06.13- De uma árvore boa, só frutos bons nascerão

A Cristologia
23 de outubro de 2018 Pamam

Já foi dito que a repetição tem o seu devido valor. Então todos devem ser cientes de que a repetição tem um imenso valor na vida dos seres humanos, pois a disposição para repetir as ações que sejam benéficas e salutares à vida causam também os seus respectivos efeitos benéficos e salutares. Aliás, quase tudo na vida só se faz bem feito por intermédio da repetição constante, que se não leva à perfeição, conduz os seres humanos a um aperfeiçoamento cada vez maior naquilo que realizam em suas vidas. Ninguém desconhece os efeitos da repetição no labor da vida profissional, uma vez que as mesmas tarefas desempenhadas no cotidiano levam os profissionais a um maior aperfeiçoamento, por conseguinte, a uma maior qualificação, pois adquirem uma maior experiência em relação a elas, razão pela qual, quando questionados acerca de algo relacionado às suas profissões, muitos exclamam com certo júbilo: eu sou profissional! Muitos artistas, quando no desempenho das suas artes, recebem os mais calorosos aplausos do público, que fica entusiasmado no momento da apresentação, sem sequer se aperceber que aquela arte que lhe está sendo apresentada é fruto de muitas repetições, através dos ensaios. Os jogadores de futebol ensaiam as suas jogadas repetindo a estas intensamente nos treinamentos, assim como também acontece nos demais esportes que são praticados. Até o próprio estudo requer as suas repetições, para que assim as lições possam ficar bem gravadas na memória do estudioso. Então podemos estender os efeitos benéficos e salutares da repetição em todos os setores da vida.

A explicação para isso vamos encontrar no corpo fluídico ou perispírito, que são as parcelas das propriedades da Força e da Energia adquiridas, que é diferente do corpo de luz, que são as parcelas da propriedade da Luz adquiridas. Os psicanalistas denominam ao corpo fluídico de inconsciente, por entenderem que ele é uma parte da nossa vida psíquica excluída da consciência por recalcamento, cuja palavra tem o significado de calcar sucessivamente, tornar sempre a calcar, que no entender de Alexandre Herculano é reprimir, refrear, abafar, tolher, impedir a expansão de algo, comprimir, assim como se a consciência reprimisse o subconsciente, ou o corpo fluídico, quando isto não procede, pois que é ele quem nos proporciona o automatismo, para que possamos pautar as nossas ações de modo mecânico, segundo as nossas aptidões, em conformidade com aquilo que aprendemos.

Então podemos compreender que os impulsos provenientes dos instintos irracionais tendem a estimular o nosso corpo fluídico ou perispírito para agir em conformidade com esses instintos, em face do atavismos psíquico, levando o ser humano a executar os mesmos atos e a empregar os mesmos meios sem a devida consciência do porquê e dos fins dos seus atos, impedindo assim a expansão da consciência em relação às suas ações, com os nossos instintos dominando as nossas tendências provenientes da racionalidade, que deveriam ser todas humanas, como se o inconsciente assim atuasse em relação ao consciente.

O certo é que o órgão mental da consciência é desenvolvido por intermédio da propriedade da Luz, através da qual adquirimos e formamos o nosso corpo de luz, por onde esse órgão mental coordena os outros dois, que são o criptoscópio e o intelecto, os quais são adquiridos e formados por intermédio das propriedades da Força e da Energia, respectivamente, através das quais nós adquirimos o nosso corpo fluídico ou perispírito, conforme dito mais acima. O nosso corpo fluídico ou perispírito contém todos os nossos conhecimentos e todas as nossas experiências adquiridos em todos os tempos, da irracionalidade à racionalidade. Daí a razão pela qual os psicanalistas, em seus estudos, dividem a nossa mente em três partes: o id, o ego e o superego.

Para os psicanalistas, o id é o conjunto fundamental das tendências vitais, de onde se desenvolvem as tendências do ego e da libido, com esta representando o desejo, a força e a energia, todos oriundos do desejo sexual, segundo Freud, ou do instinto vital, que eles não sabem explicar o que realmente seja. Mas, na realidade, eles ignoram que aquilo que denominam de id nada mais é do que os nossos conhecimentos e as nossas experiências adquiridos na irracionalidade, logicamente que sem as consciências a respeito, que não permitem a antevisão do porquê e da finalidade das ações, que se encontram gravados em nossos corpos fluídicos ou perispíritos. A expressão “de onde se desenvolvem as tendências do ego”, significa que nós, inicialmente, temos que nos valer dos conhecimentos e das experiências adquiridos na irracionalidade, para então podermos adquirir os conhecimentos e as experiências advindas da racionalidade, por isso ainda tendemos a agir por instinto, mesmo após o advento da nossa racionalidade, por atavismo psíquico. Esses instintos nos animais irracionais representam as suas qualidades inerentes a cada espécie, que por isso são essenciais para as suas existências, que vão se aprimorando à medida que eles vão evoluindo. No entanto, ao adquirirmos o raciocínio e o nosso livre arbítrio, passamos a desenvolver o nosso corpo de luz, e daí por diante a tendência é pautarmos, aos poucos, as nossas ações com base nos conhecimentos e nas experiências racionais, com a consciência das nossas ações, abandonando paulatinamente aquelas que são instintivas, pois os instintos são abonadores das condutas dos irracionais, distinguindo uns dos outros, segundo as suas espécies, e até mesmo na mesma espécie, mas são desabonadores das condutas dos racionais, fazendo com que passemos a agir sem a devida consciência do porquê e da finalidade das ações que estamos a praticar, como se a nossa conduta não fosse propriamente humana.

Para os psicanalistas, o ego é a parte intermediária entre o id e o mundo exterior. Como eles não explicam a contento que parte seja essa, e nem o que seja o mundo exterior, vamos recorrer à formação da palavra para podermos proceder com a devida explicação. A palavra ego é formada do latim ego, que significa eu, então podemos compreender que ela representa a passagem do irracionalismo para o racionalismo, permanecendo naquele até um determinado estágio da evolução espiritual. No irracionalismo não ocorre a produção do pensamento, por isso os irracionais não tomam ciência das suas próprias existências. Já no racionalismo, ocorre a produção do pensamento, por intermédio do qual os raciocinantes tomam ciência das suas próprias existências, o que se pode comprovar com as palavras de Descartes, quando afirma o seguinte: “Penso, logo existo”. Assim, os seres humanos, até um certo estágio evolutivo, tendem a agir em função das suas próprias existências, quer dizer, a agir em função apenas de si mesmos. Quando o ser humano age dessa maneira, ressalta a sua tendência exagerada em referir tudo a si próprio, considerando-se como se fosse o centro do universo que julga existir para si próprio, daí o surgimento da palavra egocentrismo, que tem a sua formação do latim ego, que significa eu, e de centrum, que significa centro. Quando o egocentrismo excede a normalidade, o ser humano considera que todos se ocupam dele e lhe são hostis, assim como os irracionais também consideram hostis aos humanos e outros, com o astral inferior atuando no sentido de agravar a esse quadro, quando então os médicos o consideram doente mental. O egoísmo é proveniente do egocentrismo, a forma humana de alguém querer tudo para si, ignorando a prática da solidariedade fraternal.

Para os psicanalistas, o superego é um mecanismo inibitório inconsciente, que atua como o constituinte principal da consciência. Mas então é de se indagar: como é que um mecanismo que seja de natureza inconsciente pode atuar como sendo o principal constituinte da própria consciência? É uma tremenda incongruência, mas, mesmo assim, é uma pena que os psicanalistas não sejam esclarecidos acerca da espiritualidade, pois mesmo medrando na ignorância eles ainda conseguiram chegar relativamente próximos da interpretação correta. Na realidade, à medida que os seres humanos vão evoluindo os seus corpos de luz, eles vão desenvolvendo cada vez mais as suas consciências, que passam a se assenhorar cada vez mais das suas ações, coordenando os seus criptoscópios e os seus intelectos, os quais captaram mais conhecimentos e criaram mais experiências acerca da natureza humana, respectivamente, permitindo a que eles possam ser mais sociáveis, vivendo mais livres e de modo mais pacífico em sociedades, por reconhecerem que os direitos e as obrigações sociais são comuns a todos, conseguindo identificar os porquês e as finalidades das suas ações, mesmo que essas ações estejam situadas no âmbito da imaginação.

É justamente por isso que Luiz de Mattos cita o médico brasileiro Dr. Alberto Seabra, que em sua obra intitulada de A Alma e o Subconsciente, vem afirmar que a psicologia clássica não atende à totalidade dos fatos psíquicos, apenas finge ignorá-los, no que está correto, simplesmente quando diz o seguinte:

Faz como a avestruz, esconde a cabeça debaixo das asas, para não ver o perigo. Além disso, os fatos que ela incorporou ao conjunto do seu saber, excedem a medida das explicações materialistas.

Não é petulância afirmar que o materialismo é um saber incompleto, um sistema decrépito que seleciona, de propósito, tão somente os fatos que julga poder explicar por meio de combinações atômicas e moleculares, pela ação exclusiva de forças mecânicas, pelas leis da físico-química.

Semelhante atitude mental se contrapõe à dignidade do espírito humano, e desvaloriza o prestígio da ciência.

Em ciência, atitude negativa é ridícula. As negações científicas exigem demonstração”.

Note-se que os animais irracionais sempre marcam os seus territórios, como é o exemplo do cão e outros, que urinam nos territórios que consideram seus para demarcá-los. Nós não vamos neste tópico adentrar no assunto, mas aqui se encontra a explicação pela qual uma nação tenta conquistar os territórios das outras nações, já que racionalmente carece de sentido as lutas fratricidas pelas conquistas territoriais.

Assim como os conhecimentos e as experiências, tanto os poderes e as ações como as palavras também ficam gravadas no perispírito do ser humano. Em sendo assim, as palavras que encerram as lições que sejam úteis à vida do ser humano devem ser repetidas sempre que se fizerem necessárias, pois assim elas tendem a permanecer gravadas por todo o sempre em seus corpos fluídicos ou perispíritos, sem correrem o risco do esquecimento, passando a fazer parte da sua natureza, modificando para melhor as suas ações.

A repetição é utilizada até mesmo como figura de retórica, pela qual uma mesma voz ou frase se repete muitas vezes no mesmo período, com o fim de emprestar mais força e energia à expressão, mas é preciso que a repetição seja evitada em uma conversação, quando alguém se limita a repetir o que outrem diz, sem necessidade. Observemos o exemplo do pianista, de tanto repetir as músicas que executa, ele se torna capaz de repeti-las automaticamente, sendo capaz até de manter uma conversação enquanto as executa, pois é o corpo fluídico ou o perispírito quem está trabalhando, mas tendo que retornar à consciência ao executar alguma música que seja nova, que não tenha sido ainda repetida, pois a mesma terá que ser repetida várias vezes até ficar gravada em seu corpo fluídico ou perispírito.

Esta é a verdadeira razão pela qual sempre procuramos repetir certos conhecimentos metafísicos acerca da verdade e certas experiências físicas acerca da sabedoria nesta explanação de A Filosofia da Administração, os quais encerram certas lições que são consideradas como sendo valiosas, muitas vezes com a utilização de palavras diferentes, com o fim precípuo de estendê-las, outras vezes com a utilização das mesmas palavras, para que as repetições possam tornar bem sucedidas a essas lições, e assim possam permanecer gravadas para sempre nos corpos fluídicos ou perispíritos dos leitores, fazendo eco nas suas percepções e compreensões, enquanto os seus corpos de luz as vão coordenando, através da consciência. Além do mais, à medida que novos conhecimentos e novas experiências vão sendo inseridos na explanação, novos horizontes vão se abrindo nas mentes dos leitores, fazendo com que as repetições possam ser vistas com novos olhos, aumentando assim consideravelmente os seus acervos em relação ao saber por eles adquiridos.

Assim podemos repetir, então, que todos os seres humanos que fazem parte integrante da nossa humanidade são espíritos, em essência, por serem partículas da Essência do Ser Total. Todos eles evoluem por intermédio das propriedades da Força e da Energia, que formam os seus corpos fluídicos ou perispíritos, e por intermédio da propriedade da Luz, que forma os seus corpos de luz, com ambos compondo as suas almas, sendo todas essas Propriedades provenientes de Deus, que é o Ser Total, a Força Total, a Energia Total e a Luz Total, estando Ele agora plenamente organizado em relação a este nosso mundo-escola.

Em suas buscas constantes por adquirir cada vez mais Força, Energia e Luz para poderem fazer evoluir cada vez mais as suas almas, os espíritos têm apenas duas opções neste sentido: evoluírem diretamente dos seus próprios Mundos de Luz, cuja opção possibilita uma evolução muito lenta, desacelerada, mas gradativa, sem o risco de contraírem débitos para futuros resgates; ou, então, evoluírem encarnando no mundo-escola que foi destinado à nossa humanidade, que é o planeta Terra em que estamos habitando, cuja opção possibilita uma evolução muito rápida, acelerada, mas sem ser gradativa, porque há o risco de se perder a encarnação, quando não são cumpridos as obrigações e os deveres que foram assumidos em plano astral. Mas a evolução procedida no próprio Mundo de Luz é tão lenta, mas tão lenta, que geralmente aqueles que optam por ela sempre são obrigados a encarnar, porque ficam muito distanciados evolutivamente daqueles que optaram por encarnar. Ressaltando-se aqui que, após um determinado estágio evolutivo, os espíritos não mais precisam encarnar para evoluir.

Como se pode constatar, a evolução é muito difícil, podemos afirmar, dificílima, justamente por essa razão ela tem o seu próprio valor, que é inestimável, sendo por isso obrigatória para todos os seres, tendo ainda que ser seguido, obrigatoriamente, o ritmo da evolução universal estabelecido por Deus, caso contrário, os espíritos se acomodariam em seus próprios Mundos de Luz, e seguiriam os seus próprios caminhos a passos lentos, de tartaruga, tais como se fossem anciões em fins de vida. Por outro lado, a evolução se processa em bloco, com os integrantes de cada massa humana interagindo entre si, para assim poderem evoluir.

Nessa interação, despontam aqueles que mais se destacam, cujos destaques são provenientes principalmente do esforço inaudito que empregam para poderem cumprir com as suas obrigações e os seus deveres assumidos em plano astral, por isso eles são plenamente recompensados com a ascensão aos Mundos de Luz mais adiantados. Ao ascenderem aos Mundos de Luz mais adiantados, eles passam a cumprir mais facilmente com as suas obrigações e deveres, não porque haja alguma facilidade em seus cumprimentos, mas porque eles se habituaram a redobrar os seus esforços, uma vez que as suas obrigações e os seus deveres também ascendem juntamente com eles, havendo um incremento de um maior grau de dificuldade, para que haja a devida proporcionalidade em relação aos seus estágios evolutivos, por isso tais obrigações e deveres são inacessíveis aos menos evoluídos.

Por essa razão, eles passam a servir de exemplos aos menos evoluídos, pois todos quando aqui encarnam passam a formar uma massa heterogênea, cujos encargos maiores vão pesar nos ombros dos mais fortes, que assim passam a ser os Atlas do nosso mundo-escola, por sustentarem o seu peso em seus ombros fortes, calejados pelos esforços empregados em suportar os sofrimentos e pela renúncia aos prazeres da ilusória matéria, por isso são confiáveis; em analogia ao Atlas, o gigante da mitologia que sustentava o peso da abóbada celeste em seus vigorosos ombros. Enquanto que nos mais fracos vão pesar apenas uma única pluma de algodão em seus ombros fracos, macilentos, por não empregar os esforços em suportar os sofrimentos e em renunciar aos prazeres da ilusória matéria, por isso são inconfiáveis, mesmo para carregar uma leve pluma.

Mas se todos eles conseguissem carregar pelo menos as suas leves plumas em seus frágeis ombros, sobretudo os brasileiros, ensejariam a que outros fossem desmontando aos menos os travesseiros, enquanto outros tratariam de desmontar o restante do berço, com todos atendendo ao chamado para alterar um dos símbolos da nossa pátria, o hino nacional, onde está escrito que o Brasil se encontra deitado eternamente em berço esplêndido. Mas aqui me encontro encarnado novamente, na qualidade do primeiro grande brasileiro, conforme a afirmativa de Luiz de Mattos, para proceder ao desarmamento desse berço, pois chegou a época da criança se erguer desse seu berço esplêndido e começar a andar com as suas próprias pernas, mostrando a todas as demais nações que o Brasil irá se tornar um gigante, que o é pela sua própria natureza, pelo fato da sua nação ser proveniente da luz de Jesus, o Cristo, que escolheu os seus integrantes para comandar os rumos de toda a nossa humanidade aqui neste mundo Terra, mantendo por isso estas outras palavras hinárias: “gigante pela própria natureza”.

Em razão disso, ao encarnarem neste mundo-escola, os espíritos não vêm por conta própria, quer dizer, não são eles quem decidem, por si mesmos, quando, como e por que virão, pois então haveria desorganização, gerando uma certa confusão. Na espiritualidade há uma imensa organização, quase perfeita, que é inconcebível para nós, que estamos encarnados, havendo uma grande hierarquia, cujas posições hierárquicas são determinadas pelos estágios evolutivos em que os espíritos se encontram.

O espírito que se deslocou da sua humanidade para a nossa, que na sua última encarnação foi chamado de Jesus, quando então assumiu a condição do Cristo, havia assumido a chefia da nossa humanidade quando do seu deslocamento, elaborando um plano para a nossa espiritualização. Um dos expoentes da nossa humanidade, que em sua última encarnação foi chamado de Luiz de Mattos, quando então assumiu a condição do ajudador, do espírito da verdade, do Espírito Santo, assumiu a chefia da nossa humanidade, após a sua desencarnação, ocasião em que Jesus, o Cristo, retornou para a sua própria humanidade, que já se encontrava ansiosa pelo seu retorno. O outro expoente da nossa humanidade, que em sua penúltima encarnação foi chamado de Ruy Barbosa, tendo reencarnado, e que nesta última encarnação está sendo chamado de Pamam, deverá, após a sua desencarnação, deslocar-se para a outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo.

No plano de espiritualização da nossa humanidade, os espíritos mais evoluídos formaram uma plêiade, compondo a alta hierarquia do Astral Superior, que assim puderam interagir entre si no sentido de alcançar o pleno êxito desse plano espiritualizador. Por isso, o Astral Superior determinou previamente quando, como e por que cada espírito teve que reencarnar, com cada um tendo a sua função específica para o êxito desse plano. Cada uma dessas funções foi previamente estabelecida, sendo diretamente proporcional ao estágio evolutivo em que se encontrava o espírito encarregado da sua execução, pois que era própria dele, específica para ele, uma vez que cada espírito tem um lugar que ocupa considerado como sendo indispensável e insubstituível para cada humanidade.

Todas as tarefas foram distribuídas equitativamente entre todos os espíritos integrantes da nossa humanidade, segundo a função que cada um teria que desempenhar no contexto desse fabuloso e magistral plano. É óbvio que o pleno êxito do plano dependia mais acentuadamente dos espíritos mais evoluídos, cujas funções eram mais destacadas, por isso as suas tarefas eram mais complexas, tendo ainda que nelas suprir as falhas dos faltosos, daí a necessidade de redobrarem os seus esforços, o que lhes foi benéfico, permitindo a que eles evoluíssem de maneira mais acelerada.

Cada espírito era plenamente ciente da sua função no contexto desse plano espiritualizador, estando convicto de que ela era plenamente compatível com o seu estágio evolutivo. Há que se ressaltar aqui que a função representa um ofício, que por sua vez estabelece um cargo para o seu desempenho, cujo exercício estava na dependência relativa ao seu entendimento acerca da verdade, da sabedoria e da razão contidas em cada uma das almas. Assim, nessa imensa organização espiritual, cada espírito possuía o seu próprio cargo, em conformidade com a posição que ocupava na sua linha de hierarquia.

Se aqui, neste nosso mundo-escola, as organizações administrativas também estabelecem os cargos a serem ocupados, segundo as linhas das suas hierarquias, e procuram neles alocar os funcionários que mais se identificam com eles, é óbvio que isso é apenas um arremedo daquilo que aprenderam na espiritualidade, com a diferença que os seus objetivos são humanos, onde geralmente prepondera o lucro financeiro. Assim, logo se vê que as funções de cada cargo têm que ser desempenhadas por aqueles que os ocupam, e jamais por outros, sendo eles os maiores especialistas na função, por conhecerem e experimentarem as suas tarefas no cotidiano, realizando-as com constância, repetidamente.

Há que se destacar aqui o profundo respeito pelo livre arbítrio que o ser auferiu quando adquiriu o raciocínio, ingressando na espiritualidade, tornando-se, portanto, um espírito, obviamente. Em decorrência, é ele mesmo quem vai planejar tudo aquilo que deverá lançar mão para que possa exercer a contento as suas funções, que são inerentes ao cargo que exerce, para que então consiga ocupá-lo com eficiência e eficácia, procedendo ele mesmo a sua própria evolução. E como a Providência Divina é pródiga, sendo ela proveniente da Inteligência Universal, que é completíssima, ele ainda conta com as orientações dos mentores espirituais, que o auxiliarão no planejamento da sua encarnação, mas sem a interferência no seu livre arbítrio.

O plano de espiritualização da nossa humanidade se encontra agora em sua fase final, com a explanação do Racionalismo Cristão contida neste site de A Filosofia da Administração e no site pamam.com.br, que em paralelo estará sendo realizado, quando todos poderão se encontrar já espiritualizados, esclarecidos acerca da vida fora da ilusão da matéria e do devaneio do sobrenatural, à medida que os seus estágios evolutivos forem permitindo que eles ingressem como os seus militantes, cientes das suas obrigações e deveres neste mundo, com os mais evoluídos estando agora plenamente cientes de que têm as suas missões a serem cumpridas em prol da nossa humanidade.

Jesus, o Cristo, já se encontra novamente integrado à sua própria humanidade, dirigindo o seu caminho rumo a Deus. Luiz de Mattos, um dos nossos dois expoentes, é agora o chefe da nossa humanidade. Pamam, o outro expoente, irá se deslocar para outra humanidade, deixando a sua humanidade aos cuidados de Luiz de Mattos, portanto, em boas mãos, não sem antes deixar fixados na Terra os seus ideais, os quais deverão ser rigorosamente cumpridos, com esse gigante atuando em todos os setores da vida humana para que os seres humanos consigam estabelecê-los a contento.

Há quatro mil anos atrás, aproximadamente, a nossa humanidade deu início a uma Grande Era, com a vinda do espírito da outra humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo, que se integrando à nossa encarnou primeiramente como Hermes, no Egito, depois como Krishna, na Índia, posteriormente como Confúcio, na China, a seguir como Platão, na Grécia, e, por fim, como Jesus, na Palestina, quando então alcançou a condição do Cristo. Essa Grande Era durou cerca de dois mil anos, sendo denominada de A Era da Sabedoria, pelo fato de que esse espírito era um saperólogo quando do seu deslocamento para a nossa humanidade, mas tendo já ingressado no âmbito da Ratiologia, por isso a sabedoria foi logo estabelecida no seio da nossa humanidade.

Após a sua encarnação como Jesus, o Cristo, deu-se início a uma nova Grande Era, sendo denominada de A Era da Verdade, quando então grandes espíritos encarnaram com o objetivo de estabelecer a verdade no seio da nossa humanidade, embora na Grande Era anterior muitos espíritos também tenham encarnado com essa finalidade. Mas tal objetivo somente foi alcançado nesta nova Grande Era, com a encarnação gloriosa de Luiz de Mattos, quando então fundou o Racionalismo Cristão, e, através dele, pôde estabelecer, por fim, a verdade em nosso meio. Essa Grande Era durará cerca de dois mil anos, estando ela já no seu final.

Com a encarnação do Antecristo, deverá ter início uma nova Grande Era, que será denominada de A Era da Razão, posto que com a explanação do Racionalismo Cristão a verdade e a sabedoria estarão unidas, irmanadas, congregadas, assim como também as religiões e as ciências, possibilitando o ingresso de toda a nossa humanidade no âmbito da razão. Os ideais fixados na Terra pelo Antecristo são próprios dele, os quais devem retratar um novo plano para ser seguido por toda a nossa humanidade, cujo plano foi elaborado por nós mesmos, sendo originário da nossa capacidade adquirida, em cujo plano os seres humanos já possuem os seus próprios cargos, tendo agora que desempenhar as suas funções mais conscientes das suas obrigações e deveres.

Essa nova Grande Era, que em breve estará em seu início, deverá perdurar por cerca de quatro mil anos, que é o tempo estimado para que esse novo plano para a nossa humanidade possa ser devidamente executado. Enquanto isso, o Antecristo se deslocará para a humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, elaborando um plano para a sua espiritualização, em que lá passará dois mil anos para alcançar a condição do Cristo, e mais dois mil anos para a conclusão do plano que foi elaborado para a sua espiritualização, com o estabelecimento do instituto do Racionalismo Cristão em seu seio. Então, após quatro mil anos, poderá retornar para a nossa própria humanidade, já na condição do nosso Cristo, exatamente ao final da Era da Razão. Como se pode facilmente constatar, tudo aqui neste mundo-escola foi previamente elaborado em plano astral.

A Grande Era destinada à sabedoria durou cerca de dois mil anos. A Grande Era destinada à verdade durará também cerca de dois mil anos. A Grande Era destinada à razão deverá durar cerca de quatro mil anos. A explicação para isso é que a razão coordena a verdade e a sabedoria, quer dizer, a Ratiologia coordena a Veritologia e a Saperologia. Assim, como estas duas últimas duraram cerca de dois mil anos, aquela deverá durar o dobro, aproximadamente.

Os seres humanos atualmente ainda se encontram sem um rumo próprio, sem uma diretriz de vida, por ainda não se encontrarem aptos a apreender a verdade e a sabedoria, por conseguinte, a razão; a fim de que possam se conscientizar das suas existências eternas e universais, para que assim possam seguir a sabedoria, com base na verdade, e, desta maneira, poderem ingressar no âmbito da razão, estando já conscientes das suas existências eternas e universais, quando enfim encontrarão algo que seja realmente superior, que os qualifiquem a uma denominação verdadeira de antecristãos, deixando de ser avulsos, agindo ao léu, como se estivessem cegos.

É exatamente por isso que muitos preferem seguir ou dizem seguir os credos e as suas seitas que os sacerdotes inventaram para poderem levar vida folgada entre os seus arrebanhados, em razão disso, esses seres avulsos se autodenominam de cristãos, de confucionistas, de budistas, de maometanos, embora estes últimos não aceitem tal denominação, e outras denominações mais, estando todos completamente equivocados; enquanto outros afirmam nada seguir, por isso se autodenominam de ateus, mas que sendo assim pelo menos não estão seguindo aos sacerdotes e nem servindo de pasto para a gula ruminante da classe sacerdotal. No entanto, como pautam as suas ações segundo as suas próprias legislações, são todos anticristãos.

Na realidade, todos os seres humanos terão que deixar de ser anticristãos e ingressarem no Racionalismo Cristão, com todos passando a ser antecristãos, pois é óbvio que deve existir um período intermediário entre o anticristianismo e o cristianismo, uma vez que a lógica determina que uma determinada humanidade primeiro se esclareça, e depois se espiritualize, quando então poderá paulatinamente reunir as condições necessárias para estabelecer um Estado Mundial, com toda ela unida e integrada em um só mundo, para que assim possa emergir a fraternidade e a solidariedade entre todos os seres humanos, em conformidade com os ideais do Antecristo, com todos se esforçando para a execução e o estabelecimento de um novo plano para a nossa humanidade.

Assim, quando todos forem realmente antecristãos e estiverem engajados na execução desse novo plano espiritualizador, que deverá prevalecer no início de A Era da Razão, os seres humanos poderão evoluir com muito mais rapidez, de maneira muito mais acelerada, com alguns podendo até seguir o ritmo da evolução do Antecristo, caso se esforcem para tanto. Isso implica em dizer que os seres humanos estarão se tornando aptos para serem cristãos, enquanto que o Antecristo estará se tornando apto para ser o Cristo. Sem jamais olvidar do relevante papel que Luiz de Mattos, o ajudador, o espírito da verdade, o Espírito Santo, desempenhará nesse contexto evolutivo. É por isso que nas sessões do Racionalismo Cristão, por ocasião das manifestações do médiuns, o Astral Superior vem nos comunicar que os tempos são chegados.

Sim, os tempos são realmente chegados para que toda a nossa humanidade se esclareça, para que todos os seres humanos se espiritualizem, tornando-se antecristãos, pois o Racionalismo Cristão representa justamente o primeiro e grande passo para o estabelecimento do instituto do Cristo em nosso meio, pelo fato dele ser o embrião do instituto do Cristo. Ora, se atualmente poucos seres humanos estão preparados para serem racionalistas cristãos, ou antecristãos, o que diremos do restante? Mas como a evolução é obrigatória, então todos terão que ser antecristãos, necessária e obrigatoriamente, para que depois possam ser realmente cristãos. Não se pode colocar a carroça diante dos bois, pois a evolução exige um ritmo universal a ser seguido. Em decorrência, nem a nossa humanidade reúne ainda as condições apropriadas para ser cristã, e nem o Antecristo reúne ainda as condições apropriadas para ser o seu Cristo, neste momento, com ambos tendo que evoluir bem mais para poderem alcançar a esse desiderato. Sem jamais esquecer que Jesus, o Cristo, já se encontra integrado em sua própria humanidade.

É óbvio que acerca do assunto nós poderíamos nos estender quase que indefinidamente, posto que ele é por demais extenso, tendo ainda muito pano para as mangas, como se diz vulgarmente. No entanto, temos que nos prender a este ensinamento de Jesus, o Cristo, então vamos adentrá-lo diretamente a partir de agora, mas não sem antes deixar bem claro que tudo o que foi dito acima é o preâmbulo necessário ao seu entendimento.

Em primeiro lugar, cada ser humano tem que aprender a ser um bom observador, do ser vulgar aos seres religiosos e cientistas, estendendo-se aos veritólogos e saperólogos. Para ser um bom observador, faz-se mister que o ser humano, inicialmente, consiga identificar o seu posto de observação, sem qualquer alusão aos postos de sentinela daqueles que são destacados para a guarda e a vigilância de algo que esteja sob proteção, em cujos locais se podem observar os movimentos daqueles que se aproximam.

Aqui a conotação é outra, muito diferente, pois tem como objetivo o estudo, a investigação e a pesquisa daquilo que se encontra em observação, por isso a exigência da atenção que se deve dar ao objeto que está sendo observado, que pode ser uma coisa, um fato ou um fenômeno, o exame minucioso dos elementos que o compõe e de todas as suas relações com os outros objetos com que o objeto em observação se relaciona, analisando profundamente a tudo isso. Sem esquecer que o objeto em observação pode ainda ser alterado, com o acréscimo ou a diminuição dos seus elementos, os quais poderão possibilitar as alterações dos relacionamentos com os outros objetos com que já se relaciona e com outros com que pode naturalmente se relacionar. Ou ainda, as alterações dos elementos dos outros objetos com que o objeto em observação se relaciona e de outros com quem não se relaciona, com o mesmo objetivo. Assim, os seres humanos poderão modificar, adaptar e conservar a todos os objetos deste mundo, em conformidade com os seus objetivos, que são as coisas, os fatos e os fenômenos que aqui existem, devemos repetir.

Mas tudo isso sempre no âmbito da espiritualidade, já que somos espíritos, pois que a matéria é apenas uma mera ilusão, enquanto que o sobrenatural é apenas um mero devaneio, uma vez que o que existe, na realidade, são os seres atômicos, os seres moleculares e outros seres infra-humanos mais evoluídos, chegando até aos animais irracionais, com todos evoluindo por intermédio das propriedades da Força e da Energia, que formam os seus corpos fluídicos e que também formam os fluidos, com tudo isso devendo ser observado de per si, pois tanto esses seres como as propriedades da Força e da Energia possuem os seus próprios elementos constituintes. Já os seres humanos são bem diferentes, pois além dos seus corpos fluídicos, que podem ser também denominados de perispíritos, possuem também os seus corpos de luz, por onde se lhes agrega o órgão mental da consciência, sendo por isso que os espíritos mais evoluídos são chamados acertadamente de espíritos de luz.

Como exemplo, podemos afirmar que para poder observar todo e qualquer objeto que seja significante ou mesmo insignificante neste mundo para a nossa humanidade, o ser humano precisa ocupar uma posição de neutralidade entre a significância e a insignificância, que é o seu posto de observação. Tal posição é plenamente possível, uma vez que todos os postos de observação são passíveis de existência, desde que os observadores saibam identificá-los, para que então possam ocupá-los, pois caso eles não existissem, os seres humanos não iriam reunir as condições necessárias para poderem observar com precisão os objetos dos seus interesses, quer dizer, não poderiam observar as coisas, os fatos e os fenômenos da natureza, o que seria ilógico. Então, podemos afirmar que para a observação de um ou vários objetos, existe necessariamente uma posição a ser identificada e ocupada pelo observador, que é justamente o seu posto de observação.

Assim, tendo identificado e ocupado o seu posto de observação, procurando sempre se manter no limite que demarca a separação entre a significação e a insignificação, adentrando o mínimo possível em uma ou outra, não sendo nem carne e nem peixe, ou ficando em cima do muro, assim como vulgarmente os seres humanos gostam de se expressar, mesmo assim estando inserido no contexto geral, mas sem se misturar com os objetos que está a observar.

Nessas condições, ele pode contemplar a quaisquer objetos que se apresentem como sendo significantes para este mundo em sua humanidade, dando as importâncias e os valores correspondentes para os objetos que realmente sejam considerados como sendo significantes, e retirando as importâncias e os valores dos objetos que realmente sejam considerados como sendo insignificantes, dando-lhes as desimportâncias e os desvalores correspondentes às suas insignificâncias, assim como a realidade exige que deva ser.

A seguir, ele pode contemplar quaisquer objetos que se apresentem como sendo insignificantes para este mundo em sua humanidade, então deve proceder da mesma maneira, mas de modo inverso, dando as desimportâncias e os desvalores correspondentes para os objetos que realmente sejam considerados como sendo insignificantes, e retirando as desimportâncias e os desvalores dos objetos que realmente sejam considerados como sendo significantes, dando-lhes as importâncias e os valores que correspondam às suas significâncias, assim como também a realidade exige que deva ser.

Neste exemplo, estão Incluídos os próprios seres humanos, uma vez que eles também são coisas, já que alguns são considerados como sendo significantes, devendo ser revestidos das importâncias e dos valores que merecem, enquanto que outros são considerados como sendo insignificantes, devendo ser revestidos das desimportâncias e dos desvalores que merecem, por isso passíveis de observação. Aliás, o Astral Superior observa atentamente as ações de cada ser humano, intuindo aos de boa vontade para que elas sejam acertadas, com vistas ao bem, mas sem interferir no livre arbítrio, assim como o astral inferior também observa atentamente as suas ações, intuindo aos de má vontade para que elas sejam cada vez mais erradas, com vistas ao mal, interferindo no livre arbítrio o máximo que pode. Então podemos concluir que estamos bem ou mal acompanhados.

Para tudo isso existe sempre um método a ser adotado, pois que existe sempre um método a ser seguido para que se alcance a um determinado fim antes preestabelecido, apesar das ciências afirmarem o contrário, considerando que não existe um método para as observações de determinadas coisas, fatos e fenômenos, como são exemplos claros os espirituais.

Mas isso, que fique bem claro, no contexto da evolução humana, naquilo que os seres humanos colaboram diretamente para o bem e a elevação da nossa humanidade, já que mesmo estando colaborando diretamente para o mal e o rebaixamento da nossa humanidade, não deixam de ter os seus valores e as suas importâncias no contexto geral, como ficará bem demonstrado no futuro bem próximo.

Há que se ressaltar aqui, que essa importância é relativa, contextual, voltada mais para a didática, pois que do ser atômico ao Cristo, todos têm a mesma importância no contexto geral, pois que todos são seres, apenas com os valores sendo diferentes.

Que não se espantem os queridos leitores, pois foi justamente assim que eu agi e continuo agindo como observador da nossa humanidade, ocupando as minhas próprias posições, após iniciar a minha missão neste planeta, sem jamais abandonar ao meu posto de observador, por isso eu conheço bastante bem, tanto a este mundo  como aos seres humanos que o habitam. E como conheço! Mas não me contento apenas com isto, pois que também faço analogias com os outros mundos, inclusive com os Mundos de Luz, embora pouca noção eu tenha acerca de como lá vivem os espíritos. Por isso eu sei, com bastante aproximação, como estão as duas humanidades às quais nos encontramos ligados, assim como também faço uma boa ideia em relação às demais humanidades, principalmente aquelas que vão nos seguindo na esteira evolutiva do Universo, pois que são análogas a nossa.

Atentem agora para o próximo posto de observação que já identifiquei e que já estou no intuito de ocupá-lo, empregando esforços inauditos. Esse posto de observação se situa entre a perfeição e a imperfeição, entre o infinito e o finito, entre o ilimitado e o limitado, de onde se pode contemplar diretamente a Deus, obviamente que não como Jesus, o Cristo, contemplou, cuja contemplação explanarei mais a contento em outro tópico.

Agora sim, todos poderão compreender que não tendo sexo o espírito, quando ele encarna é em obediência a uma determinação do Astral Superior, que já está zelando pelo estrito cumprimento de um outro plano que foi elaborado para a nossa humanidade, em que nele todos os espíritos estão inseridos, com vistas à formação de um Estado Mundial, que é preparatório para que todos os seres humanos possam no futuro se tornar cristãos. Assim, em conformidade com o plano, ele pode encarnar tanto com o sexo masculino como com o sexo feminino, um dos dois. Toda a nossa humanidade deve atentar agora para o seguinte: é sempre em obediência a um plano geral que os espíritos encarnam neste mundo, ora com o sexo masculino, ora com o sexo feminino, daí a razão da grande proporção que existe entre os dois sexos na nossa humanidade. Caso não fosse assim, haveria um tremendo desequilíbrio entre ambos os sexos, por isso até os irracionais encarnam com os dois sexos, ora com um, ora com outro, assim para que os metidos a espertos não venham com as suas baboseiras para insinuar a sua simultaneidade, em obediência às injunções superiores que controlam as suas vidas, já que eles não têm livre arbítrio.

Os que encarnam com o sexo masculino, em obediência a essa determinação do Astral Superior, assumem as obrigações e os deveres relativos ao sexo com que encarnaram, além das obrigações e dos deveres individuais, que lhes são próprios. As obrigações e os deveres relativos ao sexo masculino dizem respeito ao mundo, do qual eles têm que se assenhorar, ocupando o seu trono, sendo os reis do mundo, mandando em todos os seres que se encontram em seu reinado, dos seres atômicos aos seres mais evoluídos da escala animal irracional, que são os primatas, cuja ordem dos mamíferos compreende tanto o ser humano como os animais que mais se lhe assemelham. Eles têm que interagir profundamente com tudo isso, pondo-se ainda em um posto de observação adequado para que possam proceder aos seus estudos, investigações e pesquisas, para que assim possam captar os conhecimentos e criar as correspondentes experiências relativas às coisas, aos fatos e aos fenômenos que ocorrem no planeta em que ora estão a habitar, conservando ou modificando tudo o que existe, segundo o critério manifestado pela consciência, que é a sua razão. Devendo se entender, inclusive, a si próprios.

É o próprio mundo Terra o posto de observação em que se posicionam os grandes reis do mundo, que são os verdadeiros homens, para que dele possam observar com atenção ao lar, e então daí possam proceder aos seus estudos, investigações e pesquisas ao seu respeito, sem que se misturem os dois universos, omitindo-se aqui a elevação ao Espaço Superior e o transporte ao Tempo Futuro. E qual é o resultado ou a conclusão dos seus estudos, investigações e pesquisas? A resposta é a seguinte: o lar é um local que não pode e não deve ser violado, contra o qual não se pode atentar ou exercer qualquer tipo de violência, seja ela física, moral, ética, ou de qualquer outra natureza que possibilite a violação do seu recinto, por isso todo e qualquer cidadão tem em seu lar um asilo inviolável.

Mas não fica apenas por aqui, pois os homens verdadeiros, que são os autênticos reis deste mundo, reconhecendo a importância do lar para a nossa humanidade, sancionaram e promulgaram leis e princípios no sentido de preservá-lo, não se limitando apenas às leis ordinárias, mas se estendendo também às leis constitucionais, as que regem os destinos de uma nação, por isso as que compõem a sua Carta Magna. O lar é tão importante, que chega até a ficar acima da ação da justiça, mas como esta tem que se fazer valer em todo e qualquer ponto do Universo, não importando qual seja esse ponto, ele ainda assim adquire a sua total inviolabilidade, pelo menos à noite, em cujo horário nem mesmo a própria justiça pode penetrar para se fazer valer.

Por isso, não pode ser à toa que todos os que realmente raciocinam dizem que o lar é o único local sagrado neste mundo, e não os templos credulários e sectários liderados pela famigerada classe sacerdotal, tristemente afamada, que afirmam ser as suas igrejas, ou mesquitas, ou sinagogas, ou seja lá que nome derem a essas suas pocilgas, as moradas de um certo deus, seja ele bíblico, alcorânico, ou de outra natureza qualquer, sagradas, quando, na realidade, essas igrejas são as moradas dos espíritos atrasados, obsessores, integrantes do astral inferior, que auxiliam a classe sacerdotal na manutenção e no arrebanhamento dos seus fiéis seguidores, razão pela qual esses locais são infectos e pestilentos, em virtude dos fluidos que formam os seus ambientes assim também os serem, o que traz atrasos a todos os seus frequentadores, toldando-lhes o raciocínio e os tornando uns verdadeiros cretinos.

Assim, em sendo considerado como sendo o único local sagrado deste planeta, não pode o lar ser deste mundo, embora nele esteja locado fisicamente, pois neste mundo nada há que possa ser denominado de sagrado, entendendo-se aqui como sagrado não aquilo relativo aos credos e seitas, que recebeu um caráter de santidade por meio de certas cerimônias credulárias e sectárias em seus cultos, mas sim o que se sagrou, por intermédio da sagração da própria humanidade, quando determinou a sua inviolabilidade nas suas próprias Cartas Magnas. Então ele é um local onde deve reinar, acima de tudo, a espiritualidade.

Nós também não somos deste mundo. Mas não estamos a habitar um corpo humano com os elementos deste mundo, mesmo com ele contendo também os elementos de outros mundos? Mesmo em suas estúpidas ignorâncias, os próprios evangélicos afirmam que o nosso corpo humano é o templo do seu espírito santo. Mas que assim o seja, para que então Luiz de Mattos, o verdadeiro Espírito Santo, e os demais espíritos de luz possam nele estar presentes para intuir aos de boa vontade, a fim de que eles cumpram com as suas obrigações e deveres.

Em relação ao lar, desçamos do nível dos humanos, tomemos o exemplo dos animais irracionais. Eles se acasalam e constroem as suas tocas para que possam criar e ensinar aos seus filhotes os conhecimentos e as experiências relacionados com as suas espécies, que irão se incorporar aos seus corpos fluídicos e aprimorá-los na tremenda luta pela sobrevivência e na manutenção de cada uma das espécies, com todos eles agindo por instinto. Ninguém pode duvidar que essas tocas são os seus lares, os quais eles defendem com unhas e dentes, literalmente, ante a aproximação de algo que ameace a integridade dos seus, pois é justamente nesses seus lares onde se encontram as suas famílias, que eles já sabem da sua existência, embora ajam por instinto. Por isso, alguns seres humanos, em analogia a esses animais irracionais, quando do regresso para os seus lares, exclamam: “Eu vou para a minha toca!”; porque essas suas exclamações, embora esteja carregadas com a sua própria ironia, referem-se justamente aos seus sagrados lares.

Agora particularizemos o exemplo, mantendo-nos ainda no âmbito do irracionalismo, vamos nos espelhar nos passarinhos, que voam e são livres na natureza, cujas plumagens representam uma das mais belas manifestações da natureza, e cujos cantos, como o do rouxinol, o do uirapuru, o do sabiá, e de tantos outros, chegam a inspirar a tradução dos mais belos dos cantos dos seres humanos, quando assim se manifestam: “Dalva de Oliveira tem o canto de um rouxinol!”. Quando eles se acasalam constroem os seus ninhos, para que também possam criar e ensinar aos seus filhotes os conhecimentos e as experiências das suas espécies, os quais nascem sem as plumagens, mas que quando adultos terão as mesmas belas plumagens e os mesmos belos cantos maravilhosos dos seus pais. Esses ninhos são também os seus lares, que eles defendem com voos rasantes e com bicadas, ante a aproximação de algo que ameace a integridade dos seus, pois é igualmente nesses seus lares onde se encontram as suas famílias, que eles já sabem da sua existência, embora ajam por instinto. Por isso, muitos seres humanos, em analogia aos passarinhos, quando do regresso para os seus lares, exclamam: “Eu vou para o meu ninho!”; porque essas suas exclamações não estão mais agora carregadas com a ironia, mas sim com a pureza e a delicadeza que observam nos passarinhos, referindo-se com carinho aos seus sagrados lares, dadas também as suas purezas e delicadezas.

Os espíritos que encarnam com o sexo feminino, também em obediência a essa determinação do Astral Superior, assumem as obrigações e os deveres relativos ao sexo com que encarnaram, além das obrigações e dos deveres individuais, que lhes são próprios. As obrigações e os deveres relativos ao sexo feminino dizem respeito ao lar, do qual esses espíritos têm que se assenhorar, ocupando o seu trono, sendo as rainhas do lar, em seus recintos mandando em todos os seres que se encontram em seu reinado, que são os filhos e o marido, com a exceção daquilo que se relaciona diretamente com o mundo, que muitas vezes exige a intervenção do marido. O mundo representa um universo, que é próprio dos homens. O lar representa um outro universo, que é próprio das mulheres. É neste universo do lar que as mulheres que realmente se prezam têm que interagir profundamente com tudo aquilo que lhe diz respeito, sem dele se desligar por inteiro, uma vez que ele é o seu posto de observação, para que nele possam observar o mundo, que por sua vez fica ao encargo dos homens.

Nessa observação, no recinto sagrado do seu lar, as mulheres deverão preparar os homens para que eles possam modificar o mundo, até torná-lo sagrado como são os seus próprios lares, e preparar as mulheres para que continuem com o mesmo objetivo, sempre procurando manter a sacralidade dos seus lares.

Do seu posto de observação, os homens já observaram e já concluíram os seus estudos, as suas investigações e as suas pesquisas sobre os lares, os quais já se encontram retratados mais acima. Por isso, a sua grande maioria procura se conservar no mundo, que é o seu próprio universo, fazendo o máximo que pode para não se intrometer nos lares, que é o universo das mulheres, embora hoje em dia alguns efeminados estejam invertendo as posições.

Por outro lado, do seu posto de observação, as mulheres também já observaram e já concluíram os seus estudos, as suas investigações e as suas pesquisas sobre o mundo, mas parece que tudo isso ainda não se encontra retratado para elas. Por isso, em sua grande maioria, sejamos mais realistas, a sua quase totalidade, não procura mais se conservar em seus lares, que é o seu próprio universo, fazendo o máximo que pode para se intrometer no mundo, que é o universo dos homens, com todas elas se masculinizando, embora hoje em dia umas poucas mulheres ainda procurem conservar as suas feminilidades, conservando-se em seus lares.

Estando o lar já retratado para as mulheres, que é o seu universo, vamos agora então retratar o mundo para elas, que é o universo dos homens, para que elas tomem a consciência do campo em que estão se intrometendo indevidamente, masculinizando-se cada vez mais, tendo aqui a masculinização o sentido de mundanidade, e não o sentido de sentir atração pelo sexo feminino. Senão vejamos:

No mundo o sexo corre à solta nesta época em que vivemos, na mais completa promiscuidade, uma vez que a promiscuidade do sexo é de todas as promiscuidades a mais nefasta, em cuja mistura confusa e desordenada os homens vão encontrando cada vez mais parceiras para as suas orgias e bacanais, na mais completa depravação e degeneração, em razão da intromissão indevida de quase todas as mulheres em seu universo, o que faz relembrar os períodos próximos que antecederam as extinções de várias civilizações que tiveram a nossa humanidade, e que, se não fosse o Racionalismo Cristão, esta civilização também já estaria extinta, em face das ações do astral inferior neste sentido, pois mesmo no casamento, o instituto que sagra a constituição da família, sempre a célula da humanidade, que não devemos jamais cansar de repetir, a depravação e a degeneração ainda são imensas, e estão se tornando cada vez maiores, cada vez mais intensas, com a sua banalização, como bem o diz Teófilo Braga, em sua obra intitulada de Sistema de Sociologia, a página 123, da seguinte maneira:

A disciplina do casamento produz duas manifestações contrárias, de um lado a monogamia, móvel imediato que dirigiu à mais alta civilização as raças progressivas, de outro lado a promiscuidade das mulheres ou dos maridos, como nas raças selvagens, ou a poligamia nas raças improgressivas”.

A corrupção no mundo está fazendo desmoronar a estrutura política das nações, abalando profundamente o bem estar dos povos, causando até a sua revolta, com os políticos e os funcionários públicos aceitando subornos de toda espécie, quando esses corruptos aceitam dinheiro a fim de praticarem atos ilícitos em benefício de quem lhes remuneram, inclusive no âmbito da justiça, o que me entristece profundamente, quando os juízes, os desembargadores e até os próprios ministros aceitam as peitas, como nesse sentido se manifesta Rebelo da Silva, quando diz assim:

O Desembargador do Paço… dizia-se que despachava as petições com suborno sabido”.

Deveriam todos os corruptos, que são inegavelmente os grandes traidores da pátria, tanto quanto os que a traem em tempos de guerra, com um pouco mais de atenção aos funcionários públicos que representam a justiça, atentarem para o que diz Guerra Junqueiro, em sua obra intitulada de Musa em Férias, a página 133, quando ele assim se expressa:

A consciência diz a este homem: eu sou ao mesmo tempo o juiz, e a prova, eu sou a lei e sou a acusação. O suborno, acredita, é impossível”.

O tráfico de drogas ilícitas se encontra disseminado em todas as nações, com os governos dos países produtores fazendo vistas grossas às suas produções, em seus territórios, que assim, sendo condescendentes ou corruptos, passam também a colaborar intensamente com esse que é um dos maiores males da nossa humanidade, comparando-se apenas com a promiscuidade sexual, para a qual as drogas ilícitas contribuem progressivamente, com os traficantes tecendo uma malha doentia e infecciosa, por isso bastante poderosa, com os nossos jovens e adolescentes, e até mesmo os adultos, sendo infeccionados e passando a formar cada um dos nós ou voltas que formam os fios dessa fibra alucinógena, quando entrançados pelo processo desencadeado pelo narcotráfico, que são bastante apertados, difíceis de se soltarem, como este simples escriba foi obrigado a experimentar para poder comprovar a tudo isso, in loco. E mais: as disputas acirradas pelos pontos de vendas das drogas ilícitas, as dívidas cobradas pelos traficantes e os efeitos alucinógenos provocados pelos entorpecentes, são os grandes causadores dos mais diversos tipos de crimes, dos espancamentos cruéis aos mais diversos tipos de assassinatos, além de contribuírem decisivamente para fazer desmoronarem os lares.

Os latrocínios, os assaltos, os roubos, os furtos, e tudo o mais que possa causar o desejo incontrolável pelos bens alheios, sem a auferição através do trabalho honrado, produzem um ambiente tenebroso de medo e de insegurança aos cidadãos que trafegam pelas ruas das cidades, com todos sendo temerosos de terem os seus bens arrancados brutalmente das suas mãos e de terem as suas vidas ceifadas nesses atentados ignóbeis.

As empresas que representam a indústria, o comércio e a prestação de serviços, são dirigidas por executivos alucinados pelo lucro, que assim se apresentam como sendo as grandes mentes da administração, sem possuírem a mínima ideia do que seja realmente administrar, uma vez que a administração visa formar uma organização, que deve ser de cunho espiritual, e não ilusoriamente material, cuja alucinação é repassada aos funcionários, que ficam desesperados por proporcionar cada vez mais lucros para as empresas nas quais trabalham, considerando que assim procedendo são os mais competentes, os mais eficazes, quando, na realidade, o que eles almejam em primeiro plano é agradar e serem bem visto aos olhos dos seus superiores, visando a manutenção dos empregos ou as suas promoções.

Essas empresas fazem parte do mundo, o mundo é o universo dos homens, as mulheres se encontram entremeadas nesse universo, tendo abandonado os seus lares, então estão integrando as empresas, tirando os empregos dos homens, alterando profundamente a lei da oferta e da procura, gerando um mal para todos, com o rebaixamento salarial, onde vamos encontrar ainda mais promiscuidade sexual, em que tanto as solteiras como as casadas se acasalam com os seus colegas de trabalho, principalmente com os chefes, que nos diga sobre isso a Sra. Zélia Cardoso, a nossa ex-ministra da Fazenda, que confiscou os recursos de todos os brasileiros, menos daqueles figurões que foram alertados pelos corruptos, onde vamos encontrar nas solteiras as depravações, e nas casadas, além disso, as traições e os desmoronamentos dos lares.

E mais: esses executivos alucinados pelo lucro se gabam em proporcionar um ambiente favorável de trabalho para os seus funcionários, tal como se fossem “bonzinhos”, quando, na realidade, o que eles visam e almejam é um aumento da produtividade, por conseguinte, da rentabilidade, do lucro, para que este esteja em conformidade com o planejado para as atividades da empresa, seguindo rigorosamente ao orçamento, mas sem remunerarem devidamente aos seus colaboradores, ou distribuírem os lucros entre eles, para que estes possam levar uma vida digna, assim como eles consideram que estão levando as suas vidas com dignidade, ignorando que no futuro as situações estarão invertidas, para que eles possam aprender, para que eles possam evoluir, e assim abandonarem a empáfia que é comum aos executivos, embora essa empáfia não se compare nem de longe com a empáfia dos juízes, desembargadores e ministros, que são merecedores até de umas boas pancadas nos traseiros, para se conscientizarem que no âmbito da espiritualidade eles pouco representam, quando não são realmente dignos dos cargos que ocupam.

Os líderes das nações mundiais não conseguem se entender a contento em suas relações recíprocas, pois é certo que todas elas foram constituídas em obediência ao plano de espiritualização da humanidade, mas nenhuma delas possui ainda uma diretriz constitucional que indique os seus rumos no contexto mundial, para que assim possa haver uma maior interação entre elas, com vistas à formação de um Estado Mundial. Por isso, todas as nações agem como se fossem empresas, querendo auferir lucros e sugar os recursos das demais, ignorando completamente um dos ensinamentos de Jesus, o Cristo, por intermédio do qual não devemos querer para os outros aquilo que não queremos para nós, cujo ensinamento já foi explanado em tópico anterior. E tudo isso sem mencionar os desentendimentos que levam às ameaças dos bloqueios econômicos, inclusive das ações bélicas.

Tudo isso e mais outras perturbações e crimes que campeiam por esse mundo afora, é o retrato atual do mundo em que vivemos.

E vocês mulheres, estão se comportando ainda pior do que a classe sacerdotal, que medra na ignorância afeita a este mundo, quando abandonam os recintos sagrados dos seus lares, que representam os seus universos, e se danam a interagir com o mundo, que foi acima lhes apresentado, que representa o universo dos homens. Tanto vocês como os homens são igualmente espíritos, mas cada qual tem que representar o seu próprio papel neste planeta, que é o nosso mundo-escola, por isso se torna ignorância e uma tremenda estupidez essa tal de guerra dos sexos, provocada por vocês mesmas, na ânsia insana de quererem ser iguais aos homens, quando, na realidade, podem ser consideradas até superiores, desde que se disponham a exercer com fidedignidade o papel que lhes cabe no contexto da evolução da nossa humanidade. Senão vejamos:

Demonstram uma inteligência tacanha aquelas que abandonam os recintos sagrados dos seus lares, onde são invioláveis e estão protegidas contra os perigos e as agruras do mundo, e procuram se integrar a todo o custo ao ambiente mundano, cuja tacanhice mental as levam à baixeza, à pequenez, à velhacaria, à astúcia, à mesquinhez, à miserabilidade e tudo o mais que é próprio do mundo, por onde se engendram os mais diversos tipos de crimes que nele encontramos. Assim, elas perdem a pureza e a sensibilidade que trouxeram dos seus Mundos de Luz para poderem perscrutar as almas dos seus filhos e poderem educá-los, segundo as suas tendências, incentivando e estimulando as que levam para o caminho do bem, e refreando e combatendo as que levam para o caminho do mal, pois são as mães as grandes responsáveis pela educação dos seres humanos na Terra, e não as babás e as empregadas, que são as responsáveis pela educação dos seus próprios filhos, e não pela educação dos filhos dos outros, pois elas também têm que ser mães.

Quando as mães se integram ao mundo e vão para os seus trabalhos, os filhos ficam à toa, ou como se diz comumente, entregues ao “deus dará”, sem aquela diretriz educacional que esperavam receber em seus próprios lares, antes de encarnarem, cuja diretriz foi previamente planejada por ambos, quando em seus Mundos de Luz, antes da encarnação. Falhar com os compromissos importantes, aliás, importantíssimos, fundamentais para a evolução da nossa humanidade, é traição, e traição das grandes, principalmente quando de tal natureza. Ao saírem do trabalho, as mães regressam aos seus lares por volta das 20:00 horas, então não têm mais tempo de educar as suas proles, que a partir deste horário devem se recolher para dormir. E isso, quando elas não vão para os divertimentos nas noitadas. Então, como assim pode ser promovida a educação neste planeta? Nos fins de semana? Ora, os fins de semana são geralmente destinados ao lazer, quando as mães podem passear com os seus filhos, quando passeiam, mas, mesmo assim, elas se encontram cansadas do trabalho, então procuram os seus próprios descansos, através dos lazeres que lhes são afins, quando então os filhos continuam abandonados. Tudo isso demonstra uma verdadeira falta do amor materno!

Em razão disso, nem os homens estão sendo educados para melhorar o mundo, tornando-o tão sagrado e inviolável quanto o lar de onde provêm, e nem as mulheres estão sendo educadas para manter os seus lares como sendo sagrados. Foram os homens quem deram a conotação sagrada ao lar, que as mulheres estão abandonando e destruindo, integrando-se ao mundo. A triste conclusão se encontra na própria realidade em que vivemos atualmente, com o mundo se enchendo cada vez mais de crimes e os lares se desmoronando. Essa é a grande razão pela qual Luiz de Souza veio afirmar que na transição de uma Grande Era para outra, vamos encontrar a mais sórdida vilania de todos os tempos.

E no organismo que forma o corpo da nossa humanidade, como estão se comportando as células que o compõem? Ora, todos os seres humanos são sabedores que as famílias são as células desse organismo, então com as desintegrações dos lares onde elas são formadas, rompem-se as membranas finíssimas envoltórias das suas constituições, pelos abandonos dos núcleos mais densos que as constituem, que são as mães, provocando as suas degenerações. Em decorrência, com a multiplicação desordenada das famílias, as células que formam o organismo do corpo da nossa humanidade vão causar a pior de todas as doenças: o câncer; cujo mal está matando aos poucos a nossa humanidade. E se não fosse o remédio ministrado por Jesus, o Cristo, com o estabelecimento do instituto do Racionalismo Cristão no seio da nossa humanidade, esta nossa civilização seria mais um vez extinta e obliterada da face da Terra, tendo que recomeçar uma outra civilização novamente, esteada em novas bases. O astral inferior está agindo neste sentido.

Esse remédio para a nossa cura já está em nossas próprias mãos, e ele foi denominado pelo Espírito Santo, pelo espírito da verdade, pelo ajudador, que é o gigante Luiz de Mattos, um dos dois expoentes da nossa humanidade, de Racionalismo Cristão, por determinação expressa do Astral Superior, uma vez que havia sido denominado anteriormente de Espiritismo Racional e Científico Cristão, por isso ele é um passo gigantesco para o estabelecimento do instituto do Cristo em nossa humanidade, sendo mais propriamente o seu embrião, para que no futuro possamos ter o nosso próprio Cristo em nosso meio.

É por isso que eu me encontro aqui novamente, reencarnado neste planeta, como sendo o outro expoente da nossa humanidade, assumindo agora a condição do nosso Antecristo, para que, no futuro, possa assumir a condição do Cristo, em outra humanidade, a que nos segue na esteira evolutiva do Universo, para poder lhe ministrar o mesmo remédio que Jesus, o Cristo, ministrou em nossa humanidade, para que a sua nova civilização não mais venha a perecer desse câncer, que deixará de ser maligno, assim como deixou de ser maligno este câncer que ora está a nos fazer padecer. Então que todos deixem de ser anticristãos, passando a ser antecristãos, que o Espírito Santo os ajudará de todas as maneiras, para que consigam cumprir com as suas obrigações e deveres em suas encarnações, evoluindo de maneira mais acelerada, já que todos serão esclarecidos, portanto, espiritualizados, condição básica para quando do meu retorno da outra humanidade poderem ser realmente cristãos.

Mas para que todos possam ser realmente antecristãos, é preciso que ingressem com urgência no Racionalismo Cristão, que antes era a doutrina da verdade, mas que agora, estando a verdade unida, irmanada, congregada, com a sabedoria, através da sua explanação, que se encontra neste site de A Filosofia da Administração e no site pamam.com.br, incorpora-se-lhe muitos outros assuntos, além do método, do sistema e da finalidade, através dos quais alcançamos finalmente a razão. Então todos poderão vibrar os seus sentimentos, radiar os seus pensamentos e radiovibrar as suas combinações a Deus e ao Astral Superior, modificando totalmente o ambiente terreno, que será propício a novas realizações progressistas.

Cada mulher que for se dispondo a ser militante do Racionalismo Cristão, tornar-se-á antecristã, deixando de ser avulsa, tendo sido credulária ou não, devendo proceder ao retorno do seu lar, podendo como antecristã readquirir a pureza e a sensibilidade que trouxe do seu Mundo de Luz, antes de reencarnar, para que assim possa cumprir com as suas obrigações e os seus deveres inerentes à mulher, em que a pureza e a sensibilidade são próprias da sua individualidade, passando de logo a resgatar os males que vinha praticando, em decorrência do seu afastamento do lar. Caso contrário, não precisa ser antecristã, podendo continuar a sua vidinha mundana, tendo que se preparar para as profundas dores que com certeza lhe virão, após a desencarnação, quando de retorno ao seu Mundo de Luz, ocasião em que a sua consciência vai poder contemplar com clareza a obra maléfica que realizou em sua estada neste planeta, pois não queremos mulheres mundanas em nossas sessões, uma vez que não temos o menor intuito em arrebanhar a quem quer que seja, pois não somos sacerdotes, e deles queremos apenas distância, muita distância, a máxima distância possível, pelo menos até que eles se esclareçam, e assim, esclarecidos, parem de medrar a ignorância no seio da nossa humanidade, espiritualizando-se, quando então poderão se regenerar, ocasião em que os receberemos de braços abertos.

Cada mulher que assim proceder, irá contribuir para a multiplicação ordenada das células que formam o organismo da nossa humanidade, procedendo à cura desse mal canceroso de que ela está sendo vitimada. Caso sejam necessários alguns esclarecimentos que possam servir de espelho para a sua nova conduta de vida, que se se disponham as mulheres a ler as obras valorosas de Maria Cottas, a gloriosa filha de Luiz de Mattos, esposa de Antônio Cottas, tais como Contos Morais, Folhas Esparsas, Páginas Soltas, Crônicas D’agora e Discursos de Maria Cottas; as obras de Olga B. C. de Almeida, uma gloriosa educadora, tais como Retalhos de Vida, Caminhos Certos e Valorize  a Sua Vida; e ainda a obra de Maria de Oliveira, uma das mais corajosas, valentes e sofredoras de todas as mulheres que a este mundo já veio, que a tudo venceu, como racionalista cristã, intitulada de Como Cheguei à Verdade; com todas essas obras devendo se encontrar acessíveis na biblioteca do Racionalismo Cristão.

As mulheres obtusas, ou por demais obtusas, consideram-se tão ou mais inteligentes do que os homens, quanto mais obtusas forem, com algumas delas até pleiteando a superioridade, no afã ignóbil de superá-los, com outras pleiteando a igualdade, no afã também ignóbil de ficarem pari passu com eles, sem que tenham a menor noção, por mínima que seja, do que seja a inteligência, como ela é formada e como ela se desenvolve, através de milhares e milhares de encarnações. No entanto, todas elas querem ser inteligentíssimas, sempre comparando as suas inteligências com as inteligências dos homens, mas nenhuma delas ousa comparar a sua própria inteligência com a inteligência de Einstein. Por quê? Porque a nossa humanidade, em sua ignorância e obtusidade, passou a considerar a sua inteligência como sendo o símbolo e a referência da inteligência do homem, cujo grande equívoco será posteriormente consertado, para o esclarecimento de todos, no site pamam.com.br, na categoria que trata de O Homem, a Mulher e a Família. Mas o certo é que esse ser humano não era um ser cientista, mas sim um ser religioso, que brilhou exclusivamente na parcela do Saber denominada de Física, mas que foi utilizado pelo astral inferior para a fabricação da bomba atômica, como será devidamente demonstrado, por isso ainda tem que evoluir muito para que possa se tornar um veritólogo.

Mas se a grande inteligência de Einstein tem realmente a sua procedência, então que respondam ao seguinte: qual é a inteligência maior e mais apurada, a que consegue perscrutar e penetrar nos domínios da Física, ou a que consegue perscrutar e penetrar nos domínios da alma humana? Qual é o resultado mais importante, o que resulta do desbravamento da Física e provoca o surgimento da bomba atômica, ou o que resulta do desbravamento da alma e provoca o surgimento da sua educação? De que a humanidade mais precisa, da bomba atômica ou da educação? Qual é a inteligência que se deve mais fazer valer neste planeta, a que se ocupa da Física ou a que se ocupa da educação? E mais: não existe a equação da energia, e a Teoria da Relatividade é uma burla, como será amplamente demonstrado no site pamam.com.br.

Em todo e qualquer setor da vida a inteligência tem que se fazer valer, colocando-se acima de todos os percalços, por isso ela pode ser desenvolvida em qualquer um dos dois universos, seja no mundo, o universo dos homens, seja no lar, o universo das mulheres. Ora, se a nossa humanidade está a se encontrar penando para desvendar por inteiro o universo do átomo, ignorando ainda que ele é um ser, um ser atômico, uma partícula do Ser Total com as menores parcelas das propriedades da Força e da Energia, como é que as mulheres podem considerar pequeno e irrelevante para si o universo de um lar? É preciso inteligência, mas muita inteligência, para que possa se ocupar com eficácia desse sagrado universo, e somente as mulheres são capazes de realizar a essa grande proeza, que é inacessível aos homens.

Mas o certo é que com o final de A Era da Verdade este mundo-escola está se tornando cada vez mais áspero, seco, estéril, o que está tornando o seu ambiente ríspido, desagradável, frio, fatigante, doloroso de se viver. Toda essa aridez está sendo provocada pela fertilização indevida que a nossa humanidade está promovendo em seu campo, preparando-o para plantar e cultivar aquilo que ela não quer e nem espera colher. Sim, a nossa humanidade está fertilizando o campo da Terra para plantar e cultivar cada vez mais o vento, e como o plantio e o cultivo já se encontram bem adiantados, estando já maduros, chegou a hora da colheita, então vai ter que colher a tempestade. É por isso que os tempos são chegados, como dizem os espíritos de luz que integram o Astral Superior. É chegado o momento de separar o joio do trigo, como disse Jesus, o Cristo. Os fortes vencerão, os fracos sucumbirão, como disse Luiz de Mattos.

Por isso, cada mulher que retornar ao seu lar e se tornar antecristã, deverá se constituir em uma árvore frondosa, que deverá modificar radicalmente o campo a ser semeado neste nosso mundo-escola, tornando-o um paraíso, o qual podemos fazer até analogia ao éden bíblico, em que preponderavam as fruteiras, mas que Adão e Eva eram proibidos de comer do fruto proibido, mas que aqui os frutos poderão ser saboreados por todos, pois que são os frutos da educação.

Aqui, no caso, as árvores frutíferas serão as mães que vivem em seus lares, as que se tornam as verdadeiras educadoras, dando cria às suas proles, que crescerão bem educadas, tornando-se os homens que partirão para reformar o mundo, tornando-o tão sagrado como os lares de onde provêm, e se tornando as mulheres que permanecerão em seus lares, conservando-os puros e sagrados, cada vez mais, obrigando aos homens a evoluírem no sentido de poderem acompanhar a pureza e a sagração do mundo em relação aos lares de onde provieram. Todas essas árvores frutíferas deverão se manter virgens e puras até poderem ser fecundadas pelas suas almas gêmeas, que lhes fornecerão as sementes próprias para as suas germinações, em total obediência aos compromissos assumidos em plano astral, de onde surgirão as suas felizes proles, que em pouco tempo estarão prontas para outras germinações, com certeza ainda mais apuradas, sendo por isso que a natureza lhes deu o hímen, para que o seu corpo humano possa atestar para as suas almas gêmeas as suas purezas, por ocasião das germinações. Estes serão os frutos dessas boas árvores frutíferas, que todos poderão saborear, posto que serão os alimentos para as almas, pois que promoverão o bem verdadeiro nas sociedades.

De modo contrário, andando na contramão, colidindo frontalmente com os ditames da educação, encontram-se as árvores cabeças de vento, que são as mães que abandonam os seus lares e passam a viver no mundo, as que se tornam péssimas educadoras, que continuarão dando cria às suas proles, que crescerão mal educadas, tornando-se os homens que partirão para impedir a reforma do mundo, para que possam conservá-lo tão sujo e pestilento como os lares de onde provêm, e se tornando as mulheres que abandonarão os seus lares, conservando-os sujos e pestilentos, procurando levar consigo as sujeiras e as pestilências para poderem infectar o mundo, e torná-lo igual aos seus lares. Todas essas árvores cabeças de vento deverão se manter desvirginadas e impuras até poderem ser fecundadas pelas almas sebosas que encontrarão pelo mundo, que lhes fornecerão as sementes impróprias para as suas germinações, em total desobediência aos compromissos assumidos em plano astral, de onde surgirão as suas infelizes proles, que em pouco tempo estarão prontas para outras germinações, talvez ainda menos apuradas. Estes serão os frutos dessas árvores cabeças de vento, que todos deverão evitar, posto que serão os frutos proibidos, pois que promoverão os crimes nas sociedades.

Todas as mulheres podem agora compreender com largueza a este grande ensinamento de Jesus, o Cristo, quando ele disse: “De uma árvore boa, só frutos bons nascerão”.

Mulheres, voltem para os seus ninhos, repovoem os seus lares, pois é lá que vocês poderão desenvolver as suas inteligências. Quem lhes faz esta recomendação é um ser humano que hoje ocupa uma das duas posições dos dois exponentes da nossa humanidade. Duvidam da minha inteligência? Então prestem atenção ao que Lange diz sobre a minha importância para a nossa humanidade, que somente pode ser exercida com inteligência, coragem e boa vontade, em sua obra intitulada de História do Materialismo, volume II, parte IV, capítulo IV, quando ele afirma com uma antevisão impressionante, o seguinte:

Quando uma era nova deve começar e uma antiga desaparecer, é preciso que duas grandes coisas se combinem: uma ideia moral capaz de inflamar o mundo e uma direção social bastante poderosa para elevar de um grau considerável as massas oprimidas. Isto não se opera com o frio entendimento, com sistemas artificiais. A vitória sobre o egoísmo que quebra e isola, e sobre o gelo dos corações que mata, não será alcançada senão por um grande ideal que aparecerá como um ‘estrangeiro vindo de outro mundo’, o qual, exigindo o impossível, fará sair a realidade fora dos seus eixos (grifo meu)”.

Os meus ideais somente deverão ser expostos no site pamam.com.br, para que fiquem bem fixados neste mundo-escola. Mas se estou exigindo ou não o impossível, a análise dessa exigência cabe principalmente às mulheres. Mas, de qualquer maneira, eles terão que ser cumpridos, nem que seja à força, com a intervenção do poder de Luiz de Mattos, pois nós não iremos permitir que a nossa civilização seja mais uma vez extinta e obliterada da face da Terra. Se eu posso ser considerado como sendo um estrangeiro vindo de outro mundo, é porque antes eu encarnei como Ruy Barbosa, desencarnei como tal, ascendi ao meu Mundo de Luz, e de lá eu vim novamente a este mundo, reencarnando como Pamam, para assumir a condição do nosso Antecristo e cumprir com a minha missão, cuja missão eu mesmo planejei em plano astral, nos limites extremos da minha capacidade, para decretar o final de A Era da Verdade e estabelecer o início de A Era da Razão para a nossa humanidade, que deverá ser plena de êxitos e realizações para todos. Tentem observar os meus esforços e os meus sacrifícios em prol da nossa humanidade, então tentem proceder igualmente, se não tanto, pelo menos o suficiente para que possam cumprir com as minhas exigências, posto que elas são fundamentais para a regeneração de todos e para a reforma total da nossa sociedade.

Visitem a Fundação Casa de Ruy Barbosa para investigar o meu passado da outra encarnação mais recente, que teve a sua origem em um decreto de 1924, que autorizava ao Poder Executivo a adquirir a minha casa e os meus pertences, o que deu ensejo à constituição de um museu em 1927, denominado, no ano seguinte, de Casa de Ruy Barbosa, somando ao seu patrimônio arquitetônico a biblioteca, com 23 mil títulos e mais de 30 mil volumes, e os meus arquivos pessoais. A Casa de Ruy Barbosa foi incorporada ao Ministério da Educação e Saúde, em 1930. E, em conformidade com a legislação de proteção patrimonial, a casa foi tombada pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional — posto que Luiz de Mattos exigiu que eu também fosse um artista, mas artista do pensamento, no que tive que atender, em obediência ao agora chefe da nossa humanidade —, em 11 de maio de 1938. Já a organização do meu arquivo pessoal, com aproximadamente 60 mil documentos, conduzida pelo historiador Américo Jacobina Lacombe, presidente da instituição entre 1939 e 1993, abriu novas oportunidades de conhecimentos sobre essa minha trajetória evolutiva e a sua época.

Na década seguinte, a partir do decreto de 1941, que instituiu a parceria com a Imprensa Oficial, iniciou-se a publicação das minhas obras sob o título de Obras Completas de Ruy Barbosa. A sua preparação foi o embrião do que viria a ser, em 1952, o Centro de Pesquisa, que ampliava a investigação da área ruyana para o domínio do Direito e da Filologia, com apoio na minha documentação jurídica e na minha biblioteca.

Em função da lei nº 4.943, de 1966, a Casa de Ruy Barbosa foi transformada em fundação, alargando os seus objetivos e as suas atividades. Passava a ser definida como sendo “uma instituição cultural destinada à pesquisa, à divulgação científica própria e ao ensino”, e a ter como finalidade, entre outras, promover estudos e cursos sobre assuntos jurídicos, políticos, filológicos e outros relacionados com a minha obra e a vida que levei quando nessa minha encarnação anterior. A instituição intensificou a organização de conferências e seminários, reunindo pesquisadores nacionais e estrangeiros, além de promover concertos e recitais que vieram a lhe dar a visibilidade nacional, tornando-a referência na vida cultural do Rio de Janeiro e da nossa linda e querida nação.

Caso fosse preciso eu haver reencarnado com alguma vocação para a poesia, assim eu teria reencarnado, para mostrar às mulheres o seu verdadeiro papel neste mundo, através da poesia, que elas tanto adoram, principalmente as românticas. Não se fez preciso. Mas então eu vou me referir aos poetas, caso estejam a duvidar que realmente eu fui Ruy Barbosa.

Observem algumas palavras provenientes dos poetas, não importando se são bons ou maus poetas, já que sendo desta ou daquela qualidade, tanto faz, já que não deixam de ser poetas assim mesmo, quando eles dizem: “Aquela nuvem que passa lá em cima, sou eu”; “Eu sou nuvem passageira”; “Eu sou um vampiro doidão”; “Agora aguenta coração, você não tem mais salvação, você apronta e esquece que você sou eu”; “Eu sou apenas um rapaz latino-americano, sem dinheiro no bolso”; “Eu sou eu, foi meu pai quem me fez assim”.

Eles são loucos? Eles estão equivocados? O poeta é louco ou está equivocado por dizer que é uma nuvem? O poeta é louco ou está equivocado por dizer que é uma nuvem passageira? O poeta é louco ou está equivocado por dizer que é um vampiro doidão? O poeta é louco ou está equivocado por dizer que é um coração? É lógico que não, pois isso é considerado como sendo o devaneio dos poetas, algo a que eles têm direito, por estarem desenvolvendo os seus intelectos, utilizando-se da imaginação, de onde vem o poder criador dos seres humanos.

Mas como eu não tenho esse direito, não posso ser também poeta, pois que tiraria a minha credibilidade, mas os poetas também dizem as coisas racionalmente, quando um deles diz que é apenas um rapaz latino-americano, e quando outro diz que “Eu sou eu”. E quando outro poeta, dos grandes, extrapola o devaneio dos bíblicos, ingressa na mais autêntica racionalidade, e diz que a única verdadeira Bíblia é a natureza, como é o caso de Guerra Junqueiro. E o engraçado é que, naquela última frase poética citada, o poeta está a se referir ao pai sob o aspecto biológico, como se ele fosse realmente o fruto desse processo biológico, quando, na realidade, ele é o fruto da educação das mães que teve em suas encarnações passadas e na atual, o que originou o seu atual estágio evolutivo.

No entanto, sem qualquer devaneio, à luz da razão, eu jamais afirmei que sou Ruy Barbosa, mas sim que fui, e o fui realmente. E demonstro esse fato com provas irrefutáveis, para vê-las basta apenas ler com a devida atenção e a racionalidade exigida a minha obra relativa ao Método, no site pamam.com.br, em que nela se encontra a prova demonstrada. E para demonstrar a minha evolução espiritual nesta minha encarnação atual como Pamam, quando alcancei a condição do nosso Antecristo, notadamente em relação à minha inteligência, fruto da educação recebida da minha querida mãe, que ficou desesperada com a minhas experiências de vida, complementada com a da minha amada esposa, que nessas minhas experiências de vida jamais ameaçou me abandonar, apenas se limitando a me alertar para que eu parasse, caso contrário poderia ficar só, eu agora venho mostrar para todos como se forma a inteligência, de onde ela provém, como ela evolui, e quais são os órgãos da nossa inteligência, discriminando a função de cada um deles e qual a sua finalidade. Isso deve bastar para comprovar, por enquanto, esta minha afirmativa.

Só poderemos conhecer a vida, no que ela possui de universal, de grandioso e de profundo, conhecendo-nos a nós próprios, portanto, entendendo-nos como inteligência. Luiz de Souza, em sua obra intitulada de A Morte Não Interrompe a Vida, a página 173, assim se expressa:

Há os que, por demonstrarem inteligência bem cultivada, pensam, enganosamente, que são verdadeiros heróis no campo da luminosidade espiritual, quando apenas desenvolveram um ramo da individualidade, a qual pode, figurativamente, ser comparada a uma árvore com os seus diversos ramos.

A inteligência, a memória, os dons artísticos ou científicos, as vocações, etc., são ramos de uma árvore simbólica, cujo tronco é a força espiritual. Esta árvore só tem o seu desenvolvimento normal, quando o tronco, que é a peça fundamental, é forte e consistente, e da sua copiosa seiva se alimentam os seus múltiplos galhos, todos eles dependentes da estrutura básica. Galhos desenvolvidos, sem que o tronco o esteja, representam sempre um perigo que convém considerar”.

E para comprovar com sobras a existência dos órgãos mentais que formam a nossa inteligência, sabendo-se que o criptoscópio é o órgão mental capacitado para perceber e captar os conhecimentos metafísicos, notadamente os conhecimentos metafísicos acerca da verdade, que o intelecto é o órgão mental capacitado para compreender e criar as experiências físicas, notadamente as experiências físicas acerca da sabedoria, e que a consciência é o órgão mental para coordenar aos outros dois órgãos mentais, para assim se alcançar a razão, vejamos mais uma vez o que Luiz de Souza, agora em sua obra intitulada de Ao Encontro de Uma Nova Era, as páginas 78 e 79, diz em relação ao intelecto, o qual eu consegui desenvolver em patamares jamais alcançados por qualquer outro ser humano, quando ele assim se expressa:

A verdade sendo, como é, uma só, não pode ser entendida de várias maneiras, nem haver discordância no seu conhecimento. Todos hão de chegar a um ponto de evolução em que não há de haver duas modalidades distintas e separadas de aceitar um conceito.

As conclusões serão positivas e convergentes, e, assim, bem se entenderão os indivíduos e os povos na marcha unida, cada vez mais para cima. Será quando não só o intelecto demonstrará a razão e a lógica dos fatos, com união de vistas, mas, mais ainda, o amor, com a sua contribuição inseparável (grifo meu)”.

Luiz de Souza, esse notável veritólogo, uma das minhas principais fontes, novamente em sua obra intitulada de A Morte Não Interrompe a Vida, as páginas 207 e 208, referindo-se ainda ao intelecto, diz o seguinte:

“… as aspirações fazem parte dos projetos que todos alimentam. Basta que cada ser humano se considere uma partícula de Deus, como realmente é, para que o intelecto trabalhe com o fim de transformar, construir, embelezar, progredir (grifo meu). Toda atividade que no mundo se registra é, em geral, um derivativo dessa ânsia de realizar projetos que antes passaram pela fase de aspirações.

Para se atingir um objetivo de alto mérito aspirado, é necessário entrar no campo do pensamento elevado, onde se modelam as formas de obtê-lo, com o concurso da espiritualidade”.

Mas eu não sou nenhum mestre da linguística, pois os verdadeiros mestres da linguística são aqueles que estudam, investigam e pesquisam tanto a formação das palavras e as suas grafias corretas como os seus empregos nas frases e as suas concordâncias, interpretando o verdadeiro sentido daquilo que elas estão a expressar para os leitores, ocupando todos os seus tempos no emprego desses seus objetivos. Ao contrário deles, eu não tive tempo para empregar nos meus estudos, investigações e pesquisas, nesta minha encarnação atual como Pamam, os estudos de tal natureza, por isso eu tive que me valer do que nesse campo adquiri na minha encarnação passada, como Ruy Barbosa, cuja bagagem eu trouxe para esta minha nova encarnação.

Contudo, que fique bem claro, somos nós, os escritores, os que na realidade fazem a linguagem ser o que ela realmente é para os linguistas, assim como também para aqueles que são considerados como bons leitores, pois somos nós que criamos as palavras e damos as suas grafias, como também as empregamos nas construções das frases que vamos criando em nossos textos, procurando empregar aquelas que mais possam se adequar aos sentidos das frases, partindo das mais simples e mais comuns para as mais difíceis e mais incomuns, no que os metidos a eruditos pecam, ao procederem de maneira contrária, porque eles ignoram que o simples e o comum, sem vulgaridades, emprestam a força e a energia às palavras, levando os leitores à razão dos seus empregos, por isso elas se tornam as mais belas, pelo menos para aqueles que são simples e comuns, sem serem vulgares.

Foi por isso que Maria de Oliveira afirmou que descrever a obra ciclópica do mestre Luiz de Mattos era trabalho para gigantes da pena. E como eu estou descrevendo a sua obra, ao explanar o Racionalismo Cristão neste site de A Filosofia da Administração e no site pamam.com.br, então eu sou um gigante da pena. Portanto, eu sou também um mestre, um mestre da sabedoria, assim como Luiz de Mattos é um mestre da verdade. Mas todos têm que seguir a sabedoria, e não a verdade, que deve servir de fonte para a sabedoria, para que esta venha alcançar a razão e então possa definir os rumos a serem seguidos pela nossa humanidade.

Então mulheres, sejam todas antecristãs, sigam o mestre da sabedoria, mas tendo como espelho o espírito da verdade, o Espírito Santo, que sendo também o ajudador deverá conduzi-las para que se transformem em boas árvores, cujos frutos deverão modificar para melhor o ambiente deste planeta, alterando profundamente o seu panorama, pois sendo convictas de que de uma árvore boa, só frutos bons nascerão, estarão ingressando em uma Nova Era, A Era da Razão, ocasionada pela minha vinda nesta minha encarnação, quando assumi a condição do nosso Antecristo. E fiquem no aguardo, pois quando do meu retorno da outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, na condição do Cristo da nossa humanidade, o Estado Mundial, ao qual vocês irão ser decisivas na sua formação, será o por mim idealizado para as minhas ações no futuro.

Todos os espíritos, antes de reencarnar com o sexo feminino, fazem uma adaptação em seus Mundos de Luz para poderem adquirir as habilidades e os trejeitos femininos. Menos eu, o único dos espíritos que jamais encarnou com o sexo feminino. E isso se explica pelo fato de eu não querer ser um assassino, em tempo algum, pois caso eu encarnasse com o sexo feminino e algum homem se excitasse e assim viesse em minha direção, automaticamente eu sacaria do meu 38 duplo e lhe desfecharia seis tiros no peito.

Que me desculpem pela brincadeira um tanto quanto insana, mas o fato é que eu mesmo sou o grande culpado por haver nascido no Ceará, a terra da molecagem mundial, onde também nascem os maiores humoristas do mundo, por isso eu tenho que ser também um moleque, em solidariedade aos meus conterrâneos. Para se ter uma ideia do quanto nós somos moleques, foi no Ceará, na sua capital, a nossa querida Fortaleza, na Praça do Ferreira, bem no centro da cidade, neste Estado nordestino que a seca assola ao seu povo, que o Sol foi vaiado pela primeira vez em todo o mundo, quando ele surgiu no céu impedindo a continuação de uma leve chuva, ansiosamente aguardada por toda a população. Mas se é brincando que eu mostro a minha masculinidade, na base da molecagem, deve ser à sério que as mulheres deverão mostrar as suas feminilidades, retornando e permanecendo no recinto sagrado dos seus lares.

O futuro da nossa humanidade se encontra no poder e nas ações das mulheres em prol da educação das suas proles. Se elas forem boas árvores, somente bons frutos poderão gerar!

 

Continue lendo sobre o assunto:

Romae