13.02.01- A pedofilia no judaísmo

Prolegômenos
11 de junho de 2018 Pamam

Os meios de comunicação que são dominados por judeus e evangélicos são rápidos e precisos para dramatizar a pedofilia que existe entre os sacerdotes católicos, enquanto tentam censurar as pedofilias que existem entre os seus sacerdotes. A maioria dos magnatas da mídia que fundaram Hollywood e das três grandes redes de televisão eram imigrantes ou filhos de judeus, provenientes de comunidades predominantemente de judeus ortodoxos da Europa Oriental. Mas os fatos cotidianos nos mostram que dificilmente se passa uma semana sem que ocorram acusações de rabinos e pastores na sedução sexual de menores. No que tange à pedofilia judaica, esta tem raízes profundas e antigas no Talmude, que remontam à antiguidade.

Em 600 a.C., aproximadamente, na Babilônia, após o exílio de Nabucodonosor, os sacerdotes do judaísmo já se envolviam com a pedofilia, pois que a Babilônia foi considerada como sendo o centro da degeneração humana da antiguidade. E por muitos séculos a maior parte da população judaica se conservou dentro desse centro degenerativo. Segundo os estudiosos, os sacerdotes babilônicos diziam ser dever credulário a inclusão do sexo regular com as prostitutas do templo, com essa prática sendo por todos tolerada, daí a razão pela qual os babilônios dificilmente se importarem se um rabino se casasse com uma menina de apenas 3 anos de idade. Já no século XI, com a expulsão dos judeus, principalmente para os países ditos cristãos ocidentais, a intolerância dos gentios — os que não eram judeus — à pedofilia, possibilitou que houvesse um certo paradeiro no procedimento desse procedimento baixo, vil e torpe.

Simeon ben Yohai, um rabino do século II, sendo considerado um dos maiores rabinos do judaísmo e um dos criadores da Kabbalah, romanizada como Cabala, que literalmente significa receber, tradição, que consiste em um método esotérico, cuja disciplina e escola de pensamento se originou no judaísmo, sancionou esse rabino a permissão para se molestar crianças, a pedofilia de crianças tão jovens quanto de três anos de idade. Nas profundezas negras da sua alma, ele proclamou ao mundo: “Um prosélito que se encontra com a idade de três anos e um dia, tem a permissão para se casar com um sacerdote”. E aqui se pode claramente constatar que devem ser evitadas as idas a qualquer antro sacerdotal que se denomina igreja, sinagoga, mesquita, templo, ou seja lá o nome que se venha dar aos antros sacerdotais.

Os rabinos subsequentes se referem a essa aprovação de Simeon ben Yohai como halakah, o órgão coletivo dos judeus, de onde emanam as leis credulárias derivadas da escrita e da Torá oral, subsequentemente talmúdica e as leis rabinas, assim como os costumes e as tradições compilados no Shulchan Aruch, literalmente “mesa preparada”, sendo mais comumente conhecido como Código da Lei Judaica. Mas a pergunta que se deve fazer é a seguinte: tendo sido Simeon ben Yohai defensor do crime de pedofilia, esse crime monstruoso tem sido rejeitado pelos judeus modernos? A resposta é não. Hoje em dia, em Israel, terra natal de Simeon ben Yohai, milhares e milhares de judeus ortodoxos e ultraortodoxo se reúnem anualmente para os dias e as noites de cantos e danças em sua memória.

Mas a prática pedófila judaica é também abundante no Talmude, pois que ocupa uma parte considerável dos tratados Kethuboth e Yebamoth, sendo até apoiada com certo entusiasmo pelo trabalho oficial definitivo do Talmude, no Tratado do Sinédrio.

Com base no Talmude, os rabinos se tornaram notórios pelas suas minuciosas tergiversações em debates, sempre com rodeios, mas eles compartilham o consentimento sobre o seu direito de molestar meninas com 3 anos de idade, em contraste com muitas das suas opiniões postas em debate, pois dificilmente uma posição de dissidência venha a se levantar contra essas suas opiniões dominantes, as quais expressam em muitas passagens claras que a pedofilia não é apenas uma prática normal, mas também bíblica, tal como se os rabinos tivessem encontrado uma fonte de verdade divina, cuja autoridade se sobrepõe sobre todos os debates.

Os credos e as suas seitas são tão nocivos e prejudiciais à nossa humanidade, que no caso do credo judaico, os seus sacerdotes que se tornam autoridades talmúdicas e por isso sancionam a pedofilia, alcançam posições renomadas e tão destacadas, que conseguem tornar enfatizada essa prática tão nociva, e nem mesmo os tradutores da edição Soncino do Talmude, de 1936, ousaram inserir pelo menos uma nota qualquer como repúdio, ou mesmo uma pequena crítica em relação ao fato, limitando-se apenas a comentar que “O casamento, é claro, era, então, em uma idade muito mais cedo do que atualmente”. E, de fato, a nota de rodapé 5 do Sinédrio 60b rejeita o direito dos rabinos talmúdicos de discordarem desse aval de cunho depravatório, por ser de natureza pedófila, posto por Simeon ben Yohai.

Que o querido leitor possa aqui constatar como esses livros ditos sagrados são extremamente perigosos e nocivos ao povo em geral, além de profundamente mentirosos, pois que os bandidos sacerdotes moldam as suas passagens em conformidade com as suas malévolas intenções, tanto no sentido de adquirir poderes entre os seus arrebanhados, como de angariar riquezas assaltando as suas bolsas. E mais: para que através desses livros perigosos, nocivos e mentirosos venham a justificar todas as suas ações abomináveis. Veja só:

Os fariseus — relativos a ou membros de grupo religioso judaico, surgido no século II a.C., que viviam na estrita observância das escrituras religiosas e da tradição oral; o grupo foi acusado de formalista e hipócrita pelos Evangelhos — justificam o estupro de crianças sob a alegativa esdrúxula de que um menino de nove anos ainda não é um homem, e assim eles o isentam da lei mosaica do deus bíblico, como que o liberando para as práticas pedófilas, parecendo até inacreditável para os homens de bem. Mas é justamente isso que eles fazem, tomando por base a passagem bíblica que se encontra em Levítico 18:22, da seguinte maneira: “E não te deves deitar com um homem como se deita com uma mulher; é abominação”. Uma passagem no Talmude dá a permissão para uma mulher que molestou ao seu próprio filho possa se casar com um sumo sacerdote, quando diz que “Todos concordam que a relação de um menino com idade de nove anos e um dia é uma relação real; enquanto que a de um menor do que oito anos não é”, mas isso porque sendo sexualmente ainda imaturo, uma criança ainda não reúne o corpo mental desenvolvido, não podendo, pois, condenar o infrator, seja moralmente, seja legalmente.

Meu Deus! Se essa figura do Satanás realmente existisse, todos os sacerdotes poderiam ser considerados como sendo os seus verdadeiros e legítimos demônios. E muitos deles não deixam realmente de sê-los, pois que seguem a Jeová, o deus bíblico, que pode ser considerado até como muito pior e bem mais malvado do que o próprio mito do Satanás.

No judaísmo, a sua perversão pedófila permeia em todos os sentidos, até mesmo nas suas contradições, pois em contraste com a máxima de Simeon ben Yohai de que o sexo com uma menina é permitido com idade superior a 3 anos e 1 dia, vem o ensino geral do Talmude afirmando que o rabino deve esperar até um dia depois do seu terceiro aniversário, quando ela poderia ser tomada em casamento simplesmente por intermédio do ato do estupro, pois que disse o rabino José, como se estivesse com o “cão nos couros”, assim como falam os populares, conforme consta em Sanh. 55b, e também como consta em Yeb 57b, em Sanh. 69a, 69b, também discutido em Yeb 60b, e neste em sua nota de rodapé, assim nesta mesma ordem:

Venha e ouça! Uma donzela acima de três anos e um dia pode ser tomada em casamento por coito e se o irmão de seu falecido marido coabitar com ela, ela se torna sua”.

Uma menina de três anos e um dia de idade pode ser desposada por coabitação”.

Uma donzela com idade de três anos e um dia pode ser tomada em casamento pelo coito, e se o irmão de seu falecido marido coabitou com ela, ela se torna sua”.

Foi ensinado: R. Simeon b. Yohai declarou: Um prosélito que está sob a idade de três anos e um dia tem permissão para se casar com um sacerdote, pois é dito, mas todas as meninas que não conheceram homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós, e Phineas (que era padre, digo eu) certamente estava com eles”.

… aptas para coabitação… Mas todas as meninas, que não conheceram homem, deitando-se com ele, deve-se concluir que a Escritura fala de alguém que está apto para a coabitação

Nesse exemplo de Phineas, que era um sacerdote, ele mesmo se casou com uma virgem ainda criança, com apenas 3 anos de idade, sendo considerado pelo Talmude como prova de que crianças nessa tenra idade são “adequadas à convivência”.

Em relação à pedofilia praticada pelo sexo feminino, o Talmude ensina que o abuso sexual de um menino de 9 anos de idade por uma mulher adulta “não é um ato sexual”, por isso ele não pode “jogar a culpa” sobre ela, porque o menino não é verdadeiramente um “homem”. No entanto, os sacerdotes judaicos se utilizam de um argumento inverso para sancionar o estupro de meninas com idade de apenas 3 anos e um dia, quando afirmam que essas crianças são vistas como “mulheres”, sexualmente maduras e totalmente responsáveis para cumprir com todas as exigências do casamento.

É tanta safadeza que permeia no meio da classe sacerdotal, que pode até dar engulhos nos homens honrados, mas não neste ratiólogo, pois que eu vim para este mundo preparado para tudo, e até para algo mais, caso fosse preciso. Eu sei perfeitamente avaliar toda a extensão do mal que cabe a cada uma das humanidades, e sei também que os seres humanos são capazes de tudo, de praticar todo e qualquer tipo de maldade, notadamente porque são invariavelmente insuflados pelos espíritos obsessores quedados no astral inferior para as práticas de todos os tipos de males. Por isso, eu não perco a minha serenidade, pois que sou ciente de que o mal tem que existir, para que assim o bem possa também existir, contrapondo-se a ele, e o levando de vencida.

Mas a questão que eu quero aqui esclarecer diz respeito à extensão do mal, ao seu limite, ao tempo que a sua prática deva ser extinta do seio da nossa humanidade, cedendo o seu lugar para a prática do bem. E estamos no limiar deste tempo. Estamos todos postos no final de uma Grande Era, prestes a adentrar em uma nova Grande Era, quando, invariavelmente, neste ponto de transposição de uma Grande Era para outra, destaca-se no seio da nossa humanidade, notadamente entre os maus, a mais sórdida vilania. E como os tempos são chegados para que nós possamos erguer um novo edifício social alicerçado sobre bases sólidas, cujos pilares de sustentação são a verdade e a sabedoria, estando ambas coordenadas pela razão, toda essa sórdida vilania tenderá aos poucos a se extinguir, até que venha a se extinguir de vez, quando então os seres humanos terão um novo viver, com as suas condutas de vida sendo esteadas com base na moral decorrente da verdade e na ética decorrente da sabedoria, com todos se tornando aos poucos educados, para que assim, e somente assim, possa realmente haver paz e harmonia entre todos os seres humanos, com vistas à ordem e ao progresso de toda a nossa humanidade.

E tudo isso somente o Racionalismo Cristão pode proporcionar, por intermédio do esclarecimento espiritual, já que foi por seu intermédio que a verdade, a sabedoria e a razão aportaram no seio da nossa humanidade, desvendando os segredos da vida e os enigmas do Universo. Estamos todos adentrados no final dos tempos, no Juízo Final, sendo este o momento em que toda a nossa humanidade vai se espiritualizar, quer queira, quer não, pois que todos os seres humanos, compulsoriamente, terão que sair da fase da imaginação em que se encontram, deixando de raciocinar através das representações de imagens, combinando-as, e adentrar na fase da concepção, racionando através das formulações de ideias, associando-as, que não podem ser divergentes, mas sim convergentes em cada uma das coordenadas universais.

Sendo insensíveis aos sofrimentos alheios, procurando sempre satisfazer às suas próprias panças, em todos os sentidos, os sacerdotes se tornam insensíveis até aos traumas das crianças que são por eles molestadas. No caso do judaísmo, para isentar aos seus sacerdotes de qualquer reparação em função das suas práticas pedófilas, o Talmude diz que uma vítima de reparação de estupro deve esperar até ser maior de idade antes de existir qualquer possibilidade de restituição, devendo provar que viveu e que também viveria como uma judia devota, e assim protestar contra a perda da sua virgindade na mesma hora em que atinge a maioridade, e quando “Assim que ela se torna maior de idade em uma hora e não protesta, ela não pode protestar mais”. Devendo-se aqui observar atentamente para a questão de que a vítima, ao provar que viveu e que também viveria como uma judia devota, desde criança, o seu corpo mental de há muito já vem convivendo com as regras judaicas, não tendo ela mais condições psicológicas para protestar contra os abusos sexuais sofridos na infância. O quão artimanhosos e ardilosos são esses sacerdotes, meu Deus!

Além disso, o Talmude defende essas medidas rigorosas como sendo necessárias para evitar a possibilidade de que uma criança noiva e gentia venha a se rebelar contra o judaísmo, lançando mão das indenizações a ela concedidas como uma idólatra, sendo isso considerado pelos sacerdotes como sendo uma blasfêmia impensável. Mas, de qualquer maneira, os direitos da criança não se tornam realmente de maiores consequências, uma vez que “Quando um homem adulto tem relações sexuais com uma menina, não é nada, porque quando uma menina é menor do que isso (acima de três anos e um dia, digo eu) é como se colocar o dedo no olho”. A nota de rodapé diz que como as “lágrimas vêm aos olhos de novo e de novo, então a virgindade volta para a menina com menos de três anos”.

Na realidade, os sacerdotes judaicos pedófilos e estupradores tentam de todas as maneiras justificar o injustificável, apelando para o seu livro tido como sendo sagrado, assim como também apelando para a autoridade rabínica sacerdotal, na ânsia das suas autopreservações perante o mundo, se não, perante a própria comunidade judaica, por essa razão o Talmude não pode deixar de ratificar a realidade da inocência das crianças vítimas de pedofilia dos sexos masculino e feminino, mas também considerando a inocência sacerdotal, para que assim ambas as partes envolvidas na pedofilia venham a ser inocentes. Tal condição esdrúxula, é considerada pelos sacerdotes judeus, vejam só, como sendo uma prova do incrível avanço moral do Talmude e uma imensa benevolência para com as crianças, pois eles dizem que contrasta favoravelmente com as sociedades primitivas, onde as crianças eram apedrejadas junto com o adulto estuprador. É sim, estarrecedor, mas, infelizmente, é a verdade!

É certo que a pedofilia sempre existiu em todos os tempos e em todos os setores da vida. Mas eu estou aqui me referindo à classe sacerdotal, que dentre todas as classes é a que mais pratica a pedofilia, e que ainda se arvora de serem os seus integrantes os ministros de um certo deus, especialmente de Jeová, o deus bíblico, chamando-o de pai, em imitação grotesca e estúpida a Jesus, o Cristo, que em função do seu elevadíssimo estágio evolutivo conseguiu contemplar ao verdadeiro Deus, chamando-o verdadeiramente de Pai, e o ditado popular vale tanto para um lado como para o outro, pois tal pai, tal filho, e tal Pai, tal filho.

Em relação às minhas experiências científicas, apenas dois procedimentos eu jamais me sujeitaria, servir-me de mulher para quem quer que fosse e desencarnar aos meus semelhantes. O primeiro procedimento é impossível, mas o segundo, caso eu flagrasse um sacerdote estuprando uma criança, não importando o sexo, eu o desencarnaria de imediato, não com a utilização de alguma arma letal, mas sim com as próprias mãos.

Conforme se encontra no Yeb. 60b, o estupro de crianças sempre foi praticado nos mais altos círculos do judaísmo, pois que essa classe sacerdotal sempre foi desavergonhada em todos os campos da vida, vejamos o que diz essa passagem rabínica:

Havia numa certa cidade na terra de Israel uma legitimidade que seus habitantes estavam disputando, e ‘O rabino’ enviou R. Romanos, que conduziu um inquérito e encontrou nele a filha de um adepto que estava sob a idade de três anos e um dia, e o rabino declarou seu direito de viver com um padre”.

A nota diz que a criança era “casada com um padre”, e o rabino simplesmente lhe permitiu viver com o “marido”, que na verdade era um sacerdote estuprador, mantendo assim o halahah, bem como a máxima de Simeon ben Yohai, que “Um prosélito, que está sob a idade de três anos e um dia, tem permissão para se casar com um sacerdote”. Quando afirmo que os sacerdotes tornam os seus arrebanhados uns verdadeiros cretinos, eu estou sendo até um tanto generoso para com esses fiéis, pois que além disso são também uns verdadeiros imbecis, uns autênticos idiotas, pois que se tornam cúmplices inconscientes dos crimes sacerdotais, cometendo crimes culposos, pois que levar as crianças para os antros perniciosos das igrejas sacerdotais significa se colocar ao lado do mal, na tremenda guerra que o bem trava contra ele, sendo, portanto, um crime de lesa-humanidade, em conformidade com a realidade da vida.

E a imundície, a nojentice, a repugnância dessas depravações e degenerações sacerdotais, que dizem respeito ao judaísmo, continuam céleres, de forma contínua, insistente, pois que em Yeb. 12b os rabinos vêm confirmar que as crianças-noivas devem se apresentar voluntariamente para o sexo, e que tendo 11 anos e um dia, uma menina não está autorizada a utilizar um contraceptivo, mas “deve levar em seu ato conjugal da maneira usual”.

No Sinédrio 76b, uma bênção, que não passa de uma invenção sacerdotal que não serve para coisa alguma, a não ser para acretinar ainda mais aos seus arrebanhados, é dada ao homem que casa os seus filhos antes que eles atinjam a idade da puberdade, e, por outro lado, uma maldição é dada ao homem que espera mais tempo. E assim ocorre realmente no meio trevoso do judaísmo, quando da incapacidade de um homem de haver casado uma filha pelo tempo que ela tinha 12 anos e meio, quando o Talmude diz que é tão tuim quanto aquele que “devolve um artigo a um Cuthean”, ou a um gentio, sendo um ato para o qual “o Senhor não vai poupá-lo”, em que na mesma passagem está escrito que “…é meritório casar os filhos enquanto menores”.

Desde a antiguidade, torna-se praticamente impossível enumerar os incontáveis casos de pedofilia ocorridos no seio do judaísmo, sendo também incontável o número de meninas que foram abusadas sexualmente pelos seus sacerdotes, principalmente durante o auge dos seus procedimentos pedófilos. Esses abusos sexuais infantis, tornadas legalizadas as suas práticas dentro do judaísmo, notadamente a partir do século II, continua até aos dias de hoje.

É indiscutível que os rabinos, tendo legalizado o sexo com crianças no seio do judaísmo, realmente passaram a praticar aquilo que legalizaram e que também pregaram. Como já é do conhecimento de todos, Simeon ben Yohai é um dos sacerdotes judeus mais depravados e degenerados que existe na história do judaísmo, mas não o mais de todos, pois que todos pertencem à mesma laia sacerdotal, pois que ele é reverenciado e homenageado pelos judeus ortodoxos como sendo um dos maiores sábios e um dos maiores detentores de luzes espirituais que o mundo já conheceu, quando, na realidade, a sua alma é totalmente negra e nada de sabedoria pode ter uma alma assim tão enegrecida. E assim, sendo um membro dos primeiros rabinos tannaim mais influentes na criação do Talmude, ele carrega em si mais autoridade sacerdotal para os judeus praticantes do que mesmo o próprio Moisés.

Já é sabido de todos que a Bíblia é um livro mentiroso e repleto de incongruências, sendo muito perigoso e nocivo para aqueles que ainda não sabem dar trato ao raciocínio, embora seja considerado sagrado pelos sacerdotes, para que assim eles possam manuseá-lo aos seus próprios sabores e desejos inconfessáveis, no intuito de enganar, de ludibriar, e também seja considerado sagrado por aqueles que são vítimas dos sacerdotes, por seguirem cretinamente à classe mais nociva e pestilenta deste mundo de meu Deus. É sabido também que apesar de todas as mentiras contidas na Bíblia, o Astral Superior nela inseriu algumas passagens para que a verdade, através de Luiz de Mattos, e a sabedoria, através deste explanador, pudessem transmitir a realidade para este mundo, por intermédio do Racionalismo Cristão. Nos Evangelhos consta uma dessas passagens inseridas pelo Astral Superior, que se dirige não apenas aos sacerdotes judeus, mas também a todos os sacerdotes, que se encontra em Mateus 23:27-28, quando Jesus, o Cristo, assim afirmou:

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, realmente parecem formosos, mas interiormente, estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia. Assim também vós, exteriormente, pareceis justos aos homens, mas por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniquidade”.

Eu sei perfeitamente que os seres humanos que são credulários tendem em demasia para minimizar os crimes sacerdotais, pois que a classe sacerdotal sempre lança mão dos seus livros sagrados e da fé credulária para proceder a uma lavagem cerebral em seus corpos mentais. Por isso, os credulários, cretinamente, vêm afirmar: “Eu sei dos muitos crimes que os sacerdotes cometem, mas existem os sacerdotes que são bons”; “Eu sei dos muitos males que o credo tal praticou, mas eu sou fiel e continuo seguindo os seus ensinamentos”; e outras tantas idiotices mais do mesmo gênero que são análogas a estas afirmativas. Não consideram racionalmente esses infelizes cretinos, que todo e qualquer credo sempre prega o devaneio do sobrenatural, semeando a ignorância por todos os recantos do mundo; e não sabem esses infelizes cretinos que todos os sacerdotes são acompanhados, intuídos e auxiliados pelos espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior, e que todos eles, portanto, são os verdadeiros instrumentos do mal que campeia por todos os recantos do mundo.

Assim, pode ser que alguns desses infelizes cretinos, sendo também hipócritas imbecilizados, venham a considerar que essa pedofilia sacerdotal judaica vem ocorrendo apenas com meninas, e não com meninos, tentando assim amenizar a esse crime pavoroso rabínico contra a natureza infantil, apesar de não se atreveram a absolver tal crime, condenando aos acusados, mas em que essa condenação passa a servir ao mesmo tempo de uma justificativa para os crimes cometidos, como que se condenando tais práticas, esses hipócritas imbecilizados se vissem revestidos de alguma autoridade moral para minimizar o crime principal: de pedofilia.

Saibam esses que o rabino Mordechai Elon foi indiciado pelo Ministério público de Israel sob a acusação de haver molestado dois adolescentes nos anos de 2003 e 2005. A primeira vítima que o acusou é hoje um jovem rapaz que, em depoimentos entre 2005 e 2006, afirmou haver sido abusado sexualmente pelo rabino quando ainda era menor, que o sacerdote teria cometido “atos indecentes” contra ele, aproveitando-se da sua posição de rabino e professor, tendo ainda o ameaçado de perseguição, caso ele não se submetesse aos seus caprichos sexuais de cunho bestial. A investigação que se seguiu encontrou fortes evidências de que os fatos realmente aconteceram, e não somente essas fortes evidências, pois outra pessoa do sexo masculino e que também havia sido aluno do mesmo sacerdote, veio a público e igualmente se apresentou como vítima desse sacerdote rabínico.

E como a classe sacerdotal forma uma mesma laia mentirosa, falsa e hipócrita, a comunidade judaica ortodoxa de Israel, em princípio, tentou de todas as maneiras tratar do caso internamente, procurando abafá-lo perante a opinião pública, mas se precavendo, ao alegar que o rabino não havia obedecido às restrições que lhe haviam sido impostas, sobretudo com o trato dos alunos do sexo masculino. De qualquer maneira, o processo criminal foi aberto e o sacerdote julgado segundo as leis de Israel.

Mordechai Elon, o rabino judaico, mesmo sendo um pedófilo safado, é muito famoso em Israel, principalmente por ter apresentado à comunidade judaica um programa credulário na televisão por muitos anos, e também por ser filho de Menachen Elon, que era um antigo ministro da Suprema Corte de Israel, e irmão do político Binyamin “Benny” Elon, nomeado ministro do turismo de Israel. Quase tão mentirosa como a classe sacerdotal é a classe política, diplomática e advocatícia, esta última para o meu profundo e máximo desgosto. E assim o advogado do rabino pedófilo, Yair Golan, vem a público afirmar que não houve qualquer crime e que o sacerdote seguirá lutando para que a verdade venha à luz.

Se esse sacerdote estuprador tivesse feito como uma das suas vítimas um filho ou mesmo um parente próximo desse advogado mentiroso, portanto, safado e hipócrita, que no exercício da profissão, sem qualquer noção acerca da justiça, ou mesmo sem qualquer consideração pelo sofrimento e pelo trauma passado por uma criança, ele, então, mais do que depressa, teria saído correndo em busca da justiça e considerado o sofrimento e o trauma passado pelo seu familiar.

Por isso, quando eu afirmo que a nossa humanidade se encontra completamente em ruínas, vivendo em um verdadeiro caos, eu estou absolutamente correto, pois que a verdade demoliu com todos os edifícios sociais postos neste mundo pela imaginação, que tem como ponto de apoio a insinceridade. Daí a razão pela qual Farias Brito, Lange, e outras grandes mentalidades que vieram a este mundo, vêm afirmar que se torna imperativo uma reforma social neste mundo, esteada sobre novas bases. E daí a razão do meu retorno a este mundo para explanar o Racionalismo Cristão, desvendando os segredos da vida e os enigmas do Universo, espiritualizando a nossa humanidade, e assim fixando os meus ideais na face da Terra, para que um novo edifício social possa ser erguido por todos os seres humanos de boa vontade, possibilitando um novo viver terreno, além de outros encargos mais, que ainda pesam sobre os meus ombros, mas que deles deverei me desincumbir, pois que não sou dado a fazer apenas em parte aquilo que me compete, para que outros venham completá-lo.

 

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