13.01.01- O homossexualismo no judaísmo

Prolegômenos
11 de junho de 2018 Pamam

Em conformidade com a Nova Versão Internacional – NIV, considerada como sendo uma tradução completamente original da Bíblia, desenvolvida por mais de uma centena de estudiosos a partir dos melhores textos disponíveis em hebraico, aramaico e grego; em Levítico 20:13-14, encontra-se a seguinte passagem:

Se um homem coabitar sexualmente com um varão, cometerão ambos um ato abominável; serão os dois punidos com a morte; o seu sangue cairá sobre eles”.

A Torá é a principal fonte para se analisar a visão judaica acerca da homossexualidade. Em Levítico 18:22 está escrito que um homem não deve se deitar com um homem como ele se deita com uma mulher, pois que isto é uma toeva, ou seja, uma abominação. Assim como também prevê vários outros mandamentos similares, em que a punição para a homossexualidade é a pena de morte, embora na prática o judaísmo rabínico tenha se livrado da pena capital para todas as práticas acerca de 2.000 anos atrás.

O judaísmo rabínico tradicional prevê que este verso proíbe um homem de praticar o sexo anal com outro, e proíbe também qualquer contato homossexual entre homens e entre mulheres. O que alguns hoje veem como homossexualidade biológica ou psicológica não é discutido pelos rabinos mais conservadores, cuja discussão se limita apenas aos atos que são proibidos.

O judaísmo ortodoxo vê qualquer ato homossexual como sendo pecaminoso. Mas muitos judeus ortodoxos veem a homossexualidade como se fosse uma “escolha pessoal”, enquanto outros acreditam ser uma “desavença deliberada”. Assim, uma nova tendência de estudar o comportamento homossexual começou a acontecer, possibilitando uma visão considerada como sendo mais compreensiva em relação aos judeus homossexuais, mas mesmo assim nenhuma organização rabínica ortodoxa fez qualquer recomendação no sentido de alterar a lei judaica, pois muitos grupos de judeus ortodoxos afirmam que qualquer mudança na lei judaica é absolutamente impossível de se fazer.

O judaísmo conservador, assim como também o judaísmo ortodoxo, considera a lei judaica como sendo normativa, embora ela seja também historicamente mais flexível em sua interpretação. Em assim sendo, ela se engaja em um estudo profundo do assunto desde a década de 1990, com um grande número de rabinos apresentando uma larga disposição de responsa, ou seja, papéis com argumentos legais, para a consideração comunal. A partir da década passada, a posição oficial do movimento é dar as boas-vindas aos judeus homossexuais nas sinagogas, assim como de realizar campanhas contra a homofobia, mas, contraditoriamente, de também proibir a prática do sexo homossexual entre os seus membros, tal como sendo uma forma de exigência credulária. Em janeiro de 2007, uma divisão recente no Comitê da Lei Judaica desse movimento, retificou significativamente a interpretação em relação a questão dessa forma de exigência, e agora permite que homens e mulheres homossexuais venham a se tornar rabinos. E algumas formas de cerimônias de compromisso agora são vistas como legítimas.

O judaísmo progressista vê as práticas homossexuais como sendo aceitáveis, cuja visão considera da mesma forma que as práticas heterossexuais. As autoridades do judaísmo progressivo acreditam que as leis tradicionais contra a homossexualidade não são mais válidas, uma vez que não refletem as mudanças que se passaram no entendimento da sexualidade humana. Alguns acreditam que a proibição presente na Torá tinha a intenção de banir o sexo homossexual praticado em rituais, como o praticado pelos egípcios e pelos cananeus, que eram cultos de fertilidade e templos de prostituição.

O assunto da homossexualidade no judaísmo ortodoxo reconhece a atração entre dois homens, mas não permite o ato sexual e pede para que os judeus controlem os seus desejos. No entanto, o lesbianismo não é mencionado na Torá, mas também não é aceito pelo judaísmo ortodoxo, pois a Torá oral o proíbe.

Mesmo não sendo a homossexualidade aceita no judaísmo, ela sempre foi uma prática comum na sociedade judaica. Israel de Haan, um importante político ultraortodoxo holandês, é muito respeitado pela comunidade ortodoxa judaica, mesmo sendo um homossexual assumido. Não há dados oficiais sobre a homossexualidade nas escolas ortodoxas, as Yeshivas, onde o público é exclusivamente masculino. Mas pessoas ligadas diretamente a essas entidades relatam vários casos de homossexualismo, que no passado eram ignorados. Atualmente esses casos são encaminhados para pessoas especializadas para os devidos aconselhamentos.

Já na sociedade judaica, entre os laicos, os quais fazem a maior parte da população judaica no mundo, assim como também de Israel, a homossexualidade é bem aceita, e geralmente os que são homossexuais assumidos fazem parte integralmente da sociedade. E o judaísmo reformista tanto permite a homossexualidade como atua socialmente em casamentos homossexuais, tornando-se o casamento entre pessoas do mesmo sexo uma prática comum.

Steve Greenberg, um rabino ortodoxo norte-americano, autor da obra Lutando com Deus e os Homens: a Homossexualidade na Tradição Judaica; um homossexual assumido, veio ao Brasil com o seu companheiro e a sua filha com o objetivo de fornecer orientações aos judeus homossexuais brasileiros, pois que muitos temem em assumir as suas posições homossexuais. Para o sacerdote, diretor do Instituto Eshel, que fornece assistência aos judeus homossexuais e transexuais, não existem tradições imutáveis.

Estando no Brasil para participar também de três conferências sobre a homossexualidade e judaísmo, o rabino ortodoxo afirma que é possível combinar a tradição ortodoxa com as conquistas da comunidade LGBT, ou LGBTTT, a sigla para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros, bastando apenas que os líderes credulários estejam dispostos a lançar um olhar contemporâneo sobre o texto dito sagrado.

Na verdade, somente se tornam sacerdotes aqueles que se tornam instrumentos do astral inferior, sendo conduzidos pelos espíritos obsessores ao sacerdócio, sendo este o primeiro estágio da obsessão sacerdotal. A seguir, os espíritos obsessores agem no sentido de modificar o caráter de todos eles, tornando-os mentirosos, artimanhosos, ardilosos, astuciosos, em que alguns acreditam nas doutrinas sobrenaturais dos credos e seitas que professam, enquanto outros não, servindo apenas como um meio de vida para fazer tudo quanto lhes apraz. Por fim, os espíritos obsessores passam a pervertê-los, em conformidade com as suas afinidades com os sacerdotes, com uns se tornando homossexuais, outros se tornando pedófilos, outros conquistadores contumazes, inclusive de mulheres casadas, por isso passam a frequentar os lares quando os maridos estão ausentes, com o intuito de evangelizar ou de aconselhar, mas a intenção é a conquista, pelo que são auxiliados pelos espíritos obsessores que os acompanham.

Steve Greenberg é um exemplo claro dessas ações do astral inferior. Primeiramente ele foi conduzido para o sacerdócio pelos espíritos obsessores que o acompanhavam. Tendo se tornado um sacerdote, portanto, um instrumento dócil desses espíritos obsessores, que modificaram o seu caráter, tornando-o mentiroso, artimanhoso, ardiloso, astucioso. Por fim, os espíritos obsessores agiram no sentido de torná-lo um homossexual.

A prova disso tudo é que o rabino ortodoxo somente descobriu que se sentia atraído por uma pessoa do mesmo sexo aos 20 anos de idade, quando se sentiu atraído por um colega de seminário rabínico, tendo continuado a farsa de que era um homem normal até aos 35 anos, quando então afirma que teve a “coragem” de declarar: “Eu sou gay”. Para ele, segundo as suas próprias declarações, essas três palavras eram aterrorizadoras, pois significavam que não haveria mais futuro para ele, uma vez que todos os futuros que tinha imaginado para si até então eram heterossexuais. Quanta contradição!

Isso tudo é mentira! Não pode um ser humano que se considera genuinamente homem se sentir atraído sexualmente por um colega de seminário rabínico e imaginar um futuro heterossexual para si, e ainda mais passar quinze anos nesse ciclo imaginativo. Na realidade, o que ele tinha era medo, muito medo da opinião pública, e tanto isto procede que ele mesmo declara que ser homossexual acabaria com a sua vida. E assim, quedado na mentira, na artimanha, no ardil, na astúcia, chegou inclusive a sair com mulheres, e nessa farsa chegou até a ficar noivo, sempre quedado na mentira, afirmando mentirosamente que havia feito de tudo para ser uma pessoa convencional, mas que não funcionou, pois, na realidade, caso ele não estivesse mentindo e tivesse realmente se esforçado para ser uma pessoa normal, teria lançado mão da sua força de vontade para repelir os espíritos obsessores que o conduziram à homossexualidade. E isto ele não fez.

Ele sabe perfeitamente acerca da prática homossexual que se encontra no meio rabínico, seja ele ortodoxo ou não, inclusive outras patifarias mais praticadas no âmbito sexual pervertido, daí a razão de haver decidido se declarar homossexual. Mas mente, ao afirmar que não sabe se a comunidade rabínica se encontra mais aberta, se tem mais empatia pelo assunto, ao mesmo tempo dizendo que as pessoas estão sendo mais generosas, estão se esforçando mais para “entender”, e que inclusive alguns já dizem o seguinte:

Olha, é proibido ter uma relação sexual com outro homem, mas eu não vou julgar, então você pode se juntar à minha comunidade”.

Steve Greenberg cita apenas um único rabino praticante da homossexualidade, um jovem rabino de Israel chamado Ron Yosef, pois que como ele também se declarou homossexual. E quanto ao fato de a longo prazo haver uma abertura para a prática aberta da homossexualidade entre todos os sacerdotes judeus, ele afirma o seguinte:

Um amigo meu, James Alison, que é um padre católico que se identifica como gay na Inglaterra, me disse uma vez que, quando for entendido que a homossexualidade é uma expressão comum da sexualidade humana, não relacionada a uma patologia, tudo vai mudar. E eu concordo com ele. No momento, as pessoas acreditam que só existe uma sexualidade normal, a heterossexualidade, e que tudo mais é uma corrupção disso. Mas essas pessoas tinham que entender que, assim como uma minoria das pessoas são ruivas ou têm olhos verdes, há algumas pessoas que são gays. Tenho esperanças de que todas as comunidades religiosas ainda vão abraçar todas as sexualidades”.

E é justamente para isso que trabalham as inúmeras falanges de espíritos obsessores que pululam pelo astral inferior: para degenerar a raça humana, para torná-la pervertida! Com a degeneração e a perversão da maioria dos seres humanos, o ambiente fluídico se torna propício para que o astral inferior venha a alcançar o seu objetivo maior: extinguir a vida na Terra!

 

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