06.05- Serás o que pensares

A Cristologia
20 de outubro de 2018 Pamam

Ao produzir os sentimentos o ser humano adquire a capacidade ou a aptidão para produzir e receber as impressões metafísicas acerca das coisas, dos fatos e dos fenômenos da natureza, por intermédio da sua percepção altamente desenvolvida, captando e transmitindo a todos os conhecimentos inerentes, os quais são devidamente decodificados por intermédio do raciocínio, para que então possam ser transmitidos através de teorias “a priori”.

É certo que a sensibilidade, o elemento anterior de produção do ser humano, ao evoluir por intermédio da propriedade da Força, cujo elemento posterior de produção é o sentimento, também emite e capta as vibrações magnéticas idênticas acerca das coisas, dos fatos e dos fenômenos da natureza, mas é o sentimento, por ser de natureza mais evoluída, o fator de grande influência para o exercício da verdade, calando diretamente na consciência, consequentemente, para a representação no espírito dos conhecimentos metafísicos acerca da verdade, pois é ele, o sentimento, quem realmente percebe com inteira clareza tudo aquilo que se refere à verdade.

Ao produzir os pensamentos o ser humano adquire a capacidade ou a aptidão para emitir e receber as impressões físicas acerca das coisas, dos fatos e dos fenômenos da natureza, por intermédio da sua compreensão altamente desenvolvida, criando e transmitindo a todas as experiências inerentes, as quais são devidamente decodificadas por intermédio do raciocínio, para que então possam ser transmitidas através de teorias “a posteriori”.

É certo que o sentido, o elemento anterior de produção do ser humano, ao evoluir por intermédio da propriedade da Energia, cujo elemento posterior de produção é o pensamento, também emite e capta as radiações elétricas idênticas acerca das coisas, dos fatos e dos fenômenos da natureza, mas é o pensamento, por ser de natureza mais evoluída, o fator de grande influência para o exercício da sabedoria, calando diretamente na consciência, consequentemente, para a representação no espírito das experiências físicas acerca da sabedoria, pois é ele, o pensamento, quem realmente compreende com inteira clareza tudo aquilo que se refere à sabedoria.

A verdade é a fonte da sabedoria. Então é com base nos conhecimentos metafísicos acerca da verdade, a qual nos fornece a base da moral, que devemos pautar as nossas experiências físicas de vida, para assim podermos dirigir as nossas ações segundo os ditames da sabedoria, a qual nos dá a base da ética. A moral e a ética formam a nossa educação. Os ignorantes dos conhecimentos metafísicos acerca da verdade pautam as suas experiências de vida para poderem dirigir as suas ações segundo os ditames da vida cotidiana, a qual nos dá a moral utilitária. E quando sequer possuem a moral utilitária, passam a praticar os mais diversos tipos de crimes que vemos no nosso cotidiano.

Então são os sentimentos produzidos a base de apoio para os pensamentos a serem produzidos. Assim, quando da posse da verdade, o ser humano produz os seus pensamentos em inteira conformidade com a lógica advinda da espiritualidade. E como a lógica é a arte de raciocinar com acerto, então os seus pensamentos produzidos serão todos acertados, quer dizer, serão todos reais, em relação àquilo a que são dirigidos.

No entanto, algumas vezes nós nos deparamos com algumas situações que são consideradas quase como sendo críticas, posto que de difíceis soluções, que somente a espiritualidade pode resolver a contento, pois nessas ocasiões somos obrigados a nos elevar ao Espaço Superior, em busca dos conhecimentos metafísicos acerca da verdade, através dos nossos sentimentos, ou então de nos transportar ao Tempo Futuro, em busca das experiências físicas acerca da sabedoria, através dos nossos pensamentos.

Quando somos obrigados a nos transportar ao Tempo Futuro, nós nos elevamos às alturas das posições que ocupamos na espiritualidade, consoante os nossos sentimentos, então os nossos pensamentos são levados a percorrer os tempos passado, presente e futuro, em busca das respostas para as nossas lucubrações relativas aos acontecimentos, em que nesta busca, às vezes, temos vertigens, por estarmos desbravando florestas ainda virgens, faltando-nos o devido fôlego, mas que somos compelidos a encontrar a essas respostas de uma maneira ou de outra, caso contrário a evolução da nossa humanidade pode correr o risco de sofrer a solução de continuidade. E tal risco, podem crer, eu tento de todas as maneiras abolir, ou, pelo menos, minimizá-lo ao máximo, desde que dependa exclusivamente de mim, como agora está dependendo a explanação de A Filosofia da Administração. Em decorrência, nada posso fazer em relação àquilo que não depende de mim, como é o caso do livre arbítrio dos seres humanos.

Além do mais, quando nós alcançamos uma certa superioridade espiritual em relação aos demais seres humanos, face ao supremo esforço que desprendemos para alavancar as suas evoluções espirituais em um nível mais elevado ao que ora se encontra, na busca constante por promover a igualdade entre todos os integrantes da nossa humanidade, nós mesmos procuramos promover a essa igualdade buscando nos recantos mais íntimos das nossas almas os atributos da humildade e da simplicidade, para que desta maneira possamos nos sentir mais à vontade em seu meio, ou seja, mais próximos dos nossos próximos.

Nessas ocasiões, o reconhecimento do estágio evolutivo em que nos encontramos tem que se fazer valer, mesmo quando opomos certa resistência em reconhecê-lo. Então somos elevados aos páramos da espiritualidade, conduzidos às nossas verdadeiras posições hierárquicas no contexto organizacional da nossa humanidade, tendo que assumir, necessariamente, os nossos devidos lugares, os quais foram merecidamente conquistados com honras gloriosas e esforços inauditos, já que cada um ocupa o próprio lugar que merece no âmbito da espiritualidade, pois aqui não existem favores, indicações ou corporativismos, sendo tudo em inteira conformidade com os merecimentos, que são decorrentes dos esforços.

Então os nossos pensamentos passam a perscrutar profundamente os tempos passado, presente e futuro, tal como Luiz de Mattos perscrutou o Espaço Superior, e assim nós chegamos à inevitável conclusão de quem realmente fomos no passado, o que somos no presente e o que seremos no futuro, dentro do contexto da nossa humanidade. E como somente isto não basta para podermos concluir a contento as nossas investigações e pesquisas, passamos a extrapolar para o contexto da humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, sem também deixar de extrapolar para o contexto da humanidade à qual seguimos na esteira evolutiva do Universo, cujas observações ainda se estendem às humanidades seguintes, tanto de uma como da outra, pois os nossos pensamentos tendem a se universalizar, para que assim possamos assumir os nossos verdadeiros lugares na nossa humanidade, dentro do contexto da sua hierarquia na evolução universal.

Assim, ao observar a magnificência de Jesus, o Cristo, obviamente que não poderia deixar de me encantar com tamanha grandeza espiritual. Mas, diferentemente dos demais seres humanos que integram a nossa humanidade, não me deixei levar totalmente por esse encantamento, que nos faz pender para as bandas do sobrenaturalismo, uma vez que já estava de posse da verdade transmitida pelo veritólogo maior e os seus seguidores, portanto, já havia estudado profundamente o Racionalismo Cristão, atendendo e satisfazendo aos anseios espiritualizadores do gigante Luiz de Mattos.

Nas minhas observações, eu procurei pesquisar o passado, o presente e o futuro de Jesus, o Cristo, assim como fiz com Luiz de Mattos, só que para este as minhas pesquisas foram mais dirigidas para comprovar a sua grandeza moral e as suas virtudes, por conseguinte, comprovar a ausência de manchas e nódoas em sua alma, para que assim eu pudesse certificar a sua pureza perante toda a nossa humanidade, através da Saperologia. Os meus pensamentos, então, logo percorreram vertiginosamente o passado de Jesus, o Cristo, até com certa facilidade, pois a verdade já havia afirmado que ele havia sido Hermes, no Egito, Krishna, na Índia, Confúcio, na China, e Platão, na Grécia, parando por aqui. Não satisfeito, prossegui nas minhas pesquisas, já que Luiz de Mattos havia afirmado que o ser humano pode penetrar o passado, o presente e o futuro, assenhorando-se do tempo.

Ao penetrar o passado da nossa humanidade, tive o cuidado de primeiramente comprovar a formação dos mundos, para a partir daí estudar a formação da matéria, constatando que ela realmente não passa de uma ilusão para nós encarnados, pois tudo que existe são os seres, as partículas do Ser Total, que brotam do Seu Seio e passam a evoluir por intermédio das Suas Propriedades da Força, da Energia e da Luz. O espaço está contido na propriedade da Força. O tempo está contido na propriedade da Energia. O espaço e o tempo formam o Universo, que é penetrado pela propriedade da Luz. As estrelas são partículas combinadas das propriedades da Força e da Energia, fornecendo as coordenadas do Universo. E os seres habitam o Universo, formando os mundos, que ficam sob as égides das estrelas. Em resumo, podemos afirmar que tudo é Deus, pelo fato Dele ser o Todo, que se revela claramente por intermédio da natureza.

Agora a classe sacerdotal pode exercer plenamente a sua santa prerrogativa ao “jus esperneamento” para poder alocar o inferno dentro no Universo, mesmo recorrendo ao sobrenaturalismo, assim como fez para inventar Lúcifer e os demais demônios, que são apenas anjos revoltados que faziam parte das falanges de Jeová, e que realmente se revoltaram com o seu chefe metido a deus, pelo fato dele querer extinguir a vida no mundo através do fogo, ao invés de se contentar em apenas conduzir as nações, como era o desejo de Lúcifer, que agora é Alá, o deus dos muçulmanos, que, ao final, esse Jeová metido a genocida pretende exterminar, assim como a todos os pecadores e os que são destituídos da fé credulária, estes últimos os que não se deixam arrebanhar pela peçonha dos sacerdotes adoradores desse deus bíblico.

Assim, após comprovar a formação dos mundos, eu pude realizar então outros estudos, inclusive estudar as transformações pelas quais passaram este nosso mundo-escola, através dos éons, das eras, dos períodos e das épocas geológicas, podendo então conhecer as várias transformações pelas quais ele passou. E, também, como surgiu a vida em seu meio, mais precisamente a animal, através das mais variadas espécies, as suas evoluções, até o surgimento dos hominídeos, tais como sendo os ancestrais da nossa humanidade.

No âmbito da nossa humanidade, eu pude constatar a sua evolução, notadamente a do próprio corpo carnal, até alcançar o biotipo do Homo sapiens. A partir daí, eu pude então verificar as várias civilizações que existiram e foram extintas, tendo sido obliteradas da face da Terra, até que surgiu esta nossa civilização atual. Nesta nossa civilização atual, eu prossegui nos estudos, retroagindo ao seu começo, que foi análogo às idades pré-históricas das outras civilizações passadas, só que com a sua evolução mais acelerada, e me aprofundando mais intensamente nos estudos a partir da encarnação de Hermes, no Egito, em que a História tem os seus registros mais precisos, até aos tempos atuais. Apenas neste último período, que foi devidamente registrado pela História, é que consta a presença do espírito que em sua última encarnação foi chamado de Jesus, o Cristo.

Nesta época atual, estando encarnado como Pamam, eu pude penetrar o passado recente e constatar haver sido Ruy Barbosa na encarnação passada, quando então pude conceber, mais ou menos, o meu caminho a ser seguido no futuro, pois perscrutando o Universo, penetrando as coordenadas formadas pelo espaço e pelo tempo, com a minha luz astral, eu pude contemplar nitidamente as duas humanidades que se encontram mais próximas da nossa, a que nos segue e a que seguimos na esteira evolutiva do Universo. Em relação à que seguimos, eu fiz uma analogia do seu passado com o nosso presente. E em relação à que nos segue, eu fiz uma analogia do nosso presente com o seu futuro.

Assim, eu pude inicialmente induzir que Jesus, o Cristo, havia sido o Antecristo da sua humanidade, e que, nessa sua condição de Antecristo, dela havia se desligado e se integrado à nossa, para que em nosso meio pudesse alcançar a condição do Cristo, e assim pudesse estabelecer a esse instituto em nosso meio, para, posteriormente, conduzir os passos da sua humanidade para Deus, quando do seu retorno para ela.

Em decorrência, eu seria o Antecristo da nossa humanidade, que dela teria que me desligar e me integrar à outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, para que lá pudesse alcançar a condição do Cristo, e assim estabelecer o instituto do Cristo nessa humanidade, atentando para o fato de que eu retornaria também para a minha própria humanidade, para, posteriormente, conduzir os seus passos em retorno para Deus.

No entanto, com tais pensamentos sendo produzidos, eu me voltei para a minha própria humanidade, então comparei os meus pensamentos com os pensamentos por ela produzidos. Nessa comparação eu fiquei profundamente chocado. E assim, abalado com esse tremendo choque, realizei uma profunda introspecção em minha alma, para que então eu reunisse as condições adequadas para analisar aquilo que me diferenciava dos meus semelhantes, já que pretendia apenas a igualdade, nada mais do que isso. Incomodava-me bastante a ideia de ser repudiado pelos meus companheiros de humanidade, tal como se eu simplesmente quisesse ser melhor do que eles, apenas por ser um pouco mais inteligente e evoluído. Mas, por hipótese alguma, eu poderia fugir àquilo que havia sido determinado para o meu futuro espiritual.

Como nada temo, declarei abertamente para todos que me rodeavam que havia sido Ruy Barbosa na encarnação passada, sabendo de antemão que as críticas viriam mordazes, ferinas, truculentas, notadamente em relação às minhas ideias espiritualistas, sendo tachado de doido, vaidoso, soberbo, perturbado, irresponsável, vagabundo e tudo o mais que pudesse comprovar sobejamente as atitudes humanas preconceituosas, desacompanhadas das devidas investigações, sem saberem os humanos seres que eu passo horas e horas investigando, pesquisando e escrevendo, estudando a todos os assuntos que vão se fazendo necessários, sem um dia de descanso sequer, incluindo-se os sábados, domingos e feriados, sem qualquer lazer, ou muito pouco.

Mas tais críticas eram lançadas apenas na minha ausência, pois caso eu fosse desacatado diretamente, a minha reação seria imediata, tendo o desacatador que sofrer as devidas consequências, consoante o desrespeito demonstrado. Por isso, na minha presença haviam apenas manifestações de ironia, de sarcasmo, de incredulidade, todas acompanhadas dos risinhos de deboche, com as mãozinhas sendo levadas a cobrir a boca, tal como fazem as moçoilas quando avistam os rapazotes com quem se admiram. Pelo meu lado, eu apenas esboçava um sorriso de paciência e resignação, observando atentamente os semblantes dos “companheiros” de jornada, constatando plenamente as suas ignorâncias em relação ao universo espiritual, mais propriamente do preceito da reencarnação, como se estivesse participando plenamente dos motejos, tal como se fosse o objeto da graça, mas sem me incomodar com isso, pois sabia que o assunto estava totalmente fora do alcance das suas compreensões.

Eu já sabia que era o Antecristo, porém não podia revelar isso a terceiros, não porque temesse os efeitos da revelação, mas porque me encontrava acanhado, ainda tímido, como que querendo ser menor que o habitual, quer dizer, como se estivesse na esperança que surgisse outro ser humano que realmente fosse de valor, que realmente tivesse grande importância, para que assim pudesse assumir a essa posição de destaque, desde que conseguisse explicar com satisfação porque era o merecedor de tal posição, para que assim eu pudesse segui-lo.

A minha alma é minha, somente minha, e de mais ninguém, pois foi o meu espírito quem a formou com todas as suas virtudes e com todos os seus defeitos, que somente a ela pertencem, e se alguém pode ter algum direito sobre ela, além de mim, esse direito somente pode ser de Deus, exclusivo Dele. Então eu me arvoro ao direito de mostrá-la apenas através das minhas obras, já que a isso eu sou obrigado, por força da evolução, tanto da minha como a da dos meus semelhantes. Em razão disso, eu sempre a apresento no decorrer de cada obra da minha lavra. Mas abri-la totalmente aos meus semelhantes é algo que eu não faço, pelo simples fato deles não haverem conseguido ainda auferir a espiritualidade necessária para dela poderem fazer o juízo acertado, e nem haverem ainda conseguido desenvolver a inteligência aos patamares exigidos para poderem compreendê-la.

Mas a mãe faz parte do instituto da família, que em sua sublimidade, desde que realmente saiba ser mãe, exercendo o seu verdadeiro papel de rainha do lar, portanto, de autêntica educadora, torna-se merecedora de que os seus rebentos abram as suas almas para ela. Foi por isso, logo no início das minhas lucubrações, quando eu estava a escrever O Método, em minha obra explanatória do Racionalismo Cristão, contida no site pamam.com.br, que em uma das suas partes eu escrevi uma carta para a minha mãe, tendo resolvido abrir a minha alma totalmente para ela, revelando, além de outras coisas, ser o Antecristo. Não sei o que ela pensou, e, também, não sei qual foi a sua reação, aliás, eu nem sei se ela atentou para o fato, pois em sua resposta ela nada comentou a respeito.

Eu sou bastante ciente de que tudo isso é inédito, assaz original, algo nunca visto pela nossa humanidade, sem a possibilidade de qualquer suposição, além de jamais ser imaginado, daí a incredulidade de todos, além da pouca inteligência demonstrada. Porém, não estamos no âmbito da imaginação, raciocinando através das representações de imagens, combinando-as, mas sim estritamente dentro do contexto da realidade, no âmbito da concepção, raciocinando através das formulações de ideias, associando-as, pois que assim temos que extrapolar ao ambiente do nosso próprio mundo-escola, o planeta Terra, transcendendo-o, tendo que nos universalizar, pois o Universo se encontra à nossa espera, para que nele possamos nos integrar totalmente. Em decorrência, conceber tudo isso não é tarefa tão fácil, pelo contrário, é tarefa dificílima, além de muito árdua, posto que é tarefa a ser executada apenas por um dos integrantes da nossa humanidade, quer dizer, é tarefa apenas para o próprio Antecristo.

Foi por essa razão que Jesus, o Cristo, resolveu me ajudar, ou, em termo mais popular, resolveu me dar uma “mãozinha”, como que afiançando os meus pensamentos, tal como se estivesse os abonando e se responsabilizando diretamente por eles, em total confiança a este que ora se encontra a explanar os seus ensinamentos neste site de A Filosofia da Administração, para que assim toda a nossa humanidade possa realmente comprovar a minha encarnação passada e a minha evolução espiritual, em que agora me encontro encarnado como Pamam, alcançando a condição do Antecristo.

Foi justamente por isso que ele, dirigindo-se diretamente a mim, pois foi ele quem me preparou e me orientou para que eu pudesse alcançar a condição do Antecristo da minha humanidade, assim como da mesma maneira ele foi preparado e orientado para alcançar a condição do Antecristo da sua humanidade pelo espírito que lá alcançou a sua mesma condição aqui alcançada como Cristo, afirmou que eu seria aquilo que pensasse.

Note-se que, caso ele tivesse generalizado este ensinamento, teria se expressado da seguinte maneira: “Sereis aquilo que pensares”; em que o sujeito oculto seria vós, estando, portanto, na segunda pessoa do plural. Mas não, ele não generalizou a este ensinamento, pois se expressou da seguinte maneira: “Serás o que pensares”; em que o sujeito oculto é tu, estando, portanto, na segunda pessoa do singular.

Então como eu sou realmente o que penso, assim eu penso acertadamente que fui Ruy Barbosa na minha encarnação passada, que sou o Antecristo e que no futuro serei o Cristo, após me deslocar para a outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo. E mais: como eu não tenho a devida convicção nos meus pensamentos das minhas encarnações anteriores a Ruy Barbosa, torna-se óbvio que não vou aqui me arriscar a afirmar haver sido mais alguém, em razão disso eu vou falar sobre uma das possíveis encarnações pretéritas de Luiz de Mattos e minha, mas apenas sob hipótese, as quais eu denomino de Hipótese Euclidiana  e de Hipótese Arquimediana, mas que somente delas me ocuparei por ocasião do momento mais propício.

 

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