11- A VERITOLOGIA E A SAPEROLOGIA DA ÍNDIA E DA CHINA

A Era da Sabedoria
24 de setembro de 2018 Pamam

Um tanto quanto esquecidas, quando não, relevadas a segundo plano pelos estudiosos, que evidenciam mais a Veritologia e a Saperologia gregas e modernas, apesar de darem ênfase unicamente à Saperologia, sob a denominação imprópria de Filosofia, olvidando da Veritologia, por ignorarem completamente a sua existência e a sua elevada função no âmbito da espiritualidade, mas mesmo assim dela tratando, mesmo sem saberem, vamos encontrar as primeiras grandes manifestações dos veritólogos na Índia e na China, para desvendar os segredos da vida e os enigmas do Universo, bem como também dos saperólogos para explanar a esses segredos e enigmas, com o fim de resolver os problemas da vida e espiritualizar toda a nossa humanidade.

Embora as encarnações desses espíritos investigadores e pesquisadores que por lá encarnaram não tivessem conseguido alcançar a esse intento, serviram de base para que os investigadores e pesquisadores gregos pudessem fazer valer as suas vocações veritológicas e saperológicas, notadamente com o aflorar completo da Saperologia, já que a Veritologia não conseguiu alcançar ao mesmo desiderato, ficando em compasso de espera para surgir esplendorosamente apenas nos fins dos tempos determinados por Jesus, o Cristo, ao final da Era da Verdade, ao estarmos prestes a alcançar a Era da Razão, ou a Era da Ratiologia.

Em 1697, o veritólogo Leibnitz, o qual todos consideram equivocadamente como sendo um saperólogo, cuja demonstração dessa natureza deverá ser totalmente comprovada quando adentrarmos em sua doutrina, foi um estudioso de ambos os tratados na Índia e na China, mas ficou mais impressionado com os tratados chineses.

Para tal explicação há que se levar em consideração que o espírito que se desligou da sua humanidade para se integrar à nossa, à medida que ia evoluindo cada vez mais, em proporção vertiginosa, ia influindo cada vez mais na cultura da nação em que lá ia encarnando. Assim foi como Hermes, no Egito, como Krishna, na Índia, e como Confúcio, na China. Daí a razão dos tratados chineses serem um pouco mais profundos do que os tratados hindus, mas assim nem tanto. Porém, quando encarnou como Platão, na Grécia, influenciou muito mais a cultura desse povo do que as culturas da Índia e da China. Além do mais, a própria cultura do povo também influi intensamente no desenvolvimento de ambos os tratados.

Assim, estando altamente impressionado com a Veritologia e a Filosofia chinesas, Leibnitz foi um dos que propugnaram pela união do Oriente e do Ocidente, ao dizer:

As coisas entre nós chegaram a tal ponto, tão corrompida anda a moral, que julgo necessário venham para aqui missionários chineses, ensinar-nos a mira e a prática dos seus conhecimentos nacionais… Porque creio que se um homem de sabedoria fosse nomeado juiz da bondade dos povos, o prêmio caberia à China”.

E não ficou somente nisso, pois Leibnitz solicitou a Pedro, o Grande, a construção de uma estrada para a China, e promoveu a fundação de sociedades em Moscou e Berlim para a abertura da China e o intercâmbio das nações entre a China e a Europa. E, também, Christian Wolff fez uma tentativa na mesma direção, quando fez uma conferência em Halle, cujo título era Sobre a Filosofia Prática dos Chineses, mas foi acusado de ateísmo e demitido. Quando, porém, Frederico subiu ao trono, chamou-o à Prússia e o restaurou com todas as honras.

Voltaire leu com a máxima atenção as obras de Confúcio, inclusive delas fazendo extratos, afirmando que nelas somente havia encontrado a mais pura moralidade, sem jamais haver encontrado o mais leve resquício de charlatanismo. Em 1770, Goethe voltou à resolução de ler os veritólogos e os saperólogos da China, e ficou absorvido e deleitado nessa literatura chinesa.

 

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