08.04- Schopenhauer

A Era da Verdade
13 de fevereiro de 2020 Pamam

Arthur Schopenhauer encarnou em Dantzig, na Alemanha, no ano de 1788, e desencarnou em Frankfurt, na Alemanha, no ano de 1860, tendo sido um veritólogo alemão. Em 1804, na sua viagem através da França e da Áustria, ele se espantou com a desordem e a imundície das cidades, com a desoladora pobreza dos homens do campo e a miséria das aldeias, pois a passagem dos exércitos napoleônicos e antinapoleônicos deixara cicatrizes profundas em todas as nações. Na Inglaterra, a vencedora da luta, os camponeses estavam arruinados pela queda do preço do trigo e os operários industriais sofriam do incerto regime fabril. O caos da Europa refletia por sobre a face da Terra, impressionando a mente de Schopenhauer.

O seu pai fôra um negociante amigo da liberdade, tendo se mudado para Hamburgo quando Schopenhauer tinha apenas cinco anos de idade, porque Dantzig havia perdido a sua liberdade com a anexação à Polônia. Assim, o veritólogo cresceu em um ambiente de negócios e finanças, embora tivesse abandonado muito cedo a carreira mercantil para a qual o seu pai o impelia, mas esse ambiente lhe deixou marcas profundas. A sua mãe era uma intelectual, tendo se tornado uma das mais populares romancistas do seu tempo, mas era destituída de moral, porém, mesmo assim, Schopenhauer afirmou que “o caráter ou vontade se herda do pai, e o intelecto da mãe”, quando, na verdade, não existe atavismo psíquico.

Em 1805, o seu pai desencarnou, quando então a sua mãe se entregou ao amor livre, mudando-se para Weimar como ponto mais propício para a vida promíscua que desejava. Schopenhauer reagiu contra isso, e as brigas resultantes o puseram na senda daquelas meias verdades sobre as mulheres com que polvilhou os seus escritos. Na correspondência entre ambos transparece o desacordo, quando ele assim se expressa:

A senhora é insuportável e cansativa, todas as suas boas qualidades são estragadas pelo orgulho e se tornam inúteis para o mundo unicamente porque a senhora não pode se coibir de atormentar toda gente”.

Em decorrência das desavenças ambos se separaram, cuja separação foi ocasionada por uma disputa mais grave, com a mãe o expulsando de casa, tendo ele ironizado, dizendo que somente através dele ela seria conhecida da posteridade, quando então deixou Weimar, e conquanto a sua mãe ainda vivesse mais vinte e quatro anos, nunca mais a viu.

Esse ambiente trevoso em que viveu com a sua mãe fez com que o astral inferior dele se aproximasse, tornando-se um obsedado, por isso teve os seus atritos com o amor e o mundo, ficando com o caráter e os seus escritos afetados, tornando-se sombrio, cínico, repleto de terrores e manias, guardava os seus cachimbos à chave e jamais confiava o pescoço à navalha de um barbeiro, dormia com duas pistolas carregadas no criado-mudo, não podia ouvir barulho, adotando um senso paranoico da sua grandeza não reconhecida, não lhe tendo sobrevindo imediatamente o sucesso e a fama, torturando a própria alma.

No seu ensaio sobre as mulheres, ele expressou a sua oposição ao que denominou de “estupidez germano-cristã” sobre questões femininas, argumentando que está na natureza das mulheres obedecer, opondo-se ao poema Dignidade das Mulheres, de Friedrich Schiller. Mas no ensaio oferece dois elogios às mulheres, afirmando que elas são decididamente mais sóbrias nos seus julgamentos que os homens e são mais simpáticas aos sofrimentos alheios. Na velhice, após ter pousado para uma escultura de Elisabet Ney, ele teria dito à amiga de Richard Wagner, Malwida von Meysenbug, o seguinte:

Eu ainda não fiz o meu último pronunciamento sobre as mulheres. Acredito que se uma mulher obtiver êxito em se retirar da coletividade, ou preferir se desenvolver além dela, não deixará de progredir até mais do que um homem”.

Após a sua dissertação intitulada de Sobre a Raiz Quadrada da Razão Suficiente, de 1813, Schopenhauer dedicou todo o seu tempo à obra que iria imortalizá-lo, O Mundo Como Vontade e Representação, afirmando que não havia picadinhos de velhas ideias, mas uma estrutura de pensamentos originais e de alta coerência. Mas a obra não atraiu muita atenção. Dezesseis anos depois de publicada, ele veio a saber que a maior parte da tiragem tinha sido vendida no peso.

No ensaio sobre a Fama, na Sabedoria da Vida, em uma alusão à sua obra prima, ele cita duas notas de Lichtenberger, em que a primeira diz “trabalhos como este são como o espelho: se um asno nele se espia, não pode esperar ver um anjo”, e a segunda diz “quando uma cabeça e um livro se chocam e o som é de oco, será acaso som do livro?”. Em seu ensaio, Schopenhauer prossegue em um tom de vaidade ofendida:

Mais um homem pertence à posteridade — ou, por outras palavras, à humanidade em geral — mais se torna estranho aos seus contemporâneos, porque como a obra não foi feita para eles e sim para o mundo largo, não há nela a cor local das coisas passageiras… Poderia um músico se lisonjear com os rumorosos aplausos de uma audiência que ele soubesse quase surda, e na qual, para esconder o defeito, duas ou três pessoas aplaudissem? E que diria ele se descobrisse que essas duas ou três pessoas já várias vezes se tinham alugado para romper em aplausos aos mais pobres executantes?”.

De tal forma se pôs Schopenhauer em sua Sabedoria da Vida, que as suas obras posteriores não passam de comentários a respeito. Em 1836, publicou um ensaio intitulado de A Vontade na Natureza, incorporado de certo modo à edição de O Mundo como Vontade e Representação, aparecida em 1844. Em 1841, publicou Os Dois Problemas Básicos da Ética. E, em 1851, dois substanciosos volumes do Parerga et Paralipomena, literalmente subprodutos, que foram traduzidos em inglês com o título de Ensaios, tendo recebido o total de dez exemplares a título de remuneração.

Em 1822, foi convidado por Berlim para ser livre docente, tendo escolhido deliberadamente para as suas lições as mesmas horas em que Hegel prelecionava, esperando assim que os estudantes os pudessem comparar com os olhos da posteridade, mas os estudantes não corresponderam às suas expectativas e ele se viu a lecionar a bancos vazios, vingando-se com as amargas críticas contra Hegel, que maculam as posteriores edições de sua obra principal. Schopenhauer ansiava por ver o seu nome reconhecido, e enquanto esperava ansiosamente por reconhecimento, declarava:

Nada vejo em matéria filosófica feito entre mim e Kant.

Sustento a ideia de que o mundo é vontade como a mais longamente procurada pela Filosofia e cuja descoberta era tida pelos familiares com a história como tão impossível quanto a da pedra filosofal.

Pretendo ressaltar apenas um pensamento. Entretanto, apesar de todos os meus esforços para expressá-lo tenho de empregar este livro inteiro. Lede-o duas vezes e da primeira com grande paciência.

O que é modéstia senão humildade de hipócrita, por meio da qual, em um mundo infestado de inveja, alguém pede perdão dos seus méritos aos que o não possuem nenhum.

Não há dúvida que quando a modéstia foi transformada em virtude se tornou coisa muito vantajosa para os néscios, porque quem falar de si será tido como um deles”.

Schopenhauer considerava ser impossível desvendar o enigma metafísico, descobrir a secreta essência da realidade examinando primeiro a matéria e depois o pensamento, considerando que nós temos que começar com o que conhecemos direta e intimamente: a nós mesmos; como que em obediência à máxima de Jesus, o Cristo, “Conhece-te a ti mesmo”; quando então ele afirma:

Não podemos chegar à real natureza das coisas vindo por fora. Por mais que investiguemos nunca alcançaremos senão imagens e nomes. Somos como o homem que rodeia um castelo, inutilmente procurando a entrada e a espaços fazendo desenhos de frontaria”.

Querendo com isso dizer que devemos entrar no castelo, de tal modo que se pudermos apreender a natureza última do nosso próprio espírito, talvez então possamos conseguir a chave do mundo externo. É de se observar que quase sempre os veritólogos têm colocado a essência do espírito no seus sentimentos e até na própria consciência, mas, infelizmente, não ousam adentrar no campo da espiritualidade para desvendar os segredos da vida e os enigmas do Universo, com a exceção de Luiz de Mattos, o veritólogo maior, que desvendou a esses segredos e a esses enigmas, adentrando a fundo no âmbito da espiritualidade.

O sentimento de Schopenhauer o leva a manifestar pensamentos pessimistas que dizem respeito à vida humana, que ele considera seja regida pela vontade, considerando-se aqui a vontade como aquilo que o ser humano pode fazer ou deixar de fazer, segundo lhe dita a consciência, já que a vontade se contrapõe ao desejo, embora ele venha a confundir vontade com o desejo, por isso para ele a vontade é uma espécie de deus, presente em todos os seres humanos, sem que haja qualquer exceção, cuja vontade necessita de sobreviver se valendo do desejo sexual para se reproduzir e multiplicar, e devido ao desejo de sempre querer mais, essa vontade acaba levando ao sofrimento humano, pois o homem nunca estará satisfeito com uma única coisa. Em razão do homem ser não mais do que um tipo de ser em meio a vários outros seres, sob o ponto de vista cósmico, valendo-se de uma razão analógica, sente-se autorizado a estender essa substância primordial, que é a vontade, a todos os demais seres, concebendo-a, assim, como essência não só do homem, mas também do mundo.

Então o veritólogo procura uma forma de libertação dessa vontade, que aqui se confunde com desejo, baseando-se em escritos budistas e na sabedoria oriental, já que os Upanishads muito o impressionaram, que dizem que a única forma de se libertar dos desejos é a total renúncia a todos eles, quando então se alcança o nirvana. Ressaltando-se que ele identifica também a esse mecanismo da libertação da vontade, mas que é desejo, com o falso cristianismo, embora a sabedoria credulária que tem por referência seja o budismo, pois de fato Buda foi um grande espírito, um dos pioneiros da Veritologia.

O sentimento de Schopenhauer tem como ponto de partida o sentimento de Kant, o qual estabeleceu a distinção entre os fenômenos e a coisa em si, que denominou de númeno, ou seja, entre o que nos aparece e o que existiria em si mesmo. Segundo Kant, a coisa em si, ou o númeno, não poderia ser objeto do conhecimento, como até então pretendera a metafísica clássica. Assim, a ciência deveria se restringir ao mundo dos fenômenos, e seria constituída pelas formas a priori da sensibilidade, espaço e tempo, e pelas categorias do entendimento. Dessas distinções, Schopenhauer concluiu que o mundo não seria mais do que representações, entendidas por ele, em um primeiro momento, como sínteses entre o subjetivo e o objetivo, entre a realidade exterior e a consciência humana, como afirma em O Mundo Como Vontade e Representação:

Por mais maciço e imenso que seja este mundo, a sua existência depende, em qualquer momento, apenas de um único e delgadíssimo fio: a consciência em que aparece.

O mundo como representação, isto é, unicamente do ponto de vista de que o consideramos aqui, tem duas metades essenciais, necessárias e inseparáveis. Uma é o objeto, em que as suas formas são o espaço e o tempo, de onde vem a pluralidade. A outra metade é o sujeito, que não se encontra colocada no espaço e no tempo, porque existe inteira e indivisa em todo ser que percebe, daí resulta que um só desses seres junto ao objeto completa o mundo como representação, tão perfeitamente quanto todos os milhões de seres semelhantes que existem, mas, também, se esse ser desaparece, o mundo como representação não mais existe”.

Mas Schopenhauer se separa de Kant e a partir daí constrói uma saperologia, ou filosofia, original, já que para Kant a coisa em si é inacessível ao conhecimento humano, pois que se encontra além dos limites das estruturas do próprio ato cognitivo, entendido como a síntese dos dados da intuição sensível, síntese esta realizada pelas categorias do entendimento, enquanto que Schopenhauer, ao contrário, pretendeu abordar a própria coisa em si, considerada como sendo a raiz metafísica de toda a realidade, que seria a vontade, com esta aqui sendo considerada como a capacidade através da qual tomamos posição frente ao que nos aparece, em que, diante de um fato, podemos desejá-lo ou rejeitá-lo, e, ante um pensamento, podemos afirmá-lo, negá-lo ou suspender o juízo sobre ele.

De acordo com o veritólogo, a experiência interna do indivíduo lhe assegura mais do que o simples fato de ele ser um objeto entre outros. A experiência interna revela também ao indivíduo que ele é um ser que se move a si mesmo, um ser ativo cujo comportamento manifesto expressa diretamente a sua vontade. Essa consciência interior que cada um possui de si mesmo como vontade seria primitiva e irredutível. A vontade revelar-se-ia imediatamente a todas as pessoas como o em si e a percepção que as pessoas têm de si mesmas como vontade seria distinta da percepção que as mesmas têm como corpo, através da percepção externa mediada pelo princípio de razão. Mas isso não significa que Schopenhauer tinha esposado a tese de que as ações corporais e as ações da vontade constituem duas séries de fatos, entendidas as primeiras como causadoras das segundas. Para ele, o corpo humano é apenas objetivação da vontade, tal como aparece sob as condições da percepção externa, mediada pelo aludido princípio de razão. Em outros termos, o que se quer e o que se faz são uma e a mesma coisa, vistos, porém, de perspectivas diferentes.

A vontade seria o princípio fundamental da natureza, da mesma forma como nos homens. Para o veritólogo, na queda de uma pedra, no crescimento de uma planta, ou mesmo no puro comportamento instintivo de um animal, afirmam-se tendências em cuja objetivação se constituem os corpos. Essas diversas tendências não passariam de disfarces sob os quais se oculta uma vontade única, superior, de caráter metafísico, com a metafísica se aplicando no sentido do que há de mais primitivo e de íntimo no mundo da experiência, e presente igualmente na planta que nasce e cresce, e nas complexas ações humanas. Essa vontade é independente da representação e, portanto, não se submete às leis da razão. Ao contrário de Hegel, para quem o real é racional, a saperologia, ou filosofia, de Schopenhauer sustenta que o real é em si mesmo cego e irracional, enquanto vontade. As formas racionais da consciência não passariam de ilusórias aparências e a essência de todas as coisas seria alheia à razão, quando diz:

A consciência é a mera superfície de nossa mente, da qual, como da terra, não conhecemos o interior, mas apenas a crosta”.

A partir de 1851, com a sua obra Parerga e Paralipomena, que continha pequenos ensaios sobre os mais diversos temas, como Filosofia, política, moral, literatura, estilo e metafísica, entre outros, tendo alcançado um inesperado sucesso, a notoriedade do veritólogo se espalhou pela Alemanha e depois pela Europa, com um artigo de Oxford, publicado na Inglaterra, dando início à grande difusão da sua saperologia, ou filosofia, enquanto que na França muitos estudiosos viajaram até Frankfurt para visitá-lo. Na Alemanha, a saperologia de Hegel entrou em declínio e Schopenhauer surgiu como ídolo das novas gerações.

Assim, os últimos anos de vida de Schopenhauer lhe proporcionaram um reconhecimento que ele sempre buscou e por que tanto ansiava, com alguns críticos surgindo em grande quantidade nos principais periódicos da época. A Universidade de Breslau dedicou cursos à análise de sua obra e a Academia Real de Ciências de Berlim lhe propôs o título de membro, em 1858, título esse que ele recusou.

Dois anos depois, no dia 21 de setembro de 1860, Arthur Schopenhauer, que Nietzsche chamaria de o cavaleiro solitário, desencarnou, vítima de insuficiência cardíaca, quando já contava com setenta e dois anos de idade.

Eis alguns dos pensamentos de Schopenhauer:

A glória é tanto mais tardia quanto mais duradoura há de ser, porque todo fruto delicioso amadurece lentamente.

A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais.

Dinheiro é como água do mar: quanto mais você toma, maior é sua sede. O mesmo se aplica à fama.

Quanto menos inteligente é um homem, tanto menos misteriosa lhe parece a existência.

O dinheiro é uma felicidade humana abstrata, por isso aquele que já não é capaz de apreciar a verdadeira felicidade humana, dedica-se completamente a ele.

Nas pessoas de capacidade limitada a modéstia não passa de mera honestidade, mas em quem possui grande talento, é hipocrisia.

O amor é a compensação da morte.

A arte é uma flor nascida no caminho da nossa vida, e que se desenvolve para suavizá-la.

Quanto mais elevado é o espírito, tanto mais ele sofre.

Toda a nação troça das outras e todas têm razão.

A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças do que nos nossos bolsos.

Do mesmo modo que no início da primavera todas as folhas têm a mesma cor e quase a mesma forma, nós também, na nossa tenra infância, somos todos semelhantes e, portanto, perfeitamente harmonizados.

A honra cavalheiresca é filha da arrogância e da tolice.

Quando a felicidade se apresenta devemos lhe abrir todas as portas, porque jamais foi considerada inoportuna.

As pessoas comuns pensam apenas como passar o tempo. Uma pessoa inteligente tenta usar o tempo.

Certamente a vida não existe para ser aproveitada, mas para ser suportada e despachada… De fato, é um conforto na velhice ter o trabalho da vida por trás de si.

Quem não tem medo da vida também não tem medo da morte.

Sentimos a dor, mas não a sua ausência.

Se na hora de uma necessidade os amigos são poucos? Ao contrário! Basta fazer uma amizade com alguém para que, logo que este se encontre numa dificuldade, pedir dinheiro emprestado.

O destino é cruel e os homens são dignos de compaixão.

A virtude não se ensina, como tão pouco o gênio.

Casar-se significa duplicar as suas obrigações e reduzir à metade os seus direitos.

O dinheiro é a coisa mais importante do mundo. Representa: saúde, força, honra, generosidade e beleza, do mesmo modo que a falta dele representa: doença, fraqueza, desgraça, maldade e fealdade.

O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”.

 

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