04.04- Leibniz

A Era da Verdade
1 de novembro de 2019 Pamam

Leibniz foi um veritólogo racionalista encarnou em Leipzig, Alemanha, no ano de 1646, e desencarnou em Hanover, Alemanha, no ano de 1716, tendo sido um veritólogo alemão e um proeminente polímata, considerado pelos estudiosos do assunto como sendo a figura central da história da Matemática e da história da Filosofia. Em 1663, ingressou na Universidade de Leipzig como estudante de Direito. Em 1666, obteve o grau de doutor em Direito em Nuremberg. Nessa época se filia à Sociedade Rosacruz, da qual seria secretário pelo período de dois anos. Em 1668, foi-lhe recusado o grau de doutor, sob a alegação de que era muito jovem, pois contava com apenas vinte e dois anos de idade. Em 1672, passou a ter aulas com Christiaan Huygens, cujos trabalhos tratam da teoria ondulatória da luz.

A maior parte dos papéis em que rascunhava as suas ideias, cujos papéis ele nunca revisava e muito menos publicava, encontra-se na Biblioteca Real de Hanover aguardando o paciente trabalho dos estudantes. Ele também criou uma máquina de calcular superior à que fora criada por Blaise Pascal, que fazia as quatro operações. Em Londres, compareceu aos encontros da Royal Society, em que lá exibiu a máquina de calcular, tendo sido eleito membro estrangeiro da sociedade antes da sua volta a paris em 1673.

Em 1676, já tinha desenvolvido algumas fórmulas elementares do cálculo, assim como também o teorema fundamental do cálculo, que somente foi publicado em 1677, onze anos depois da descoberta não publicada de Newton. No período de 1677 a 1704, o cálculo leibniziano foi desenvolvido como instrumento de real força e fácil aplicabilidade no continente, enquanto que na Inglaterra o cálculo continuava uma curiosidade relativamente não procurada, em virtude da relutância de Newton em dividir as descobertas matemáticas.

Em paralelo à Matemática, durante toda a sua vida Leibniz trabalhou para aristocratas, buscando nas genealogias as provas legais de direito ao título, tendo passado os últimos quarenta anos trabalhando exclusivamente para a família Brunswick, tendo chegado a confirmar para os seus empregadores o direito a metade de todos os tronos da Europa. As pesquisas o levaram pela Alemanha, Áustria e Itália, no período de 1687 a 1690. Em 1700, ele organizou a Academia de Ciências da Prússia, da qual foi o primeiro presidente, cuja academia permaneceu como sendo uma das três principais do mundo até que os nazistas a eliminaram.

Há aqui que se destacar que aqueles que trabalham mais profundamente com os seus criptoscópios, como são os casos dos veritólogos e dos religiosos, são mais afeitos aos conhecimentos, que são postos por intermédio de doutrinas, através de teorias “a priori”; enquanto que aqueles que trabalham mais profundamente com os seus intelectos, como são os casos dos saperólogos e dos cientistas, são mais afeitos às experiências, que são postas por intermédio de sistemas, através de teorias “a posteriori”. Eu quero com isso dizer, que a matemática pura pode ser considerada como sendo conhecimentos, que são postos por intermédio de doutrinas, através de teorias “a priori”; enquanto que a matemática aplicada pode ser considerada como sendo experiências, que são postas por intermédio de sistemas, através teorias “ a posteriori”.

Agora se pode compreender perfeitamente que Leibniz, em sendo um veritólogo, teve a sua realização mais notável na matemática pura, ao conceber os cálculos diferencial e integral, independentemente dos desenvolvimentos contemporâneos de Newton. Trabalhos matemáticos sempre favoreceram a notação de Leibniz — em cálculo se utiliza os símbolos dx e dy para representar incrementos demasiadamente pequenos, denominados de infinitesimais, de x e y, assim como ?x e ?y representam incrementos finitos de x e y — como sendo a expressão convencional do cálculo, enquanto a notação de Newton ficou sem uso.

Mas foi apenas no século XX que a lei de continuidade — em Física, uma equação de continuidade expressa uma lei de conservação de forma matemática, tanto de forma integral como de forma diferencial — e a lei transcendental da homogeneidade — princípio de que o efeito de uma soma envolvenco infinitesimais de diferentes ordens, apenas o termo de ordem mais baixa deverá ser mantido, e o restante descartado — de Leibniz encontraram implementação matemática, por meio de análise não padronizada — ramo da Matemática desenvolvido desde 1960 para abordar o conceito de infinitesimal de maneira rigorosa.

Leibniz se tornou um dos artífices mais prolíficos no campo das calculadoras mecânicas, tendo trabalhado para adicionar a multiplicação automática e a divisão à calculadora de Blaise Pascal e sido o primeiro a descrever uma calculadora catavento em 1685, além de ser o artífice da roda de Leibniz, utilizada no aritmômetro — máquina projetada para lidar com cálculos —, a primeira calculadora mecânica produzida em massa. Ele também aprimorou o sistema de números binários — sistema de numeração posicional em que todas as quantidades se representam com base em dois números: zero e um —, que se tornaria a base de todos os computadores digitais.

Leibniz, Descartes e Spinoza foram os três grandes defensores do racionalismo no século XVII, com o trabalho de Leibniz antecipando a lógica moderna e a filosofia analítica, em que esta última é uma vertente do pensamento contemporâneo, cujo ponto comum é a ideia de que a Filosofia é análise, a análise do significado dos enunciados, que se reduz a uma pesquisa sobre a linguagem.

O veritólogo fez importantes contribuições para a Física e para a tecnologia, antecipando noções que surgiram muito mais tarde na Filosofia, na teoria das probabilidades, na Biologia, na Medicina, na Geologia, na Psicologia, na linguística e na informática, tendo escrito obras sobre Filosofia, política, Direito, ética, Teologia, História e Filologia, e também contribuiu para o campo da Biblioteconomia, enquanto servia como superintendente da Biblioteca Wolfenbüttel na Alemanha, tendo desenvolvido um sistema de catalogação que serviria de guia para muitas das maiores bibliotecas da Europa. As contribuições de Leibniz para esta vasta gama de assuntos foram espalhadas em várias revistas científicas, em dezenas de milhares de cartas e em manuscritos inéditos, tendo ele escrito em várias línguas, sobretudo em latim, francês e alemão, cujos escritos em suas completitudes ainda não foram traduzidos para a língua portuguesa.

O sentimento veritológico de Leibniz se encontra fragmentado, uma vez que a sua obra consiste principalmente de uma grande quantidade de escritos curtos, tais como artigos de periódicos, manuscritos publicados muito tempo depois da sua desencarnação e muitas cartas a muitos correspondentes, tendo escrito apenas dois tratados filosóficos, dos quais apenas Teodiceia, de 1710, foi publicado em sua vida.

Mas o veritólogo tem o seu início no âmbito da Veritologia através da sua obra intitulada de Discurso Sobre a Metafísica, cuja obra não foi publicada até o século XIX, que ele escreveu em 1686 como sendo um comentário sobre uma contínua disputa entre Malebranche e Antoine Arnauld, o que o levou a uma extensa e valiosa correspondência com este último. Em 1695, ele faz a sua entrada na filosofia europeia, através de um artigo de jornal intitulado de Novo Sistema da Natureza e da Comunicação das Substâncias. Entre 1695 e 1705, escreveu Novos Ensaios Sobre o Entendimento Humano, relativo a um longo comentário sobre Locke em Ensaios Sobre o Entendimento Humano, mas ao saber da desencarnação de Locke, em 1704, desistiu de publicar a obra, até que a obra foi publicada em 1765. Em 1714, escreveu a obra intitulada de Monadologia, composta de noventa aforismos, que foi publicada postumamente.

Em 1676, Leibniz fez uma curta viagem a Londres, o que gerou interpretações de que o veritólogo havia tido contato com as obras não publicadas de Newton, ocasionando, décadas depois, uma acusação leviana de que ele teria aproveitado a concepção do cálculo de Newton, mas há que se destacar que ele nada publicou sobre o seu cálculo, pelo menos até 1684, cujo assunto é tratado extensamente em um artigo de controvérsia entre Leibniz e Newton.

Mas os estudiosos do assunto evidenciam que Leibniz e Newton são creditados pela descoberta dos cálculos diferencial e integral, pois de acordo com os cadernos de Leibniz, um avanço crítico ocorreu em 1675, quando ele empregou o cálculo integral pela primeira vez para encontrar a área sobre o gráfico de uma função y = f (x), tendo introduzido várias notações utilizadas até hoje, como, por exemplo, o sinal integral ?, representando um S alongado, oriundo da palavra latina summa, que significa total, e o d utilizado para diferenciais, a partir da palavra latina differentia, que significa diferença. Essa notação para o cálculo é o seu legado matemático mais duradouro.

Leibniz expressa a relação inversa de integração e diferenciação, mais tarde denominado de teorema fundalmental do cálculo, por meio de uma figura, em seu artigo de 1693 intitulado de Supplementum Geometriae Dimensoriae. No entanto, é creditado a James Gregory a descoberta do teorema em forma geométrica, tendo Isaac Barrow provado uma versão geométrica mais generalizada e Newton apoiado em desenvolver a teoria. Desse modo, o conceito se tornou mais transparente ao ser desenvolvido através do formalismo de Leibniz e a sua nova notação. Nesses termos, a regra do produto do cálculo diferencial ainda é denominada de lei de Leibniz, e, além disso, o teorema que diz como e quando diferenciar sob o sinal integral é denominado de regra integral de Leibniz.

Diferentemente de Descartes e Spinoza, Leibniz tinha uma formação universitária completa no campo de Filosofia, o que na verdade não influencia negativamente na performance mental dos conhecimentos metafísicos e das experiências físicas, uma vez que nós trazemos a nossa bagagem dos nossos Mundos de Luz para aquilo que devemos realizar neste nosso mundo-escola. De qualquer maneira, os seus pendores veritológicos começaram através da influência de Aristóteles, lembrando aqui que Aristóteles, na qualidade de uma verdadeiro saperólogo, compilou tudo aquilo que se encontrava nos escritos dos veritólogos do Período Doutrinário, sabendo-se que a Vertologia é a fonte da Saperologia, assim como as verdadeiras religiões são as fontes das ciências.

Leibniz lei com muita atenção os escritos de Francisco Suárez, um jesuíta espanhol muito respeitado, mesmo em universidades luteranas, mas ele estava mais interessado nos novos métodos e nas conclusões de Descartes, Huygens, Newton e Boyle, porém viu esses escritos através de uma lente fortemente modulada por noções escolásticas. Há um relato do próprio veritólogo em que ele declara que foi influenciado em sua filosofia pela condessa Anne Conway, uma platonista, que ele relata da seguinte maneira:

Os meus sentimentos em Filosofia (grifo meu) se aproximam mais da falecida condessa Conway e defendem uma posição mediadora entre Platão e Demócrito, porque acredito que tudo ocorre mecanicamente como Demócrito e Descartes afirmam, contra a opinião de Henry More e dos seus seguidores, e, no entanto, também defendo que tudo ocorre de acordo vitalmente e segundo causas finais, estando tudo cheio de vida e de percepções, contrariamente à opinião dos atomistas”.

Há aqui que se ressaltar que o elemento final de produção dos veritólogos, no exercício da sua atividade básica, é o sentimentos, enquanto que o elemento final de produção dos saperólogos, no exercício da sua atividade básica, é o pensamento, embora ambos produzam sentimentos e pensamentos, mas em proporção às suas atividades básicas exercidas. Note-se que Leibniz, em sendo um veritólogo, utiliza a seguinte expressão: “Os meus sentimentos em Filosofia”; olvidando dos pensamentos, o que comprova ser ele um veritólogo.

Leibniz considera uma série de causas eficientes a determinar o agir humano dentro da cadeia causal do mundo natural, em que essa série de causas eficientes dizem respeito ao corpo e aos seus atos, que podemos considerar como sendo a relação natural entre o vivente e este mundo-escola. Entretanto, paralela a essa série de causas eficientes, há uma segunda série, a das causas finais, que podem ser consideradas como sendo uma infinidade de pequenas inclinações e disposições da alma, presentes e passadas, que conduzem o agir presente, que podemos considerar como sendo o corpo fluídico, em que nele se encontram as nossas disposições para as ações automáticas, quando não se faz o uso devido do raciocínio, já que no corpo fluídico se encontram todas as impressões das nossas ações no pretérito.

Sabendo-se que os desejos se relacionam diretamente com o corpo carnal, enquanto que a vontade se relaciona diretamente ao espírito, e que esta se contrapõe àquela, há em Leibniz, assim como em Nietzsche, uma infinidade imensurável de motivos para explicar um desejo singular, em que nesse sentido todas as escolhas se tornam determinantes da ação, mas o vertólogo acredita na ação livre, caso ela seja ao mesmo tempo:

  • Contingente: a contingência se opõe à noção de necessidade, não à noção de determinação, em que a ação é sem contingente, porque o seu oposto é sempre possível;
  • Espontânea: a ação é espontânea quando o princípio da determinação se encontra no interior do agente, não no seu exterior, assim como se toda ação fosse espontânea e tudo que o indivíduo faz depende dele próprio, mesmo que em última instância;
  • Refletida: na reflexão qualquer animal pode agir de forma contingente e espontânea, mas o que diferencia o animal humano dos demais é a capacidade de reflexão, que quando operada caracteriza uma ação como sendo livre, com os homens tendo a capacidade de pensar a ação e saber por que agem.

Os estudiosos consideram que a contribuição mais importante de Leibniz para a metafísica é a sua teoria, teoria “a priori”, diga-se de passagem, sobre as mônadas, que se encontra exposta em sua obra intitulada de Monadologia. Os estudiosos do assunto consideram as mônadas como sendo os elementos máximos do Universo, ou como sendo formas substanciais do ser, contendo as seguintes propriedades: eternas, indecompostas, individuais, sujeitas às suas próprias leis, sem interação mútua; com cada uma refletindo o próprio universo dentro de uma harmonia preestabelecida, por serem centros de forças, ressalte-se aqui esta expressão, por serem centros de força, equivalendo para a realidade metafísica aquilo que os átomos equivalem para os fenômenos físicos.

Note-se que apesar de todo o esforço por parte dos estudiosos para caracterizar o que sejam as mônadas, esse esforço se torna improfícuo, em função da extrema ignorância acerca da espiritualidade, pois que nada se compreender a respeito, tendo por base a imaginação. Para que possamos compreender a contento o que sejam as mônadas, torna-se necessário que antes nós venhamos a compreender a nossa composição astral.

Deus é formado de Substâncias, que se dividem em Essência e Propriedades. A Essência é o Ser Total. As Propriedades são a Força Total, a Energia Total e a Luz Total. Do Ser Total vem os seres, as suas partículas, que se individualizam evoluindo pelo Universo, em busca de se realizarem como espíritos. Em suas evoluções, os seres passam a adquirir parcelas das propriedades da Força e da Energia, e continuam as suas evoluções, até que passam a evoluir também por intermédio da propriedade da Luz, quando então passam a ser denominados de espíritos, uma vez que adquiriram o raciocínio e o livre arbítrio.

Os espíritos que evoluem, sobremaneira, por intermédio da propriedade da Força, buscam perceber e captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade, tornando-se veritólogos; enquanto os espíritos que evoluem, sobremaneira, por intermédio da propriedade da Energia, buscar compreender e criar as experiências físicas acerca da sabedoria, tornando-se saperólogos.

Como se pode constatar claramente, os veritólogos dão ênfase à propriedade da Força, e tanto isto procede que Luiz de Mattos, o veritólogo maior, assim como os seus seguidores, vieram afirmar que somos partículas de Força, mesmo ignorando se tratar de uma propriedade que vamos adquirindo no decorrer do processo evolutivo. Leibniz não conseguiu utilizar a expressão Força para caracterizar a propriedade através da qual dava ênfase em sua evolução, daí a razão pela qual veio a utilizar o termo mônada para expressar a forma substancial do ser.

Dada essa compreensão com base na razão, os estudiosos continuam a tratar das mônadas em um emaranhado imaginativo, afirmando que a sua essência ontológica é a sua simplicidade irredutível, que assim como os átomos, as mônadas não possuem nenhuma matéria, o que é uma realidade, já que a matéria não existe, ou caráter espacial, o que é uma irrealiade, já que se trata da propriedade da Força, que contém o espaço. E continuam dizendo que elas se diferenciam dos átomos por sua completa mútua independência, assim as interações entre as mônadas são somente aparentes, que por força do princípio da harmonia preestabelecida, cada mônada segue uma instrução pré-progamada, peculiar para si, assim uma mônada sabe o que fazer em cada situação, em que essas intruções podem ser análogas às leis científicas que governam as partículas subatômicas, quando, na realidade, essas instruções são apenas aquilo que se encontra gravado no corpo fluídico dos viventes, que governa as suas ações, quando se abre mão do raciocínio, e que pelo princípio dessas instruções intrínsecas, cada mônada é um pequeno espelho do Universo, o que é uma realidade, desde que se incluam também as parcelas da propriedade da Energia. E os estudiosos continuam dizendo que as mônadas não são necessariamente “diminutas”, como, por exemplo, o ser humano é constituído por uma mônada na qual o tema livre arbítrio é problematizado, e que Deus também é uma mônada, em que a Sua existência pode ser inferida através da harmonia que se prevalece diante de todas as mônadas, e que, portanto, é Deus, através da sua razão e vontade, que se afigura o Universo através da harmonia preestabelecida.

Leibniz também teve o seu argumento ontológico, que é um argumento que defende a existência de Deus através da alegação que Ele é obrgatoriamente um ser perfeito e que assim deve existir. Mas os critérios para a classificação dos argumentos ontológicos não são geralmente aceitos, no entanto eles partem da definição de Deus e chegam à conclusão de que a Sua existência é ncessária e certa. Esse tipo de argumento é considerado como sendo um raciocínio “a priori”, sem que haja qualquer referência “a posteriori”, de cunho empírico.

A história da Filosofia atribui a Anselmo de Cantuária, ainda no período do Renascim, no âmbito das Escolas da Catedral, a primeira formulação de um argumento ontológico. Ao longo da história da filosofia moderna e da filosofia contemporânea, muitos veritólogos se dedicaram a formular definições sobre Deus e produzir novas maneiras de demonstrar a Sua existência, dentre os quais se destacam Descartes, Alvin Plantinga, Kurt Gödel e, especialmente, Leibniz.

Leibniz define Deus como sendo o Ser mais perfeito que existe, sendo a perfeição, segundo o veritólogo, a totalidade dos atributos afirmativos, em que pretende demonstrar a existência de Deus a partir da compatibilidade entre dois ou mais atributos afirmativos, pois se todos os atributos afirmativos são compatíveis entre si sem gerar contradição, então deve ser possível conceber um Ser com todos esses atributos. Desta maneira, esse Ser existe necessariamente, pois se ele possui todos os atributos afirmativos, não Lhe pode faltar a existência.

 

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