13.01- O homossexualismo na classe sacerdotal

Prolegômenos
11 de junho de 2018 Pamam

Segundo Fernando Faria, quando por necessidade evolutiva um espírito deixa de reencarnar com o sexo masculino para vivenciar a experiência do sexo feminino, ele passa no seu Mundo de Luz por um processo psíquico de adaptação, para perder as características masculinas e desenvolver o modo de ser e as formas femininas. Que desenvolvidos esses caracteres psíquicos do sexo em que o espírito vai reencarnar, estaria pronto para iniciar a sua nova trajetória evolutiva. Mas acontece que muitas vezes, por razões de resgates dolorosos, um espírito na condição de homem deverá reencarnar, compulsoriamente, como mulher. Que atendendo à lei “não as faças que as pagas”, nascerá sem ser tido tempo de realizar a sua adaptação psíquica à sua nova condição de existência como mulher. E que, por atavismo psíquico, apesar de possuir todas as características físicas femininas, o seu comportamento psíquico será o de homem. E vice-versa.

No entanto, embora o autor tenha feito tal afirmativa, este fato não é a causa do homossexualismo, pois, por atavismo, devemos entender a propriedade que possuem os animais e os vegetais de transmitir aos seus descendentes caracteres que lhes são peculiares, em intervalos de uma ou mais gerações, como, por exemplo, o avô fazer essa transmissão a este ou àquele neto. Isto acontece porque, mesmo presidindo a formação do seu corpo carnal, o espírito se serve, necessariamente, dos fluidos paterno e materno, sendo este atavismo denominado de atavismo biológico, enquanto que o atavismo decorrente das suas encarnações pretéritas é denominado de atavismo psíquico.

Como se sabe, o espírito é uma partícula da Essência de Deus em evolução, cuja evolução ocorre por intermédio das propriedades da Força, da Energia e da Luz, e, como tal, não tem sexo, pois que o sexo é apenas um órgão do corpo carnal. Um espírito que venha encarnando continuamente em um corpo masculino e se decide a fazê-lo em um corpo feminino, ou vice-versa, poderá denunciar certa influência da condição passada, decorrente do atavismo psíquico, sem que, entretanto, seja esta a causa do homossexualismo, pois este resulta de anormalidade orgânica, hormônio feminino em maior quantidade que o masculino, e vice-versa, vício adquirido na infância ou na juventude e por influência do astral inferior.

É no astral inferior, portanto, que nós vamos encontrar as principais causas da homossexualidade. Sob o ponto de vista exclusivamente clínico, qualquer que seja a causa do homossexualismo, exige tratamento em clínica especializada, desde que o especialista clínico seja espiritualizado. Posso afiançar, entretanto, que a maioria desses infelizes, lançando mão da vontade, poderia repelir a esse ou a qualquer outro vício, pois não há limites para o poder da vontade, quando ela é solicitada para reprimir tendências, fraquezas e vícios.

O fato de grandes intelectuais terem sido homossexuais, como é o caso de Leonardo da Vinci, Alan Turing, e outros, não invalida o afirmado acima. O vício, assim como o crime, não é privilégio das camadas humanas menos dotadas. Contra tudo isso só existe uma barreira realmente impeditiva, que os próprios seres humanos se incumbem de construir: o esclarecimento do que espiritualmente são, do que fazem neste planeta, e de para onde vão, após a desencarnação.

Assim como eu não combato aos que trazem o mal em suas almas, mas sim propriamente o mal em si, do mesmo modo eu não combato aos que trazem o homossexualismo em suas almas, mas sim propriamente o homossexualismo em si. E aqui eu vou me ater apenas ao homossexualismo da classe sacerdotal, pois que os sacerdotes se julgam os intermediários entre os homens e o além, cuja intermediação envereda pelas trilhas sinuosas do devaneio do sobrenatural, em que eles não possuem a mínima noção acerca da espiritualidade, pois o que fazem é somente enganar e iludir aos incautos, mentindo descaradamente. Além do mais, torna-se desprovido de moral aquele que se submete a servir de mulher para os outros homens, e os que são desprovidos de moral não podem jamais ser os condutores dos agrupamentos humanos, e muito menos esclarecer a quem quer que seja, pois primeiro têm que ser esclarecidos, para somente depois esclarecer, conforme assim nos ensinou Jesus, o Cristo.

A prática da homossexualidade nos credos e nas suas seitas sempre existiram em todos os tempos. Mas sendo os sacerdotes desprovidos da moral verdadeira, por serem os maiores praticantes da moral utilitária, seguidos muito de perto pelos políticos, os credos e as suas seitas geralmente não reprovam explicitamente a homossexualidade em seu meio, e alguns meramente omitem algumas considerações a respeito dessa gravíssima falta de moral.

Ao longo da história desta nossa civilização, a prática do sexo entre homossexuais sempre foi tolerada e, também, instituída em rituais credulários, especialmente entre os homens, como podemos constatar na Babilônia e em Canaã, além de ser enaltecida no credo da Grécia antiga. Os próprios historiadores vêm confirmar que os exércitos de Tebas e de Esparta possuíam unidades formadas por pares de amantes homossexuais, que às vezes oficiavam sacrifícios a Eros, o deus do amor, antes de engajarem em combate. Além disso, a própria mitologia grega é uma rica fonte da prática sexual entre indivíduos do mesmo sexo.

Assim como hoje em dia existe a homofobia, nos tempos mais remotos não era diferente, pois os judeus antigos perseguiam aos homossexuais, e mesmo com a expansão do falso cristianismo essas perseguições continuaram. Quando com a ascensão de Constantino, em que o falso cristianismo foi tornado oficial no Império Romano, a homossexualidade se tornou uma ameaça institucional, sendo também perseguido, sob a alegação de que impediria a condição de sobrevivência, defesa e expansão do Império, com a não procriação através da família. A posição da Igreja em relação ao assunto da homossexualidade foi tornada explícita com os escritos de Santo Agostinho, para quem os órgãos reprodutivos tinham a finalidade natural de procriação, por isso não poderiam jamais ser utilizados para outra forma de prazer, sendo, pois, a homossexualidade, segundo ele, uma perversão da mesma categoria que seria a masturbação, o coito anal, o coito oral e a zoofilia.

A homossexualidade continua a ser reprovada pela maior parte das tradições ditas cristãs neste mundo. Na era do colonialismo e do imperialismo, geralmente praticado por nações partidárias da fé credulária abraâmica, algumas culturas adotaram atitudes antagonistas em relação à homossexualidade. Atualmente, doutrinas e grupos de credos abraâmicos veem geralmente a homossexualidade negativamente, com alguns desencorajando a sua prática, enquanto outros a proíbem do modo explícito. Essas doutrinas e esses grupos ensinam que a homossexualidade é pecaminosa, quantos outros vêm afirmar que qualquer ato sexual por si é pecaminoso. Apesar disso tudo, há algumas pessoas dentro desses grupos credulários que veem a homossexualidade de maneira mais positiva, e nessa corrente de pensamentos há quem pratique cerimônias credulárias de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, agredindo acintosamente a natureza dos sexos. Alguns grupos tidos como mais avançados, afirmam que a homossexualidade pode ser superada através da fé credulária, como se essa fé credulária pudesse superar realmente os atributos individuais superiores que são requisitados pela moral e os atributos relacionais positivos que são requisitados pela ética, em que a moral e a ética, em conjunto, formam a verdadeira educação.

É certo que o astral inferior é o grande responsável pela quase totalidade dos casos de homossexualismo. No caso da classe sacerdotal, os espíritos obsessores observam as auras dos seres humanos e veem aquilo que podem e aquilo que não podem realizar através delas, quando então iniciam os seus ataques, conduzindo-os ao sacerdócio. Estando conduzidos ao sacerdócio, esses seres humanos já se tornam instrumentos dóceis em suas mãos, quando então o caráter de todos eles passam a ser manipulados. Com o caráter estando sendo manipulado, o próximo passo é a perversão, quando então os espíritos obsessores passam a pervertê-los para a prática de todas as ações nocivas à sociedade, em conformidade com as afinidades existentes entre os obsessores e os sacerdotes obsedados. Assim, eles passam a praticar o homossexualismo, a pedofilia, a conquista de mulheres solteiras e casadas, e tudo o mais que venha a denigrir o caráter daqueles que optaram por seguir o sacerdócio.

Tanto em relação ao homossexualismo, como em relação à pedofilia, ambos praticados pela classe sacerdotal, eu vou mostrar as imagens dos espíritos obsessores que andam nas companhias dos sacerdotes. No entanto, eu vou me restringir em mostrar apenas as imagens desses espíritos obsessores, sem maiores explicações, pois que todas as explicações acerca do astral inferior deverão ser fornecidas no tópico que lhe diz respeito diretamente, inclusive com todos os tipos de imagens, quando então todos poderão constatar como eles tentam dominar o mundo de todas as maneiras, pois que o seu objetivo maior é extinguir a vida no planeta.

 

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