06.15- Somente a verdade poderá libertar a humanidade das garras da ignorância

A Cristologia
25 de outubro de 2018 Pamam

Como já dito anteriormente, o próprio Jesus, o Cristo, considerou que a ignorância se assemelha a uma ave predadora, cuja qualidade ou condição de rapinagem, que é o hábito ou a tendência para roubar, tal como fazem os sacerdotes, ao extorquirem o dinheiro das suas vítimas, mantém presas em suas garras aduncas, ou seja, curvas ou recurvadas, mais propriamente em forma de gancho, toda a nossa humanidade, pelo menos até o advento do Racionalismo Cristão, quando a verdade se fez valer neste mundo e pôde assim libertá-la dessas garras que assustam tremendamente aos seres humanos menos evoluídos, portanto, mais fracos, pois todos eles são imensamente temerosos de irem para o antro do Inferno, ou então de serem exterminados pelo fogo do deus bíblico, por ocasião do julgamento dos vivos e dos mortos, em que os mortos ressuscitarão, contrariando profundamente as leis, os princípios e os preceitos da natureza.

E são tão estúpidos esses credulários, que denominam ao seu deus bíblico de pai, em imitação grotesca a Jesus, o Cristo, pois que não prestam a devida atenção ao que está escrito em seu livro dito sagrado, mais especificamente em Gênesis 1:26 e 27, que diz o seguinte:

Façamos o homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança… E Deus passou a criar o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou”.

Em Gênesis 2:7, está escrito o seguinte:

E Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego da vida, e o homem veio a ser uma alma vivente”.

E em Gênesis 2:21 a 23, está escrito o seguinte:

Por isso, Jeová Deus fez cair um profundo sono sobre o homem, e, enquanto ele dormia, tirou-lhe uma das costelas e fechou então a carne sobre o seu lugar. E da costela que havia tirado do homem, Jeová Deus passou a construir uma mulher e a trazê-la ao homem”.

Meu Deus! Isso tudo deveria ser considerado apenas como sendo simples baboseiras, meras tolices infundadas, sem que qualquer ser humano se dispusesse a dar maiores atenções a tanta estupidez. Mas, infelizmente, não é assim, pois bilhões e bilhões de seres humanos acreditam piamente nessa intrujice, nessa artimanha, nesse logro multissecular. E como a mentira é a enunciação contrária à verdade, os dizeres bíblicos deixam de ser umas simples baboseiras, umas meras tolices infundadas, e passam a ser uma impostura, uma fraude, uma falsidade, tendo por isso que ser dura e severamente combatida por aqueles seres humanos mais evoluídos, portanto, mais conscientes, que por isso pugnam por estabelecer a verdade no seio da nossa humanidade, cumprindo com as suas obrigações e os seus deveres. Vamos, então, demolir de vez aos dizeres bíblicos expostos acima.

Logo no primeiro verso o sujeito oculto é nós, para exprimir nós façamos, o que implica em dizer que o deus bíblico teve companhia na sua intenção de fazer o homem, tanto que se utiliza do pronome possessivo nossa, para determinar tanto a sua imagem e a sua semelhança, como a imagem e a semelhança de quem o acompanhava. E assim, sem qualquer onisciência, quer dizer, sem conseguir antever a criação da mulher, criou o homem macho e fêmea, que sendo à sua imagem e semelhança, é ele também, esse deus bíblico, macho e fêmea, portanto, um hermafrodita, uma aberração da natureza. Caros bíblicos, por favor respondam o seguinte: por que o seu deus bíblico tem um órgão sexual masculino e outro feminino? Para qual fim ele faz uso desses dois órgãos sexuais? Ele tem relações sexuais consigo mesmo, caso realmente existisse de fato como sendo um deus e não fosse um espírito obsessor?

Na realidade, quando Jeová, o deus bíblico, diz: “Façamos o homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança”; o que ele realmente almeja é destruir a vida na Terra, através do fogo, como já totalmente demonstrado por diversas vezes em tópicos anteriores, em outra categoria, para que assim todos os seres humanos, ao desencarnarem consumidos pelo fogo, passem a adquirir a mesma imagem dos espíritos obsessores quedados no astral inferior, sendo semelhantes a esses criminosos astrais, com ele reinando na atmosfera terrena feito um deus.

No verso seguinte, o deus bíblico passou a formar o homem do pó do solo. Ora, neste caso o homem não é filho desse deus hermafrodita, pois para que o fosse seria necessário que ele coabitasse consigo mesmo, engravidasse de si mesmo, e depois parisse o homem, tirando-o das suas entranhas, já que ele é macho e fêmea ao mesmo tempo, o que não se realizou. Então o homem não é seu filho legítimo, mas sim do próprio pó do solo, neste caso, filho legítimo da terra, que o gerou das suas próprias substâncias. E o pior de tudo é que esse deus bíblico depois soprou nas narinas do homem, com o seu tremendo mau hálito, pois que ele é pestilento em sua criação, pois tem boca, língua, dentes e todos os demais órgãos carnais do homem, com a exceção dos órgãos sexuais, pois o homem comum tem apenas o pênis e os escrotos, enquanto que ele, além disso, tem também a vulva. E assim, o homem passou a ter a sua própria vida como alma vivente, que desta maneira foi feita do ar atmosférico proveniente das alterações que sobrevêm no seu peso específico, quer dizer, o homem passou a ter a sua alma formada simplesmente de vento. Quanta estupidez!

Neste caso, além do sopro, o deus bíblico poderia também ter formado a alma do homem através da distensão do seu estômago, ou dos seus intestinos, com ar ou gases. Assim, ao invés de ser formada de vento, a alma do homem poderia ser formada de gás, qualquer um dos seus tipos, como o gás de iluminação, já que assim teria pelo menos alguma luz, ou o gás oleificante, o gás de resina, o gás hilariante, o gás de mostarda, e tantos outros. Mas menos o gás hepático, o hidrogênio sulfurado, que por ser fétido, teria o homem o mesmo odor do deus bíblico. Mas o ideal seria o gás inflamável, para que quando as almas pecadoras fossem destruídas pelo fogo desse deus bíblico, ou pelo fogo do Inferno, explodisse tudo de uma vez, extinguindo de imediato a esse deus bíblico hermafrodita, feito de carne e osso, como também aos seus anjos negros revoltados que se tornaram demônios.

No verso a seguir, o deus bíblico fez o homem dormir, em seguida lhe tirou uma costela e fechou a carne em seu lugar, como se fosse um simples cirurgião, passando a construir a mulher. Neste caso, a mulher também não é a sua filha legítima, mas sim filha legítima do homem, que a gerou da sua própria substância. Ora, se o homem é filho legítimo da terra, ou do pó, e a mulher é filha legítima do homem, pergunta-se: por que os bíblicos chamam ao seu deus de pai? Meu Deus, que imitação grotesca não fazem os sacerdotes de Jesus, o Cristo!

Caso os bíblicos se dispusessem a lançar a esse livro mentiroso e perigoso ao lixo, por ser tremendamente nocivo às suas espiritualizações, e se dispusessem a seguir os ensinamentos do racionalismo de Jesus, o Cristo, que evidentemente se encontra no Racionalismo Cristão, poderiam facilmente constatar que tanto Jesus, o Cristo, como nós, possuímos as mesmas substâncias do Criador, que são a Essência, da qual somos partículas, por isso somos espíritos, e as Propriedades, as quais vamos adquirindo parceladamente à medida que vamos evoluindo, por isso temos as nossas almas. Ao alcançar o estágio evolutivo do Cristo, ou mesmo antes, nós tiramos de nós mesmos, quer dizer, dos nossos espíritos e das nossas almas, aquilo que diz respeito diretamente a Deus, podendo conceber aquilo que difere o Criador da Sua criatura, segundo o critério da grandeza espiritual, para que assim possa ser estabelecida a verdadeira filiação, por isso Jesus, o Cristo, referiu-se a Ele como o Pai.

Em inteira conformidade com o dito popular, o qual diz que “para o bom entendedor meia palavra basta”; pode-se perfeitamente concluir com este ensinamento de Jesus, o Cristo, que tudo aquilo que está escrito nos livros ditos sagrados, principalmente no Velho Testamento, que narra de maneira pitorescamente mágica a criação do mundo, com o deus bíblico tirando do nada todas as coisas, tal como se tivesse uma varinha de condão que contém poderes sobrenaturais, prodigiosos, inexplicáveis, não tem qualquer procedência, antes da sua vinda a este mundo, pois tudo isso não passa de mentiras e lorotas, em virtude da verdade não se encontrar ainda estabelecida no planeta Terra, conforme ele mesmo afirma em relação à ignorância.

Caso os bíblicos conseguissem ler com mais atenção o próprio livro que dizem seguir em todo o seu teor, ao qual denominam de sagrado, poderiam constatar plenamente que o Novo Testamento contradiz frontalmente ao Velho Testamento, quando o Astral Superior agiu no sentido de fazer inserir o anúncio da posterior vinda de Luiz de Mattos, o espírito da verdade, o ajudador, para poder libertar a humanidade das garras da ignorância, fundando o Racionalismo Cristão, para através dele, como sendo o maior instrumento do Astral Superior de todos os tempos entre os seres humanos, poder estabelecer plenamente a verdade no seio da nossa humanidade. Senão vejamos o que está escrito claramente em João 14:15 a 31, mesmo com algumas palavras não sendo muito próprias para a realidade do conteúdo exposto, que dizem textualmente o seguinte:

Se me amardes, observareis os meus mandamentos, e eu solicitarei ao Pai e ele vos dará outro ajudador (Luiz de Mattos, digo eu) para estar convosco para sempre, o espírito da verdade (grifo meu), que o mundo não pode receber, porque nem o observa e nem o conhece. Vós o conheceis, porque permanece convosco e está entre vós. Não vos deixarei orfanados. Vou ter convosco. Mais um pouco e o mundo não me observará mais, mas vós me observareis, porque eu vivo e vós vivereis. Naquele dia sabereis que estou em união com o meu Pai, e vós estais em união comigo, e eu estou em união convosco. Quem tem os meus mandamentos e os observa, este é o que me ama. Por sua vez, quem me ama, será amado por meu Pai, e eu o amarei e me mostrarei claramente a ele.

Judas, não o Iscariotes, disse-lhe: ‘Senhor, o que tem acontecido que pretendes mostrar-te claramente a nós e não ao mundo?’.

Em resposta, Jesus disse-lhe: Se alguém me amar, observará a minha palavra, e meu Pai o amará, e nós iremos a ele e faremos a nossa residência com ele. Quem não me ama, não observa as minhas palavras, e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas pertence ao Pai que me enviou.

Enquanto permaneci convosco, falei-vos destas coisas. Mas o ajudador, o espírito santo (Eis aqui Luiz de Mattos como sendo o verdadeiro Espírito Santo, digo eu e grifo), que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar todas as coisas que eu vos disse. Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não a dou a vós do modo como o mundo a dá. Não se aflijam os vossos corações, nem se encolham de temor. Ouvistes que eu vos disse: Vou embora e venho a vós. Se me amásseis, alegrar-vos-ei de que vou embora para o Pai, porque o Pai é maior do que eu. De modo que eu vos tenho dito isso antes que ocorra, a fim de que, quando ocorrer, acrediteis. Não mais falarei muito convosco, pois o governante do mundo está chegando (Luiz de Mattos é o chefe da nossa humanidade, digo eu e grifo). E ele não tem nenhum poder sobre mim, mas, a fim de que o mundo saiba que eu amo o Pai, assim como o Pai me tem dado mandamento, assim faço. Levantai-vos, vamos embora daqui”.

Como tais palavras não são muito próprias para exprimir com exatidão o teor daquilo a que se destinam, conforme dito mais acima, vamos modificá-las um tanto, mas apenas o suficiente, para que assim possa haver uma mais exatidão em relação ao teor verdadeiro, possibilitando um perfeito entendimento para aqueles seres humanos que em plano astral se comprometeram a seguir, a divulgar e a ensinar o Racionalismo Cristão neste mundo, e que o farão com certeza, de acordo com o comprometimento, ao chegar o momento oportuno. Assim, Jesus, o Cristo, expressou-se da seguinte maneira:

— Se me compreenderdes, confiando no instituto do Cristo, observareis com atenção as minhas palavras, pelas quais eu solicitarei ao Pai que prepare outro grande espírito. E ele preparará e vos dará o ajudador para estar convosco para sempre, já que nunca se desligará da sua humanidade, pois não precisará, já que ele é quem será o espírito da verdade, o qual o mundo não pode agora receber, pelo fato dele estar em preparação, por isso ninguém o observa e nem o conhece no planeta Terra. Mas, em plano astral, vós o conheceis, porque ele faz parte integrante desta humanidade, por isso permanece convosco e está em vós.

E continua dizendo:

— Assim não vos deixarei orfanados. Vou ter convosco no futuro, não como Jesus, mas como o instituto do Cristo, através de outro espírito, que alcança a essa condição evolutiva. Mais um pouco e o mundo não me observará mais como Jesus, mas vós me observareis como Cristo, porque ele vive e vós também vivereis. Nesse dia, quando não mais me observareis como Jesus, sabereis que retornei para a minha própria humanidade, dirigindo o seu destino para que todos possam estar em união com o Pai, e vós, no futuro, também estarão em união com o seu próprio Cristo, porque nesta humanidade já está estabelecido o seu instituto, por isso outro espírito, que também está em preparação, alcançará a condição do Cristo, e estará em união convosco. É esse espírito quem tem realmente os meus ensinamentos e os observa, por isso é o único que compreende realmente as minhas palavras, e somente ele as poderá explanar. Por sua vez, quem compreende as minhas palavras, poderá contemplar ao meu Pai, e quando conseguir amar assim como eu amo, o Cristo será revelado totalmente a ele.

Judas, não Iscariotes, perguntou-lhe:

— Senhor, o que tem acontecido que pretendes te mostrar claramente a nós e não ao mundo?

Em resposta, Jesus, o Cristo, disse-lhe:

— Se alguém me compreender, conseguirá observar as minhas palavras, e poderá contemplar ao meu Pai, então como Cristo conduzirá toda a sua humanidade a fazer residência com ele em um único Mundo de Luz, quando o planeta Terra houver adquirido a condição de Mundo de Luz. Mas quem não me compreende, não conseguirá observar as minhas palavras, e a palavra que estais ouvindo não é propriamente minha, mas do instituto do Cristo, por isso pertence ao Pai, que é o Instituidor, razão pela qual me enviou.

E Jesus Cristo continuou a dizer:

— Enquanto permaneço convosco quando encarnado, falo-vos das coisas do Cristo. Mas o ajudador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará a verdade e vos fará lembrar de todas as coisas que vos falei do Cristo. Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Mas não dou a vós do modo como o mundo a dá, pois que ela deverá ser estabelecida por intermédio do Racionalismo Cristão. Não se aflijam as vossas almas, nem se encolham de temor com esta explanação das minhas palavras. Ouvistes o que eu vos disse: vou embora deste mundo como Jesus, mas no futuro outro espírito virá de volta a vós como Cristo. Se me compreendêsseis, alegrar-vos-iam de que vou embora para a minha humanidade, que já está preparada para o meu retorno, onde lá, contemplando ao Pai, poderei agir em seu nome, porque o Pai é maior do que eu. De modo que eu vos tenho dito isso antes que ocorra, a fim de que quando ocorrer, acrediteis. Não mais falarei muito convosco, pois o governante do mundo está chegando, que é o espírito da verdade, o ajudador, o Espírito Santo, que deverá assumir a chefia desta humanidade. E ele não tem muito conhecimento sobre o Cristo, mas sim sobre a verdade, para que possa fundar o Racionalismo Cristão e transmitir a verdade. Porém, a fim de que o mundo saiba que eu contemplo ao Pai, é nessa contemplação que o Pai me tem dado poderes para instituir, assim faço estabelecer o instituto do Cristo nesta humanidade, dando continuidade a ele. Levantai-vos, vamos embora daqui.

Agora vamos comprovar que Luiz de Mattos é realmente o ajudador, o espírito da verdade, ou seja, o Espírito Santo, uma vez que a verdade é a fonte da sabedoria, por intermédio das quais se alcança a razão, através das suas próprias palavras, em sua obra intitulada de Cartas ao Cardeal Arcoverde, as páginas 237 e 238, em que ele afirma o seguinte:

Ouvi o Espírito da Verdade, a que se referem os vossos Evangelhos, e que já está na Terra a revolucionar e a esclarecer a Humanidade, pela transmissão da verdade, a única esclarecedora e libertadora de corpos e de almas, como Jesus, o Cristo, afirmou.

Ele vos manda dizer, mestre cardeal Arcoverde, que de fato os tempos são chegados, não só para que toda a Humanidade se esclareça, como para que o Vaticano, e assim vós e todos os vossos escravos e parceiros, tomem novos rumos e se cristianizem, como se cristianizar devem todos os povos, até ao fim do presente século. Mais: que não ficará pedra sobre pedra de tudo quanto existe, especialmente referente às 8 mil seitas que na Terra pontificam para provar que ninguém se entende, que o viver humano é uma balbúrdia, que todas estão erradas, e grandemente criminosa é a católica romana, porque se assim não fosse, uma só baseada num só Grande Foco existiria e se denominaria como está se denominando o Racionalismo Cristão, único aceitável, por ser a Doutrina da verdade”.

Na mesma obra, as páginas 269 a 281, Luiz de Mattos continua afirmando o seguinte:

Sob a epígrafe ‘O que serão os grandes sermões deste ano’, encabeçásteis uma das vossas pastorais ao clero, aos vossos terríveis subordinados e companheiros de malefícios, sobre a natureza da sagrada pregação, durante a quaresma deste ano.

… em vossa dita pastoral às vossas ovelhas tonsuradas e fregueses de todas as freguesias, desde o norte ao sul deste lindo e grande Brasil, vós dizeis, logo no princípio:

‘A excelência do ministério conferido aos oradores sagrados, depende de ser ele a continuação da obra de Jesus, o Cristo’.

O Divino Salvador disse claramente aos seus apóstolos, e na pessoa deles a todos os seus futuros ministros: como me enviou o pai, assim vos envio a vós (João 20:21).

Para indicar que modo havia de continuar d’Aquele que viera ao mundo para dar testemunho da verdade (João 18:37). Jesus, o Cristo, acrescentou: ‘pregai o Evangelho’ (Marcos 16:15)”.

E já que assim houvésteis por bem, caríssimo cardeal, enveredar por esse caminho indicado pelos Evangelhos, e do qual desviado estivésteis por tão longos anos, permiti também que nessa linda jornada pela seara dita de Jesus, o Cristo, nós vos sirvamos de auxiliares na explanação da Verdade que nesses Evangelhos existe…

… e nesse sentido agiremos daqui em diante, dentro dos Evangelhos…

… não podeis pregar e muito menos praticar o Evangelho, porque desconheceis a Verdade, base da Doutrina Racionalista Cristã, e que deve ser, portanto, a base dos Evangelhos, embora feitos 200 anos depois da morte de Jesus, o Cristo.

Tanto a intrujice, e assim, a mentira, é a base da seita vaticânica, da vossa seita, cardeal acarneirado, que principiais mentindo em relação a Jesus, a quem chamais Divino Mestre, quando é certo que Ele não é, nem pode ser divino, porque nenhuma divindade existe no Universo, e Ele, o Cristo, sempre se disse filho do homem como encarnado, e filho do Grande Foco como força, como alma, ao serviço da Humanidade…

Também mente quando afirma que o Evangelho compreende o dogma, quando o dogma é a mentira vaticânica, a mais quintessenciada de quantas se conhecem. Assim, pregado e praticado o Evangelho é mentiralha, como diz Ruy Barbosa, mestre das mentiralhas.

… vamos à pregação quaresmal que o bonzo Benedito XV vos ordenou dentro somente dos Evangelhos, e nada absolutamente fora deles.

Ordenando-vos o vosso santo chefe a pregação somente dentro dos Evangelhos, a essa ordem vos deveis subordinar, e de tais Evangelhos não sair nem uma linha. E se neles se afirma que Cristo dissera: ‘só a verdade vos fará livres’, outra coisa que não seja a Verdade verdadeira não deve ser pregada por vós, que vos dizeis seus representantes na Terra, e cremos que até nos outros mundos.

Havendo apenas uma Verdade, sendo essa a que Cristo pregou e praticou durante a sua torturada estada neste planeta de depuração, outra não deveis pregar, nem consentir que se pregue, porque essa não será a Verdade verdadeira a que Jesus se referiu, mas sim a mentira torpe, vilã, criminosa, rotulada de Verdade”.

Aqui fica plenamente demonstrado que Luiz de Mattos é o ajudador solicitado ao Pai por Jesus, o Cristo, enviado por Ele em seu nome tal como sendo o espírito da verdade, ou seja, o Espírito Santo, que estabeleceu a verdade no seio da nossa humanidade, fundando o Racionalismo Cristão, para que depois outro espírito, o qual compreende verdadeiramente as palavras do Cristo, pudesse explanar toda a verdade transmitida pelo Espírito Santo e pelos seus seguidores, por intermédio da sabedoria, unindo, irmanando, congregando, a ambas e adentrando no âmbito da razão, demonstrando todo o processo evolutivo dos seres humanos, por intermédio das Propriedades de Deus, do qual somos todos partículas da Sua Essência. Assim, e somente assim, esse outro espírito poderia adentrar no âmbito da compreensão do instituto do Cristo, tornando-se o Antecristo da nossa humanidade.

A minha pretensão inicial era desvendar por inteiro o Mistério da Santíssima Trindade apenas ao final deste site de A Filosofia da Administração, quando adentrasse diretamente na fundação do Racionalismo Cristão, contida na categoria A Era da Verdade, mais propriamente na encarnação de Luiz de Mattos. No entanto, dadas as circunstâncias propícias ao caso, vamos de vez desvendar a esse dito mistério, que há séculos vem atormentando as mentes dos seres humanos, aliás, atormentando não é propriamente o termo, já que todos se conformam plenamente com o fato, aceitando-o de bom grado, passivamente, sem ânimo para desvendá-lo, sem atentarem para o fato de que a nossa inteligência é proveniente da Inteligência Universal, portanto, apta a perscrutar todo o Universo.

Como todos são plenamente cientes, o Mistério da Santíssima Trindade consiste no seguinte: Pai, Filho e Espírito Santo, três pessoas distintas que são uma só, ou seja, Deus.

Todas as humanidades que seguimos na esteira evolutiva do Universo já possuem a sua Trindade. As outras humanidades que nos seguem nessa esteira evolutiva terão a sua Trindade quando estiverem evoluídas o suficiente para tanto. Enquanto que a Trindade relativa à nossa humanidade está em plena formação, sendo justamente nela que devemos desvendar a todo esse arcabouço tido como mistério, o que o fazemos da seguinte maneira:

O Pai é o próprio Deus, assim chamado por Jesus, o Cristo, que já sabemos ser formado de Substâncias, as quais são divididas em Essência e Propriedades. A Essência é o puro espírito de Deus, que em Sua Perfeição, Infinitude e Ilimitação O torna o Ser Total. As Propriedades são a Força Total, a Energia Total e a Luz Total, as quais são também Perfeitas, Infinitas e Ilimitadas, pois assim, e somente assim, podem caracterizar plenamente ao Ser Total, em que as partículas combinadas das propriedades da Força e da Energia dão origem às estrelas, que formam o Universo, fornecendo as suas coordenadas, enquanto que a propriedade da Luz penetra a todas as coordenadas universais. Por isso, a nossa humanidade ainda não reúne as condições de contemplar o Universo in totum, mas apenas em parte, preliminarmente, através da identificação das Substâncias de Deus.

As partículas de Deus, que são os seres do Ser Total, as criaturas do Criador, as inteligências da Inteligência Universal, passam a evoluir pelo Universo, em busca das suas realizações como espírito, evoluindo, inicialmente, por intermédio das propriedades da Força e da Energia, adquirindo cada vez mais parcelas dessas propriedades, formando os seus corpos fluídicos, até que adquirem o raciocínio e o livre arbítrio, quando então passam a evoluir também por intermédio da propriedade da Luz, formando os seus corpos de luz. O corpo fluídico forma a alma de todos os seres, e quando se lhe agrega o corpo de luz, ambos formam as almas de todos os espíritos.

À medida que os seres vão passando pelas coordenadas universais, estas passam a fazer parte integrante dos seus corpos fluídicos, por isso se diz que o ser é um universo em miniatura. Quando na condição de espíritos, os seres podem penetrar todas as coordenadas universais por que passaram, por intermédio dos seus corpos de luz, portanto, da luz astral.

O Universo está contido em Deus, que o penetra totalmente com a Sua Luz Total: Ele é o Pai; conforme a afirmativa de Jesus, o Cristo. O Cristo habita ao Mundo de Luz que se situa na mais elevada coordenada do Universo, o que implica em dizer que ele já passou por todas as coordenadas universais, que se encontram contidas em seu corpo fluídico, as quais ele penetra com o seu corpo de luz, com a sua luz astral, pois que assim Deus nele se encontra na maior proporção possível: ele é o Filho; pelo que se deduz com o fato de Jesus, o Cristo, haver chamado a Deus de Pai, pondo-se na condição do filho. Luiz de Mattos, é o ajudador, o espírito da verdade, o fundador do Racionalismo Cristão, que não possui uma única mácula, ou mancha, ou nódoa, em seu espírito, que habita a mesma região do Universo que Jesus, o Cristo, habitou por ocasião da sua integração à nossa humanidade, em que Deus nele se encontra contido em uma proporção considerável em relação ao Cristo: ele é o Espírito Santo.

Como se pode claramente constatar, para completar o Mistério da Santíssima Trindade em nossa humanidade, falta apenas o Filho, como tal na condição do Cristo, pois que já temos o Pai, que é Deus, e o Espírito Santo, que é Luiz de Mattos.

Para que possamos ter o Filho em nossa humanidade, um dos seus dois expoentes que conseguiu ser o espírito da sabedoria, o qual tendo o outro expoente que conseguiu ser o espírito da verdade como sendo a sua fonte fidedigna, no caso Luiz de Mattos, consegue compreender a verdade por este transmitida. Assim, com a sua sabedoria e de posse da verdade, consegue uni-las, irmaná-las, congregá-las, e com ambas adentrar nos domínios da razão, para depois alcançar a condição do nosso Antecristo. E assim, mesmo na condição do Antecristo, ele consegue tirar de si mesmo tudo aquilo que caracteriza o nosso verdadeiro Criador.

No entanto, mesmo sendo o Antecristo um dos dois expoentes da nossa humanidade, ele não consegue alcançar a condição do Cristo enquanto nela estiver integrado, conseguindo alcançar apenas a condição do Antecristo, quer dizer, a condição que antecede a do Cristo. Por isso, ele tem que se desligar da nossa própria humanidade e se integrar à outra que nos segue na esteira evolutiva do Universo, para lá formular um plano para a espiritualização dessa humanidade, beneficiando a bilhões e bilhões de espíritos, quando então, após dois mil anos, alcançará a condição do Cristo, encarnando em seu mundo-escola nesta condição, a fim de estabelecer em seu seio o instituto do Cristo, e lá permanecendo nessa mesma condição por mais dois mil anos, para a consecução do seu plano espiritualizador, quando então um dos seus dois expoentes assumirá a posição do espírito da verdade, do ajudador, em outras palavras, do Espírito Santo, fundando o seu Racionalismo Cristão, enquanto o outro expoente assumirá a posição do Antecristo, ao explanar o Racionalismo Cristão, tendo que se deslocar dessa humanidade para a outra que lhe segue na esteira evolutiva do Universo, para ali realizar o mesmo trabalho, enquanto que o outro expoente assumirá a chefia dessa humanidade.

Somente após haver cumprido com a sua missão nessa outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, é que ele poderá retornar para a nossa humanidade como sendo o nosso Cristo, o que consegue contemplar a Deus como o Pai: eis aqui o futuro Filho.

E assim o instituto do Cristo vai se estendo por todas as humanidades, à medida em que elas se encontrarem prontas para serem espiritualizadas.

Mas deve aqui ser evidenciado que todos os seres são filhos de Deus, pois que todos possuem também as Suas mesmas Substâncias, já que todos são essência, como espíritos, e possuem as Suas Propriedades, que são a Força, a Energia e a Luz, só que em menor proporção às adquiridas pelo Cristo e pelo Espírito Santo, por isso ainda não conseguem tirar de si mesmos a grandeza suficiente para contemplar diretamente ao Criador, estabelecendo a diferença e O chamando de Pai, reconhecendo a filiação, e assumindo a condição de Filho.

Fica bastante evidenciado, assim, que o Espírito Santo é o outro expoente da nossa humanidade que conseguiu ser o espírito da verdade, o ajudador, o qual encarnou neste mundo com o nome de Luiz de Mattos para transmitir a verdade no seio da nossa humanidade, fundando o Racionalismo Cristão. Essa denominação de Espírito Santo, devemos sempre repetir, para que sirva de exemplo a todos os seres humanos, é decorrente do fato de não haver qualquer mácula, mancha, ou nódoa em sua alma, sendo ela a mais pura e cristalina de toda a nossa humanidade, revelada através da mais elevada moral de todos os tempos, sendo a sua luz puríssima. Por isso ele reuniu as condições necessárias para se elevar ao Espaço Superior e, através do seu fabuloso criptoscópio, de onde vem a percepção, conseguiu captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade, tendo esses conhecimentos metafísicos acerca da verdade sido devidamente ampliados pelos seus seguidores.

É sabido que os seres humanos têm que seguir aos rumos traçados pela sabedoria, desde que esta esteja unida, irmanada, congregada, com a verdade, e com ela tenha alcançado a razão. Assim, com essa finalidade, o Antecristo encarna neste mundo com o primeiro objetivo de explanar o Racionalismo Cristão, e, depois, estando ele já devidamente explanado, agir no sentido de alcançar ao seu segundo objetivo, que consiste em fixar os seus ideais no seio da nossa humanidade, para que através deles possa agir no sentido das suas realizações, o que levará cerca de quatro mil anos, aproximadamente, para a sua total concretização, tendo para isso que arrancar das mãos dos religiosos e cientistas a parcela do Saber denominada de Direito, para poder estabelecer os fundamentos constitucionais da sua nação, com base na espiritualização, para que as outras nações possam seguir o mesmo exemplo de uma Constituição espiritualista.

Os quatro mil anos aproximados que passarão, é o tempo estimado para ele se deslocar da nossa humanidade para a outra que nos segue na esteira evolutiva do Universo, e lá realizar o que tem o dever de realizar, e depois retornar como sendo o nosso Cristo, sendo por isso que a nossa humanidade ainda não reúne as condições evolutivas para ter o seu próprio Cristo em seu seio, mas já reúne as plenas condições de ter o seu Antecristo, pelo menos temporariamente.

Enquanto isso, Luiz de Mattos, o espírito da verdade, o nosso Espírito Santo, deverá ficar na chefia da nossa humanidade, ocupando o lugar que coube ao Cristo da outra humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo, no caso Jesus, agindo de maneira incessante, mas severa e intransigente, no sentido da concretização total dos ideais fixados pelo Antecristo, fazendo com que eles sejam estabelecidos neste mundo.

Como se pode facilmente constatar, o Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem as mesmas Substâncias, que são a Essência e as Propriedades da Força, da Energia e da Luz. Então podemos considerar que são três Pessoas Distintas, já que o Filho e o Espírito Santo são partículas individualizadas do Pai, consequentemente, uma só Pessoa, pois tudo é Deus.

Sem a verdade, jamais a sabedoria poderia alcançar a razão para libertar a nossa humanidade das garras da ignorância, e levá-la ao cumprimento do dever.

 

Continue lendo sobre o assunto:

Romae