06.22- É chegado o tempo de separar o joio do trigo

A Cristologia
29 de outubro de 2018 Pamam

Reportemo-nos ao passado mais longínquo da nossa humanidade, mais propriamente ao seu início, ao transpormos o âmbito da irracionalidade, ingressando no âmbito da racionalidade, quando todos nós adquirimos o raciocínio e o livre arbítrio, passando a evoluir também por intermédio da propriedade da Luz, tornando-nos espíritos. Nesse início, todos nós passamos a habitar o mesmo Mundo de Luz, uma vez que todos nós possuíamos o mesmo estágio evolutivo, não havendo qualquer diferenciação de valores entre nós.

Aqueles que mais se esforçaram no decorrer do processo da evolução foram se destacando dos demais, abandonando de vez a esse Mundo de Luz e passando a formar um outro Mundo de Luz. E assim teve continuidade a evolução da nossa humanidade, com os espíritos mais esforçados abandonando os Mundos de Luz em que se encontravam e passando a formar outros Mundos de Luz, que assim passaram a se tornar cada vez mais numerosos. Nesse evoluir constante, ininterrupto, aqueles espíritos mais atrasados passaram a envidar maiores esforços no sentido de evoluir espiritualmente, quando então passaram a abandonar os Mundos de Luz em que se encontravam e a ascender aos outros Mundos de Luz mais evoluídos, que foram por nós mesmos formados, pois é sabido que os Mundos de Luz são as moradas dos espíritos.

Após a nossa humanidade haver alcançado a um certo estágio evolutivo, aqueles espíritos que mais se destacaram no decorrer do processo da evolução, passaram a se reunir nos Mundos de Luz mais distantes, formando uma plêiade, para que assim pudessem dirigir os destinos da nossa humanidade, estabelecendo uma meta para a espiritualização de todos os seus integrantes, elaborando planos para esse desiderato.

Mas todas essas tentativas foram em vão, com todos esses planos tendo sido redundados em fracasso, porque faltavam instrumentos encarnados capazes de influir decisivamente no ambiente fluídico deste nosso mundo-escola, a fim de que houvesse o esclarecimento espiritual, com todos se engajando nesse movimento espiritualizador.

Assim, sempre quando uma civilização conseguia chegar ao ápice do seu progresso neste nosso mundo-escola, progresso esse sempre voltado para o âmbito material da vida, diga-se de passagem, os seres humanos se deixavam levar por esse ambiente fluídico, e sendo afeitos aos gozos e aos prazeres terrenos, adentravam na maior das depravações e degenerações, formando o ambiente fluídico propício para as ações dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, causando os desastres tidos como se fossem naturais, extinguindo a essas civilizações, obliterando-as da face da Terra, em que o último desses desastres foi o dilúvio, tendo o processo civilizatório que recomeçar novamente.

Atualmente, Jeová, o deus bíblico, sendo um espírito tremendamente obsessor, estando decaído no astral inferior, sendo chefe de inúmeras falanges, que são formadas pelos seus anjos negros, tem a pretensão genocida de extinguir a esta nossa civilização através do fogo, como já foi plenamente demonstrado em tópicos anteriores, neste site de A Filosofia da Administração, e que será demonstrado cientificamente no site pamam.com.br.

De qualquer maneira, aos trancos e barrancos, como se diz comumente por aí, a nossa humanidade foi evoluindo cada vez mais, com os espíritos mais esforçados formando os Mundos de Luz cada vez mais evoluídos, e com outros esforçados ascendendo cada vez mais a esses Mundos de Luz mais evoluídos, aumentando assim a plêiade dos espíritos superiores.

Estando já um tanto madura a nossa humanidade, assaz experiente com os reveses sofridos pelas civilizações anteriores, ela reuniu as condições mínimas para ser espiritualizada. Mas esta espiritualização somente poderia ocorrer com a interferência de um espírito que se encontrasse em um estágio evolutivo bem superior ao que se encontrava a nossa plêiade de espíritos superiores, para que lançando mão da sua inteligência superioríssima, das suas vastas experiências físicas acerca sabedoria, dos seus vastos conhecimentos metafísicos acerca da verdade, portanto, do seu Saber, por excelência, que diz respeito à razão, elaborasse um plano para a nossa espiritualização, agindo intensamente no sentido da sua consecução.

Em conformidade com o determinado pela Inteligência Universal, esse espírito teria que ser um dos dois expoentes da humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo, que lá alcançou a condição do seu Antecristo.

Assim, esse espírito se deslocou da sua humanidade para a nossa, com a finalidade precípua de elaborar um plano para a nossa espiritualização, agindo intensamente para a consecução desse plano espiritualizador, em que com a sua primeira encarnação neste nosso mundo-escola como Hermes, no Egito, estabeleceu o início de uma Grande Era, denominada de A Era da Sabedoria. Posteriormente, com a sua encarnação como Jesus, ele veio decretar o final de A Era da Sabedoria e estabelecer o início de uma nova Grande Era, denominada de A Era da Verdade, quando então, tendo alcançado a condição do Cristo, pôde enfim estabelecer a esse instituto no seio da nossa humanidade, cujo Instituidor é Deus, fazendo valer o seu racionalismo neste mundo, somente reconhecido e ativado por intermédio do Racionalismo Cristão, que por isso é o embrião do instituto do Cristo, já que fez surgir o nosso Antecristo, do mesmo modo como ele surgiu como sendo o Antecristo da sua humanidade.

Nesse plano espiritualizador, elaborado por esse grande espírito que se deslocou da sua humanidade para a nossa, obviamente que se encontra em seu contexto o preparo para que todos os seres humanos de boa vontade possam dar continuidade às suas evoluções espirituais neste nosso mundo-escola, sem maiores contratempos, quer dizer, sem que sejam estorvados, sem que sejam impedidos pelos seres humanos de má vontade, que se imiscuem nas suas vidas para impedir os seus progressos, justamente por isso o Nazareno afirmou o seguinte:

Paz na Terra aos homens de boa vontade”.

Esses espíritos de má vontade são justamente aqueles que não se esforçaram para progredir espiritualmente, que não se esforçaram para ascender aos Mundos de Luz mais evoluídos, permanecendo na formação dos Mundos de Luz mais atrasados, os que ainda são materializados. A esses espíritos renitentes, detentores da má vontade, Jesus, o Cristo, denominou de joio. Enquanto que aqueles espíritos que se esforçaram para progredir espiritualmente, que se esforçaram para ascender aos Mundos de Luz mais evoluídos, que são os detentores da boa vontade, Jesus, o Cristo, denominou de trigo.

Essa metáfora utilizada por Jesus, o Cristo, tem a sua razão de ser, pois que o joio é uma planta herbácea, da família das Gramíneas, de folhas lineares e inflorescências em espiga, que se desenvolve com frequência nas searas, prejudicando o resultado das culturas através dos seus frutos, os quais não são fáceis de separar dos demais cereais, especialmente do trigo, sendo portadores indiretos de uma substância tóxica, a temulina, proveniente de um fungo.

Em nossa humanidade já se encontram muitos espíritos de boa vontade, que estando encarnados neste nosso mundo-escola anseiam por promover as suas evoluções espirituais, esforçando-se para conseguir aos seus objetivos espirituais, que são o trigo. Em contrapartida, existem ainda muitos espíritos de má vontade, que estando encarnados neste nosso mundo-escola, praticam a todos os tipos de crimes para conseguir aos seus objetivos materialísticos, que são o joio.

Os espíritos que são considerados como sendo o joio já se encontram no limite das suas ações nefastas neste mundo, interferindo negativamente no progresso espiritual daqueles que são considerados como sendo o trigo. E isto não pode mais ser permitido, pois que esse limite já atingiu a um grau de insuportabilidade.

Em conformidade com o plano de espiritualização da nossa humanidade, todos os seres humanos que se encontram encarnados foram divididos em agrupamentos, formando as mais diversas nações, que se encontram alocadas em seus respectivos territórios. A História nos conta como foram se formando as nações no decorrer do tempo, até o surgimento das nações que hoje formam o mosaico deste planeta Terra.

Como eu consegui alcançar a condição do Antecristo da nossa humanidade, antes de me deslocar para a humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, eu vim decretar o final de A Era da Verdade e estabelecer o início de uma nova Grande Era, A Era da Razão, explanando o Racionalismo Cristão e fixando os meus ideais na face da Terra, quando então a nossa humanidade deverá se encontrar realmente espiritualizada, devendo serem banidos do nosso meio os credos e as suas seitas, por conseguinte, a classe sacerdotal, que medram no devaneio do sobrenatural, e ser extinta a ilusão da matéria, com as religiões passando a ser as fontes das ciências, quando então os religiosos e os cientistas poderão se entender entre si.

Grandes mudanças deverão ocorrer neste mundo. Será quando então os espíritos de má vontade, os que são considerados como sendo o joio, deverão ser banidos dos agrupamentos humanos em que se encontram, indo se agrupar aos espíritos das suas mesmas categorias espirituais, para que então os espíritos de boa vontade, os que são considerados como sendo o trigo, fiquem agrupados em conformidade com as suas categorias espirituais, podendo proceder assim às suas evoluções neste mundo, tendo paz na Terra.

É a separação do joio do trigo, conforme anunciado por Jesus, o Cristo, que os seres humanos são cientes desse seu anunciado, mas que levam para o âmbito do sobrenatural, como se o joio viesse a se referir aos pecadores, ao que os seres humanos não dão a mínima atenção, pois que no íntimo são cientes de que o pecado, instituído pelo catolicismo e pelas suas seitas protestantes, não passa de uma grande balela. Luiz de Souza, em sua obra Ao Encontro de Uma Nova Era, a página 62, fornece-nos uma clara exposição entre a separação do joio e do trigo, quando vem afirmar o seguinte:

Se a evolução se processasse isoladamente, tendo em vista apenas o indivíduo, seria admissível deixá-lo para trás a unir-se com outros também tardios, mas o caso é que a evolução se faz por grandes grupos, em que os mais adiantados precisam zelar pela evolução dos mais atrasados do seu grupo, dentro de um certo limite de tolerância.

Ultrapassado este limite, o que se dá, realmente, é a transferência do renitente retrógrado para outro grupo mais atrasado, em épocas próprias. Os que dão à consagração dos seus propósitos um sentido real e puro, evidentemente estão marchando na vanguarda do espiritualismo”.

É justamente por isso que os espíritos de luz, os que formam a plêiade do Astral Superior, afirmam, incessantemente, que os tempos são chegados, para que ocorra a remodelação dos seres humanos, com a Terra e os seus habitantes passando por grandes transformações, cujas transformações serão mais destacadas no site pamam.com.br.

 

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