10- A FILOSOFIA DO SÉCULO XX

A Era da Verdade
25 de fevereiro de 2020 Pamam

Segundo os estudiosos, a filosofia do século XX trouxe uma série de desenvolvimentos teóricos contrários em relação ao que se refere à validade do conhecimento através de conceitos e abstrações absolutas, isto é, afirmações universais ou leis gerais. As certezas decorrentes do pensamento clássico foram derrubadas, embora permaneçam como problemas sociais, econômicos e científicos, juntamente com formas novas de conflito e reivindicações concernentes à organização geopolítica e epistêmica do sistema-mundo contemporâneo. O que é a lógica? O que é a ética? São novas perguntas que existem a partir da filosofia do século XX.

Antes de mais nada, deve aqui ser esclarecido que todos nós somos detentores do raciocínio, então a lógica pode ser considerada como a arte de raciocinar com acerto, seja no âmbito da razão, seja no âmbito da imaginação, em cuja fase a nossa humanidade ainda se encontra, devendo adentrar brevemente na fase da razão.

Já a ética é considerada pelos estudiosos como sendo a filosofia moral, o estudo do conjunto dos valores morais de um grupo ou indivíduo, pois que eles levam em consideração a etimologia da palavra, que vem do grego ethos, com o significado de caráter, disposição, costume, hábito, por isso eles consideram como sendo sinônimo de moral, do latim mores. Mas não é nada disso. A moral é o atributo básico obtido pelo ser, no exercício da atividade básica, quando ele evolui por intermédio da propriedade da Força, sendo ela estritamente individual. Já a ética é o atributo básico obtido pelo ser, no exercício da atividade básica, quando ele evolui por intermédio da propriedade da Energia, sendo ela estritamente relacional.

A filosofia do século XX é demasiado diferente para que se possa fixar um padrão que não seja uma série de tentativas de reformar, preservar ou alterar os limites antes concebidos. As formas e os caminhos para esses empreendimentos são diversos e distintos. Contudo, suponhamos que seja essencial uma unidade de sentido, diríamos que essas filosofias contestam princípios da ciência moderna do século XVI ao século XX, aproximadamente.

Novos estudos na filosofia da ciência, da filosofia da matemática e epistemologia acrescentaram, aparentemente, tendências antagônicas nos ditames da consciência e os seus objetos, como expresso nas profundas diferenças entre filosofia analítica e filosofia continental, as quais tiveram lugar em fundações, no início do século. Os avanços na relatividade, na física quântica, na física nuclear e nas ciências generativas, como a ciência cognitiva, cibernética, genética linguística gerativa e na rica produção literária, artística, como no cinema e na música, foram uma forma enriquecedora de propagar o pensamento filosófico.

A filosofia do século XX trouxe uma série de desenvolvimentos contraditórios em cima da base de conhecimento e a validez de variações absolutas. Com o pensamento clássico, certezas foram derrubadas, surgindo problemas sociais, econômicos, científicos, e novas formas do que seja a lógica e a ética, com a filosofia do século XX sendo diferentemente fixa para uma série de tentativas de reformar, preservar, alterar os limites antes concebidos.

Os estudiosos consideram a existência de várias escolas, mas nenhuma delas assume a importância de ser aqui descrita, pois que não acrescentam nada ao conhecimento, sendo apenas representações imaginativas, como as seguintes:

  1. Construcionismo;
  2. Desconstrucionismo;
  3. Escola de Madrid;
  4. Escola Perenialista;
  5. Estruturalismo;
  6. Existencialismo;
  7. Fenomenologia;
  8. Filosofia Analítica;
  9. Filosofia Continental;
  10. Filosofia do Processo;
  11. Filosofia Pós-moderna;
  12. Marxismo Estrutural;
  13. Neoconfucionismo;
  14. Neoescolástica;
  15. Neoidealismo;
  16. Neopragmatismo;
  17. Objetivismo;
  18. Positivismo Lógico
  19. Teoria Crítica;
  20. Intuicionismo.

É certo que em todas essas escolas existiram grandes mentalidades, mas nenhuma delas conseguiu uma representatividade acerca da espiritualidade, que é o que mais almeja a nossa humanidade, para que então possa se ver livre das fantasmagorias dos credos e das especulações infrutíferas que baseiam a cultura veritológica neste mundo. Por isso, eu vou destacar apenas Huberto Rohden, pela sua índole espiritualista.

 

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