13.05.04.03.01- Epicuro

A Era da Sabedoria
8 de outubro de 2018 Pamam

Epicuro encarnou no ano 341 a.C., em Samos, e desencarnou no ano 270 a.C., em Atenas, aos setenta e um anos de idade. O seu sentimento foi muito difundido e numerosos centros epicuristas se desenvolveram na Jônia, no Egito e em Roma, nesta a partir do século I, em que Lucrécio foi o seu maior divulgador.

Aos doze anos de idade Epicuro ficou mais encantado com a Veritologia do que com a Saperologia, apesar de ignorar a existência daquela, e tanto isto procede que ele preferia Demócrito a Platão e Aristóteles. Isto se explica em função da lei da afinidade, através da qual os veritólogos e os seguidores da verdade tendem a formar grupos, ou escolas, como são exemplos as escolas do Período Doutrinário, enquanto que os saperólogos e os seguidores da sabedoria tendem a formar discípulos, em função do princípio da atração, como são exemplos Sócrates, Platão e Aristóteles.

Dizem os estudiosos que de Aristipo de Cirene ele tirou a sabedoria do prazer, em cujo prazer não existe qualquer sabedoria, de Sócrates tirou o prazer da sabedoria e de Pirro tirou a doutrina da serenidade da alma e uma sonora palavra para designá-la: ataraxia. Acompanhou com interesse os ensinamentos do seu contemporâneo Teodoro de Cirene, que pregava abertamente em Atenas o ateísmo, que levara a Assembleia a condená-lo por impiedade, lição que ele jamais esqueceu.

Quando criança, estudou por quatro anos com Pânfilo, que era um platonista, sendo considerado um dos melhores alunos. Certa vez, ao ouvir a frase de Hesíodo de que “todas as coisas vieram do caos”, indagou com argúcia: “— E o caos veio de quê?”. Como Pânfilo não lhe foi de muito agrado, ainda muito jovem o seu pai o mandou para Téos, na costa da Ásia Menor, onde com Nausífanes, discípulo de Demócrito de Abdera, entrou em contato com a doutrina atomista, da qual reformulou alguns pontos. Retornou para a terra natal em 323 a.C., por sofrer de cálculo renal, o que contribuiu para que tivesse uma vida marcada pela dor.

Epicuro ensinou a sua doutrina em Colofonte, Mitilene e Lâmpsaco. Os lampsaquenses se impressionaram a tal ponto com os seus ensinamentos e o seu caráter, que consideraram egoísmo mantê-lo em uma cidade tão remota, então reuniram oitenta minas por meio de subscrição pública, compraram nos arredores de Atenas uma casa com amplos jardins e a deram de presente a Epicuro, para que ali ele residisse e instalasse a sua escola, a qual foi denominada de O Jardim. Em 306 a.C., na idade de trinta e cinco anos, lá fixou residência com alguns amigos, estando sempre cercado por estes e os seus seguidores, lecionando até a sua desencarnação, tendo a sua vida marcada pelo ascetismo, serenidade e doçura.

O mestre veritólogo não fazia qualquer distinção de classe ou de raça, pois aceitava em sua escola tanto as cortesãs como as damas de escol, tanto os escravos como os homens livres, tendo como discípulo favorito o seu próprio escravo chamado de Misis. A cortesã Leôncia se tornou a sua amante e discípula, ao que parece encontrando nele um companheiro tão ciumento como se lhe pertencesse legalmente, e que dele teve um filho e sob a sua benéfica influência escreveu vários livros, cuja pureza de estilo não interferia com a sua moral, aliás, muito apropriada, após o relacionamento com o mestre.

Epicuro viveu uma vida com estoica simplicidade e em prudente recolhimento, tendo como lema lathe biosas, ou seja, viver modestamente. Cumpria à risca o ritual credulário da cidade, para satisfazer aos demais cidadãos, conservando o espírito liberto dos negócios mundanos e evitando qualquer participação em matéria de política. Contentava-se com água e um pouco de vinho, pão e queijo, mas as más línguas, como sempre, diziam que ele se empanturrara enquanto pôde, e que somente se tornara abstêmio quando o seu aparelho digestivo começou a emperrar por excesso de trabalho. No entanto, Diógenes Laércio diz o seguinte sobre o fato:

Mas quem o afirma está enganado, pois são incontáveis as testemunhas da insuperável bondade daquele homem para com todos, tanto para com o seu país, o qual o honrou com estátuas, como para com os seus amigos, os quais, de tão numerosos, não caberiam em cidades inteiras”.

O veritólogo era dedicado aos seus pais, generoso com os irmãos e gentil com os servos, os quais a ele se juntavam nos estudos. Os seus discípulos, diz Sêneca, tinham-no como um deus entre os homens, e após a sua desencarnação adotaram o seguinte lema:

“Vive como se sobre ti estivessem os olhos de Epicuro”.

Consciente de que as conquistas de Alexandre, o Grande, tinham redundado na invasão da Grécia por uma centena de cultos místicos do Oriente, Epicuro adota como princípio a proposição de que a mira da Veritologia, a qual ele ignorava a existência, denominando-a de Filosofia, é libertar o homem do medo, sobretudo do medo dos deuses, mesmo ignorando que estes eram espíritos obsessores quedados no astral inferior. De modo lógico e acertado, não concorda com o credo, porque raciocina e consegue conceber que ela medra na ignorância do sobrenatural, tendendo sempre a aumentar a essa ignorância e a obscurecer a vida com o terror aos espiões celestes, às fúrias implacáveis e aos castigos eternos.

Como que se referindo aos espíritos de luz que integram o Astral Superior e que vivem em seus Mundos de Luz, afirma que os deuses realmente existem e gozam de serena imortalidade em alguma longínqua região interestelar. Mas se afasta um pouco do raciocínio lógico da verdadeira espiritualidade, quando diz que esses deuses são por demais sensatos para se preocuparem com os problemas de uma espécie tão infinitesimal como a humana. O mundo não foi preconcebido e nem é dirigido por eles, ao que indaga: como poderiam tão divinos epicuristas ter criado um mundo tão medíocre, um tão confuso quadro de ordem e desordem, de beleza e sofrimento? Ao que acrescenta: se isto vos desaponta, consolai-vos com a ideia de que os deuses estão longe demais para que vos possam fazer mais mal do que bem, pois não vos podem ver, não vos podem julgar, nem vos podem lançar ao inferno. Quanto aos deuses maus, ou demônios, estes não passam de infelizes fantasias dos nossos sonhos, demonstrando assim ignorar a presença dos espíritos obsessores quedados no astral inferior.

Tendo rejeitado assim acertadamente o credo, o veritólogo também se dispõe a rejeitar a metafísica, só que equivocadamente, ao afirmar que nada podemos saber a respeito do mundo suprassensorial, com a razão devendo se limitar à experiência dos sentidos, considerando assim os sentidos como sendo o meio de se chegar à verdade. Todos os problemas que Locke e Leibnitz iriam debater dois mil anos mais tarde, aqui se encontram concentrados em duas únicas sentenças interrogativas: se o conhecimento não provém dos sentidos, de onde mais poderá provir? E se os sentidos não são o árbitro último dos fatos, como poderemos admitir tal critério na razão, cujos dados provêm dos sentidos?

Para esclarecer a um espírito tão elevado como ele, desperta-me no meu íntimo até a vontade de praticar uma ação impossível, qual seja, a de retroagir no espaço e no tempo, ficar frente a frente com ele, e discorrer longamente sobre a formação do nosso corpo mental, de como vão se desenvolvendo os órgãos que o compõe: o criptoscópio, o intelecto e a consciência; os quais são os formadores da nossa inteligência, sendo o criptoscópio capaz de perceber e captar a todos os tipos de conhecimentos metafísicos acerca da verdade, tanto os veritológicos como os religiosos, e o intelecto capaz de compreender e criar a todos os tipos de experiências físicas acerca da sabedoria, tanto as saperológicas como as científicas, com tudo sendo submetido ao escrutínio da consciência, por onde se alcança e se penetra no valioso templo da razão. Mas se não podemos praticar tal ação impossível em nós despertada, podemos, no entanto, praticar uma que seja possível, qual seja, a de discorrer longamente sobre o mesmo assunto, frente a frente com os espíritos elevados da nossa época, para que todos venham a despertar para a realidade da nossa existência eterna e universal e se espiritualizem.

Para Epicuro, os sentidos não nos proporcionam nenhum conhecimento infalível, com respeito ao mundo exterior, pois eles não conseguem apanhar a coisa objetiva em si, mas apenas os minúsculos átomos que se desprendem de cada uma das partes da sua superfície, deixando sobre os nossos sentidos pequenas impressões da sua natureza e forma. Se, portanto, temos a necessidade de formar uma teoria a respeito do mundo, o que em verdade não é indispensável, o melhor a fazer é aceitar a conclusão de Demócrito, de que nada existe, nada pode ser conhecido, ou mesmo imaginado por nós, a não ser os corpos e o espaço, já que todos os corpos se compõem de átomos indivisíveis e imutáveis. Tais átomos não têm cor, temperatura, som, gosto ou cheiro, tais qualidades são criadas pelas radiações corpusculares dos objetos sobre os nossos órgãos sensoriais. Entretanto, os átomos diferem em tamanho, peso e forma, pois só essa suposição pode explicar a infinita variedade das coisas.

Ao que parece, o veritólogo gostaria de explicar mecanicamente a operação dos átomos, mas em virtude de se interessar mais pela moral do que pela cosmologia da natureza, ansiando por conservar o livre arbítrio como sendo a principal fonte da responsabilidade moral e o esteio da personalidade humana, abandona Demócrito em sua jornada de vida e apenas atribui uma espécie de espontaneidade nos átomos, dizendo que eles se desviam da perpendicular em suas quedas pelo espaço e deste modo entram em combinação para formar os quatro elementos, e por intermédio deles criam a diversidade da cena objetiva.

Epicuro consegue conceber a existência de inúmeros mundos que rolam pelo Universo, mas considera insensato nos interessarmos por eles. Então considera mais sensato fazermos de conta que o Sol e a Lua são tão grandes como parecem ser, apenas isso, e dedicar todo o nosso tempo ao estudo do ser humano.

Nesse estudo, ele considera o ser humano como sendo um produto completamente natural, mas considerando que a vida tenha começado pela geração espontânea e se desenvolvido sem desígnio por meio da seleção natural das formas mais adaptáveis. O espírito é apenas uma forma da matéria. A alma é uma delicada substância material difundida pelo corpo, que pode agir ou sentir apenas por intermédio do corpo, morrendo juntamente com a morte do corpo. Mas a despeito de tudo isso, devemos aceitar o testemunho da nossa consciência imediata de que a vontade é livre, pois do contrário seríamos fantoches sem significação no palco da vida.

E ratificando a sua condição de veritólogo, considera preferível sermos escravos dos deuses do povo a sê-lo do destino dos que seguem a Saperologia. Ignorando naturalmente a existência da Veritologia, e um tanto quanto confuso com a mescla que sempre existiu entre ambas, considera todo assunto transcendental como sendo saperológico, para ele filosófico, mas especifica que a função real da Saperologia não consiste em explicar o mundo, desde que não é possível à parte explicar o todo, mas sim nos guiar na busca da felicidade, pois o que ele tem em vista não é uma série de sistemas e vãs opiniões, mas sim uma existência livre de toda espécie de inquietação.

À entrada da sua escola, O Jardim, estava escrito todo o seu ideal de vida, assim:

Será feliz aqui, ó vós que entrais, porque aqui a felicidade é considerada como o maior dos bens”.

Isto indica que a virtude, em sua doutrina, não é um fim em si mesma, mas apenas o meio indispensável para a consecução da vida feliz. Não é possível uma vida agradável sem a prudência, a honra e a justiça. E nem pode haver vida prudente, honrada e justa que não seja agradável. As proposições certas da sua doutrina são a de que o prazer é bom e a dor é má. Os prazeres sensuais são por si mesmos legítimos e a sabedoria encontrará lugar para eles, mas se podem acarretar consequências más, é preciso escolhê-los com o discernimento que só a inteligência pode nos dá. Vejamos o que ele diz:

Quando, porém, afirmamos que o prazer é o maior bem, não nos estamos referindo aos prazeres dos homens que só pensam no gozo sensual, mas nos referimos aos que libertam o corpo da dor e a alma da intranquilidade. Pois não são as contínuas bebedeiras ou orgias, os prazeres do convívio feminino, ou banquetes de peixes e outras iguarias caras, que tornam a vida agradável, mas a sóbria contemplação que examina as razões do fazer e do não fazer, e despreza as fúteis opiniões de que nasce a maior parte da confusão que perturba a alma”.

Embora trabalhasse mais com a percepção do que com a compreensão, Epicuro considera que esta última não é apenas a mais alta virtude, mas também a mais alta felicidade, pois contribui mais que qualquer outra faculdade para que evitemos a dor e o sofrimento. A sabedoria é a única libertadora, pois nos liberta da servidão das paixões, do temor aos deuses e do pavor da morte; ensina-nos como suportar o infortúnio e como extrair um profundo e durável prazer dos bens simples da vida e dos serenos prazeres do espírito. A morte não é tão feia quando a encaramos com os olhos da inteligência, pois o sofrimento que encerra talvez seja mais curto e mais leve do que os que seguidamente suportamos durante a vida, então são as tolas fantasias com que revestimos a morte que lhe emprestam a maior parte do terror inspirado.

E considera como é pouco aquilo de que precisa o homem sábio para se sentir contente: ar puro, alimentos baratos, casa modesta, um leito, alguns livros e um amigo. Então afirma:

Tudo que é natural é fácil de obter, só as coisas inúteis custam caro”.

Não devíamos dissipar as nossas vidas na ânsia incontida de realizar a todos os desejos que nos passam pela cabeça, pois os desejos podem ser ignorados sempre que o não os satisfazer não nos traga sofrimento. Até mesmo o amor e a paternidade são desnecessários, pois nos trazem prazeres intermitentes e desgostos constantes. Habituar-nos à vida modesta e simples é trilha quase certa para a saúde. O homem sábio não se deixa inflamar pela ambição ou inebriar pela fama, não inveja a boa sorte dos inimigos ou dos amigos, evita a febril excitação da cidade e o tumulto da luta política, procura a calma do campo e encontra a mais certa e profunda ventura na tranquilidade do corpo e do espírito. Por saber controlar aos seus apetites, viver sem pretensões e pôr de lado todos os temores, a natural doçura da vida o recompensa com o maior de todos os bens, que é a paz.

Epicuro também votava à amizade a dedicação que as gerações anteriores haviam votado ao Estado, pois dizia assim:

De todas as coisas que a sabedoria oferece para a construção de uma vida totalmente feliz, a mais importante é a amizade”.

A amizade dos epicuristas se tornou proverbial pela sua constância, já que as cartas do mestre estão cheias de expressões de um grande afeto. Nos seus discípulos, a amizade, essa produção anterior do espírito, que depois se converte na produção do amor, ambas de natureza espiritual, havia uma grande intensidade, pois era tão profundo o carisma do veritólogo que o jovem Colotes, quando a primeira vez em que o ouviu falar, caiu de joelhos, chorou e o louvou como a um deus.

O epicurismo deixou uma longa sucessão de discípulos, tão leais à memória do mestre que durante séculos se negaram a alterar uma só palavra dos seus ensinamentos. Sendo popularmente incompreendido, passou a ser atacado publicamente, mas particularmente aceito em largos círculos da Helade, estendendo-se até Roma. Em 155, dois seguidores do epicurismo foram expulsos de Roma sob a alegação de estarem corrompendo a mocidade. Um século mais tarde, Cícero indagava:

— Por que são tão numerosos os seguidores de Epicuro?

E Lucrécio compunha a mais bela e a mais ampla exposição da doutrina epicurista. A escola teve adeptos até ao reinado de Constantino, com alguns degradando o nome do mestre no baixo epicurismo, mas com outros fielmente ensinando a simples máxima na qual o mestre concentrava a sua doutrina, assim:

Os deuses não devem ser temidos; a morte não pode ser sentida; o bem pode ser assegurado; e tudo o que tememos pode ser vencido”.

João Quartim de Moraes, professor aposentado da Universidade Estadual de Campinas, em sua obra intitulada de Máximas Principais, traduz os principais aforismos que apresentam a moral dos sentimentos de Epicuro, aos quais alguns que representam a sua síntese serão expostos a seguir, na forma como traduzidos pelo estudioso, com um breve comentário:

Aquele que é plenamente feliz e imortal não tem preocupações, nem perturba aos outros; não é afetado pela cólera ou pelo favor, já que tudo isso é próprio à fraqueza”.

Como o veritólogo se refere a uma felicidade plena e a imortalidade, parece que está se referindo aos espíritos de luz que integram o Astral Superior e que vivem em seus Mundos de Luz, já que afirma, deve-se repetir, que os deuses existem e gozam de serena imortalidade em alguma longínqua região interestelar. Mas se afasta um tanto da espiritualidade, quando diz que esses deuses são por demais sensatos para se preocuparem com os problemas de uma espécie tão infinitesimal como a humana, a qual é afetada pela cólera e outros, próprios da fraqueza. O mundo não foi preconcebido e nem é dirigido por eles, ao que indaga: como poderiam tão divinos epicuristas ter criado um mundo tão medíocre, um tão confuso quadro de ordem e desordem, de beleza e sofrimento? Ao que acrescenta: se isto vos desaponta, consolai-vos com a ideia de que os deuses estão longe demais para que vos possam fazer mais mal do que bem, pois não vos podem ver, não vos podem julgar, nem vos podem lançar ao inferno.

É impossível viver prazerosamente sem viver prudentemente, belamente e justamente, nem viver prudentemente, belamente e justamente sem viver prazerosamente. Aquele que está privado daquilo que permite viver prudentemente, belamente e justamente, não pode viver feliz, mesmo se for correto e justo”.

É necessário compreender a distinção entre os desejos naturais e os desejos inúteis, infundados ou denominados de frívolos. Para Epicuro, o desejo se origina de uma falta, que pode partir tanto da natureza, que são os desejos naturais, como de uma opinião falsa, os desejos frívolos. Os desejos podem ser divididos nos seguintes:

  1. Desejos naturais e necessários: são os desejos que livram o corpo das dores da fome e da sede;
  2. Desejos naturais e não necessários: são os desejos que surgem da vontade de variar, por exemplo, o alimento ou a bebida, para também variar o prazer do corpo;
  3. Desejos não naturais e não necessários: são os que nascem de uma opinião falsa sobre o mundo, incentivados por vaidade, orgulho ou inveja.

 

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