faria, vamos esclarecer alguns fatos acerca de Paulo de Tarso. Segundo o autor, o aparecimento desse que foi denominado de o Apóstolo dos Gentios no cenário credulário dito cristão e nas suas causas determinantes, são fatos que nunca ficaram bem esclarecidos. Ninguém ignora que ele foi de uma crueldade insuperável na perseguição aos falsos cristãos, como autêntico fariseu que era e discípulo do sumo sacerdote Gamaliel. Em 37, Estêvão era um dos sete diáconos da primeira comunidade dita cristã de Jerusalém, na qualidade de um judeu convertido que falava grego, tendo sido perseguido e apedrejado por Paulo de Tarso, cuja ferocidade desse assassinato abalou profundamente aos ditos cristãos da época, que desde então passaram a temê-lo. São Paulo, portanto, era um cruel assassino!

Após isso, a conversão de Paulo de Tarso ao falso cristianismo nunca ficou bem explicada. Alguns explicam a sua conversão devido ao histerismo credulário, argumentando que o Paulo de Tarso convertido continuou tão violento e intolerante como tinha sido o Saulo fariseu. Além do histerismo credulário, outra causa considerada mais compatível com o perfil comportamental de Paulo de Tarso, foi registrado pela História da seguinte maneira:

O sumo sacerdote Gamaliel tinha uma filha de rara beleza e grande cultura, por quem Paulo de Tarso se apaixonou perdidamente. Sendo deveras ambicioso, além de desposar a jovem beldade, ele pretendia também suceder a Gamaliel e se tornar o chefe credulário dos israelitas, galgando assim uma posição social invejável em Jerusalém. Neste sentido, expôs ao pai da jovem a sua pretensão, já certo do êxito. No entanto, a sua fúria contra os falsos cristãos causava horror à jovem, que embora fosse muito tolerante e compassiva, repeliu ao pretendente. Essa atitude da jovem o desnorteou completamente, em que a recusa foi o desmoronamento de um imenso castelo de cartas e a liquidação das suas pretensões de predomínio, de vir a ser o sumo sacerdote em Jerusalém.

Sem deixar a sua ambição de lado, e não podendo obter uma supremacia entre os judeus, pensou em conquistá-la entre os falsos cristãos. Conseguiu tal intento à custa da célebre aparição na estrada de Damasco, historieta que contou ao seu modo, no intuito de enganar e impressionar aos mais fanáticos, mas sem nexo, sem lógica, sem qualquer fundamento, cuja mentiralha somente poderia ter sido aceita por aqueles que o temiam profundamente, já que tinham sido objeto das suas perseguições. Essa historieta foi narrada por ele mesmo, cuja historieta originalmente deve ser narrada da seguinte maneira:

Vinha ele na estrada de Damasco, quando de repente lhe surge à frente uma aparição de Jesus, o Cristo, que o faz cair por terra, e que lhe diz o seguinte:

— Saulo, Saulo, por que me persegues?

E Saulo, atônito, perguntou:

— Quem és, senhor?

E a aparição lhe respondeu:

— Eu sou Jesus Cristo, a quem tu persegues.

— E Saulo então indagou aflito:

— Senhor, que queres que eu faça?

Então a aparição de Jesus, o Cristo, disse-lhe:

— Entra na cidade, e lá será dito o que te convém fazer.

Saulo se levantou da terra, abriu os olhos, mas não via ninguém, pois curiosa e inexplicavelmente Jesus, o Cristo, que os credulários acretinados pelos sacerdotes afirmam haver curado cegos e outros, ao contrário disso, havia lhe cegado, passando ele assim três dias sem enxergar.

Em Damasco, Jesus, o Cristo, apareceu a Ananias, dizendo-lhe:

— Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome diante dos reis, dos filhos de Israel e dos gentios.

E Ananias foi, entrou na casa, e, impondo-lhe as mãos, disse-lhe:

— Irmão Saulo, o senhor Jesus, que apareceu no caminho por onde vinhas, enviou-me para que tornes a ver e seja cheio do Espírito Santo.

logo lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e ele recuperou a vista. Levantando-se, foi batizado.

Isso não é lenda, mas sim uma mentira, uma mentira das grandes, uma tremenda mentira, em virtude da impossibilidade de tal acontecimento, pois de acordo com as leis espaciais, os princípios temporais e os preceitos universais que regem todo o Universo, um espírito da envergadura de Jesus, o Cristo, não se manifestaria neste mundo-escola sem que fosse movido por uma causa relevante em prol da nossa espiritualização, como se deu com o seu aparecimento a Afonso Henriques, uma das encarnações passadas de Luiz de Mattos, em Ourique, que veremos quando eu estiver explanando a obra acerca da Finalidade, no site pamam.com.br.

Na verdade, Paulo de Tarso era um médium vidente e ouvinte, assim como Abraão e Moisés, e quem lhe apareceu foi um espírito trevoso que se encontrava quedado no astral inferior, que pertencia a uma das falanges de Jeová, pois que os espíritos estando desencarnados podem assumir a figura que bem quiserem e desejarem, através dos seus corpos fluídicos. E esse espírito trevoso também a apareceu a Ananias, que era outro médium vidente e ouvinte.

Foi sobre essa historieta ridícula, sobre essa mentiralha descarada, que se fundou a Igreja Católica Apostólica Romana. Após ser convertido, Saulo mudou o nome para Paulo, como reconhecimento e homenagem a Sergius Paulus, procônsul romano em Chipre, onde este tolerou que ele fizesse a sua pregação, tendo antes feito uma aprendizagem de alguns dias e logo principiado a pregar nas sinagogas, em que todas essas suas pregações eram originadas dos espíritos obsessores decaídos no astral inferior.

Qual era, porém, a pregação de Paulo de Tarso e que rumos lhe imprimiria o novo convertido ao falso cristianismo?

Desde então, ele criou uma nova doutrina, baseada nos dogmas universais, dizendo-se inspirado pelos doze apóstolos de Jesus, o Cristo, quando, na realidade, ele estava apenas escrevendo aquilo que os espíritos obsessores lhe diziam. A partir daí o falso cristianismo passou a ser formado em um credo, que misturou crenças judaicas com outras crenças, todas oriundas do helenismo e, também, do paganismo, firmando-se como se fosse um credo revelado, ou seja, de origem divina, fazendo ele mesmo de Jesus, o Cristo, o próprio Deus.

Visitando a Antioquia, centro dito cristão florescente desde o século I, Paulo de Tarso, imbuído pela metafísica grega, pregava que Jesus, o Cristo, fôra o mediador e o salvador de toda a humanidade, já esboçando o dogma da divinização do nosso Redentor, que ia assim deixando de ser o Messias, como acertadamente o apresentava o povo da Palestina, para ser o nosso salvador, algo que ele nunca foi, como provarei racionalmente com a mais absoluta lógica e racionalidade, uma divindade cuja missão era se imolar para a salvação do gênero humano, ao invés de ser o responsável pela nossa espiritualização e pelo estabelecimento do embrião do instituto do Cristo no seio da nossa humanidade, que é o Racionalismo Cristão, ao mesmo tempo copiando os deuses do politeísmo de Canaã, da Palestina.

A atuação de Paulo de Tarso foi tão marcante na evangelização dos povos do século I, que muitos autores lhe atribuem o papel de segundo fundador do falso cristianismo. Para alguns estudiosos do catolicismo, quem primeiro exerceu as funções do verdadeiro papa foi Paulo de Tarso, pois era ele quem doutrinava os primeiros arrebanhados, tal como sendo a autoridade suprema. A sua contribuição para a literatura do catolicismo foram quatorze epístolas, as quais trazem um resumo do seu sentimento e do seu pensamento, que demonstram claramente a sua personalidade distorcida pelas ações do astral inferior.

Como se pode constatar, a missão de Jesus, o Cristo, no seio da nossa humanidade, foi completamente deturpada por Paulo de Tarso, o qual deu início a um novo credo, o catolicismo, apoderando-se indevidamente da sua figura, que era imensamente respeitada pelo povo da Palestina. Mais tarde, o catolicismo de Paulo de Tarso foi consolidado pelos evangelistas, em cujos escritos foram inseridos, além dos dogmas por ele estabelecidos, a salvação e outras imposturas totalmente contrárias à lógica, ao bom senso e a racionalidade, como a adoração, o temor ao deus bíblico, o céu, o inferno, e outras fantasias mais, impedindo as massas humanas de raciocinarem por si, tornando os católicos uns verdadeiros cretinos, como cretinos são todos os credulários que dão algum crédito aos sacerdotes, posto que escravos mentais subjugados pelas preces, em busca dos peditórios, dos perdões e das graças, além da salvação, sendo todos inúteis, nocivos e sem quaisquer valores.

A utilização do nome Paulo aparece em Atos pela primeira vez quando ele começou a sua primeira jornada missionária em território desconhecido. Em Atos 13:6-12, Paulo, juntamente com Barnabé e João Marcos, aparece conversando com Sergius Paulus, um oficial romano em Chipre que seria convertido por ele. E aqui continua a farsa de Paulo de Tarso, que tendo antes combinado ludibriar o oficial romano, montou um teatro para enganá-lo, através da figura fictícia de um suposto feiticeiro, em total conformidade com essas passagens bíblicas acima citadas, assim:

Tendo percorrido toda a ilha até Pafos, encontraram certo homem, feiticeiro, falso profeta, um judeu cujo nome era Barjesus, e ele estava com o procônsul Sérgio Paulo, homem inteligente (mas que acreditou nessa farsa, digo eu). Chamando Barnabé e Saulo, este homem procurava seriamente ouvir a palavra de Deus. Mas Barjesus, o feiticeiro, começou a opor-se a eles, buscando desviar da fé o procônsul. Saulo, que é também Paulo, ficando cheio de espírito santo (o astral inferior, digo eu), olhou para ele atentamente e disse: ‘Ó homem cheio de toda sorte de fraude e de toda a sorte de vilania, ó filho do Diabo, inimigo de tudo o que é justo, não cessarás de torcer os caminhos direitos de Jeová? Pois bem, eis que a mão de Jeová está sobre ti e ficarás cego, não vendo a luz do sol por um período de tempo’. Densa névoa e escuridão caíram instantaneamente sobre ele, e ele andava em volta buscando homens para o conduzirem pela mão. O procônsul, vendo então o que tinha acontecido, tornou-se crente, pois ficou assombrado com o ensino de Jeová”.

Nos versículos iniciais da Epístola aos Romanos, Paulo de Tarso nos dá uma ladainha da sua própria alegação apostólica e das suas convicções pós-conversão ao falso cristianismo sobre a ressurreição de Jesus, o Cristo. Os seus próprios textos nos dão alguma ideia sobre o que ele pensava da sua relação com o judaísmo, mostrando-se por um lado crítico, tanto teológica como empiricamente, das alegações de superioridade moral ou de linhagem dos judeus, por outro lado defendendo ardorosamente a noção de um lugar especial reservado aos filhos de Israel. Tendo assim, então, mudado completamente os seus conceitos sobre a superioridade dos judeus.

De maneira petulante e grosseira, ele afirmou que recebeu as boas novas não de qualquer um, mas através de uma revelação pessoal do próprio Jesus, o Cristo, daí o motivo dele se considerar independente da comunidade de Jerusalém, no Cenáculo, embora alegasse a sua concordância com ela no que tangia ao conteúdo do Evangelho. Essa mediunidade da vidência e da audição existente em Paulo de Tarso, pois que essa revelação é oriunda do astral inferior, nós vamos encontrar alguns séculos depois, na figura de Maomé, que via e ouvia os anjos, mas que também eram espíritos obsessores quedados no astral inferior, só que inimigos das falanges chefiadas por Jeová.

Quando uma grande fome ocorreu na Judeia, Paulo de Tarso e Barnabé viajaram a Jerusalém para entregar a ajuda financeira da igreja de Antioquia. De acordo com Atos, Antioquia já tinha se tornado um centro importante para os fiéis, após a dispersão dos crentes que se seguiu ao martírio de Estêvão, e foi justamente lá que aqueles que se consideravam seguidores de Jesus, o Cristo, foram chamados de cristãos pela primeira vez, ignorando completamente que eram apenas falsos cristãos, mais propriamente anticristãos.

A teologia da redenção foi um dos principais assuntos abordados por Paulo de Tarso, ensinando que os “cristãos” foram redimidos da lei e do pecado pela morte de Jesus, o Cristo, na cruz e a sua ressurreição, sendo que pela sua morte houve uma expiação e pelo seu sangue a paz foi estabelecida entre o deus bíblico e o homem, vejam só, como se antes da paz houvesse alguma guerra, e havia sim, pois que a intenção de todos esses espíritos trevosos é a destruição da vida na Terra. Ele também afirmou que pelo batismo o “cristão” toma a sua parte na morte de Jesus, o Cristo, e na sua vitória sobre a morte, recebendo gratuitamente uma renovada condição de filho de Jeová, o deus bíblico.

Segundo Ehrman, Paulo de Tarso acreditava que Jesus, o Cristo, iria retornar ainda durante a sua vida, e que os “cristãos” que tinham morrido nesse meio tempo seriam ressuscitados para poder participar do reino do deus bíblico, com os salvos sendo transformados e assumindo formas sobrenaturais. O que o astral inferior não consegue fazer com os seres humanos fracos e obsedados! Jesus, o Cristo, jamais voltará a este mundo, pois que ele já retornou para a sua própria humanidade, na condição do seu Cristo, após a fundação do Racionalismo Cristão, deixando Luiz de Mattos como sendo o chefe da nossa humanidade, como veremos mais detalhadamente quando eu tratar acerca da Cristologia, ainda neste site.

Os ensinamentos de Paulo de Tarso sobre o fim do mundo aparecem muito claramente nas suas epístolas à igreja de Tessalônica, assegurando que os mortos se levantarão primeiro, sendo seguidos pelos que ainda estão vivos. O final dos tempos será uma batalha entre Jesus, o Cristo, e o homem da iniquidade, cuja conclusão será o triunfo final de Jesus, o Cristo. Na realidade, o fim dos tempos é agora, ao final de uma Grande Era que ora se encerra, e o início de uma nova Grande Era que logo deve se iniciar, através da tremenda luta travada entre o Antecristo, aquele que antecede à condição do Cristo, sendo, portanto, o futuro Cristo da nossa humanidade, e não o Anticristo, pois que este ser não existe, sendo apenas uma figura sobrenatural inventada pelos sacerdotes para fazer medo ao povo em geral, o astral inferior e os que são destituídos da boa vontade, ou seja a luta ferrenha do bem contra o mal, na qual todos os seres humanos devem decidir por si em que lado estarão.

Com relação às mulheres, um verso na Primeira Epístola a Timóteo, com esta epístola sendo tradicionalmente atribuída a Paulo de Tarso, é frequentemente utilizada como a maior fonte da Bíblia para que às mulheres seja vedado o sacramento da ordem, além de outras posições de liderança e ministério no falso cristianismo. A epístola a Timóteo é também muitas vezes utilizada pelas igrejas para lhes negar o voto em assuntos eclesiásticos e posições de ensino para o público adulto e também a permissão para o trabalho missionário. A alegativa para isso, vejam só, é que Adão foi formado primeiro que Eva, e que ele não foi seduzido, mas ela sim, que se deixando iludir caiu na transgressão.

Nem a própria História e nem mesmo a Bíblia transmite explicitamente como ou quando Paulo de Tarso desencarnou. De acordo com a tradição dita cristã, ele foi decapitado em Roma durante o reinado do imperador Nero, em meados dos anos 60, na Abadia das Três Fontes, com esse tratamento sendo mais humano, em contraste com a crucificação invertida de Pedro, em função da sua cidadania romana.

No século IV, Eusébio de Cesareia também vem afirmar que Paulo de Tarso foi decapitado durante o reinado do imperador Nero, com este evento tendo sido datado no ano 64, quando Roma foi devastada por um incêndio, ou alguns anos depois, em 67. No entanto, a festa de São Pedro e São Paulo é comemorada em 29 de junho pela Igreja Católica, o que deixa transparecer uma data apenas tradicional para o seu martírio, já que outras fontes apontam uma tradição de que ambos teriam desencarnado no mesmo dia.

O contido em Atos de Pedro, que são apócrifos, diz que Paulo de Tarso sobreviveu a Roma e viajou para o oeste, em direção a Hispânia. Alguns mantêm o ponto de vista de que ele poderia ter visitado a Grécia e a Ásia Menor, após a sua viagem à Hispânia, e que ele pode ter sido finalmente preso em Troas e enviado a Roma para ser executado.

No entanto, o falso cristianismo sustenta que Paulo de Tarso foi enterrado com Pedro na Via Ápia e lá permaneceu até o seu corpo ser levado para a Basílica de São Paulo Extra-Muros, em Roma. Em sua obra Historia Ecclesiastica Gentis Anglorum, Beda escreveu que o papa Vitaliano, em 665, deu algumas relíquias de Paulo de Tarso, incluindo a cruz feita com as correntes que o prenderam, ao rei Oswiu da Nortúmbria, no norte da Inglaterra.

Em junho de 2009, o papa Bento XVI anunciou os resultados das escavações ali realizadas. O sarcófago em si não foi aberto, mas foi examinado por meio de uma sonda e revelou pedaços de incenso e de linho, azul e púrpura, assim como pequenos fragmentos de ossos, que foram datados por Carbono 14 como sendo do século I ou II. De acordo com o Vaticano, isto é uma evidência em favor da tradição de que ali está efetivamente o túmulo de Paulo de Tarso, como também pode ser a evidência de que pode ser efetivamente o túmulo de um dos milhares e milhares que morreram nesse período, sem que o Vaticano esteja realmente falando a verdade.

 

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