02- AS CULTURAS DA NOSSA HUMANIDADE APÓS O CRISTO

A Era da Verdade
9 de novembro de 2018 Pamam

Com o espírito que se deslocou da humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo para a nossa, na condição do Antecristo dessa humanidade, com os objetivos de formular um plano de espiritualização para a nossa humanidade, acompanhar pessoalmente o pleno estabelecimento desse plano em nosso meio, assim como também estabelecer o instituto do Cristo em nossa humanidade, ao mesmo tempo tendo que nomear entre nós um veritólogo como sendo o grande responsável por estabelecer a verdade em nosso meio, sendo Luiz de Mattos o nomeado para essa função, por isso assumindo a condição do Espírito Santo, do ajudador, da nossa humanidade, fundando então o Racionalismo Cristão neste mundo, onde nele está contida a verdade, e tendo também que nomear entre nós um saperólogo como sendo o grande responsável por explanar o Racionalismo Cristão, tendo ainda que unir, irmanar, congregar, a verdade e a sabedoria, para com ambas adentrar no âmbito da razão, tendo sido eu, Pamam, o nomeado para essa função, por isso assumindo a condição do Antecristo da nossa humanidade, devendo ainda fixar os meus ideais neste mundo-escola, tendo depois que me deslocar para a humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, com os mesmos objetivos desse espírito que se deslocou da sua humanidade para a nossa, para que assim essa corrente do instituto do Cristo possa ser estabelecida de humanidade em humanidade, seguindo o ritmo da evolução universal estabelecido pelo Instituidor, que é Deus, para todos os agrupamentos humanos, quando cada um deles se encontrar evoluído o suficiente para o recebimento desse instituto em seu seio; quando esse espírito alcançou ao elevadíssimo estágio evolutivo do Cristo, encarnando neste nosso mundo-escola como Jesus, provocou um imenso impacto na cultura da nossa humanidade, sendo tão profundo esse impacto que abalou as estruturas mentais de todos os seres humanos, já que ninguém conseguiu conceber que ele era apenas um ser humano, cuja diferenciação em relação a nós consistia no fato de que éramos ainda bastante atrasados em relação a esse espírito, evolutivamente falando, uma vez que ele, além de pertencer a uma humanidade mais evoluída, era ainda um dos seus dois expoentes, que lá havia alcançado a condição do Antecristo, sendo, pois, o grande responsável por levar adiante essa corrente do Cristo para a humanidade seguinte, a que se encontrava logo abaixo da sua, no caso, a nossa humanidade, assim como o nosso Antecristo é também o grande responsável por levar adiante a esse instituto do Cristo para a outra humanidade seguinte, a que se encontra logo abaixo da nossa, no caso, a humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo.

Sendo todos os seres humanos da nossa humanidade ainda avulsos, ou seja, sem terem a opção de seguir a um ideal que reunisse as condições adequadas para lhes proporcionar um rumo na vida aqui neste mundo-escola, como agora devidamente o possui, podendo deixar de ser avulsos para se tornarem antecristãos, seguindo aos ideais do Antecristo, com a ajuda do Espírito Santo, do ajudador, que é apenas um simples preparo para se tornarem verdadeiramente cristãos, quando do retorno do Antecristo da outra humanidade que nos segue na esteira evolutiva do Universo, já na condição do nosso Cristo, daqui a quatro mil anos, a sua quase totalidade se viu praticamente obrigada a seguir a classe sacerdotal, já que não tinha outra opção que fosse de natureza racional, cuja classe em quase todo o planeta inventou um credo se utilizando do nome de Jesus, o Cristo, e o nomeando estupidamente como sendo o filho único de Jeová, o deus bíblico, ao qual ela maneja ao seu bel-prazer, sendo pelos seus bandos de anjos negros também manejada, potencializando-o com poderes sobrenaturais, segundo os seus desejos e objetivos, geralmente inconfessáveis, por serem escusos, criando também um falso espírito santo, que assume a forma de um pássaro, mais precisamente de uma pomba, sendo os três apenas um, e um sendo ao mesmo tempo os três.

Esse predomínio da classe sacerdotal perdura até aos dias de hoje, com a sua ganância se acentuando cada vez mais, com a criação de inúmeros credos e seitas, em que tanto ela como os seus arrebanhados se consideram como se fossem genuinamente cristãos, quando ainda se encontram quatro mil anos distantes de alcançar a essa condição de cristã. No entanto, essa cultura equivocada desse falso cristianismo, embora prevaleça em todos os recantos do planeta, por ser seguida pela maioria esmagadora dos seres humanos, não é a única, pois ainda existem outras culturas que os seres humanos seguem ou julgam seguir com outras lideranças ainda mais nocivas, tais como se fossem realmente espiritualizados, quando ninguém, mas ninguém mesmo neste mundo, ainda o é, nem mesmo os atuais racionalistas cristãos, que se consideram os seguidores da verdade, quando, na realidade, devem seguir a sabedoria, embora em muito se aproximem desse intento, mas todos o serão, espiritualizados, quero dizer, por inteiro, com a explanação do Racionalismo Cristão, quando todos poderão se tornar antecristãos.

Tendo essa cultura do falso cristianismo predominado em nossa humanidade até aos dias de hoje, os historiadores, sendo totalmente ignorantes acerca do plano de espiritualização da nossa humanidade, assim como também do estabelecimento do instituto do Cristo em nosso meio, narram todos os fatos históricos que ocorrerem em nossa civilização, desde a encarnação de Hermes, a primeira encarnação neste nosso mundo-escola do Antecristo da humanidade que seguimos na esteira evolutiva do Universo, passam pela encarnação de Jesus, o Cristo, a sua última encarnação, e vão até aos dias de hoje, porém, sem conseguirem proceder às verdadeiras explicações dessas variações culturais nesta nossa civilização. E o que é pior, sem conseguirem atentar para o fato da existência de muitas outras civilizações anteriores, todas extintas e obliteradas da face da Terra, por não haverem conseguido se espiritualizar, decaindo na mais alta depravação, por haverem se degenerado, fascinados com a ilusão da matéria, como nos mostram claramente os seus remanescentes não regenerados, que se encontram tentando impor os seus maus costumes e as suas depravações nos dias de hoje. Por isso, a História se conforma em narrar apenas os fatos ocorridos nesta civilização a partir de uma determinada data, aproximada, com o advento da escrita, que proporcionou os meios para os registros históricos, limitando-se, simplesmente, a dividir o período anterior à escrita em Idades, como se esta civilização tivesse sido a única, e também tivesse realmente se iniciado nessas Idades.

Em decorrência dessa ignorância por parte dos historiadores, mas que deve ser considerada como sendo natural, portanto, desculpável, pois que muito eles já fizeram pela nossa humanidade, já que não poderiam supor a existência de um plano para a nossa espiritualização, uma vez que explanar pelo menos um esboço desse plano é tarefa para a Saperologia, e não para a História, vamos dividir as diferentes culturas que prevaleceram em nossa humanidade, após a encarnação de Jesus, o Cristo, segundo os critérios estabelecidos pelos próprios historiadores, já que eles são os verdadeiros especialistas no assunto, e, como tais, devem ser rigorosamente seguidos, principalmente porque o nosso objetivo maior neste capítulo não se resume em narrar os fatos históricos, mas sim em evidenciar as diferentes culturas, as quais formaram o meio ambiente que moldou a mentalidade geral, mas que nele prevaleceram os sentimentos e os pensamentos dos grandes espíritos que para aqui vieram dos seus Mundos de Luz para promover o progresso evolutivo da nossa humanidade.

Assim, com o tremendo impacto causado pela encarnação de Jesus, que assim então havia alcançado a condição do Cristo, praticamente todo o ambiente terreno passou a se formar em torno daquilo que ele representava para a nossa humanidade, como se ele fosse uma divindade, o filho unigênito de Jeová, o deus bíblico, em decorrência, da salvação dos seres humanos, como se neste mundo ele tivesse encarnado para nos salvar, a mando de Jeová, o deus bíblico, e vejam só quanta ignorância e estupidez, com tudo isso estando associado a uma tremenda falta de raciocínio, para nos salvar simplesmente morrendo na cruz, como se a morte na cruz fosse o grande instrumento da salvação. Que barbaridade!

No entanto, esses ignorantes não atentaram para o fato de que muitos e muitos outros seres humanos também morreram pregados na cruz, inclusive os dois malfeitores que o ladeavam na cruz, em virtude desse tipo de morte ser um costume romano. Então é de se indagar o seguinte: se tantos e tantos seres humanos morreram pregados em uma cruz, por que somente esse tipo de morte sofrido por Jesus, o Cristo, serviu para nos salvar? Ao que parece, a morte sofrida através de torturas, a morte na fogueira e outros tipos de desencarnações criadas pelos homens, por meios cruéis, são ainda muito mais dolorosos do que a cruz. E repetimos: caso assim o fosse, estaríamos dispostos a também morrer na cruz, quantas vezes fossem necessárias, para então salvar a nossa humanidade de algum mal. Mas como assim não é, e nem jamais o será, devemos proceder ao seu salvamento, não do inferno, mas sim da extinção desta nossa civilização, pois que a pretensão de Jeová, o deus bíblico, é extingui-la através do fogo, esclarecendo-a, espiritualizando-a e proporcionando os meios necessários para que ela possa tomar um novo rumo na vida, por intermédio da fixação dos nossos ideais em seu meio, para que todos possam se tornar antecristãos. É assim que se faz. É assim que se colabora realmente tanto com o plano da nossa espiritualização, como com o plano seguinte, o do antecristianismo.

Enquanto isso, enquanto o ambiente se tornava místico e sobrenatural em torno de Jesus, o Cristo, com os credos e as suas seitas criados em seu nome, os grandes espíritos decidiam encarnar neste mundo com a sublime missão de preparar o ambiente terreno para as futuras encarnações de Luiz de Mattos e dos seus seguidores, a quem ele chamava carinhosamente de cavouqueiros da verdade, para que os conhecimentos metafísicos acerca da verdade fossem percebidos e captados, sendo transmitidos por intermédio do Racionalismo Cristão, enquanto outros encarnavam com a sublime missão de preparar o ambiente para a formação das mais diferentes nações, para que assim os diferentes agrupamentos humanos neste mundo pudessem ser definitivamente estabelecidos em seus respectivos territórios, como hoje, com raras exceções, todos estão praticamente definidos, com cada um deles tendo que desempenhar a sua função específica no contexto humano. E tudo isso foi realizado em obediência ao plano de espiritualização da nossa humanidade, com vistas à elaboração de um novo plano seguinte, por intermédio dos espíritos que conseguiram desempenhar a contento as suas missões, com o objetivo precípuo de se formar um Estado Mundial neste mundo-escola, visando a ordem e o progresso de todos os seres, tanto os humanos como os infra-humanos.

Em sendo assim, nós vamos explanar neste capítulo as diferentes culturas que se formaram no ambiente terreno após o Cristo, evidenciando aqueles espíritos que mais se destacaram na formação dessas culturas, quer positivamente, cooperando com os pensamentos em favor dos nossos grandes objetivos em prol do progresso evolutivo da nossa humanidade, quer negativamente, fornecendo os seus pensamentos contra os nossos grandes objetivos em prol do progresso evolutivo da nossa humanidade, contribuindo assim para emaranhar cada vez mais o ambiente místico e sobrenatural que ia se formando.

Mas que assim seja, pois quanto maior for o emaranhado dos pensamentos produzidos no ambiente terreno, quanto mais atrasada for a cultura formada em seu meio, tanto mais fácil será demolir com tudo isso e erguer uma nova estrutura mundial, esteada em novas bases, tendo a verdade, a sabedoria e a razão como os seus pilares, e os nossos ideais como sendo a arquitetura do novo edifício a ser construído neste mundo.

Há que se ressaltar que com a vinda de Jesus, o Cristo, uma nova Grande Era teve o seu início, a qual podemos denominar de A Era da Verdade. Nessa nova Grande Era que se iniciava, o esforço maior empregado foi no sentido de estabelecer a verdade na face da Terra, pois segundo o nosso Redentor “somente a verdade pode livrar a humanidade das garras da ignorância e levá-la ao o cumprimento do dever”. Então o grande objetivo das encarnações dos seres humanos era no sentido de desenvolver ao máximo o criptoscópio de cada um, já que este órgão mental é o grande responsável por perceber e captar os conhecimentos metafísicos acerca da verdade do Espaço Superior, tendo por base a moral. Sem esquecer que muitos espíritos encarnaram com o objetivo de contribuir para a formação das mais diversas nações.

No entanto, os instrumentos encarnados que nesta Grande Era se encontravam ao serviço do Astral Superior eram muito poucos, como ainda hoje o são. Daí a imensa dificuldade encontrada para se chegar aos objetivos do plano da nossa espiritualização. Por essa razão, Jesus, o Cristo, continuou por mais dois mil anos integrado à nossa humanidade, trabalhando intensamente para a consecução desse plano espiritualizador que ele mesmo elaborou, somente retornando para a sua própria humanidade após a fundação do Racionalismo Cristão, quando do retorno de Luiz de Mattos para o seu Mundo de Luz, ocasião em que assumiu a chefia da nossa humanidade, já que o nosso Antecristo, após haver encarnado como Ruy Barbosa, já estava apto a reencarnar e a assumir a essa condição, por ocasião da explanação do Racionalismo Cristão e da fixação dos seus ideais na face da Terra.

É justamente por isso que vamos encontrar nesta Grande Era denominada de A Era da Verdade, a predominância de uma cultura criptoscopial, quase que com a total ausência das manifestações intelectuais, que somente foram se manifestar séculos depois, por intermédio da Renascença, razão pela qual a compreensão e o poder criador eram praticamente nulos nessas culturas. Mas mesmo ignorando a esses fatos, os historiadores foram bastante precisos na identificação dessas culturas, apesar de haver algumas divergências entre eles, cujas culturas nós vamos considerar inicialmente as suas divisões em dois períodos: Idade da Fé e Idade das Trevas.

Note-se que a busca da sabedoria ocorre através do desenvolvimento do intelecto, o qual tem a função de compreender e a finalidade de criar, que estando apoiado pela ética, possibilita a que o espírito venha a se transportar ao Tempo Futuro, promovendo assim o progresso. Enquanto que a busca da verdade ocorre através do desenvolvimento do criptoscópio, o qual tem a função de perceber e a finalidade de captar, que estando apoiado pela moral, possibilita a que o espírito venha a se elevar ao Espaço Superior, que assim não promove o progresso, mas sim a espiritualização. É por isso que a partir de A Era da Verdade, houve um declínio no progresso da nossa humanidade, uma estagnação do nosso desenvolvimento, como se pode constatar através da diferença desta nossa cultura com a cultura da Grécia Antiga.

A noção desses dois diferentes períodos culturais é extremamente necessária para que possamos compreender a contento as diferentes saperologias, sob a denominação de filosofias, que foram surgindo nessa Grande Era denominada de A Era da Verdade, que deverá ter o seu encerramento após 2000 anos da vinda de Jesus, o Cristo, todas com a tentativa de se alcançar a verdade. Valendo aqui lembrar que somente se pode transmitir a verdade por intermédio dos conhecimentos metafísicos transmitidos com a inserção de algumas experiências físicas acerca da sabedoria, formando assim um corpo de doutrina, que por sua vez forma uma saperologia, para que assim possa fazer eco na compreensão humana, possibilitando que a própria Saperologia investigue a cada uma dessas saperologias, fornecendo o seu próprio parecer, determinando se elas contêm ou não a verdade. Em caso negativo, elas devem ser demonstradas, em caso positivo, aquela que contém realmente a verdade deve ser explanada em todo o seu teor.

 

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