13.02- A pedofilia na classe sacerdotal

Prolegômenos
11 de junho de 2018 Pamam

A nossa humanidade ainda é por demais ignorante acerca da espiritualidade, por isso consideram a todos os desvios de comportamento como se fossem transtornos psiquiátricos, quando, na realidade, a própria psiquiatria é um transtorno para a nossa humanidade, em razão dos seus profissionais de nada saberem acerca dos próprios desvios de personalidade.

A pedofilia, também denominada de paedophilia erotica, ou pedossexualidade, é considerada como sendo um transtorno psiquiátrico, em que um adulto, ou mesmo um adolescente mais velho, sente uma atração primária ou exclusiva por crianças pré-púberes, geralmente situadas abaixo dos 11 anos de idade, em que os diagnósticos médicos classificam a pré-puberdade até os 13 anos de idade. Para os clínicos em geral, um indivíduo que é diagnosticado com pedofilia deve ter ao menos 16 anos de idade, mas adolescentes devem ser pelo menos cinco anos mais velhos que a criança pré-púbere para que a atração possa ser realmente diagnosticada como pedofilia.

No Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o DSM-5, é denominado como sendo transtorno pedófilo o que define a pedofilia como uma parafilia, cuja palavra assume o significado de um determinado padrão de comportamento sexual, no qual, em geral, a fonte predominante de prazer não se contra na cópula, mas em alguma outra atividade, tal como no objeto do desejo sexual, ou seja, no tipo de parceiro, como, por exemplo, a efebofilia, que é uma preferência sexual na qual um adulto sente uma atração sexual primária por adolescentes, que no caso em questão os adultos, ou adolescentes com 16 anos de idade, ou mais velhos, têm impulsos sexuais intensos e recorrentes em relação às crianças. A Classificação Internacional de Doenças, o CID-10, define como sendo uma preferência sexual por crianças pré-púberes ou no início da puberdade.

Já no uso popular, a palavra pedofilia muitas vezes é aplicada a qualquer interesse sexual por crianças, ou então ao ato de abuso sexual infantil. Assim, o uso popular acaba por mesclar a atração sexual pedófila com o ato de abuso sexual infantil, não fazendo corretamente a distinção entre atração por pré-púberes, por púberes ou por menores pós-púberes. Os estudiosos do assunto recomendam que estes usos imprecisos do termo sejam evitados, porque, embora as pessoas que cometem abuso sexual de crianças, por vezes apresentem o distúrbio, então o criminoso que comete um abuso sexual infantil não pode ser chamado de pedófilo, a menos que tenha um interesse sexual exclusivo por crianças pré-púberes.

A pedofilia foi reconhecida e classificada formalmente pela primeira vez no final do século XIX. Mas a partir da década de 1980, uma quantidade significativa de pesquisas na área vem ocorrendo sistematicamente. Embora a maior parte dos registros se refiram diretamente aos homens, há também mulheres que apresentam esse desvio de natureza sexual, por isso os pesquisadores supõem que as estimativas disponíveis não representem o verdadeiro número de pedófilos do sexo feminino.

Os médicos deveriam partir do princípio de que toda doença tem cura, desde que se descubra a sua causa e se ministre o remédio adequado que venha a agir sobre a causa, e não sobre o efeito, principalmente porque as causas de todas as doenças são espirituais, e não físicas, como provarei ainda nestes Prolegômenos, quando tratar ao seu respeito no tópico relativo ao astral inferior, e como provarei cientificamente quando delas tratar nas obras que dizem respeito aos Prolegômenos e ao Sistema, contida no site pamam.com.br. Daí a razão pela qual as causas da pedofilia ainda não foram conclusivamente estabelecidas, pois que os clínicos procuram os transtornos em agressores sexuais de crianças fazendo correlações com várias anormalidades neurológicas e com patologias psicológicas, malhando sempre em ferro frio, em conformidade com o que diz o linguajar popular.

Para os psiquiatras não existe a cura para a pedofilia, existindo apenas algumas terapias que podem reduzir a incidência com que um paciente possa cometer um abuso sexual infantil. Nos Estados Unidos, os criminosos que são diagnosticados com algum transtorno mental, particularmente a pedofilia, podem ser submetidos a tratamento involuntário de modo permanente, que dizer, são tratados compulsoriamente, mas sem qualquer resultado satisfatório que venha promover as suas curas.

Todos sabem que os atos sexuais entre adultos e crianças, quer sejam resultantes do coito ou não, caracterizam um dos crimes mais abomináveis que alguém possa imaginar, se não o mais abominável de todos os crimes, quando a consciência enegrecida de uma pessoa adulta mancha indelevelmente a ingenuidade de uma criança inocente, em que esse tipo de crime se encontra na legislação penal de quase todos os países. Em muitas nações, o assédio sexual às crianças por qualquer meio, inclusive a internet, constitui também um crime. Outras práticas correlatas, também abomináveis, tais como divulgar a pornografia infantil, ou mesmo fazer a sua apologia, também configuram crimes que assim são classificados em muitos países.

Em 1989, a Convenção Internacional Sobre os Direitos da Criança, aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, define que os países signatários devem tomar todas as medidas legislativas, administrativas, sociais e educativas adequadas à proteção da criança, inclusive no que se refere à violência sexual.

Na verdade, deixando de lado a extrema ignorância médica, notadamente a psiquiátrica, a pedofilia é um tipo de obsessão, aliás, de uma tremenda obsessão. Os espíritos obsessores quedados no astral inferior observam nas auras dos seres humanos mais fracos todas as suas tendências, tornando-se cientes daqueles que são mais afins às suas ações malévolas. A partir daí, então, eles começam a intuir as suas vítimas para aquilo que desejam realizar, em conformidade com as suas afinidades, no caso em questão a pedofilia, iniciando-se a obsessão, cujos ataques são intermitentes e incessantes, até que se consiga o controle pleno sobre a vítima, sem que esta venha a se aperceber daquilo que com ela está ocorrendo. Até que eles conseguem lograr êxito em seu intento malévolo, formando o ambiente fluídico favorável às suas maldades, quando então a vítima se torna um instrumento dócil às suas intuições.

Esta é a verdadeira causa da pedofilia, cujo tratamento é o afastamento em definitivo da falange obsessora, em que a cura somente pode ser realizada totalmente quando o corpo fluídico da vítima estiver completamente limpo, o que nada tem a ver com o palavrório improfícuo e sem sentido dos psiquiatras. Este tratamento somente pode ocorrer através das vibrações magnéticas, das radiações elétricas e das radiovibrações eletromagnéticas, que devem ser realizadas nas casas racionalistas cristãs e nos lares dos obsedados, ou onde eles se encontrem em tratamento clínico. Note-se que os espíritos obsessores não são os únicos culpados, pois que a vítima também é igualmente culpada, por ser afim a esses espíritos, e o tratamento somente pode ser eficaz se a vítima manifestar realmente vontade em se curar, exercitando a sua vontade para a cura completa. A evolução espiritual é difícil e complexa, requer um imenso esforço e uma grande força de vontade, para que assim possa ser reconhecido o seu grande valor.

Eu posso convictamente partir do princípio de que toda a classe sacerdotal é tremendamente obsedada. O arrebanhamento que ocorre por parte dos credos e das suas seitas aos seres humanos fracos e pouco raciocinadores, conta sempre e invariavelmente com o auxílio dos espíritos quedados no astral inferior, que intuem a esses seres humanos fracos e pouco raciocinadores para que passem a frequentar as suas igrejas, e assim eles ficam envoltos em um ambiente fluídico pesado, trevoso, deletério, tornando-se instrumentos dóceis aos desejos inconfessáveis de todos os sacerdotes.

A classe sacerdotal, principalmente os seus integrantes que fazem parte das igrejas evangélicas, é mais do que ciente das ações desses seus auxiliares obsessores, pois muitos sacerdotes são médiuns videntes e ouvintes, por isso quando nas suas pregações, principalmente nas televisivas, eles mandam que os seus ouvintes ponham de lado um copo com água, e depois venham a bebê-lo. Quando os ouvintes põem os copos com água aos seus lados, estando atentos às pregações sacerdotais, forma-se uma corrente negra, trevosa, deletéria, através da qual os espíritos obsessores agem no sentido de espargir os seus fluidos pestilentos nesses copos com água. Ao bebê-los, os ouvintes ficam com os seus corpos fluídicos impregnados desses fluidos pestilentos, tornando-se assim vítima dessa artimanha e desse ardil sacerdotais.

De modo incontestável, a classe sacerdotal é formada por espíritos atrasadíssimos, pois toda ela é composta por seres humanos mentirosos, artimanhosos, ardilosos, velhacos, sem escrúpulos, que somente visam aos seus próprios interesses sacerdotais, colocando acima de tudo o poder que exerce sobre os seus arrebanhados, tornando-os uns verdadeiros cretinos, para que possam extorqui-los, assaltando as suas bolsas. Sendo totalmente destituídos de moral e de ética, sem a mínima honra ou qualquer resquício de dignidade, a falta de caráter sempre fala mais alto, por isso todos os sacerdotes possuem desvios de personalidade, sendo capazes de tudo, inclusive de praticar o mais hediondo dos crimes: a pedofilia.

Tanto os pais como as mães são os grandes responsáveis pelos seus filhos, em todos os sentidos. Mas as mães devem ser as principais educadoras dos seus filhos no ambiente sagrado do lar, sendo secundada pelos pais, pelo fato delas serem as rainhas do lar. Enquanto que os homens são os principais educadores dos seus filhos no ambiente caótico do mundo, sendo secundado pelas mães, pelo fato deles serem os reis do mundo.

É certo que quase todos julgam aos outros por si, e que a boa-fé é muito importante para harmonizar a convivência entre os homens. Mas tudo tem um limite. Quantas e quantas vezes nós agimos de boa fé e somos enganados pelos nossos semelhantes, que se fazendo de amigos guardam em si intenções ocultas de natureza maldosa? Nós mesmos podemos até estar sujeitos a essas intempéries da vida. Mas os nossos filhos não! Ainda quando crianças, eles se encontram sob a nossa inteira e total responsabilidade, e nós devemos zelar ao máximo pela segurança daqueles a quem nos responsabilizamos cuidar quando em plano astral superior.

Eu vou narrar um fato que aconteceu comigo, para que através dele todos possam constatar o ardil, a artimanha, o estratagema, a matreirice, daqueles que são destituídos de caráter e que possuem desvios de personalidade, a fim de que possam de fato se precaver contra todos eles, no que estão incluídos os sacerdotes.

Eu tinha um amigo de infância que aparentava ser um adolescente normal, pois que nas nossas rodas de conversa ele conseguia se integrar naturalmente. Tornamo-nos adultos. Na fase adulta eu tomei conhecimento da sua inclinação sexual por adolescentes, não sendo ele assim considerado como sendo realmente um pedófilo para os clínicos, mas que para mim não deixa de ser. Às vezes quando com ele me encontrava, constatava que em sua companhia se encontravam sempre adolescentes. Eu o cumprimentava e seguia adiante o meu caminho.

Com o intuito inconfessável de se aproximar cada vez mais dos adolescentes, ele passou a ensinar basquete exatamente para a faixa etária juvenil, tendo inclusive fundado uma escolinha para ensinar basquete aos juvenis em um clube que havia sido alugado por um sobrinho seu, que tinha uma empresa de turismo, em que nesse clube havia uma quadra.

Por um lado, ele sabia do meu temperamento, sendo mais do que ciente de que eu era um homem disposto, e até animoso. Por outro lado, ele também sabia da minha vida noturna, pensando então, equivocadamente, que eu era omisso em relação aos meus filhos, que somente ligava para as minhas farras, e nada mais. Assim, ardiloso e matreiro tal qual um sacerdote, procurou a minha esposa, que hoje é a minha ex-esposa, e através dela fez um convite para que o meu filho mais velho, que na época era adolescente, fosse treinar basquete com ele. Ela então foi falar comigo da possibilidade do nosso filho passar a treinar basquete. Eu apenas lhe falei que por hipótese alguma o nosso filho iria treinar basquete com aquele depravado. E mais nada falei.

Tendo ficado um tanto revoltado pelo fato daquele meu conhecido de muitos anos haver assediado indiretamente ao meu filho, sem demonstrar o mínimo respeito para comigo, e também sem demonstrar o mínimo de consideração pelo nosso relacionamento de muitos anos, dispus-me, de imediato, a tomar satisfações pessoais com ele. Eu sabia, de antemão, que não chegaria ao ponto de lhe dar uma boa sova, pois que ele iria mentir descaradamente, acovardando-se, negando as suas intenções inconfessáveis, e eu não bato em quem se acovarda e não reage à altura com a devida hombridade.

E assim, indignado, entrei no meu carro e me dirigi diretamente ao clube, onde lá ele mantinha a sua escolinha de basquete. Procurei por ele em todas as suas dependências, não logrando encontrá-lo. Então, sentado a uma mesa, eu avistei o seu sobrinho. E para lá me dirigi. Sem mesmo me sentar, de pé, com o semblante alterado, eu indaguei:

— Cadê o safado do seu tio?

Assustado com a minha expressão e com o tom agressivo da minha voz, e, ao mesmo tempo, aliviado pelo fato de não ser ele o alvo da minha investida, ele respondeu:

— Ele não está aqui no clube.

Então com a mesma expressão e o mesmo tom de voz, eu severamente lhe disse:

— Olhe aqui, diga ao safado do seu tio, que da próxima vez que ele tentar se aproximar do meu filho, eu não vou mais lhe dar uma surra não, dou-lhe um tiro na testa.

E sem mais nem menos, sem dizer mais uma única palavra, eu me retirei do recinto. E ele calado escutou, e calado ficou, apenas deveras constrangido com a situação. Mas o fato é que esse ser humano infeliz nunca mais procurou o meu filho para o que quer que fosse. Depois disso tudo, eu fui conversar com o meu filho, e lhe explicar as maldades do mundo.

Estando agora devidamente alertados, os pais e as mães que entregarem os seus filhos nas mãos sacerdotais estarão cometendo um crime contra os seus próprios filhos, um crime de natureza culposa, não dolosa, pois que estão sendo omissos com as suas funções de zelar pelas suas proles. Note-se que esse meu conhecido utilizou como logro para as suas trapaças de cunho depravatório a sua escolinha de basquete, escondendo-se de maneira vil e torpe por trás da função de instrutor juvenil, enquanto que a classe sacerdotal utiliza o credo ou a seita que ministra e a sua igreja, escondendo-se de maneira vil e torpe por trás da função de sacerdote e da batina, quando por conveniência a usa.

 

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