04.05- As origens do método científico

Prolegômenos
30 de maio de 2018 Pamam

Embora as origens do método dito como sendo científico sejam atribuídas a Descartes, elas se misturam com a história da própria Filosofia, antes assim denominada, quando a Veritologia ainda não havia emergido e se encontrava mesclada com a Saperologia, assim como também com a história das religiões, não confundir com os credos e as suas seitas, e das ciências, quando as duas ainda se encontravam mescladas, sob a denominação de ciências, em que tudo era considerado como se fosse ciências.

No Antigo Egito, alguns documentos já descrevem os métodos de diagnósticos médicos. Na Grécia Antiga, os primeiros indícios do método científico começam a aparecer, através do método indutivo de Aristóteles. No entanto, o grande avanço no método foi feito na cultura islâmica, mais propriamente no começo do desenvolvimento da sua saperologia, através da utilização de experimentos para decidir entre duas hipóteses.

No século XIII, Roger Bacon, sendo um dos primeiros acadêmicos de Oxford, passou a defender a experimentação como sendo a fonte do conhecimento, invertendo as suas posições, pois que, na realidade, os conhecimentos são as fontes das experiências. Por aqui logo se pode constatar o grande erro em que vem incidindo as ciências. E assim, juntamente com Duns Scotus e Guilherme de Ockham, passaram a ser os responsáveis pelo que viria a ser a base do empirismo, com os seus pensamentos sendo levados contra a corrente pura e autêntica dos pensamentos do grande Platão, pois que eles passaram a afirmar que a razão e o conhecimento não deveriam depender apenas da fé credulária, no que estavam absolutamente corretos, mas também dos nossos sentidos, no que estavam absolutamente errados, que os seres humanos somente poderiam aprender aquilo que tivessem antes experimentado. E assim, eles passaram a caminhar por caminhos incertos, já que passaram a indicar o caminho para o conhecimento através de uma bifurcação, indicando dois caminhos distintos, em que o conhecimento sobre Deus deveria continuar sendo a fé credulária, fortificando assim o devaneio do sobrenatural, pois que o conhecimento sobre Deus somente pode ser alcançado por intermédio da razão, com ela coordenando a verdade e a sabedoria, porém o caminho do mundo terreno, sendo diverso do caminho para Deus, deveria ser as experiências terrenas, as experiências dos sentidos, fortificando assim a ilusão da matéria. Através desse pensamento, muitos estudiosos consideram que estava decretada a queda do pensamento medieval do mundo.

Entre os séculos XVI e XVII, Francis Bacon expôs o seu pensamento em relação ao método científico, afirmando que as ciências deveriam utilizar os seus conhecimentos em prol do desenvolvimento humano, e a natureza deveria ser transformada e modificada em benefício do homem, no que se encontrava parcialmente correto, devendo ser levado também em consideração que tanto o homem como os demais seres fazem parte da natureza, então a natureza deve ser transformada e modificada em benefício de todos os seres, e não somente em benefício do homem.

Toda a vida de Francis Bacon foi dedicada à pesquisa experimental. O projeto da Grande Instauração por ele elaborado procurou pô-lo na prática, indicando assim mais um caminho para o conhecimento científico, em que esse seu projeto compreendia seis partes, assim distribuídas:

  1. Classificação completa das ciências já existentes;
  2. Apresentação de um novo método para conduzir a busca da verdade;
  3. Coleta de dados empíricos;
  4. Exemplos de aplicação do método;
  5. Generalização para demonstrar a eficácia do novo método;
  6. Apresentação de uma nova filosofia que demonstrasse a eficácia do novo método.

De qualquer maneira, Francis Bacon possuía a consciência de que todo o conhecimento humano era falho, inconsistente, irreal, por isso queria adotar um método que fosse capaz de proporcionar uma reforma completa na maneira de se adquirir conhecimento, cuja aquisição fosse distinta daquela que era transmitida pelos seguidores do sobrenatural, que afirmavam a sua perfeição eterna pelas revelações divinas, da qual ele corretamente discordava. Para ele, o conhecimento deveria ser natural e concebido por intermédio de resultados práticos.

No âmago do seu pensamento, Francis Bacon queria desviar a obtenção dos conhecimentos do âmbito do sobrenatural para o âmbito da natureza, para que assim os seus resultados práticos viessem a servir a humanidade como um todo, não servindo de instrumento para a dominação do homem pelo homem, o que ocorria com os sacerdotes em relação aos seus arrebanhados, pois que não via nenhum resultado prático no conhecimento sobrenatural que fosse benéfico ao homem, no que estava absolutamente correto.

Pode-se assim constatar que, em oposição ao sobrenatural, os investigadores do conhecimento deveriam se libertar do jugo dos falsos conhecimentos já enraizados em suas mentes e também das falsas idolatrias, que para ele eram consideradas como sendo tribo, caverna, foro e teatro. Estando os seres humanos libertos disso tudo, poderiam seguir o seu construtivismo, a partir do seu novo método de investigação da natureza, não mais do sobrenatural, possibilitando assim um conhecimento verdadeiro dos fenômenos da natureza, a partir de fatos concretos, somente podendo ser observáveis por intermédio da experiência, passíveis de assumir formas gerais, possibilitando o estabelecimento de leis e a determinação das suas causas. Esse seu método é denominado de método indutivo, mas as suas características apontam diretamente para o método dedutivo, posto que se encontra dirigido para os conhecimentos.

Essa teoria da indução, tal como se encontra exposta no Novum Organum, considera a experiência vaga distinta da experiência escriturada, quando, na realidade, a experiência é somente uma, que se mostra ao ser humano sob os mais diversos aspectos, tais como os aspectos vulgar, técnico, científico ou saperológico. Para ele, a experiência vaga caracteriza o conjunto dos conhecimentos que foram apreendidos pelo observador quando elas ocorrem ao acaso, salientando-se aqui que o acaso não existe, sendo ele apenas fruto da imaginação humana. E a experiência escriturada caracteriza o conjunto dos conhecimentos acumulados pelo observador em suas investigações, estando ele motivado pelos aspectos que se encontram na natureza, sendo ela a mais importante e assumindo a posição do ponto de partida para a elaboração das suas tábuas de investigação, as quais formam o núcleo de todo o método de Francis Bacon, em que a primeira tábua de investigação é a presença ou a afirmação, a segunda é a ausência ou a negação, e a terceira é a das graduações ou comparações.

Para Francis Bacon o método da indução pode ser ampliado, partindo-se de um conjunto limitado de conhecimentos para outros que foram induzidos, por serem análogos, ampliando assim o conhecimento, aumentando o saber, em que o ápice da indução é denominado de forma, que assim deveriam ser as coisas, os fatos e os fenômenos da natureza, sem qualquer relação com o sobrenatural.

Francis Bacon, que se pode constatar claramente se tratar de um veritólogo, e não de um saperólogo, caracterizada pela sua busca pelo conhecimento, mesmo assim, defendia que o método indutivo era o mais eficaz para que se pudesse compreender todo o mecanismo da natureza, por isso ele elaborou uma distinção entre o seu método indutivo e o método indutivo de Aristóteles, considerando-o vulgar, apresentando a sua crítica.

Sabe-se que, sendo um autêntico saperólogo, Aristóteles foi o primeiro a utilizar o termo epagogé para determinar o método indutivo, cujo termo foi traduzido por Cícero para o latim como inductio, em que o saperólogo toma a dialética socrática como sendo o exemplo do método da indução para as suas definições. Em suas obras Física, Do Céu, Tópicos, Primeiros Analíticos e Analíticos Superiores, o método da indução é claramente demonstrado por intermédio do raciocínio silogístico, que os estudiosos confundem como se fosse uma forma de raciocinar, embora o termo indução seja utilizado por intermédio de um raciocínio que parte de uma afirmação particular para uma conclusão universal. Já na obra Analíticos Superiores, há um tópico em que o saperólogo estabelece a inferência como sendo ela intuitiva. É por meio do seu método da indução que o processo de se obter uma experiência física acerca da sabedoria passa de casos como se fossem particulares para uma conclusão de âmbito universal. Como exemplo do método indutivo aristotélico, parte-se da afirmativa que todo homem é racional e que Sócrates é um homem, logo Sócrates é racional.

Mas não é esse método indutivo aristotélico que difere do método da indução de Francis Bacon, o qual ele se refere em suas críticas a Aristóteles, mas sim ao método da indução denominado como sendo enumerativo, que aparece em sua obra Primeiro Analíticos, em sua passagem II.23, em que o termo indução passa a ser considerado por Francis Bacon como sendo uma forma de generalização, quando, por intermédio da indução enumerativa, uma conclusão elaborada a partir de uma evidência relativa a alguns membros de um determinado grupo é aplicada diretamente a todos os membros desse grupo, ocorrendo assim uma generalização, que podem sem falsas, por isso não podendo ser consideradas como sendo válidas.

Para que se possa melhor compreender a crítica que Francis Bacon fez a Aristóteles, torna-se necessário repisar o fato de que a natureza da inteligência dos veritólogos difere da natureza da inteligência dos saperólogos. Os veritólogos trabalham mais com os seus criptoscópios, que tem a função de perceber e a finalidade de captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade. Enquanto que os saperólogos trabalham mais com os seus intelectos, que tem a função de compreender e a finalidade de criar as experiências físicas acerca da sabedoria. E a consciência coordena a esses outros dois órgãos mentais.

É por isso que os veritólogos têm que transmitir os conhecimentos metafísicos acerca da verdade neles inserindo algumas experiências físicas acerca da sabedoria, formando um corpo de doutrina, para que assim os saperólogos possam apreendê-los em seus intelectos. Enquanto que os saperólogos têm que transmitir as experiências físicas acerca da sabedoria nelas inserindo alguns conhecimentos metafísicos acerca da verdade, formando um corpo de sistema, para que assim os veritólogos possam apreendê-las em seus criptoscópios.

Daí a razão do primeiro ponto da crítica de Francis Bacon em relação ao silogismo aristotélico, que passou a utilizar o método da indução através do raciocínio silogístico, o qual não pôde ser apreendido pelo seu criptoscópio, por isso ele considerou que as inferências não serviam para ajudar a progredir na busca do conhecimento, confundindo assim verdade com sabedoria, ou seja, conhecimento com experiência, considerando que se há uma verdade, ela deve ser demonstrada, ignorando que, na realidade, ela deve ser explanada, mas que não há uma descoberta, pois somente se analisa a mente humana, que ele ignora, e não a natureza das coisas, que ele também ignora.

O segundo ponto da crítica de Francis Bacon é que o silogismo aristotélico se baseia em palavras muito confusas, comprovando assim a sobreposição do seu criptoscópio em relação ao seu intelecto, daí a razão pela qual ele chega a concluir que não se pode inferir nada de concreto a partir do raciocínio silogístico.

Essa é a razão pela qual os estudiosos passam a considerar que o método indutivo aristotélico refutado por Francis Bacon se refere à indução por numeração, ignorando que a numeração não tem nada a ver com o método indutivo, pois que ao invés de números podem ser utilizadas letras, ou mesmo nada utilizar, pois que são apenas premissas que possibilitam se chegar a uma conclusão. Enquanto que o método indutivo que Francis Bacon propõe destaca os exemplos desfavoráveis à conclusão, como vimos mais acima, já que ele não possuía a arte da indução, que requer sabedoria, e não verdade, justamente por isso o seu método é conhecido por indução eliminativa.

Note-se que o intelectual vai enumerando algumas premissas que expressam um determinado conteúdo empírico para que se possa chegar a uma conclusão, uma vez que as experiências físicas acerca da sabedoria são relativas, variáveis, mutáveis, criáveis, sendo, portanto, empíricas, mas nem por isso elas deixam de ser sólidas, pois que tendem ao aperfeiçoamento, daí a razão pela qual para Francis Bacon não se podia falar em conclusão tirada a partir desse método da indução aristotélico, mas sim de suposição.

Aristóteles, por intuição, acreditava em uma inteligência inata diferenciada da sua para se obter o conhecimento, considerando esse conhecimento como sendo a sua legítima fonte, tanto que compilava os conhecimentos que foram transmitidos pelos veritólogos que o antecederam, partindo deles para transmitir as suas experiências físicas acerca da sabedoria, como que explanando a esses conhecimentos, sendo esta a razão pela qual os estudiosos acreditam que ele não realizava experimentos para comprovar as suas afirmações, enquanto Francis Bacon realizava experimentos, mas experimentos falseadores, através dos quais ele procurava refutar e comprovar as suas teorias “a priori” em um contínuo questionamento da natureza, comprovando assim que ele considerava irreal o sobrenatural, afirmando a realidade da natureza.

A nova abordagem de Francis Bacon foi fortemente influenciada por descobertas de cientistas, principalmente por Galileo Galilei, levando este a propor uma nova abordagem da pesquisa científica, uma vez que as ciências são elaboradas através da pesquisa, enquanto que as religiões são elaboradas através da investigação, por isso Galileo Galilei adotou o método da indução em contraposição ao método da dedução que predominava sobre as ciências até então.

Na época em que Galileo Galilei veio a este mundo, o povo vivia sob o jugo do cesarismo papal, principalmente a Europa, em que a Itália era ainda um país dividido, e que a maior parte dos Estados se encontrava sob a poderosa e nociva influência da Igreja e do Santo Ofício, em que prevalecia a Inquisição, que cerceava a liberdade de pensamento, sentenciando à fogueira ou com prisões e torturas aqueles que eram considerados hereges, como se assim a Igreja estivesse combatendo a intelectualidade que havia se assentado sobre o mundo através da Renascença, em que os intelectuais proporcionaram as grandes modificações que ocorreram nas ciências, resgatando a cultura clássica grega que transformou profundamente a visão que a nossa humanidade tinha acerca do mundo. Em 1564, quando Galileo Galilei veio ao mundo, o espírito da Renascença ainda se encontrava presente no seio da cultura dos homens.

Com a vinda de Galileo Galilei, o século XVI passou a ser considerado como sendo o século que deu o início formal da ciência moderna no mundo, através de uma nova forma de pensar, proporcionando uma ruptura com a forma de pensar anterior, sendo essa ruptura ocasionada pela Renascença, que levou alguns séculos para que pudesse causar essa ruptura. Fernando Faria, em sua obra a Chave da Sabedoria, as páginas 52 a 55, faz as seguintes considerações sobre Galileo Galilei:

De todos os seguidores de Copérnico, quem realizou o trabalho mais revolucionário foi o italiano Galileo Galilei (1564-1642). Físico e astrônomo, ganhou em 1609 um telescópio que havia sido inventado anos antes na Holanda. Os primeiros telescópios permitiam ver um objeto como se estivesse três vezes mais perto. Galileo aperfeiçoou o invento, construindo outro telescópio que permitia ver um objeto como se estivesse trinta vezes mais perto e passou a usá-lo para observar o céu.

Descobriu que Vênus apresentava fases como a Lua. O estudo dessas fases levou Galileo a concluir que Vênus girava em torno do Sol. Apontando o telescópio para o Sol, descobriu as manchas solares. Observou o movimento dessas manchas e concluiu que o Sol fazia movimentos de rotação, em torno de si mesmo. Portanto, o Sol não era imóvel.

Descobriu também os satélites de Júpiter.

Observando esses fatos, não era possível continuar afirmando que a Terra era o centro do Universo.

Galileo descobriu também que todos os corpos sobre a Terra, inclusive a atmosfera, e mesmo uma pedra lançada verticalmente, movem-se junto com a Terra. Por isso, nós não percebemos o movimento de rotação da Terra, o qual produz o dia e a noite.

Galileo, em 1632, publicou em Florença todas as provas que demonstravam o sistema proposto por Copérnico. Por isso, foi obrigado a renunciar à sua teoria diante do Tribunal da Inquisição, um ano depois, em 1633. Forçado a se retratar, por haver proclamado que a Terra girava sobre si mesma, contrariamente à letra das Escrituras, ainda ajoelhado, após abjurar, pronunciou em voz baixa, em italiano, a frase histórica: ‘Eppur, su muove!’, quer dizer: ‘E, no entanto, ela se move!’.

A fé que Galileo tinha na ciência o separou do mundo universitário do seu tempo e terminou por condená-lo à prisão domiciliar pela Inquisição. Mas dos seus trabalhos nasceu o método científico em estado puro (grifo meu). Foi o iniciador da escola dos grandes cientistas modernos que não mantêm relação com a magia, ao contrário, por exemplo, do seu contemporâneo Johannes Kepler, um dos fundadores da moderna Astronomia, que também era um astrólogo convicto. Dava tanta importância às suas descobertas planetárias como aos seus horóscopos que, seja dita a verdade, garantiram-lhe o sustento, possibilitando que estudasse o céu. Kepler foi o homem de transição entre a época do pensamento mágico e a época do pensamento científico. Foi o último dos grandes magos-cientistas, como foram Paracelso e os alquimistas.

Galileo, ao contrário, só acreditava no método científico. Foi o primeiro a denunciar os grandes inimigos desse método: os argumentos baseados na autoridade e no bom senso (grifo meu)”.

Galileo Galilei estabeleceu dois fundamentos principais que deram origem à ciência moderna: o estudo da natureza e uma nova concepção de experiência.

Através da natureza, os textos vetustos da Bíblia são todos desconsiderados, embora os veritólogos pré-socráticos já tivessem nessa época se ocupado da natureza, desprezando o sobrenatural. E através da experiência passa a ocorrer uma certa diferenciação da sua natureza com a natureza dos conhecimentos, que deveriam ser naturais, e não teológicos.

Assim, Galileo Galilei foi o espírito pioneiro do método experimental, que por ser exclusivamente científico, não levou em consideração os conhecimentos religiosos, pois que as religiões ainda se encontravam nas garras aduncas da classe sacerdotal, estabelecendo uma ruptura com o método aristotélico, que por ser saperológico, levava em consideração os conhecimentos veritológicos que antes haviam sido transmitidos pelos veritólogos que o antecederam e que formaram as diversas escolas já mencionadas, que em suas compilações ele considerava como sendo as suas fontes de conhecimentos.

Assim, o verdadeiro “pai” da ciência moderna é Galileo Galileu, sem qualquer sombra de dúvida, principalmente porque em suas pesquisas científicas ele buscava a explicação dos fenômenos por intermédio das experiências, tratando dos efeitos, sem se dispor a ir em busca das suas essências mais íntimas, que são os conhecimentos, tratando das causas. Daí a razão pela qual o método por ele utilizado é denominado de indução experimental, que segue os seguintes passos:

  1. Observação dos fenômenos;
  2. Análise dos elementos formadores do fenômeno;
  3. Indução das suas hipóteses;
  4. Verificação das hipóteses;
  5. Generalização dos resultados;
  6. Confirmação das hipóteses.

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