13.01.02- O homossexualismo no falso cristianismo

Prolegômenos
11 de junho de 2018 Pamam

É sabido que Jesus, o Cristo, não logrou ser compreendido pela nossa humanidade, pois todos os seres humanos ignoram completamente a sua origem, já que ele veio da humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo; o que em nosso meio veio fazer, que foi justamente elaborar um plano para a nossa espiritualização, que culminou com a fundação do Racionalismo Cristão, e está tendo o seu final com esta minha explanação, em que fui nomeado pelo Astral Superior como sendo o patrono da nossa Grande Causa; e para onde retornou, que foi justamente para a sua própria humanidade, tendo nomeado Luiz de Mattos como sendo o chefe da nossa humanidade. Em função da incompreensão por parte dos seres humanos em relação à luz imensa do nosso Redentor, todos os seus ensinamentos também não foram compreendidos, e somente os serão por ocasião da minha explanação acerca da Cristologia, ainda nesta explanação acerca de A Filosofia da Administração.

Assim fica bem compreendido que não existe o verdadeiro cristianismo no seio da nossa humanidade, por isso todos esses “cristianismos” que nos são apresentados por intermédio dos diversos credos e seitas são todos eles falsos. Em função disso, sempre quando eu me refiro ao cristianismo eu o qualifico como sendo um falso cristianismo, pois que o verdadeiro cristianismo tem que se ligar diretamente ao racionalismo de Jesus, o Cristo, daí a existência do Racionalismo Cristão, que ainda não é o verdadeiro cristianismo, mas apenas o sem embrião. Por isso, praticamente todos os seres humanos são todos anticristãos, com raríssimas exceções, em que nestas exceções estão incluídos os militantes do Racionalismo Cristão e mais alguns poucos, mas muito poucos mesmo.

O Racionalismo Cristão não admite, por hipótese alguma, que qualquer um dos que fazem parte dos seus trabalhos sejam homossexuais, pois que ele prima acima de tudo pela moral, e os homossexuais são destituídos dos seus atributos individuais superiores. Por outro lado, não impede que os homossexuais venham a frequentar as suas casas, pois, como dito anteriormente, nós não combatemos os homossexuais, mas sim o homossexualismo, assim como também não combatemos os maus, mas sim o mal que eles trazem consigo. E a prova de tudo isso nós vamos encontrar em Antônio Cottas, o Consolidador, quando na sua obra Cartas Doutrinárias de 1971 e 1972, as páginas 232 e 234, ele vem afirmar o que se segue:

Por atavismo devemos entender a propriedade que possuem os animais e os vegetais de transmitir aos seus descendentes caracteres que lhes são peculiares, em intervalos de uma ou mais gerações, como, por exemplo, o avô fazer essa transmissão a este ou àquele neto.

Isto acontece porque, mesmo presidindo a formação do seu corpo físico, o espírito se serve, necessariamente, dos fluidos paterno e materno.

Já com relação ao atavismo psíquico, a situação é diferente: o espírito sente a influência das suas encarnações mais próximas, sem receber qualquer herança de outro espírito que possa exercer essa influência. Nos planos espirituais, não existem pais nem filhos, o que vale dizer: não há de quem receber a herança influenciável. O que o espírito realmente revela em cada encarnação, aptidões, sentimentos afetivos ou tendências intelectuais, são manifestações de si mesmo que o eminente Dr. Pinheiro Guedes chama, com muita propriedade, de memória perispiritual.

Como se sabe, o espírito é uma partícula de luz em evolução e, como tal, não tem sexo. Este é um órgão do corpo carnal. Um espírito que venha encarnando continuadamente num corpo masculino e se decide a fazê-lo em um corpo feminino, ou vice-versa, poderá denunciar certa influência da condição passada, sem que, entretanto, seja essa a causa do homossexualismo, a que faz referência. O homossexualismo resulta de anormalidades orgânica, hormônio feminino em maior quantidade que o masculino, ou vício adquirido na juventude (acrescente-se aqui as ações obsessivas do astral inferior, digo eu). Do ponto de vista exclusivamente médico, qualquer que seja a sua causa, exige tratamento em clínica especializada.

Podemos afiançar, entretanto, que a maioria desses infelizes poderia, usando a vontade, repelir esse ou qualquer outro vício.

Às Casas Racionalistas já chegaram muitas criaturas viciadas. Depois de esclarecidas e desobsedadas, pois que o homossexualismo é, principalmente, OBSESSÃO(grifo e realce meus), encheram-se de vergonha íntima, reagiram, indignados, contra o que estavam fazendo, e hoje são homens perfeitamente normais, em sua maioria bons chefes de família.

Não há limites para o poder da vontade, quando esta é solicitada para reprimir tendências, fraquezas e vícios.

O fato de grandes intelectuais terem sido homossexuais, não invalidada o que afirmamos acima. O vício, assim como o crime, não é privilégio das camadas humanas menos dotadas. Contra tudo isso só existe uma barreira realmente impeditiva, que as próprias criaturas se incumbem de construir: o esclarecimento do que espiritualmente são, e do que fazem neste planeta”.

O falso cristianismo engloba o catolicismo, que mesmo sendo dividido é o credo-mãe de todas as seitas ditas cristãs, em que as suas inúmeras e inúmeras seitas protestantes são divididas em diversos grupos, cujos grupos são os adventistas, os anglicanos, os batistas, os ortodoxos, os luteranos, os metodistas, os mórmons, os pentecostais, os presbiterianos e as testemunhas de Jeová.

Na interpretação tradicional do catolicismo, as práticas homossexuais são reprovadas na sua “sagrada” escritura, desde o Gênesis 19:1 em diante, que narra o castigo “divino” aos habitantes de Sodoma, de donde vem o termo sodomia, cuja destruição de Sodoma e Gomorra não passa de uma mentira bíblica, pois que essas cidades nunca existiram, como provarei quando na obra relativa ao Sistema eu tratar acerca do assunto, em que no versículo 19:5 se encontra a seguinte passagem bíblica:

E chamavam a Ló e diziam-lhe: ‘Onde estão os homens que foram ter contigo hoje à noite? Traze-os para fora a nós, para que tenhamos relações com eles”.

Em Levítico 18:22, o homossexualismo é considerado como sendo algo detestável. Em 20:5, será decepado. Em 20:6, é comprovado que também é decorrente da obsessão espiritual. Em 20:13, além de ser considerado algo detestável o seu praticante deve ser morto e o seu sangue jogado sobre ele. Em 22:5 é considerado como sendo algo impuro. Vejamos, pois, estas passagens bíblicas seguindo a mesma ordem:

E não te deves deitar com um macho assim como te deitas com uma mulher. É algo detestável.

 .. então eu, da minha parte, certamente porei minha face contra aquele homem e sua família, e deveras deceparei dentre seu povo tanto a ele como a todos os que junto com ele tiverem relações imorais por terem relações imorais com Maloque (um espírito obsessor metido a deus, rival de Jeová, digo eu).

Quanto à alma que se vira para os médiuns espíritas e para os prognosticadores profissionais de eventos, a fim de ter relações imorais com eles, certamente porei minha face contra essa alma e a deceparei dentre seu povo.

E quando um homem se deita com um macho assim como alguém se deita com uma mulher, ambos realmente fazem algo detestável. Sem falta devem ser mortos. Seu próprio sangue está sobre eles.

… nem homem que tocar qualquer coisa pululante que é impura para ele ou tocar um homem que é impuro para ele com respeito a qualquer impureza sua”.

E até mesmo as cartas de São Paulo, que tratam das paixões desonrosas e extravios em Romanos 1:26-27, que é citado com frequência, assim como também em 1Coríntios 6:9 e 1Timóteo 1:10, a prática do homossexualismo é condenada, cujas passagens bíblicas se encontram nesta mesma ordem da seguinte maneira:

É por isso que Deus os entregou a ignominiosos apetites sexuais, pois tanto as suas fêmeas trocaram o uso natural de si mesmas por outro contrário à natureza; e, igualmente, até os varões abandonaram o uso natural da fêmea e ficaram violentamente inflamados na sua concupiscência de uns para com os outros, machos com machos, praticando o que é obsceno e recebendo em si mesmos a plena recompensa, que se devia ao seu erro.

O quê! Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não sejais desencaminhados. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homens mantidos para propósitos desnaturais, nem homens que se deitam com homens.

… fornicadores, homens que se deitam com machos, raptores, mentirosos, perjuros, e qualquer outra coisa que haja em oposição ao ensino salutar”.

Durante toda a história do falso cristianismo, a Igreja Católica se posicionou explicitamente contra a homossexualidade e condenou a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo. Há inúmeras citações no Novo Testamento, assim como nos escritos de Justino, Clemente de Alexandria, Tertuliano, Cipriano de Cartago, Eusébio de Cesareia, Basílio de Cesareia, São João Crisóstomo, Agostinho de Hipona e de Tomás de Aquino, cujos escritos servem de base para a crença de que a homossexualidade é errada, sendo considerada até pecaminosa.

Embora o Vaticano venha a rejeitar a prática do homossexualismo, muitos dos seus sacerdotes pregam abertamente que se os “casais” do mesmo sexo decidirem se unir, que seja com compaixão e respeito um pelo outro, como se assim estivessem defendendo todos os sacerdotes que são homossexuais, mesmo contrariando a interpretação bíblica do Vaticano, que desde os tempos antigos vem se caracterizando como sendo um antro de perdição.

No decorrer do século XX, estendendo-se pelo século XXI, alguns teólogos decidiram desafiar o entendimento tradicional das passagens bíblicas que mencionam a homossexualidade, vindo afirmar que as palavras gregas arsenokoitai e malakós foram mal traduzidas ou mal interpretadas, como que querendo justificar o homossexualismo, inclusive deles mesmos, pois que são perfeitamente cientes de que na cultura grega, em função do costume dessa prática sexual, o sentido da palavra não era especificamente o mesmo sentido que a homossexualidade é empregada nos dias hoje.

Mas assim mesmo, sem tomar qualquer iniciativa no sentido de abolir a essa prática nefasta, amoral e contra os bons costumes, o Vaticano recomenda que os seus fiéis homossexuais pratiquem a castidade, embora defendendo que tais atos sexuais são contra a lei da natureza, defendendo a posição de que a expressão apropriada da sexualidade deve ser realizada dentro de um casamento monógamo e heterossexual. Em 9 de julho de 2000, durante a alocução do Ângelus, dirigindo-se aos fiéis na praça de São Pedro, em Roma, o papa João Paulo II disse o seguinte:

Em nome da Igreja de Roma, não posso deixar de exprimir profunda tristeza pela afronta ao Grande Jubileu do Ano 2000 e pela ofensa aos valores cristãos de uma cidade, que é tão querida ao coração dos católicos do mundo inteiro.

A Igreja não pode deixar de falar a verdade, porque faltaria à fidelidade para com Deus Criador e não ajudaria a discernir o que é bem daquilo que é mal.

A respeito disto, desejaria me limitar a ler quanto diz o Catecismo da Igreja Católica que, depois de ter feito observar que os atos de homossexualidade são contrários à lei natural, assim se exprime:

‘Um número não desprezível de homens e mulheres apresenta tendências homossexuais; essa condição constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza.

Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da Cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição’”.

Em sua crassa e estúpida ignorância, o Vaticano requer que qualquer “tendência homossexual seja superada para que seja realizada a ordenação de um diácono”, mas tal requerimento vaticânico é completamente ignorada, pois que o homossexualismo campeia por toda a classe sacerdotal, inclusive nas suas hostes, com muitos assumindo publicamente as suas condições de homossexuais.

Fazendo parte do falso cristianismo, o protestantismo adotou o princípio da interpretação privada da Bíblia, do juízo privado acerca dos textos bíblicos, que foi originado da Reforma Protestante, quando Lutero, em outubro de 1520, enviou ao papa o seu escrito denominado A Liberdade de um Cristão, que continha a frase “Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus”. Posteriormente, isso acabou gerando o direito fundamental de liberdade credulária, ao consagrar a ideia de horizontalidade dos fiéis protestantes, ao contrário da verticalidade do catolicismo, em que a última opinião em matéria de interpretação bíblica pertence ao papa. No protestantismo, a opinião de cada um dos fiéis em matéria de interpretação bíblica tem o mesmo peso, daí a razão das inúmeras divergências de opiniões entre os protestantes ser considerada como algo natural, pois eles não têm a necessidade da existência de um pensamento que seja geral e unificado, ao contrário do catolicismo.

Mas essa liberdade de interpretação bíblica não significa que as autoridades protestantes não tenham se posicionado explicitamente contra a homossexualidade e condenado a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo ao longo da história. No entanto, mesmo assim, muitos protestantes são partidários à união civil entre pessoas do mesmo sexo. Assim, no âmbito privado, o protestantismo é contra o homossexualismo, e no âmbito público eles são a favor. Uma bandeira histórica dos protestantes em todo o mundo é o estado laico, e em um estado laico há uma divisão entre os âmbitos privado e público, não devendo existir argumentos credulários para impedir a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

Por isso, não causa nenhuma surpresa que os primeiros países a reconhecerem o direito a união ente os homossexuais tenham sido os países onde as seitas protestantes predominam entre os credulários que foram arrebanhados, em que o maior exemplo é a Dinamarca, que reconheceu a esse direito desde 1989. Daí a razão pela qual dentro da fé credulária protestante, no âmbito privado, em função da interpretação privada ou do juízo privado dos textos bíblicos, muitos vêm defender a homossexualidade.

No Brasil, a Igreja Protestante Reformada e Inclusiva milita pela inclusão de LGBTTT nas igrejas ditas cristãs e celebra o que denomina de Rito de Casamento entre pessoas do mesmo sexo, promovendo uma cerimônia onde casais homossexuais recebem a bênção matrimonial, pelo que afirmam que a homossexualidade é uma bênção do deus bíblico. Mas tudo isso não passa de uma artimanha sacerdotal, pois os sacerdotes são cientes do grande número de homossexuais existente no mundo, e agindo de tal maneira eles conseguem arrebanhar grande parte para as suas hostes, por conseguinte, arrecadar cada vez mais.

No exterior, os protestantes defendem a homossexualidade com base nos textos bíblicos, em que alguns ramos do protestantismo aceitam pacificamente a prática da homossexualidade, como o Unitarismo e o Anglicanismo, inclusive tendo sido ordenados recentemente arcebispos homossexuais na Igreja Anglicana do Reino Unido e dos Estados Unidos.

O espiritismo kardecista acredita que o espírito humano não tem sexo, no que está absolutamente correto, mas ignorando e deturpando a natureza das encarnações, acredita também que em diferentes encarnações o mesmo espírito pode habitar igualmente o corpo de um homem ou de uma mulher, sendo capaz de amar homens e mulheres, embora no credo espírita não exista uma posição oficial sobre a homossexualidade. Mas alguns doutrinadores espíritas, como José B. de Campos, vêm afirmar que a questão mais importante no tocante à homossexualidade é a promiscuidade, pelo que aconselham ao homossexual a tomar um parceiro e constituir um lar. O doutrinador e médium Divaldo Franco, que pelo fato de ser um médium jamais poderia ser um doutrinador, posiciona-se de forma semelhante, afirmando que o homossexual, assim como também o heterossexual, será julgado em conformidade com a sua conduta moral, independentemente da sua sexualidade, como se o homossexual afrontando gravemente a natureza tivesse alguma moral.

Com base no depoimento realizado pelo padre James Haley, que pertencia à diocese de Arlington, na Virgínia, sob o título Homossexualismo e Práticas de Pedofilia Entre os Sacerdotes Católicos Romanos, alguém que se intitula de irmão Alex divulgou o seguinte:

De acordo com o padre Haley, no final do ano 2004 a Igreja Católica Romana nos Estados Unidos estava na denúncia de 10.667 casos de abusos sexuais cometidos por 4.392 padres, nos cinquenta anos anteriores. Apesar das figuras gigantescas que temos diante de nós, a Igreja Católica Romana considerava a crise completamente sob controle.

A fonte de uma crise de imoralidade e desfaçatez dessa proporção, de acordo com o padre Haley, é um sacerdócio repleto de clérigos homossexuais. A sua própria diocese estava cheia de homens assim.

Todas as tentativas feitas pelo padre Haley de tentar persuadir o bispo local, não deram resultado em nada. Depois de ouvir inúmeras denúncias vindas do padre Haley, o bispo diocesano, Paulo Loverde, além de não tomar nenhuma atitude para coibir esses crimes, ainda ordenou que o denunciante se calasse, de acordo com os preceitos da própria Igreja Católica Romana. O problema é que esse tipo de silêncio imposto é usado apenas em casos que estão sob investigação e nunca são usados para silenciar alguém que está denunciando malfeitos.

Para complicar ainda mais o caso, o próprio padre Haley está sendo acusado de conduta sexual imprópria pela sua própria diocese. O padre já esteve na presença de uma corte eclesiástica no Vaticano por duas vezes e outra vez nos Estados Unidos da América. A sua última aparição diante de uma corte eclesiástica nos Estados Unidos, na qual também deveria comparecer o bispo Loverde, foi cancelada sem nenhum aviso prévio.

De acordo com o padre Haley, o seu único crime é a sua insistência de que padres homossexuais, não necessariamente apenas pedófilos, encontram-se na raiz dessa crise de abuso sexual. O sacerdócio católico está completamente desmoralizado, diz o padre Haley, por causa dos grupos de clérigos homossexuais que controlam quem será admitido nos seminários, quais indivíduos serão nominados bispos e que padres irão receber as melhores igrejas.

De acordo com as suas estimativas, baseadas exclusivamente nos 127 padres da diocese de Arlington, cerca de 60% desses padres são homossexuais. Esse número é muito elevado quando comparado por outros números médios — de 30 a 50% — conforme a própria Igreja Católica Romana está disposta a admitir.

Como não consegue ver mais nenhuma perspectiva em retornar para uma paróquia, o padre Haley tem se dedicado a juntar pilhas de fitas de áudio e vídeo, fotografias, mensagens de e-mail e 1.200 páginas de documentos. Todo esse material ele pretende usar em um livro em que pretende contar o relacionamento, realmente promíscuo, entre o sacerdócio católico romano e as práticas homossexuais.

Toda a história do padre Haley aconteceu durante os anos em que Joseph Cardeal Ratzinger era o supervisor da Congregação Para a Doutrina da Fé do Vaticano. Esse cardeal é o atual Papa Bento XVI. Hoje sabemos que durante décadas ele sabia desses problemas de escândalos sexuais dentro da Igreja Católica, mas manteve sempre a política de colocar uma tampa sobre tudo e deixar cozinhar no maior silêncio possível, até que a pressão foi grande demais e a panela acabou explodindo.

O próprio caso do padre Haley, depois de receber o selo de “sigiloso” foi enviado para o Vaticano para ser julgado.

Outro bispo, Thomas G. Doran, disse ao padre Haley que, infelizmente, não podem discutir o problema do homossexualismo dentro do sacerdócio católico romano, apenas porque gente alta na hierarquia da Igreja Romana não considera isso um problema de verdade.

De acordo com outro padre, Donald Cozzens, autor de mais de 2.000 livros, em seu último livro intitulado The Changing Face of the Priesthood — A Face Mutante do Sacerdócio, afirma que as suas estimativas são de que, pelo menos, 50% de todos os sacerdotes católicos romanos são homossexuais. E o psicoterapeuta Richard Sipe, que já foi sacerdote católico romano, afirma que cerca de 15% dos padres são ativos sexualmente.

O padre Haley afirma que o homossexualismo se encontra na raiz desse gigantesco escândalo sexual envolvendo padres católicos romanos. E mais: 81% dos casos envolvem vítimas adolescentes do sexo masculino, de acordo com uma investigação feita pela própria Conferência Nacional dos Bispos estadunidense.

Outro dado chocante foi publicado pelo jornal Kansas City Star, que afirma que o número de padres que estão morrendo vitimados pelo vírus da AIDS é quatro vezes superior àqueles registrados entre a população geral.

O problema, de acordo com o padre Haley, vai até o topo do Vaticano.

Essa é uma constatação muito triste, mas não existe escapatória para uma igreja que optou por acreditar em sua própria santidade, independente do padrão de vida levado pelos seus sacerdotes. Quando a Igreja Católica Romana chama a si própria de Santa Madre Igreja, está apenas criando uma ilusão para enganar aos tolos. A verdade, deixada pelo rastro de sangue e podridão, nesses dois mil últimos anos é inequívoca. O material acima foi todo produzido com base nas informações oferecidas pelo padre Haley. Nada foi acrescentado pelo autor. Que isso sirva de um claro aviso a todos aqueles que estão, de alguma maneira, unidos a essa igreja, já que são cúmplices — querendo ou não — de todos os seus crimes”.

Mas o fato é que todos os credos e as suas seitas ficam se acusando uns aos outros dos crimes cometidos. É certo que a Igreja Católica é a mais criminosa de todos os credos, mas é certo também que o homossexualismo, a pedofilia e todos os demais abusos sexuais são comuns a todos eles, pois que essas práticas são inerentes à própria classe sacerdotal.

 

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