04- A MOTIVAÇÃO

A Adm. de Empresas
25 de junho de 2020 Pamam

Todos os espíritos quando encarnam assumem em plano astral o compromisso de cumprir com as suas obrigações, com os seus deveres e, por vezes, com as suas missões neste nosso mundo-escola. A motivação, pois, diz respeito a esses compromissos assumidos em plano astral, quando então os espíritos demonstram as suas responsabilidades em cumprir com tudo aquilo que lhes afetam diretamente, ou que lhes dizem respeito.

Assim, quando alguém se refere acerca da motivação, está a se referir àquilo que já se encontra no espírito de cada um, em seu interior, por isso se diz que a motivação é algo bastante particular, pois que se baseia nos motivos que levam os seres humanos a realizarem determinadas ações, e estes motivos são os compromissos assumidos em plano astral.

Desta maneira, a motivação deve trazer o significado que um determinado ser humano tem sobre uma certa empreitada neste mundo, a qual lhe diz respeito diretamente, em que ele mesmo determina o grau de importância que essa certa empreitada tem em sua encarnação, determinando o nível do seu empenho, cujo empenho irá determinar o ânimo da sua motivação.

Um exemplo disso, é que todos os seres humanos deveriam se sentir motivados para o casamento, pois que ele se constitui em uma obrigação natural para todos, já que em plano astral todos assumiram a obrigação de constituir família, mas acontece que determinados fatores influenciam negativamente a essa motivação, tais como a avareza, o homossexualismo, as práticas orgiásticas, etc., quando então essa obrigação natural não é cumprida.

Outro exemplo disso, é que todos os funcionários públicos e privados devem se esforçar ao máximo para cumprir com rigor as suas tarefas, pois que o trabalho é uma obrigação natural a ser desempenhada neste nosso mundo-escola, por isso a motivação é determinada em plano astral, pois todos são sabedores que o trabalho dignifica o homem.

Se todos os seres humanos fossem esclarecidos acerca da Espiritologia, não existiria o problema da motivação para o desempenho das obrigações naturais, pois todos seriam conscientes em cumprir com as suas obrigações e os seus deveres, mas assim não é, já que a ignorância campeia por esse mundo afora, com todos estando esquecidos dos compromissos assumidos quando em plano astral, por isso os estudiosos apelam para os incentivos.

Quando se fala em incentivos, fala-se de algo que vem de fora do espírito humano, para que através deles os seres humanos venham a cumprir com as suas obrigações e os seus deveres, mas quando os incentivos são consumidos, torna-se necessário renová-los constantemente. Assim, trazendo este conceito para os ambientes das gestões públicas e privadas, os incentivos se tornam algo que os gestores oferecem como se fossem uma espécie de recompensa aos seus colaboradores, simplesmente para que eles cumpram com as suas obrigações e os seus deveres com mais afinco. Os incentivos também são importantes, pois que eles ajudam na motivação dos colaboradores. Alguns dos incentivos importantes para os colaboradores são os seguintes:

  1. Oportunidade de crescimento na carreira;
  2. Mudanças nas condições de trabalho;
  3. Ambiente de trabalho;
  4. Treinamento;
  5. Reconhecimento dos serviços prestados;
  6. Comissão sobre vendas;
  7. Premiação;
  8. Gratificação;
  9. Eleição mensal do melhor colaborador;
  10. Plano de cargos de salários;
  11. Benefícios como plano de saúde, bolsa de estudos, combustível;
  12. Etc.

Como se pode claramente constatar, todos esses incentivos vêm de fora, pois se trata muito mais daquilo que os órgãos públicos e privados podem oferecer aos seus funcionários, do que aquilo que dependa mais deles, como é o caso do cumprimentos das suas obrigações e dos seus deveres neste nosso mundo-escola.

O ideal seria que os gestores esclarecessem os seus colaboradores acerca da espiritualidade, notadamente em relação aos compromissos assumidos em plano astral, para que eles, independentemente de incentivos, cumprissem à risca com as suas obrigações e os seus deveres. Deste modo, os gestores poderiam conhecer também as suas obrigações e os seus deveres, fornecendo o exemplo dos seus cumprimentos. Tudo isso fica em primeiro plano, com os incentivos ficando em segundo plano, pois que também são necessários.

Assim, os incentivos podem ser aplicados com uma maior parcimônia, quando então poderiam ser divididos da seguinte maneira:

  1. Incentivos materiais: seriam os incentivos que tratam da vida material dos colaboradores, pois que eles necessitam gozar uma vida digna neste mundo, tais como um salário condizente com o cargo que ocupa, gratificações, prêmios, comissões, plano de saúde, vale transporte, vale alimentação, folgas, ambiente de trabalho, etc.;
  2. Incentivos imateriais: seriam os incentivos que tratam da vida espiritual dos colaboradores, pois que eles necessitam ser tratados como espíritos que realmente são, tais como o reconhecimento dos serviços prestados, elogios a uma boa performance, plano de carreira, eleição do melhor funcionário do mês, contribuição para o desenvolvimento da autoestima e da autoafirmação, afeto, coleguismo, etc.

Os gestores deveriam oferecer treinamento aos seus colaboradores no que diz respeito ao esclarecimento espiritual, ressaltando tudo aquilo a que eles se propuseram realizar quando em seus Mundos de Luz, em relação ao cumprimento das suas obrigações e dos seus deveres, dando ênfase a aquisição dos atributos individuais superiores, que formam a moral, e aos atributos relacionais positivos, que formam a ética, para que assim eles possam evoluir ainda mais, tornando-se funcionários corretos e competentes.

 

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