04- O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO MESSIAS

A Cristologia
12 de outubro de 2018 Pamam

Foi dito em capítulo anterior, que o termo Cristo é utilizado em português para traduzir a palavra grega Khristós, que significa ungido, tendo sido explanados tanto o termo Cristo como o termo ungido. O termo grego, por sua vez, é uma tradução do termo hebraico Masiah, transmudado para o português como Messias, tendo a sua vinda ou a sua encarnação como Jesus, o Cristo, previamente anunciada para toda a nossa humanidade, principalmente por intermédio da mediunidade intuitiva, que é inerente a todos os seres humanos. O Messias é o ungido.

Todo ser humano desenvolve três órgãos que formam o seu corpo mental. O criptoscópio é o órgãos mental da percepção, que tanto produz como capta as sensibilidades, posteriormente os sentimentos. O intelecto é o órgão mental da compreensão, que tanto produz como capta os sentidos, posteriormente os pensamentos. Os sentimentos vibram magneticamente. Os pensamentos radiam eletricamente. E as suas combinações radiovibram eletromagneticamente. As vibrações magnéticas, as radiações elétricas e as radiovibrações eletromagnéticas formam um campo, por onde são transmitidos e recebidos todos os sentimentos, pensamentos e as suas combinações produzidos entre os espíritos, estando encarnados ou não, cujo campo é denominado de aura. Daí a importância das vibrações magnéticas, das radiações elétricas e das radiovibrações eletromagnéticas a Deus e ao Astral Superior, tanto nas sessões do Racionalismo Cristão como nos lares, ou mesmo em qualquer outro lugar em que elas se façam necessárias. E a consciência é o órgão mental que coordena o criptoscópio e o intelecto, por isso tanto produz como capta a amizade espiritual, posteriormente o amor espiritual. Tanto a amizade como o amor espirituais produzem raios de luz. Os raios de luz formam um campo, por onde são transmitidos e recebidos a amizade e o amor espirituais produzidos entre os espíritos, estando encarnados ou não, cujo campo é denominado de auréola. Deve aqui ser lembrando que a aura é o campo que circunda o corpo fluídico, enquanto que a auréola é o campo que circunda o corpo de luz.

O ser humano, então, sendo produtor e receptor de sentimentos, pensamentos e das suas combinações, que são transmitidos pelos fluidos, sabendo-se que o Universo é todo fluídico, consegue identificar as boas e as más impressões, tanto as que de si emanam como as que vêm de fora, as que vivem fora dele, com estas impressões alheias o influenciando em conformidade com a lei da afinidade e o princípio da atração, ou seja, segundo os seus sentimentos e pensamentos sejam afins e atrativos ou não às impressões externas, sendo esta uma das razões dele ser um instrumento do bem ou do mal, conforme se afine e se atraia mais com o bem ou com o mal.

A outra razão do ser humano ser um instrumento do bem ou do mal se dá por intermédio da intuição. As faculdades mediúnicas realmente existem, como se encontra devidamente comprovado neste site de A Filosofia da Administração, na categoria Prolegômenos, sendo por meio da mediunidade intuitiva que o ser humano recebe com mais ou menos clareza o que de fora lhe é intuído, já que todos os seres humanos são médiuns intuitivos, então cada um de nós ou é intuído pelo Astral Superior, quando somos voltados para o bem, ou pelo astral inferior, quando somos voltados para o mal, conforme seja o seu estado psíquico e a educação da sua vontade, pois que são os atributos individuais superiores ou inferiores e os atributos relacionais positivos ou negativos quem indicam as nossas propensões para o bem ou para o mal, já que eles comandam os nossos órgãos mentais, que assim manifestam os seus poderes e as suas ações para as suas inclinações.

É preciso que a nossa humanidade fique ciente, e bem ciente, de que os espíritos mais atrasados quedados na atmosfera da Terra, os quais fazem parte integrante do astral inferior, são todos obsessores, pois praticam todos os tipos de crimes possíveis e imaginários, principalmente através da intuição das suas vítimas para a prática do mal, além de provocarem as doenças e os desastres, estes últimos tidos como se fossem naturais.

De início, os espíritos obsessores operam sutilmente, de maneira praticamente imperceptível, procurando estabelecer as vibrações magnéticas, as radiações elétricas e as radiovibrações eletromagnéticas que sejam harmônicas com o ser humano ao qual pretende obsedar, explorando as suas tendências ou os seus anseios alimentados neste mundo, de tal modo que a sua vítima não se aperceba daquilo que está se passando com ela, por julgar que aquela frequência na focalização de um mesmo objetivo, seja este pouco ou muito reprovável, é inerente a si própria. Mas isto não quer dizer que não tenha realmente um pouco de si própria no alcance de tal objetivo em mira, pois os afins se atraem e os contrários se repelem.

Mas o certo é que os espíritos obsessores quedados no astral inferior tomam conhecimento dos fatos mais íntimos que se passam com as sua vítimas, através das suas auras, e, atentos, não perdem a oportunidade de agravar o mal, pois, para isso são aos bilhões, e estão em toda a parte, atuando em todos os setores da vida, por isso não se pode calcular a sua imensa quantidade. Como já demonstrado na categoria Prolegômenos, desde a antiguidade que os povos têm conhecimento da existência do astral inferior, só não sabiam que era formado por espíritos obsessores que estavam desencarnados, por isso diziam que o ar estava infestado de demônios, dado os seus atrasos mentais os levarem a fantasiar a esta realidade.

Nas sessões públicas de limpeza psíquica e esclarecimentos espirituais, bem como nas sessões particulares de limpeza psíquica, o instituto do Racionalismo Cristão forma uma poderosa corrente que arrebata esses espíritos obsessores quedados no astral inferior e os translada para os seus respectivos Mundos de Luz, promovendo assim uma verdadeira limpeza na atmosfera da Terra, que é a sua aura, beneficiando a toda a nossa humanidade.

Os espíritos que habitam os seus respectivos Mundos de Luz, os quais são inerentes aos seus estágios evolutivos alcançados, formam o que denominamos de Astral Superior. Ao se estabelecer contato com o Astral Superior, os seres humanos recebem a devida intuição para a prática do bem e outras ações salutares, sendo por isso que alguns denominam também a essa intuição superior de inspiração. Mas é sabido que o livre arbítrio faz parte do espírito humano, e por essa razão o Astral Superior fornece apenas a intuição esclarecedora ou orientadora, mas não diz taxativamente ao encarnado que faça isto ou aquilo, pois que é pelo estudo, o raciocínio e o sofrimento onde se encontram os meios pelos quais nós evoluímos, por onde cada ser humano chega à conclusão daquilo que deve ou que não deve fazer, sendo o senhor das suas próprias ações, com os desejos o levando aos gozos da matéria e a outros males, e com a vontade se contrapondo a esses desejos, refreando as más tendências, por isso tendo que ser constantemente exercitada no cotidiano da vida.

Os veritólogos, os saperólogos, os religiosos e os cientistas são médiuns intuitivos de grande sensibilidade, pois quando estão profundamente concentrados nos assuntos que os absorvem, recebem do manancial cósmico ao qual estão ligados, e também dos espíritos igualmente interessados no assunto, o esclarecimento preciso e a iluminação necessária, sendo por isso que eles dispõem de um cabedal de conhecimentos e experiências colhidos em encarnações pretéritas, a fim de poderem contar com bases sólidas para formularem as suas proposições para o progresso da nossa humanidade.

Mas por que todos os seres humanos são médiuns intuitivos?

A mediunidade intuitiva está intimamente ligada à estrutura do embrionário órgão telepático, que é um reflexo dos nossos órgãos mentais, cujo desenvolvimento está aos poucos se fazendo, e ao seu tempo irá se denunciar por completo. Consequentemente, as mediunidades intuitiva e de incorporação, combinadas com as funções rudimentares do ainda incipiente órgão telepático, perfazem, em ações coordenadas e complementares, uma soma dos três predicados espirituais considerados de suma importância, que são inerentes aos três órgãos mentais, cujos desenvolvimentos, quando sob rigoroso controle, oferece os mais perfeitos resultados na captação e transmissão dos sentimentos e dos pensamentos dos espíritos, estando eles encarnados ou não.

Em sendo assim, os seres humanos podem se tornar cientes de tudo quanto se passa na atmosfera da Terra, que é a sua aura, deve-se sempre repetir, dada a força que se encontra na repetição, pois que ela é o somatório das auras de todos os seres que se encontram evoluindo neste mundo-escola, formando assim o meio ambiente em que todos vivem, pois tudo pode lhes ser intuído pelos espíritos que estão vivendo nela ou a ela vêm para auxiliar o progresso dos seres humanos e de todos os demais seres que habitam ou formam o próprio planeta. É através das mediunidades da intuição, da vidência, da audição e da incorporação, além dos sonhos, que os seres humanos recebem notícias boas ou más, daí a razão da sabedoria popular dizer que “A voz do povo é a voz de Deus”.

Já foi dito que este mundo Terra vai recebendo os fluidos revitalizadores que vão sendo largados pelo mundo-escola ao qual a nossa humanidade segue na esteira evolutiva do Universo, ao mesmo tempo em que vai largando os fluidos para o mundo-escola cuja humanidade nos segue nessa esteira evolutiva. Assim, o nosso ambiente terreno vai se modificando segundo as impressões recebidas do mundo ao qual nós seguimos.

Jesus, o Cristo, não faz faz parte da nossa humanidade, por isso também não faz parte deste nosso mundo-escola, mas sim da humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo, por isso também faz parte do seu mundo-escola. Essa humanidade de Jesus, o Cristo, é ciente de que após as suas primeiras encarnações como Hermes e outras neste nosso mundo-escola, no período que compreende dois mil anos, ele encarnaria como o próprio Cristo, uma vez que ele, como o Antecristo da sua humanidade, já havia esclarecido a todos os seus companheiros dessa sua humanidade acerca do instituto do Cristo, então passaram a esperar ansiosamente pelo seu retorno ao seu meio, estando todos convictos e preparados para recebê-lo com certa euforia e até com entusiasmo, pois que já havia cumprido com os seus ideais de Antecristo, estabelecendo a amizade espiritual em seu mundo-escola, e assim eles esperavam agora o estabelecimento do amor espiritual por parte do seu Cristo, tal como como sendo ele o redentor da nossa humanidade, em que operou no sentido de executar o seu plano para a nossa espiritualização, cujo resultado seria a fundação do instituto do Racionalismo Cristão, sendo ele  também o maior reformador social da sua própria humanidade.

O anseio proporcionado por essa espera esfuziante, provocou a produção dos sentimentos e pensamentos dos seres humanos dessa humanidade em relação ao fato. Esses sentimentos e pensamentos produzidos modificou o ambiente desse mundo que formava a sua atmosfera, ou a sua aura. Os fluidos largados pela aura desse mundo-escola em direção ao nosso mundo-escola influiu no ambiente que forma a nossa atmosfera, ou a nossa aura, pois é sabido que tudo se comunica no Universo de aura para aura, através dos fluidos, que é o meio de comunicação universal. Assim, para a nossa humanidade Jesus, Cristo, é o redentor, em virtude de haver elaborado o plano para a nossa espiritualização e de haver se dedicado inteiramente à sua concretização, sendo o grande arquiteto da implantação do instituto do Racionalismo Cristão em nosso mundo-escola, sendo, pois, o seu instituidor, enquanto o Instituidor do instituto do Cristo é Deus, o Criador, a Inteligência Universal, ou o Todo.

O nosso redentor, na realidade, é também o nosso Messias, aquele que veio nos espiritualizar, redimido-nos da ignorância, que por isso afirma que “O grande mal da humanidade é a ignorância”, tal como sendo o Cristo, aquele que é ungido em Deus, mas que não é o nosso Cristo, posto que ele pertence à humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo.

Juntando tudo isso, podemos compreender que foi justamente por esses meios que a encarnação de Jesus, o Cristo, foi previamente anunciada ao nosso mundo-escola, como sendo o Messias, o nosso redentor, que o é na realidade. E assim fica explanada com absoluta clareza as causas da presciência que os seres humanos têm em se inteirar das notícias.

Como exemplo atual da mediunidade de incorporação, após haver desencarnado como Ruy Barbosa, eu mesmo declarei em espírito que iria reencarnar novamente neste nosso mundo-escola, através de um médium de incorporação, em que dei uma comunicação espiritual nesse sentido, por ocasião de uma das sessões do Racionalismo Cristão, cuja existência da comunicação me foi revelada pelo meu irmão Kelsen, já na minha condição de reencarnado como Pamam, que após haver desencarnado, ele, o meu irmão Kelsen, tornou-se o presidente espiritual do centro redentor na cidade de Campinas, em São Paulo, conforme consta na minha obra relativa ao Método, que trata de outros assuntos acerca da explanação do Racionalismo Cristão, constantes no site pamam.com.br. Mas tal comunicação não foi dada à toa, já que não existe o acaso, e muito menos as coincidências, uma vez que em tudo existe a relação de causa e efeito, com todas as nossas ações tendo os seus próprios objetivos, sejam elas voltadas para o bem ou mesmo para o mal.

Por isso, essa minha comunicação como Ruy Barbosa através de um médium honrado, teve os seus reais objetivos, tais como:

  1. Comprovar que realmente eu iria reencarnar;
  2. Sensibilizar o meu próprio espírito para o fato de haver sido Ruy Barbosa na encarnação passada, agora na condição de reencarnado, ao receber a notícia da minha própria comunicação revelada pelo meu irmão;
  3. Servir de subsídio para eu mostrar claramente em uma das partes da minha obra relativa ao Método, constante no site pamam.com.br, como eu fiquei sabendo quem eu era realmente na encarnação passada;
  4. Mostrar para todos que o acaso não existe, e muito menos as coincidências, pois o meu irmão não me falou acerca da minha própria comunicação como Ruy Barbosa, dada quando desencarnado, por obra do acaso;
  5. Comprovar experimentalmente que a reencarnação é um fato, que ela realmente existe, por ser fundamental para a evolução dos seres que já encarnam, no caso específico dos seres humanos, para que os céticos e os credulários possam firmar as suas convicções nesta realidade, se não agora, pelo menos ao fim das minhas obras, quando comprovarei por inteiro para os mais céticos a minha encarnação passada como Ruy Barbosa;
  6. Comprovar experimentalmente que as comunicações transmitidas pelos espíritos superiores aos militantes e assistentes do Racionalismo Cristão, por intermédio dos médiuns de incorporação, que nas sessões se manifestam, são todas procedentes, pois que na qualidade de um espírito superior desencarnado eu mesmo comuniquei para mim mesmo e eu mesmo recebi a minha própria comunicação para mim mesmo, na mesma qualidade de um espírito superior, só que agora reencarnado;
  7. Comprovar experimentalmente que as mediunidades são realmente um fato, que elas realmente existem, para que assim os estudiosos religiosos e cientistas abandonem de vez os seus ceticismos e passem a investigar a natureza espiritual que existe tanto em si mesmos como nos seus semelhantes, desde que estejam devidamente esclarecidos.

O Messias, pois, é o espírito mais evoluído de todos os tempos, o que alcançou o mais elevado estágio evolutivo na escala espiritual, por quem cada humanidade prestes a se espiritualizar espera com a maior das ansiedades, por ser ele o grande redentor, o grande responsável pela espiritualização das humanidades. Por isso, ele é o espírito que todos nós esperávamos com uma enorme ansiedade, pelo fato dele ser o ungido. E sendo ele o ungido, o próprio Cristo em pessoa, torna-se o grande responsável pela arquitetura do Racionalismo Cristão, o qual é estabelecido neste mundo por um dos dois expoentes da nossa humanidade e explanado pelo outro, sendo este saperólogo, o espírito da sabedoria, ou ratiólogo, o espírito da razão, como queiram, e aquele veritólogo, o espírito da verdade, o fundador do Racionalismo Cristão, o instituto redentor da nossa humanidade, o embrião do instituto do Cristo, através do qual se produz o Antecristo, para que assim a verdade e a sabedoria possam finalmente ser unidas, irmanadas, congregadas, único meio de se alcançar a razão, daí a razão pela qual o Antecristo deverá ser o futuro Cristo da nossa humanidade, após se deslocar e se integrar à humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, quando do seu retorno.

E para provar de vez que Jesus, o Cristo, é o nosso Messias, basta apenas saber que antes mesmo dele encarnar como Cristo, desde muito antes, ou seja, desde dois mil anos antes dessa encarnação, ele mesmo encarnou como Hermes, no Egito, Krishna, na Índia, Confúcio, na China, e Platão, na Grécia, em intenso labor para nos espiritualizar e alcançar a essa sua condição do Cristo, sendo anunciada previamente a vinda do Messias neste mundo, embora de modo equivocado, pelos judeus.

Como se pode facilmente constatar, ele primeiro estava se ajudando a si próprio, e, em segundo lugar, ajudando tanto a nossa humanidade como a outra que nos segue na esteira evolutiva do Universo, à qual se encontrava integrado, tal como condição previamente estabelecida pela Inteligência Universal para que ele pudesse alcançar ao seu desiderato, ou seja, alcançar ao estágio evolutivo do Cristo. Assim, e somente assim, ele pôde reunir as condições necessárias para dar continuidade ao instituto do Cristo em nossa humanidade, o qual foi antes continuado na sua própria humanidade por um outro Cristo, para que assim, posteriormente, pudesse ajudar a sua própria humanidade, que era o seu objetivo maior, pois que a ela ele pertence.

Caso não fosse assim, haveria a injustiça no Universo, pois apenas uma ou mais humanidades não poderiam ser beneficiadas com o instituto do Cristo em seu seio, em detrimento das outras humanidades. E como no Universo não existe injustiça, cuja palavra se aplica apenas em nosso meio, dada a nossa ignorância em relação à Infinitude da Sabedoria Excelsa que existe na Inteligência Universal, todas as humanidades terão que ser beneficiadas com o estabelecimento do instituto do Cristo em seu seio, cada uma ao seu tempo, estando a nossa humanidade prestes a também ser beneficiada, uma vez que como o Cristo é uma instituição, cujo Instituidor é Deus, já estamos com o instituto do Racionalismo Cristão, desde 1910, faltando apenas a sua explanação e o estabelecimento dos ideais do seu explanador no seio da nossa humanidade, no caso o nosso Antecristo.

É justamente por isso que a sabedoria popular adotou a seguinte expressão: “Esperar pela vinda do Messias”; com esta expressão dando a entender a espera de algo pouco provável de acontecer, ou de alguém se fundar em vãs esperanças. Mas isso porque o nosso Messias já veio, sendo o Cristo da outra humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo. No entanto, que ninguém se preocupe com isso, pois com certeza no futuro toda a nossa humanidade estará realmente à espera não do Messias, mas sim do seu próprio Cristo, inteiramente convicta da sua chegada, com a exceção de apenas um, que será o próprio Cristo, por conseguinte o Messias da humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo.

Quando o nosso Antecristo se deslocar da nossa humanidade para a outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, devendo lá elaborar um plano para a sua espiritualização, encarnando várias vezes no seu mundo-escola para a consecução desse seu plano espiritualizador, deverá alcançar a condição evolutiva do Cristo, no período de 2.000 anos, então será a vez deste nosso mundo-escola largar os seus fluidos revitalizadores com essas impressões para o mundo-escola dessa outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, ao mesmo tempo em que esse seu mundo-escola deverá largar os seus fluidos revitalizadores para o mundo-escola de uma outra humanidade que a segue nessa esteira evolutiva do universo. Assim, o seu ambiente fluídico vai se modificando, segundo as impressões recebidas deste nosso mundo-escola.

Como se pode claramente constatar, o nosso futuro Cristo não faz faz parte dessa humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, apenas se encontra deslocado para ela, com a finalidade precípua de espiritualizá-la e dar continuidade ao instituto do Cristo. Em razão disso, não faz parte também do seu mundo-escola, mas sim desta nossa humanidade, que a outra humanidade segue na esteira evolutiva do Universo. Em sendo assim, faz parte também deste nosso mundo-escola, ao qual nós temos que tornar um Mundo de Luz, para que então uma outra humanidade que se encontra em formação pelo Universo possa nele habitar, e então encarnar no mundo-escola que foi a ela destinado.

Esta nossa humanidade, que agora tem o seu Antecristo em seu seio, quando ele se encontrar deslocado para a outra humanidade que que nos segue na esteira evolutiva do Universo, estando integrado a ela, deverá se encontrar plenamente ciente de que após a sua primeira encarnação no mundo-escola dessa humanidade, deverá estabelecer o início de uma Grande Era, A Era da Sabedoria, ou A Era da Saperologia, devendo encarnar várias vezes nesse mundo-escola para a consecução do seu plano espiritualizador. Assim, após 2.000 anos, deverá alcançar o estágio evolutivo do Cristo, do nosso Cristo, e não do Cristo dessa humanidade, quando então deverá decretar o final de A Era da Sabedoria e estabelecer o início de um nova Grande Era, A Era da Verdade, que deverá perdurar por cerca de 2.000 anos.

Note-se que na condição do Antecristo da nossa humanidade, ele já havia esclarecido a todos os seus companheiros de humanidade acerca do instituto do Cristo, quando então eles deverão passar a esperar ansiosamente pelo seu retorno ao seu meio, estando todos convictos e preparados para recebê-lo com certa euforia e até com entusiasmo, pois que já havia cumprido com os seus ideais de Antecristo, estabelecendo a amizade espiritual em seu mundo-escola, com a formação de um Estado Mundial, e assim eles deverão passar a esperar agora o estabelecimento do amor espiritual por parte do seu Cristo, tal como como sendo ele o redentor dessa outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, em que operou no sentido de executar o seu plano para a sua espiritualização, cujo resultado deverá ser a fundação do instituto do Racionalismo Cristão por um dos seus dois expoentes, no caso o seu veritólogo maior, o espírito da verdade, com a sua explanação cabendo ao seu saperólogo maior, que por sua vez deverá unir, irmanar, congregar, a verdade e a sabedoria, alcançando por fim a razão, cujo espírito da sabedoria deverá ser o seu Antecristo, sendo ele também o maior reformador social dessa humanidade.

Do mesmo modo ao ocorrido com Jesus, o Cristo, em relação à sua humanidade, o anseio proporcionado por essa espera esfuziante em nossa humanidade pelo seu Cristo, deverá provocar a produção dos sentimentos e pensamentos dos seres humanos neste nosso mundo-escola em relação ao fato. Esses sentimentos e pensamentos produzidos neste nosso mundo-escola deverão modificar o ambiente do mundo-escola da humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, que deverá formar a sua atmosfera, ou a sua aura. Os fluidos largados pela aura deste nosso mundo-escola em direção ao mundo-escola dessa humanidade, deverá influir no ambiente que forma a sua atmosfera, ou a sua aura, pois é sabido que tudo se comunica no Universo de aura para aura, através dos fluidos, que é o meio de comunicação universal. Assim, para essa humanidade o nosso Cristo será o seu redentor, em virtude de haver elaborado o plano para a sua espiritualização e de haver se dedicado inteiramente à sua concretização, sendo o grande arquiteto da implantação do instituto do Racionalismo Cristão em seu mundo-escola, sendo, pois, o seu instituidor, enquanto o Instituidor do instituto do Cristo é Deus.

O seu redentor, na realidade, é também o seu Messias, aquele que foi espiritualizar a essa humanidade, redimido-a da ignorância, que por isso deve também afirmar que “O grande mal dessa humanidade é a ignorância”, tal como sendo o Cristo, aquele que é ungido em Deus, mas que agora é o nosso Cristo, posto que ele pertence à nossa prórpria humanidade, e não à humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo.

Juntando tudo isso, podemos compreender perfeitamente que será justamente por esses meios que a encarnação do nosso Cristo nessa humanidade deverá ser previamente anunciada em seu mundo-escola, como sendo o Messias, o seu redentor, que o será na realidade. E assim fica explanada com absoluta clareza as causas da presciência que os seres humanos dessa humanidade terão do mesmo modo em se inteirar das notícias.

 

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