05.01- Administração Científica ou Taylorismo (1903)

A Adm. de Empresas
25 de agosto de 2020 Pamam

A Administração Científica ou taylorismo é uma teoria de administração desenvolvida pelo engenheiro norte-americano Frederick Taylor, nascido em 1856 e desencarnado em 1915, sendo considerado o pai da Administração Científica e um dos primeiros sistematizadores da disciplina científica da Administração de Empresas, cuja teoria se caracteriza pela ênfase nas tarefas, objetivando o aumento da eficiência no âmbito operacional, sendo considerada uma das vertentes na perspectiva administrativa clássica.

As ideias de Frederick Taylor começaram a ser divulgadas no século XX, mas além dele a Administração Científica tem também entre os seus fundadores Carl Barth, o casal Frank e Lillian Gilbreth, Harrington Emerson, Henry Gantt e Hugo Münsterberg, sendo que por analogia Henry Ford costuma ser considerado como um dos criadores desta teoria de administração, pelas medidas práticas adotadas que se ligam à concepção teórica semelhante à de Frederick Taylor, que ele aplicou em suas fábricas.

Os estudiosos do assunto consideram que o fato mais marcante da vida de Frederick Taylor foi a publicação da sua obra Princípios de Administração Científica, em 1911, em cuja obra ele propõe que administrar uma empresa deve ser considerado como ciência, já que a ideia principal da obra consiste na racionalização do trabalho, que envolve a divisão de funções dos trabalhadores. Com isso, ele critica fortemente a administração por incentivo e iniciativa, que acontece quando um trabalhador por iniciativa própria sugere ao patrão ideias que possam dar lucro à empresa, incentivando o seu superior a lhe dar uma recompensa ou uma gratificação pelo esforço demonstrado, em que essa crítica se baseia no fato de que uma recompensa ou gratificação a um subordinado por suas ideias ou atos, torna a empresa dependente deles.

Frederick Taylor concentra todo o seu argumento na eficiência do trabalho, que envolve a execução das tarefas de modo mais inteligente e com a máxima economia de esforço. Para tanto, era preciso selecionar corretamente o operário e treiná-lo na função específica que iria desenvolver. Propunha também melhores salários para os operários, o que foi aceito por Henry Ford e outros, já que haveria uma concomitante diminuição dos custos unitários de produção, o que certamente levaria prosperidade a patrões e empregados.

 

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