12.01.01.06- De que maneira se curam as enfermidades dos nervos que a imaginação produz?

Prolegômenos
7 de junho de 2018 Pamam

Já foi visto que o principal fator para o surgimento da representação por imagens, em que estas formam a imaginação, por intermédio da qual os seres humanos se tornaram cativos, é a emoção, a qual é decorrente do contato direto com as coisas, os fatos e os fenômenos da natureza, que representam o mundo externo, no qual obviamente se encontram incluídos os seres humanos mais fracos, em que cada contato vai provocando um abalo em suas almas, provocando uma sensação, que é justamente a impresssão causada na formação receptora humana por um estímulo, e que, por via aferente, é conduzida ao sistema nervoso central, por conseguinte, surgindo uma reação relativa a esse abalo, que independentemente de ser agradável ou penosa causa uma emoção.

E que a aura é o campo que circunda o corpo fluídico, também denominado de perispírito, corpo astral ou duplo etéreo, por onde os seres humanos trocam informações entre si e com o meio ambiente que os cerca, por isso ela varia de cor em conformidade com os seus sentimentos e os seus pensamentos produzidos, que são comandados pelos seus atributos. Quando em estado de calma e tranquilidade, a aura se manifesta por uma coloração própria, reveladora do grau de evolução do espírito, demonstrando o real valor que ele possui. Como, entretanto, a evolução dos seres humanos se processa com a eliminação progressiva dos atributos individuais inferiores e relacionais negativos e com a conquista também progressiva dos atributos individuais superiores e relacionais positivos, em que estes vão se estendendo cada vez mais, permitindo as produções dos sentimentos superiores e dos pensamentos positivos, com o natural desenvolvimento dos órgãos mentais, a cor áurica, representativa do estado de evolução, é composta de numerosas outras cores combinadas, cada uma significando a presença de um determinado grau de emoção ou paixão, que vão dando origens às produções dos sentimentos e dos pensamentos correspondentes. Daí se dizer da comprovação do real valor que o espírito possui, pois como disse um dos ensinamentos do Nazareno: “Serás aquilo que pensares”.

E não somente isso, a aura ainda está sujeita a mutações repentinas, pois basta o ser humano se deixar assaltar por uma emoção qualquer, para que a sua aura, imediatamente, tome a cor que essa emoção traduz. A explicação para isso é que a emoção produz uma vibração magnética, que corresponde ao sentimento produzido, e esta, dominando o campo da aura, impõe-se com a sua cor própria, característica e latente, dando origem à produção da radiação elétrica que corresponde ao pensamento produzido que esteja em conformidade com o sentimento, pois que tanto os sentimentos como os pensamentos tendem a ser coordenados, e nessas combinações coordenadas são produzidas as radiovibrações eletromagnéticas. Daí a importância fundamental de se vibrar, radiar e radiovibrar a Deus e ao Astral Superior, tanto nas casas racionalistas cristãs como também nos próprios lares.

As cores habituais da aura, de um modo geral, definem o caráter do ser humano, demonstrando o seu real valor, ao passo que as cores passageiras expressam as paixões ainda não sopitadas e destruídas. No entanto, a leitura da aura somente pode ser feita, com exatidão, pelos espíritos de luz muito evoluídos, que são os conhecedores de toda a sutileza da alternação e da combinação das cores, uma vez que, em uma mesma cor, cada tonalidade possui uma expressão ou um significado particular, e cada combinação de duas ou mais cores ou tonalidades, exige novas definições.

Ao embate de uma paixão violenta o espírito se conturba, comove-se e se confrange, ao mesmo tempo em que o perispírito necessariamente se contrai, em intensidade proporcional à maior ou menor violência do choque, geralmente inesperado e cruel. Com o perispírito se contraindo diminui o seu influxo sobre as moléculas do corpo carnal, sobre as células orgânicas, sobre os órgãos, sobre os aparelhos, que por isso perdem a energia, por conseguinte, as ações, e, às vezes, até a vida. Assim, deste modo, pode-se compreender como uma emoção brusca e violenta pode não somente perturbar as funções psíquicas e motoras, que se exercem sob o influxo do sistema nervoso da vida de relação entre o perispírito e o corpo carnal, mas até aniquilar o vivente, ou seja, provocar a desencarnação.

É por intermédio dos nossos órgãos mentais, que são comandados pelos nossos atributos individuais e relacionais, sejam eles inferiores ou superiores, negativos ou positivos, respectivamente, que nós observamos, apreciamos e diferenciamos as impressões que nos vêm do ambiente externo daquelas que se originam e que se encontram apreendidas em nossa alma, sem nenhuma provocação estranha, e as designamos a estas de emoções, que são consideradas as filhas genuínas da nossa alma, fruto da Partogênese; e aquelas de sensações, que nos chegam geralmente por intermédio da sensibilidade e dos sentimentos, e por intermédio dos órgãos dos sentidos e dos pensamentos.

A sensação é algo bastante complexo, misto de um conjunto de fatos diversos, que podem ser relacionados da seguinte maneira:

  1. Causas físicas: que compreendem as impressões e os abalos;
  2. Causas fisiológicas: que compreendem as comoções nervosas e as suas transmissões ao cérebro;
  3. Causas psíquicas: que compreendem as apreciações e as discriminações das suas origens e caráteres;
  4. Efeitos físicos: que podem ser simpáticos ou antipáticos;
  5. Efeitos fisiológicos: que compreendem as reações orgânicas que se originam nas leis da atração e da afinidade, e nos princípios da atração e da repulsão;
  6. Efeitos resultantes: que compreendem as retenções, as conservações ou os arquivamentos das emoções.

Temos, assim, o conhecimento pleno e íntimo da emoção e do agente emocionante, como sendo campos distintos do ser humano, que é o emocionado. É assim que vai se desenvolvendo a consciência, coordenando o criptoscópio e o intelecto, ou seja, coordenando os conhecimentos e as experiências acerca das coisas, dos fatos e dos fenômenos relativos a este mundo. E assim a consciência vai estabelecendo a distinção entre o “eu” e o “não eu”, efetivando a separação entre os universos interno e externo. É justamente esta consciência que os materialistas confundem com a consciência da moral utilitária, que representa a balança onde são pesados todos os nossos poderes, que faz surgir o tribunal da vida, onde são julgadas todas as nossas ações, que se fossem no âmbito espiritual tudo seria diferente. Mas, infelizmente, essa consciência ainda é por demais materialística, podendo por isso ser denominada de consciência orgânica ou animal, cujo termo mais apropriado é conscienciosidade, que os seres humanos ainda compartilham com os outros animais, tanto os da sua classe, que são os primatas, como os das outras classes, sendo eles todos irracionais, e que neles se denomina instinto.

O instinto, pois, é um movimento da alma, que tanto pode ser espontâneo como provocado por uma expressão brusca, irritativa, proveniente do mundo externo, que determina uma reação a que o ser humano obedece automaticamente, consoante os comandos dos seus atributos, sendo ele a síncrese da sensitividade com a motricidade, criada para a defesa da vida, sendo, portanto, a luz, o aviso, o guia da criatura, mas que deve estar restrita aos irracionais, que não possuem a consciência, já que ainda não passaram a evoluir por intermédio da propriedade da Luz, em que se adquire o raciocínio e o livre arbítrio, quando ela então começa aos poucos a ser formada  e desenvolvida.

A representações imaginativas surgem sob o impulso das emoções, que são forças poderosas. Sem elas, os seres humanos não poderiam sobreviver, não encontrariam a beleza na vida, não teriam a alegria de viver. Mas também, por outro lado, sob o seu domínio é capaz de praticar tanto o bem como o mal. Urge, então, que as emoções sejam controladas o máximo possível, sendo sempre ajuizadas pela consciência e guiadas pelos pensamentos, através do raciocínio, para que os impulsos delas decorrentes possam ser devidamente refreados.

Nos mundos-escolas as emoções fazem parte da vida cotidiana. Essas emoções são experimentadas, indistintamente, por todos os seus habitantes. Quando o ser humano se torna superior às sensações da pobreza e da fortuna, que completam o quadro das referidas emoções, aí, sim, o sentido da vida espiritual começa nele a despertar.

Alteando-se o ser humano na contemplação do Universo, em meditação profunda sobre as incomensuráveis grandezas do infinito, a perscrutar o sentido criador da vida e o poder ilimitado da Inteligência Universal, há de perceber que não passa de um ser de reduzidíssimas dimensões, diante da grandiosidade do Universo, caso não esteja demasiadamente dominado pelas emoções terrenas. E se compenetrará, então, da imensa caminhada que terá de fazer na longa, na quase interminável estrada da evolução.

Estando, pois, o ser humano demasiadamente dominado pelas emoções terrenas, a aura, que como dito é o campo que circunda o corpo fluídico por onde os seres humanos trocam informações entre si e com o meio ambiente que os cerca, por isso ela varia de cor em conformidade com os seus sentimentos e os seus pensamentos produzidos, vai retratar com fidedignidade a natureza desses pensamentos produzidos.

Após a desencarnação, os espíritos mais atrasados, por estarem ainda muito materializados, em virtude dos seus perispíritos estarem impregnados com os fluidos grosseiros, pesados e deletérios do ambiente terreno, ao invés de retornarem para os seus respectivos Mundos de Luz, ficam quedados na atmosfera da Terra, presos ao seu ambiente, compondo o que se denomina de astral inferior. No astral inferior, esses espíritos se juntam em conformidade com os seus estágios evolutivos, em obediência à lei da afinidade, ao princípio da atração e ao preceito da integração, formando os mais diversos tipos de falanges obsessoras. Essas falanges obsessoras observam as auras dos seres humanos e conseguem visualizar as suas tendências emotivas, uma vez que os atributos individuais inferiores e relacionais negativos comandam todos os seus poderes e todas as suas ações, então essas falanges obsessores se aproximam desses seres humanos e iniciam os seus ataques para dominá-los, terminando por fazê-lo, com os ataques sendo contínuos e constantes, até fazerem com eles se tornem uns instrumentos dóceis sob os seus domínios.

Com relação à obsessão, vejamos o que afirma a obra básica do Racionalismo Cristão denominada de A Vida Fora da Matéria, a página 43, quando diz o seguinte:

A obsessão é um dos males de que mais sofre a humanidade.

O seu perigo maior está, precisamente, no fato de não ser percebida, nos seus aspectos menos chocantes, pelos que desconhecem as verdades espiritualistas que o Racionalismo Cristão difunde, principalmente na parte referente à vida fora da matéria”.

É sabido que os atributos individuais inferiores e relacionais negativos dão os comandos para que os seres humanos pratiquem todos os males que existem neste mundo, cujas práticas os sentimentos produzidos fornecem os conhecimentos para o poder e os pensamentos produzidos traçam os caminhos para as ações. O Dr. Pinheiro Guedes, que era médico, já era ciente dessas perturbações mentais, mesmo antes da fundação do Racionalismo Cristão, pois em sua obra Ciência Espírita, as páginas 181 e 182, ele trata da obsessão da seguinte maneira:

E o trabalho do espírito encarnado não se limita ao que acabo de indicar, mas abrange todo o ciclo da atividade humana, na labuta da vida, para satisfazer as suas necessidades, no afã do serva et ipsum; e vai além, as suas ideias, os pensamentos que formula, as imagens que cria; os sentimentos, que o agitam e impulsionam, vivem e se movem com o seu perispírito; são agentes que o encarnado maneja.

É prova disso a hoje bem conhecida, transmissão do pensamento.

E como o pensamento, o sentimento também se transmite.

A sugestão e a obsessão têm aí a sua base.

O espírito desencarnado, utiliza-se desse fluido para realizar os seus trabalhos; servindo-se do animalizado, para se materializar, tornar-se visível e palpável (grifo meu); e, se tem de apresentar a forma de um animal, ou vegetal, ou o movimento, a deslocação de corpos, recorre ao fluido correspondente à natureza do fenômeno que quer produzir, buscando o da espécie animal, e mais particularmente o idêntico ao tipo: mamífero, ave, inseto, réptil, etc.”.

Que o querido leitor guarde bem em sua memória estas palavras do ilustre médico Dr. Pinheiro Guedes, pois que essa materialização dos espíritos quedados no astral inferior, através da qual eles se tornam visíveis, e até palpáveis, apresentando-se em forma de animais, recorrendo aos fluidos correspondentes à natureza daquilo que querem reproduzir, eu vou mostrar no site pamam.com.br, através de imagens autênticas, verdadeiras, idôneas, a toda nossa humanidade, para que todos os seres humanos de boa vontade venham a se posicionar ao lado do bem, na luta que será travada contra o mal, luta esta que será de pensamento.

Estando então obsedado, o ser humano vê e ouve os espíritos do astral inferior, como a própria Bíblia comprova, em que Abraão e Moisés viam e ouviam a Jeová e aos espíritos integrantes da sua falange, que lhes apareciam em formas de anjos. Mas os demais seres humanos que o rodeiam pensam que ele está imaginando tudo, já que também são acostumados a imaginar. Quando não vê e nem ouve os espíritos, o ser humano é intuído ou incorporado pelos espíritos obsessores que se encontram quedados no astral inferior, para adotarem determinados tipos de comportamento que são estranhos aos comportamentos daqueles que o rodeiam. A isso tudo se dá a denominação de nevroses.

A nevrose é uma perturbação psíquica que compromete as funções básicas essenciais da personalidade, em que o ser humano mantém uma consciência distorcida do seu estado mental, alterando o seu comportamento em relação ao comportamento comum e usual. Essas nevroses se manifestam de inúmeras maneiras no cotidiano da vida, em que se pode constatar claramente nas visitas aos hospitais psiquiátricos, e mesmo em nosso meio, como é exemplo disso o choro inexpressivo, como nos narra Antônio Cottas, em sua obra Cartas Doutrinárias de 1964 e 1965, as páginas 198 e 199, da seguinte maneira:

Como velho frequentador dessa sua Casa, estranhamos que haja pensado em obsessão, por haver chorado emocionadamente. Felizes são aqueles que derramam lágrimas por saudade ou motivadas por alegria ou tristeza. Quantas vezes, ao tomarmos ciência de uma desgraça, as lágrimas rolam pelo rosto abaixo!

O choro produzido pelos obsessores nas criaturas obsedadas é inexpressivo, não traduz sentimento.

É sempre aconselhável, em um caso de desencarnação, deixar que os familiares chorem, pois que isso faz desanuviar o espírito. Tratando-se de esclarecidos, estes choram, sim, mas depois, conformam-se com o ocorrido, e não mais se entregam a choros convulsivos. Entretanto, no decorrer dos dias e das horas, vem a recordação do ente querido, e as lágrimas correm. Tudo isso é natural, porque ficou o vácuo deixado pela matéria, e só o tempo se encarrega de desaparecer o espírito.

Além das nevroses propriamente ditas, os espíritos obsessores quedados no astral inferior intuem aos demais seres humanos para que eles pratiquem todos os tipos de crimes, com essas influências maléficas se dando em todos os setores da vida, dos lares aos gabinetes dos presidentes das repúblicas de todas as nações, tudo isso ocorrendo no âmbito da imaginação, já que todos os raciocínios são realizados através das representações de imagens, em suas combinações.

A maneira mais correta de se curar as vítimas desses espíritos obsessores quedados na atmosfera terrena é através das vibrações dos sentimentos, com o magnetismo que existe na propriedade da Força, com as radiações dos pensamentos, com a eletricidade que existe na propriedade da Energia, e com o eletromagnetismo que existe nas combinações de ambas as propriedades, com as radiovibrações dos sentimentos e dos pensamentos combinados, tudo dirigido ao mesmo tempo para Deus e para o Astral Superior, pois nessas ocasiões os espíritos de luz derramam os seus fluidos revitalizadores e as suas luzes benéficas e salutares sobre os seres humanos, fazendo uma limpeza em seus corpos mentais.

Nos casos mais graves, os seres humanos devem recorrer à psicanálise, desde que esta tenha modificado as suas bases de estudo e não se dirija diretamente ao cérebro do paciente, que serve apenas de intermediação para que o espírito se manifeste neste mundo através do corpo carnal. Portanto, para que a psicanálise realmente funcione a contento, o especialista tem que ser espiritualizado, esclarecido sobre os porquês da vida, para que assim possa perscrutar a alma do paciente, identificando os seus atributos individuais inferiores e relacionais negativos, os quais comandam as suas tendências, ensejando a que os seus sentimentos e os seus pensamentos trabalhem segundo essas suas tendências, quando então pode fornecer as orientações precisas para a sua cura, até que consiga deixá-lo curado por completo.

Faz-se preciso, pois, que a psicanálise, assim como todas as demais ciências, modifiquem as suas bases, que os religiosos e os cientistas assumam as suas respectivas posições em relação às parcelas do Saber, para que possamos resolver os problemas do mundo em conjunto. Nilton Figueiredo de Almeida, em sua obra Clássicos do Racionalismo Cristão, a página 50, fornece-nos uma boa ideia acerca da psicanálise, da seguinte maneira:

Cogita-se do estudo da psicanálise. A psicanálise é um estudo importantíssimo e o progresso e a evolução do mundo vêm demonstrando a necessidade de se fazer esse estudo. A psicanálise tem importância capital para aqueles que de fato desejam analisar o espírito humano. Ela desvenda ou indica, auxilia, compreender os muitos e diversos complexos que se apoderam dos seres, muito abruptamente, ou, então, muito naturalmente, e que são clara, racional e cientificamente explicados pelo Racionalismo Cristão. Conhecida a razão desses complexos podem as criaturas viver melhor umas com as outras e podem não só melhorar as suas atitudes, como ter mais condescendência, contemporizando, conforme os casos, para viver com mais compreensão de vida”.

As enfermidades dos nervos que a imaginação produz somente podem ser curadas por intermédio do esclarecimento espiritual, com a limpeza psíquica do corpo mental do doente, através das vibrações magnéticas, das radiações elétricas e das radiovibrações eletromagnéticas, que são realizadas nas casas racionalistas cristãs e diariamente nos lares, deixando limpos e sadios os corpos fluídicos e de luz dos vibrantes, radiantes e radiovibrantes, impossibilitando a presença dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, em que nessas vibrações, radiações e radiovibrações eles são transladados para os seus Mundos de Luz.

Estando, pois, devidamente explanada a imaginação e respondidas todas as indagações efetuadas por Luiz de Mattos ao seu respeito, eu devo agora passar para a explanação da concepção, que difere totalmente da imaginação, em que esta se situa no âmbito da irrealidade, enquanto que aquela se situa no âmbito da realidade.

 

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